• Home
  • Sobre
  • Contatos
domingo, setembro 6, 2026
  • Login
Jornal Expresso Carioca
Entretê - O Melhor do Entretenimento
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Futebol
    • Jogos do Dia
    • Mercado da Bola
    • Seleção Brasileira
  • Entretê
  • Carnaval
  • Polarize
    • Moda
    • Beleza
    • Mulher
    • Diversidade
    • Direitos da mulher
    • Empreendedorismo
    • Mulheres inspiradoras
    • Violência contra mulher
  • Turismo
  • Contatos
Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Futebol
    • Jogos do Dia
    • Mercado da Bola
    • Seleção Brasileira
  • Entretê
  • Carnaval
  • Polarize
    • Moda
    • Beleza
    • Mulher
    • Diversidade
    • Direitos da mulher
    • Empreendedorismo
    • Mulheres inspiradoras
    • Violência contra mulher
  • Turismo
  • Contatos
Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
Jornal Expresso Carioca
Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
Home Notícias Economia

Favelas brasileiras: 76% dos moradores têm ou querem ter um negócio

Informação é da pesquisa Expo Favela divulgada em São Paulo

Rodrigo SouzaPorRodrigo Souza
16 de abril de 2022
em Economia
Favelas Brasileiras 76% Dos Moradores Têm Ou Querem Ter Um Negócio - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca

© Rovena Rosa/Agência Brasil

A maior parte dos 17,1 milhões de moradores de favela no Brasil tem, tinha ou quer ter um negócio. Isso é o que apontou uma pesquisa do Data Favela que foi divulgada na manhã de hoje (15) na primeira edição da Expo Favela, evento de empreendedorismo que acontece até domingo (17) no WTC, em São Paulo.

A pesquisa demonstrou que 76% dos moradores de favela se enquadram nessa característica e 50% deles se consideram empreendedores. Quatro em cada dez moradores de comunidades (41%) têm um negócio próprio. “Isso mostra uma oportunidade gigantesca”, disse Renato Meirelles, fundador do Data Favela, em entrevista. “A favela, historicamente, foi estigmatizada pelo asfalto e pela falta de políticas públicas. Mas o que vimos é que, em vez de lamentar, os moradores das favelas estão empreendendo, estão chamando para si a responsabilidade de suas vidas”, acrescentou.

Mas ter um empreendimento não é fácil para quem vive em uma comunidade. Um problema apresentado pela pesquisa, por exemplo, é que apenas 37% dos empreendedores com negócio próprio tem CNPJ. “O Estado não está na favela. Para você conseguir um CNPJ, você tem que sair da favela. Você tem que enfrentar, por maior que tenha sido o modelo do Simples, uma série de dificuldades com documentos. Quando você abre um negócio, a primeira coisa que você encontra não é uma oportunidade de crédito. A primeira coisa que você encontra é um fiscal na sua porta”, disse Meirelles.

A principal dificuldade relatada por quem pretende abrir um negócio em uma comunidade ainda é a falta de investimento. “A pesquisa deixou claro que falta financiamento, falta grana, falta crédito. Os bancos hoje não oferecem crédito de acordo com a necessidade da favela. Também falta conhecimento de conseguir expandir o seu negócio através da tecnologia, por mais que hoje nove em cada dez moradores da favela tenham acesso à internet”, falou Meirelles.

“Uma coisa é você querer ter o negócio, outra coisa é você ter o negócio e outra é saber gerir o seu negócio. O que achamos é que a favela precisa de uma escola de negócios”, disse Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas (Cufa), CEO da Favela Holding e idealizador da Expo Favela. “O que falta na prática é conhecimento. Minha mãe morreu sendo empreendedora sem saber que era empreendedora. Nem essa linguagem de empreendedor a gente usa na favela. A gente fala que a gente se vira, que a gente dá o nosso pulo, faz o nosso corre. Falamos por códigos. E agora a gente precisa também falar não só o favelês, mas o asfaltês: e para isso precisamos mudar essa narrativa e desenvolver novas formas de expressão para sermos reconhecidos pelo asfalto e a favela passar desse momento para um outro momento”, acrescentou.

De acordo com o pesquisador e fundador do Data Favela, as comunidades brasileiras oferecem muitas oportunidades de negócios, principalmente no setor de economia criativa. “Você tem um potencial grande na economia criativa, que são os designers, são as agências de comunicação, são os influenciadores digitais que dentro da favela começam a vender para o mundo. Você tem aquele cara que faz boné ou camiseta, que durante a pandemia começou a vender para fora da favela. Tem aquelas doceiras que se cadastraram no Ifood, e que conseguiram transformar o seu pequeno negócio, num negocio que fazia buffet para fora da favela”, citou.

Expo Favela

Para atrair investidores para esses negócios que surgem nas favelas brasileiras, Celso Athayde criou a Expo Favela. “Sempre sou convidado pelo asfalto para poder ir para o evento dele. Mas agora estou convidando o asfalto para vir no nosso evento. Aqui é um momento em que não estamos fazendo um evento de favela para favela. Mas fazendo um evento pela favela, mas com a participação também do asfalto”, disse ele.

Participando da Expo Favela como expositora, a artesã e mobilizadora social Marisa Rufino, 48 anos, viu uma grande oportunidade na feira. Representando um grupo de 20 pessoas, ela saiu de Araxá (MG) para apresentar as bonitas toalhas e outros produtos que ela e seu grupo confeccionam.

“Saímos de Araxá com o intuito de conhecimento, de conhecer pequenos negócios como o nosso. Estou representando mais de 20 pessoas nesse momento. E essa experiência que vou levar será de grande importância para cada uma delas mexer no seu produto”, disse ela, em entrevista à reportagem. “É a primeira feira que a gente participa. Temos um produto bom, que precisa ser melhor visto. Esse resgate do artesanato, do feito à mão, tem que vir em alta também. E acho que a feira dá esse impulsionamento para nós, como empreendedoras. Meu pequeno serviço pode se tornar grande a partir do momento em que trabalho com a comunidade”, falou.

Já Valcineide Santana, 37 anos, moradora da comunidade quilombola Fazenda Cangula, de Alagoinhas, no interior da Bahia, veio à Expo Favela para apresentar o projeto Farmácia Verde. “Atualmente temos 10 mulheres incluídas nesse projeto. O objetivo é resgatar a cultura do povo negro. Quando surgiu, em 2017, houve o objetivo de resgatar a cultura com o uso das plantas medicinais. Hoje produzimos sabonetes medicinais, que tem fim terapêutico”, explicou ela.

“Nosso maior objetivo [ao participar do evento] é mostrar que lá no interior da Bahia, numa comunidade quilombola, tem um grupo de mulheres que trabalha com as plantas, que usa o recurso natural dentro da comunidade para criar um produto que beneficia várias pessoas. Queremos mostrar o nosso potencial e conseguir investidores para outros objetivos que queremos, como a construção do nosso laboratório”, disse ela.

O laboratório, explicou Valcineide, é a maior necessidade da comunidade nesse momento. Ele serviria para o trabalho com uma linha de medicamentos naturais. “Mas hoje não estamos comercializando esse produto porque sabemos que tem toda essa burocracia brasileira, principalmente com o pequeno negócio. E hoje precisamos de um laboratório e um químico ou farmacêutico para assinar esses medicamentos para que então possamos comercializá-los”, disse.

Além do artesanato e dos sabonetes medicinais, muitos outros produtos estão sendo apresentados na feira da Expo Favela, evento que teve início hoje (15) e segue até domingo. O evento promove também shows, palestras, exposições e rodadas de negócios. Mais informações podem ser obtidas no site.

Relacionado

Tags: Data FavelaExpo FavelaExpresso CariocaJornal Expresso CariocaMoradoresNotíciasSão Paulo
CompartilharTweetEnviar

Empregos & Estágios

  • Empregos & Estágios
CIEE Rio - Jornal Expresso Carioca

CIEE Rio oferece 1.494 vagas de estágio, aprendizagem e ensino técnico em todo o estado

24 de agosto de 2026
Supermercados Mundial Abre 5 Vagas Para Locutor No Rio De Janeiro - Expresso Carioca

Supermercados Mundial abre 5 vagas para Locutor no Rio de Janeiro

24 de agosto de 2026

Recentes

No Rock In Rio, Rafael Portugal Troca O Palco Pelo “copo D’água” E Vira Aguadeiro Por Um Dia - Expresso Carioca

No Rock in Rio, Rafael Portugal troca o palco pelo “copo d’água” e vira aguadeiro por um dia

6 de setembro de 2026
Matheus Torres Estreia No Rock In Rio Com Repertório Que Revisita Diferentes Fases Da Carreira - Expresso Carioca

Matheus Torres estreia no Rock in Rio com repertório que revisita diferentes fases da carreira

6 de setembro de 2026
Álvaro Agita Espaço De Trident No Rock In Rio Com Entrevistas E Bom Humors - Expresso Carioca

Álvaro agita espaço de Trident no Rock in Rio com entrevistas e bom humor

6 de setembro de 2026
C&A Aposta Na Moda Para O Rock In Rio 2026 E Assume Co Patrocínio Do Palco Sunset - Expresso Carioca

C&A e Gustavo Silvestre lançam coleção de upcycling exclusiva para venda no Rock in Rio

5 de setembro de 2026
Doritos Leva Street Food Para O Rock In Rio E Lança Novo Turbo No Brasil - Expresso Carioca

DORITOS® celebra sexta edição no Rock in Rio e apresenta novidade no Brasil: DORITOS® Turbo

5 de setembro de 2026
  • Home
  • Sobre
  • Contatos

© 2021 - 2025 - Jornal Expresso Carioca - Um Jornal 100% Carioca. - Todos os direitos reservados.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Futebol
    • Jogos do Dia
    • Mercado da Bola
    • Seleção Brasileira
  • Entretê
  • Carnaval
  • Polarize
    • Moda
    • Beleza
    • Mulher
    • Diversidade
    • Direitos da mulher
    • Empreendedorismo
    • Mulheres inspiradoras
    • Violência contra mulher
  • Turismo
  • Contatos

© 2021 - 2025 - Jornal Expresso Carioca - Um Jornal 100% Carioca. - Todos os direitos reservados.