A seleção brasileira feminina de vôlei retorna à quadra nesta quinta-feira (4) para seu segundo compromisso na Liga das Nações 2026. Depois de começar a campanha com vitória sobre a Holanda, a equipe comandada por José Roberto Guimarães encara a República Dominicana no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, em partida marcada para as 20h.
O confronto faz parte da primeira semana da competição, que reúne as 18 seleções mais bem posicionadas do ranking mundial e segue até domingo (7) na capital federal. O torneio representa mais uma oportunidade para o Brasil tentar conquistar um título ainda inédito em sua história, após acumular campanhas de destaque e vice-campeonatos nas últimas edições.
A equipe brasileira chega embalada após superar a Holanda por 3 sets a 1 na rodada de abertura. O desempenho foi dominante nos dois primeiros sets, com ampla superioridade técnica e controle das ações em quadra. No entanto, o terceiro set teve um cenário diferente após uma interrupção causada por uma queda de energia no ginásio, situação que permitiu a reação das adversárias. Mesmo assim, a seleção conseguiu retomar o controle do jogo e confirmou o triunfo na quarta parcial.
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Entre os destaques da estreia esteve a ponteira Júlia Bergmann, que liderou a pontuação brasileira e teve participação decisiva no resultado positivo. A atuação reforçou a confiança da equipe para a sequência da competição diante da torcida brasileira.
Atual vice-líder do ranking mundial, o Brasil terá pela frente uma seleção que ocupa a 11ª colocação. A expectativa da comissão técnica é manter o bom desempenho apresentado na estreia e seguir acumulando vitórias na fase classificatória da Liga das Nações.
Após o duelo contra a República Dominicana, a seleção brasileira ainda terá mais dois desafios em Brasília. No sábado (6), enfrentará a Bulgária. Já no domingo (7), encerrará sua participação na primeira etapa da competição diante da Itália, atual campeã e líder do ranking mundial.
A Liga das Nações é considerada uma das principais competições do calendário internacional do vôlei feminino e serve como importante preparação para os grandes torneios do ciclo olímpico. Para o Brasil, a campanha de 2026 representa mais uma tentativa de transformar o histórico de boas campanhas em uma conquista inédita.







