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	<title>Eliane Gervasio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Eliane Gervasio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>“Taxa das blusinhas” segura importações e preserva mais de 135 mil empregos no Brasil, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa das blusinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[A cobrança de imposto sobre compras internacionais de pequeno valor, popularmente conhecida como “taxa das blusinhas”, gerou impactos significativos na economia brasileira, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria. A entidade estima que a medida contribuiu para preservar cerca de 135,8 mil empregos no país, além de reduzir o volume de importações e fortalecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cobrança de imposto sobre compras internacionais de pequeno valor, popularmente conhecida como “taxa das blusinhas”, gerou impactos significativos na economia brasileira, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria. A entidade estima que a medida contribuiu para preservar cerca de 135,8 mil empregos no país, além de reduzir o volume de importações e fortalecer a produção nacional.</p>
<p>O estudo aponta que a taxação evitou a entrada de aproximadamente R$ 4,5 bilhões em produtos estrangeiros no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que manteve cerca de R$ 19,7 bilhões em circulação na economia interna.</p>
<h3>Redução nas compras internacionais</h3>
<p>A implementação da tarifa, que entrou em vigor em agosto de 2024, provocou uma queda expressiva no número de encomendas vindas do exterior. Dados analisados pela entidade mostram que o volume de remessas caiu 10,9% entre 2024 e 2025, passando de 179,1 milhões para 159,6 milhões de pacotes.</p>
<p>Sem a cobrança, a projeção era de que o país teria recebido mais de 205 milhões de encomendas no período, o que indica o impacto direto da medida no comportamento de consumo e no fluxo de importações.</p>
<p>A retração foi ainda mais intensa em análises de curto prazo: no primeiro semestre de 2025, a queda chegou a 23,4% em comparação com o mesmo período do ano anterior.</p>
<h3>Arrecadação e impacto fiscal</h3>
<p>Além de reduzir as importações, a medida também ampliou a arrecadação federal. Segundo a CNI, a receita com o imposto sobre essas compras saltou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025, primeiro ano completo de vigência da regra.</p>
<p>Esse aumento está relacionado à nova sistemática de cobrança, que passou a ser feita no momento da compra, dificultando fraudes e práticas como subfaturamento e divisão de pedidos para escapar da tributação.</p>
<h3>Equilíbrio na concorrência</h3>
<p>De acordo com a entidade, um dos principais efeitos da chamada “taxa das blusinhas” foi a redução da concorrência considerada desigual entre produtos nacionais e importados. Antes da mudança, itens estrangeiros de baixo valor frequentemente entravam no país com carga tributária reduzida ou irregular, enquanto produtos brasileiros eram integralmente taxados.</p>
<p>Com a nova regra — que estabelece alíquota de 20% para compras de até US$ 50 dentro do programa Remessa Conforme — houve maior equilíbrio nas condições de mercado, especialmente para setores como o têxtil e o varejo.</p>
<h3>Geração de renda e proteção da indústria</h3>
<p>Para a CNI, o principal objetivo da política não é penalizar o consumidor, mas proteger a economia doméstica. A entidade defende que a medida contribui para manter empregos e estimular a produção nacional, ao reduzir a pressão exercida por produtos importados de baixo custo.</p>
<p>O levantamento também indica que a política ajudou a conter distorções no comércio eletrônico internacional, incentivando maior formalização das operações e ampliando o controle sobre mercadorias que entram no país.</p>
<h3>Debate político continua</h3>
<p>Apesar dos resultados apontados pela indústria, a medida segue em debate no cenário político. Enquanto setores produtivos defendem a manutenção da cobrança, argumentando que ela protege empregos e garante concorrência mais justa, há pressões para revisão ou até eliminação do imposto, especialmente por seu impacto direto no consumo popular.</p>
<p>A discussão deve ganhar ainda mais relevância nos próximos meses, diante do impacto econômico da medida e de seu peso nas decisões políticas relacionadas ao comércio exterior e ao consumo interno.</p>
<p>O estudo da CNI reforça que, independentemente do futuro da política, a taxação já produziu efeitos concretos na economia brasileira, influenciando desde o comportamento do consumidor até a dinâmica da indústria nacional.</p>
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		<title>Juros da dívida e emendas parlamentares comprimem investimentos públicos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-da-divida-e-emendas-parlamentares-comprimem-investimentos-publicos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inesc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento 2025]]></category>
		<category><![CDATA[relatório do Inesc]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento das despesas com juros da dívida pública, aliado à expansão das emendas parlamentares, tem reduzido o espaço para investimentos no Brasil. A conclusão faz parte de um levantamento recente que analisa a execução orçamentária federal e seus impactos sobre políticas públicas. De acordo com o estudo, o país destinou, em 2025, cerca de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento das despesas com juros da dívida pública, aliado à expansão das emendas parlamentares, tem reduzido o espaço para investimentos no Brasil. A conclusão faz parte de um levantamento recente que analisa a execução orçamentária federal e seus impactos sobre políticas públicas.</p>
<p>De acordo com o estudo, o país destinou, em 2025, cerca de R$ 371,7 bilhões ao pagamento de juros da dívida, enquanto os investimentos públicos somaram aproximadamente R$ 70,8 bilhões — valor cinco vezes menor. O desequilíbrio evidencia o peso crescente das despesas financeiras sobre o orçamento da União.</p>
<p>O cenário é agravado por regras fiscais e pela estrutura do orçamento, que concentra grande parte dos recursos em despesas obrigatórias, como previdência, salários e pisos constitucionais. Com isso, a margem disponível para investimentos — conhecida como despesa discricionária — torna-se limitada e sujeita a cortes.</p>
<p>Outro fator apontado como restritivo é o aumento das emendas parlamentares, que direcionam parte relevante dos recursos para demandas específicas indicadas por deputados e senadores. No orçamento de 2026, essas emendas somam cerca de R$ 61 bilhões, reforçando a fragmentação dos recursos disponíveis.</p>
<p>A combinação desses elementos — juros elevados, rigidez fiscal e expansão das emendas — tem impacto direto sobre áreas estratégicas. Segundo o relatório, setores como saúde, educação, meio ambiente e políticas sociais acabam sendo pressionados pela escassez de recursos para investimentos estruturais.</p>
<p>Além disso, especialistas apontam que o modelo atual dificulta a ampliação de obras de infraestrutura e programas de desenvolvimento de longo prazo, fundamentais para o crescimento econômico sustentável. A limitação de investimentos também compromete a capacidade do Estado de reduzir desigualdades e promover melhorias na qualidade de vida da população.</p>
<p>Mesmo com um orçamento total elevado, grande parte dos recursos é destinada ao refinanciamento da dívida e ao pagamento de encargos financeiros, o que reduz o impacto direto dos gastos públicos na economia real.</p>
<p>O levantamento reforça que, sem mudanças estruturais na composição do orçamento e na política de juros, o país tende a manter um nível reduzido de investimentos públicos, com reflexos no desenvolvimento econômico e social nos próximos anos.</p>
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		<title>Itaipu deve ter energia mais barata a partir de 2027, afirma diretor brasileiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/itaipu-deve-ter-energia-mais-barata-a-partir-de-2027-afirma-diretor-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Itaipu Binacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A tarifa de energia da usina de Itaipu deverá cair a partir de 2027, segundo afirmou o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri. A redução depende da conclusão das negociações entre Brasil e Paraguai sobre a revisão do Anexo C do tratado que rege a hidrelétrica. De acordo com o dirigente, a expectativa é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tarifa de energia da usina de Itaipu deverá cair a partir de 2027, segundo afirmou o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri. A redução depende da conclusão das negociações entre Brasil e Paraguai sobre a revisão do Anexo C do tratado que rege a hidrelétrica.</p>
<p>De acordo com o dirigente, a expectativa é que o novo valor seja o menor do país, reforçando o papel da energia mais acessível como instrumento de inclusão social e desenvolvimento econômico.</p>
<p>A proposta em discussão estabelece que a tarifa passe a considerar apenas os custos operacionais da usina, o que deve reduzir o preço para uma faixa entre US$ 10 e US$ 12 por quilowatt/mês. Esse modelo representa uma queda relevante em relação aos valores atualmente praticados.</p>
<p>Hoje, o custo oficial da energia de Itaipu está fixado em US$ 19,28 por kW/mês para o período de 2024 a 2026. No entanto, o valor efetivamente pago no Brasil é menor, cerca de US$ 17,66, graças a um aporte financeiro adicional da própria usina para conter o impacto tarifário.</p>
<figure id="attachment_89889" aria-describedby="caption-attachment-89889" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89889" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Enio José Verri, Diretor Geral Brasileiro Da Itaipu Binacional - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89889" class="wp-caption-text">Enio José Verri, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, diz que quanto mais barata for a energia, maior inclusão social &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Esse arranjo é temporário e válido até o fim de 2026. A partir daí, uma nova estrutura tarifária deverá entrar em vigor, resultado das negociações bilaterais que envolvem autoridades dos dois países e ainda precisarão de aprovação nos respectivos parlamentos.</p>
<p>O processo de revisão ocorre porque o tratado original, firmado em 1973, previa a reavaliação das condições financeiras após 50 anos de vigência. A energia gerada pela usina é dividida igualmente entre Brasil e Paraguai, mas os interesses divergem: enquanto o Brasil busca reduzir custos para consumidores e indústria, o Paraguai defende preços mais altos para ampliar receitas e investimentos internos.</p>
<p>Responsável por cerca de 8% da energia consumida no Brasil, Itaipu tem peso estratégico no sistema elétrico nacional. A redução tarifária, caso confirmada, pode impactar diretamente o custo da eletricidade no país, beneficiando residências, empresas e setores produtivos.</p>
<p>Além das negociações, a usina passa por um amplo processo de modernização tecnológica, com investimentos previstos ao longo de mais de uma década, voltados principalmente à atualização de sistemas e equipamentos.</p>
<p>A definição final da nova tarifa deve ocorrer até o fim deste ano, quando Brasil e Paraguai pretendem concluir o acordo que estabelecerá as bases do preço da energia para os próximos anos.</p>
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		<item>
		<title>Regulamentação das doulas fortalece atuação no SUS e amplia assistência a gestantes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/regulamentacao-das-doulas-fortalece-atuacao-no-sus-e-amplia-assistencia-a-gestantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[A regulamentação da atividade de doula no Brasil representa um avanço na integração dessas profissionais ao Sistema Único de Saúde, ampliando o suporte oferecido a gestantes durante o pré-natal, o parto e o pós-parto. A medida estabelece diretrizes claras para a atuação da categoria e reforça seu papel no cuidado humanizado. As doulas são profissionais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação da atividade de doula no Brasil representa um avanço na integração dessas profissionais ao Sistema Único de Saúde, ampliando o suporte oferecido a gestantes durante o pré-natal, o parto e o pós-parto. A medida estabelece diretrizes claras para a atuação da categoria e reforça seu papel no cuidado humanizado.</p>
<p>As doulas são profissionais que prestam apoio físico, emocional e informativo às mulheres ao longo de todo o ciclo da gestação. Com a nova regulamentação, essa atuação passa a ser oficialmente reconhecida, garantindo maior segurança jurídica tanto para as profissionais quanto para as pacientes atendidas.</p>
<p>A legislação também assegura o direito das gestantes de escolher uma doula para acompanhá-las durante o trabalho de parto e no período imediatamente após o nascimento, tanto em unidades públicas quanto privadas de saúde. A presença dessas profissionais não substitui a equipe médica nem o acompanhante previsto em lei, funcionando como um suporte complementar no atendimento.</p>
<figure id="attachment_89869" aria-describedby="caption-attachment-89869" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89869" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C501&#038;ssl=1" alt="Pós-Parto: Papel Não Se Esgota Com A Saída Da Sala De Cirurgia Ou Mesmo A Alta Hospitalar Para Mães E Bebês - Expresso Carioca" width="754" height="501" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Pos-parto-papel-nao-se-esgota-com-a-saida-da-sala-de-cirurgia-ou-mesmo-a-alta-hospitalar-para-maes-e-bebes-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C498&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89869" class="wp-caption-text">Pós-parto: papel não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. &#8211; Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Outro ponto importante é a definição dos limites de atuação. O texto proíbe que doulas realizem procedimentos médicos, administrem medicamentos ou utilizem equipamentos hospitalares, deixando claro que sua função está centrada no acolhimento e na orientação da gestante.</p>
<p>Para exercer a atividade, será exigida formação mínima, incluindo ensino médio completo e curso específico de qualificação em doulagem, com carga horária mínima estabelecida. Profissionais que já atuam na área há pelo menos três anos poderão continuar exercendo a função mediante comprovação de experiência.</p>
<p>A regulamentação também abre caminho para uma participação mais estruturada dessas profissionais na atenção básica, fortalecendo políticas públicas voltadas à saúde da mulher. A expectativa é que a medida contribua para melhorar a experiência do parto, reduzir intervenções desnecessárias e promover maior autonomia das gestantes.</p>
<p>Com a formalização da profissão, o Brasil avança na valorização de práticas que priorizam o cuidado humanizado, ampliando o acesso a um acompanhamento mais acolhedor e integrado dentro do sistema público de saúde.</p>
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		<item>
		<title>TSE retoma julgamento que pode cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-retoma-julgamento-que-pode-cassar-governador-de-roraima-e-tornar-denarium-inelegivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cassação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento que pode resultar na cassação do atual governador de Roraima, Edilson Damião, e na inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium. A análise foi reaberta após uma série de adiamentos provocados por pedidos de vista ao longo dos últimos meses. O caso tem origem em uma decisão do Tribunal Regional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento que pode resultar na cassação do atual governador de Roraima, Edilson Damião, e na inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium. A análise foi reaberta após uma série de adiamentos provocados por pedidos de vista ao longo dos últimos meses.</p>
<p>O caso tem origem em uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima, que, em 2023, determinou a cassação da chapa eleita em 2022 por entender que houve abuso de poder político e econômico durante o período eleitoral. Entre as irregularidades apontadas estão a distribuição de benefícios sociais, como cestas básicas e auxílios para reformas, em ano de eleição.</p>
<p>O julgamento no TSE começou em 2024 e já conta com dois votos favoráveis à cassação. A relatora do processo, Maria Isabel Galotti, manifestou-se pela manutenção da decisão do TRE, sendo acompanhada pelo ministro André Mendonça. Ainda restam os votos de outros integrantes da Corte.</p>
<p>A análise foi interrompida anteriormente por pedidos de mais tempo para avaliação do processo, o que atrasou a conclusão do julgamento. Com a retomada, a expectativa é de que o plenário avance na definição do caso, que pode impactar diretamente o comando do Executivo estadual.</p>
<p>Antes da continuidade do julgamento, Denarium deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado, conforme exigência da legislação eleitoral. Com a saída, o então vice-governador Edilson Damião assumiu a chefia do governo de Roraima.</p>
<p>Caso a maioria dos ministros confirme a cassação da chapa, o TSE poderá determinar a realização de novas eleições para um mandato-tampão no estado. A medida segue o que prevê a legislação eleitoral em situações de perda de mandato por irregularidades no pleito.</p>
<p>A defesa dos envolvidos sustenta que não houve ilegalidade nas ações realizadas durante o período eleitoral, argumentando que os programas sociais citados já existiam e não foram criados com finalidade eleitoreira.</p>
<p>O desfecho do julgamento é acompanhado com atenção por lideranças políticas e pode redefinir o cenário eleitoral em Roraima, especialmente às vésperas das eleições gerais.</p>
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		<item>
		<title>Governo prepara nova fase do Desenrola e anúncio deve ocorrer após viagem de Lula à Europa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-prepara-nova-fase-do-desenrola-e-anuncio-deve-ocorrer-apos-viagem-de-lula-a-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal está finalizando uma nova versão do Desenrola Brasil, que deverá ser anunciada após a viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou que o desenho do programa está em fase de conclusão. Segundo o ministro, a proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal está finalizando uma nova versão do Desenrola Brasil, que deverá ser anunciada após a viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou que o desenho do programa está em fase de conclusão.</p>
<p>Segundo o ministro, a proposta ainda será apresentada ao presidente nos próximos dias, antes do anúncio oficial. A expectativa do governo é que a iniciativa tenha impacto significativo na redução do endividamento da população brasileira, especialmente em um cenário ainda marcado por juros elevados.</p>
<p>A nova etapa do Desenrola tem como principal objetivo diminuir os níveis de inadimplência no país, ampliando as possibilidades de renegociação de dívidas tanto para pessoas físicas quanto para empresas. O programa segue a linha da versão anterior, criada para facilitar acordos entre devedores e credores e estimular o acesso ao crédito.</p>
<p>Entre as medidas em análise, está a possibilidade de utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de débitos. Estimativas preliminares indicam que cerca de R$ 7 bilhões poderiam ser liberados para essa finalidade, caso a proposta seja confirmada.</p>
<p>Outra frente em estudo envolve ações para evitar o superendividamento, incluindo mecanismos relacionados ao uso de plataformas de apostas eletrônicas. A equipe econômica avalia formas de limitar práticas que possam comprometer a renda das famílias e gerar novos ciclos de dívida.</p>
<p>A apresentação oficial do programa deve ocorrer após o retorno de Lula ao Brasil, ao fim de compromissos internacionais que incluem agendas nos Estados Unidos e em países europeus. A viagem também servirá para alinhar os últimos detalhes da proposta junto à equipe econômica.</p>
<p>Com a nova versão do Desenrola, o governo busca ampliar o alcance das políticas de renegociação de dívidas, oferecendo alternativas para aliviar a situação financeira de milhões de brasileiros e estimular a recuperação econômica.</p>
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		<title>Brasil amplia combate à violência contra mulheres com novas leis e medidas mais rigorosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal oficializou um novo conjunto de leis que reforçam o enfrentamento à violência contra as mulheres no país. As medidas, sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram publicadas no Diário Oficial da União e passam a ampliar tanto a proteção às vítimas quanto os mecanismos de punição e prevenção. Entre as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal oficializou um novo conjunto de leis que reforçam o enfrentamento à violência contra as mulheres no país. As medidas, sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram publicadas no Diário Oficial da União e passam a ampliar tanto a proteção às vítimas quanto os mecanismos de punição e prevenção.</p>
<p>Entre as principais mudanças está a possibilidade de monitoramento eletrônico de agressores por meio de tornozeleiras, especialmente em situações em que haja risco iminente à integridade física ou psicológica da mulher. A medida altera a Lei Maria da Penha e fortalece o acompanhamento de casos de violência doméstica, permitindo maior controle sobre o cumprimento de medidas protetivas.</p>
<p>Outro avanço importante é a criação do crime de vicaricídio, caracterizado pelo assassinato de filhos ou familiares com o objetivo de atingir emocionalmente a mulher. A nova tipificação endurece a legislação ao enquadrar esse tipo de prática como crime grave, ampliando a resposta penal do Estado diante de formas extremas de violência.</p>
<p>O pacote também estabelece o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra Mulheres e Meninas Indígenas, a ser lembrado anualmente em 5 de setembro. A iniciativa busca dar visibilidade à vulnerabilidade específica enfrentada por mulheres indígenas e fortalecer políticas públicas voltadas a esse grupo.</p>
<p>As novas normas fazem parte de um esforço para atualizar a legislação diante das diferentes formas de violência de gênero. Durante a sanção, o presidente destacou a necessidade de constante adaptação das leis para enfrentar práticas que evoluem ao longo do tempo, ressaltando que o combate à violência exige não apenas punição, mas também ações educativas e preventivas.</p>
<p>Com as mudanças, o Brasil amplia o arcabouço legal de proteção às mulheres, incorporando medidas mais rígidas contra agressores e fortalecendo instrumentos de prevenção, monitoramento e conscientização social.</p>
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		<title>Nova lei reforça autonomia feminina e muda regras para desistência de denúncias de violência doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrou em vigor nesta terça-feira (7) uma mudança na legislação brasileira que altera os procedimentos em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A nova norma estabelece que a chamada audiência de retratação — momento em que a vítima pode desistir da denúncia contra o agressor — somente poderá ser realizada se houver [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou em vigor nesta terça-feira (7) uma mudança na legislação brasileira que altera os procedimentos em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A nova norma estabelece que a chamada audiência de retratação — momento em que a vítima pode desistir da denúncia contra o agressor — somente poderá ser realizada se houver solicitação expressa da própria mulher.</p>
<p>A alteração foi oficializada por meio da Lei nº 15.380/2026, publicada no Diário Oficial da União, e modifica dispositivos da Lei Maria da Penha. A partir de agora, não será mais possível que esse tipo de audiência seja marcado automaticamente pelo sistema de Justiça, sem uma manifestação clara da vítima.</p>
<p>Além disso, a legislação determina que qualquer decisão de desistência da queixa deve ser apresentada diretamente ao juiz, podendo ocorrer de forma oral ou por escrito. Esse procedimento precisa acontecer antes do recebimento formal da denúncia pelo magistrado responsável pelo caso.</p>
<p>Na prática, a mudança redefine o papel da audiência de retratação, que passa a servir exclusivamente para confirmar a vontade da vítima de não prosseguir com a ação. Após o aceite da denúncia pela Justiça, não será mais possível solicitar esse tipo de audiência, o que reforça a seriedade do processo judicial.</p>
<p>A nova regra tem como objetivo reduzir situações de pressão, constrangimento ou interferência externa que possam levar mulheres a desistirem da denúncia. Ao exigir uma manifestação prévia e voluntária, a lei busca garantir que a decisão seja tomada de forma consciente e sem coação.</p>
<p>A proposta que deu origem à medida foi o Projeto de Lei 3.112/2023, de autoria da deputada federal Laura Carneiro. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e, posteriormente, pelo Senado em março deste ano, durante o período de debates voltados ao Mês da Mulher no Congresso Nacional.</p>
<p>Especialistas e parlamentares envolvidos na tramitação destacam que a mudança fortalece a proteção às vítimas ao evitar a chamada revitimização — quando a mulher é exposta novamente a situações que relembram a violência sofrida — e assegura maior autonomia nas decisões dentro do processo judicial.</p>
<p>Com a atualização da legislação, o sistema de Justiça passa a adotar critérios mais rigorosos para a desistência de denúncias, priorizando a vontade expressa da vítima e ampliando mecanismos de proteção em casos de violência doméstica no país.</p>
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		<title>Governo amplia prazo para cadastro biométrico em programas sociais e adota transição gradual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 21:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios sociais seguridade social TSE]]></category>
		<category><![CDATA[Biometria]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro Biométrico]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal atualizou as regras para o cadastro biométrico obrigatório em programas sociais, ampliando prazos e estabelecendo uma transição mais gradual para milhões de beneficiários em todo o país. A medida tem como objetivo garantir maior segurança na concessão dos auxílios e evitar interrupções no pagamento durante a adaptação às novas exigências. Pelas regras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal atualizou as regras para o cadastro biométrico obrigatório em programas sociais, ampliando prazos e estabelecendo uma transição mais gradual para milhões de beneficiários em todo o país. A medida tem como objetivo garantir maior segurança na concessão dos auxílios e evitar interrupções no pagamento durante a adaptação às novas exigências.</p>
<p>Pelas regras anteriores, o cadastro biométrico deveria ser realizado até 30 de abril de 2026 para novos pedidos de benefícios. Com a mudança, o prazo foi estendido: pessoas que ainda não possuem biometria poderão regularizar a situação até 31 de dezembro de 2026, sem prejuízo imediato no acesso aos programas sociais.</p>
<p>Transição progressiva e sem bloqueA nova diretriz estabelece que a exigência será implementada de forma escalonada. Beneficiários que já possuem dados biométricos registrados em bases oficiais — como carteira de motorista, título de eleitor ou passaporte — continuarão aptos a receber os benefícios normalmente durante o período de transição.</p>
<p>Além disso, o governo reforça que não haverá corte automático de pagamentos. A convocação para atualização cadastral será feita de maneira individual, com prazos definidos para regularização após o aviso oficial.</p>
<h4>Nova identidade será base principal</h4>
<p>A Carteira de Identidade Nacional (CIN) passa a ser o principal documento para o registro biométrico no país. O cadastro inclui coleta de impressões digitais e imagem facial, formando uma base única de identificação para acesso a políticas públicas.</p>
<p>Até o fim de 2027, ainda serão aceitas outras bases biométricas já existentes. A partir de 2028, no entanto, a CIN deverá se tornar obrigatória como única referência para concessão, manutenção e renovação de benefícios sociais.</p>
<h4>Quem precisa se cadastrar</h4>
<p>A obrigatoriedade vale principalmente para cidadãos que ainda não possuem biometria registrada em sistemas oficiais. Já quem tem dados cadastrados em bases como CNH ou Justiça Eleitoral não precisa realizar novo procedimento imediato.</p>
<p>A implementação também prevê exceções. Idosos acima de 80 anos, pessoas com dificuldades de locomoção, migrantes e cidadãos em áreas de difícil acesso podem ter a exigência flexibilizada, conforme avaliação dos órgãos responsáveis.</p>
<h4>Objetivo é aumentar controle e evitar fraudes</h4>
<p>A ampliação do prazo faz parte da estratégia do governo para fortalecer a gestão dos programas sociais, garantindo que os recursos cheguem corretamente aos beneficiários. A biometria é vista como ferramenta essencial para reduzir fraudes e aprimorar o controle dos pagamentos.</p>
<p>Com a mudança, o governo busca equilibrar a modernização dos sistemas com a inclusão social, oferecendo mais tempo para adaptação e evitando que milhões de brasileiros sejam prejudicados durante o processo de atualização cadastral.</p>
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		<title>Audiência de jovem vítima de tentativa de feminicídio no RJ é marcada para 15 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Rio de Janeiro marcou para o próximo dia 15 de abril a primeira audiência do caso envolvendo a jovem Alana Anísio, de 20 anos, vítima de uma tentativa de feminicídio em São Gonçalo, na região metropolitana fluminense. O julgamento inicial será realizado às 14h, no Fórum Regional de Alcântara. O crime ocorreu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Rio de Janeiro marcou para o próximo dia 15 de abril a primeira audiência do caso envolvendo a jovem Alana Anísio, de 20 anos, vítima de uma tentativa de feminicídio em São Gonçalo, na região metropolitana fluminense. O julgamento inicial será realizado às 14h, no Fórum Regional de Alcântara.</p>
<p>O crime ocorreu em 6 de fevereiro, quando a jovem foi atacada dentro da própria residência e atingida por 15 facadas. Segundo as investigações, o agressor — que já está preso — teria cometido o ataque após não aceitar a recusa de Alana em iniciar um relacionamento.</p>
<p>Após sobreviver ao episódio, a vítima passou por um longo período de internação, com necessidade de cirurgias e cuidados intensivos. Ela permaneceu hospitalizada por quase um mês, recebendo alta no início de março, e segue em recuperação em casa.</p>
<p>Nas redes sociais, a jovem tem se posicionado publicamente e convocado um ato por justiça no dia da audiência. Em suas manifestações, ela destaca a importância de denunciar a violência e reforça o alerta sobre a insegurança enfrentada por mulheres em diferentes ambientes, inclusive dentro de casa.</p>
<p>O caso ganhou repercussão nacional e reacendeu o debate sobre a violência de gênero no país, especialmente diante de episódios motivados pela não aceitação de rejeição por parte de mulheres. Para a vítima, o processo judicial representa não apenas a busca por punição ao agressor, mas também um passo importante para combater a impunidade em crimes dessa natureza.</p>
<p>A expectativa é que a audiência marque o início da tramitação judicial do caso, reunindo depoimentos e provas que irão embasar as próximas etapas do processo. Enquanto isso, familiares, amigos e apoiadores seguem mobilizados para acompanhar o andamento e pressionar por uma resposta rigorosa da Justiça.</p>
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