• Home
  • Sobre
  • Contatos
sexta-feira, março 6, 2026
  • Login
Jornal Expresso Carioca
Entretê - O Melhor do Entretenimento
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Futebol
    • Jogos do Dia
    • Mercado da Bola
    • Seleção Brasileira
  • Entretê
  • Carnaval
  • Polarize
    • Moda
    • Beleza
    • Mulher
    • Diversidade
    • Direitos da mulher
    • Empreendedorismo
    • Mulheres inspiradoras
    • Violência contra mulher
  • Contatos
Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Futebol
    • Jogos do Dia
    • Mercado da Bola
    • Seleção Brasileira
  • Entretê
  • Carnaval
  • Polarize
    • Moda
    • Beleza
    • Mulher
    • Diversidade
    • Direitos da mulher
    • Empreendedorismo
    • Mulheres inspiradoras
    • Violência contra mulher
  • Contatos
Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
Jornal Expresso Carioca
Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
Home Notícias Economia

Desafio central do novo arcabouço fiscal é aumentar as receitas

Economistas levantam dúvidas sobre o caráter pró-cíclico das novas regras fiscais.

Rodrigo SouzaPorRodrigo Souza
3 de abril de 2023
em Economia
Desafio central do novo arcabouço fiscal é aumentar as receitas - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca

Dinheiro, Real Moeda brasileira - © José Cruz/Agência Brasil

O novo arcabouço fiscal, apresentado pelo governo como uma ferramenta para estabilizar as contas públicas no médio prazo, é ancorado na limitação do crescimento das despesas a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores. Embora bem recebido por parte do mercado financeiro, alguns economistas ainda têm dúvidas sobre a eficácia das novas regras. Entre as principais preocupações, estão o aumento da arrecadação necessária para que o país possa sair de um déficit primário de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 para um superávit de 1% do PIB em 2026, bem como a capacidade do novo arcabouço fiscal de ser anticíclico e amortecer impactos de choques econômicos.

A diretora da Instituição Fiscal Independente (IFI), Vilma Pinto, e o analista da IFI, Alexandre de Andrade, destacaram que o texto do projeto de lei ainda precisa ser conhecido e que a geração de superávits primários está condicionada ao crescimento da receita, sem buscar alterar o atual nível de gastos. Eles alertam que esse mecanismo pode incentivar a busca por mais receitas não recorrentes, que podem melhorar a situação de curto prazo, mas que não garantem uma trajetória sustentável para o primário e a dívida.

Por outro lado, a economista e professora de MBA da FGV, Carla Beni, elogia o novo arcabouço fiscal e considera que as análises sobre a dependência do marco em relação à geração de receitas são apressadas. “O arcabouço, como carta de intenções, foi bem elaborado. Tem uma característica muito importante, que é a flexibilidade, porque a economia é muito dinâmica. Então, quanto mais flexível, mais longevo passa a ser. E achei audacioso, no sentido de que pretende fazer uma redução muito grande do nosso déficit fiscal”, avalia.

Para que o novo arcabouço fiscal seja bem-sucedido, a professora de MBA da FGV Carla Beni acredita que serão necessárias ações adicionais do governo para estabilizar a dívida pública. Entre as medidas citadas por ela estão a revisão dos gastos públicos para definir o que é mais eficiente, a definição de prioridades no futuro Plano Plurianual (PPA) que será enviado pelo Ministério do Planejamento em agosto e a realização de reformas tributárias que incluam a cobrança de impostos sobre dividendos e patrimônio, a revisão de incentivos fiscais e a tributação de novos setores, como as apostas esportivas. Na ocasião em que apresentou o novo arcabouço fiscal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo planeja divulgar nesta semana novas medidas para reforçar a arrecadação em R$ 150 bilhões, sem aumentar alíquotas ou criar impostos.

Ciclos econômicos

Dúvidas cercam o alinhamento do novo arcabouço fiscal aos ciclos econômicos, já que o limite de crescimento de 70% nos gastos federais está atrelado à receita e tem um caráter pró-cíclico. Isso significa que os gastos aumentam quando a arrecadação cresce e diminuem quando ela cai, seguindo um modelo semelhante ao do superávit primário. Embora essa regra economize mais em momentos de crescimento econômico e poupe menos em momentos de recessão, os gastos aumentam e diminuem na mesma direção. No entanto, a regra inclui um mecanismo anticíclico, que só se aplica dentro de uma faixa específica. Essa faixa permite que os gastos reais aumentem 0,6% ao ano em casos de baixo crescimento econômico e 2,5% ao ano em casos de expansão significativa do PIB. Portanto, em momentos de recessão, o gasto não diminui, mas continua a crescer no limite mínimo de 0,6% acima da inflação.

O economista e sociólogo Marcelo Medeiros, especialista em desigualdade social e pesquisador do Ipea e da UnB, argumenta que o novo arcabouço não é anticíclico na prática. Ele afirma que uma regra fiscal ideal deve ter mecanismos para expandir a rede de proteção social em caso de necessidade, especialmente em momentos de recessão. Durante a última grande recessão, o Bolsa Família encolheu em vez de se expandir, pois estava sujeito a uma regra pró-cíclica.

Investimentos

Eduardo Costa Pinto, economista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), expressa críticas à capacidade do novo arcabouço fiscal de estimular os investimentos, mesmo com a definição de um piso para os gastos. “Quais seriam os motores para puxar a economia nesse momento de desaceleração, como o PIB já mostrou? Ou o gasto do governo, ou o investimento público? É evidente que a nova regra é melhor do que o teto dos gastos, dá um grau de flexibilidade, mas não acho que teremos uma força, uma tração, para que a regra permita ampliação dos gastos e do investimento público para puxar a economia brasileira”, diz.

Vilma Pinto e Alexandre de Andrade, analistas da IFI, argumentam que o estabelecimento de um limite mínimo de investimento em torno de R$ 75 bilhões, que será corrigido pela inflação anualmente, tornará o Orçamento ainda mais rígido, obrigando o governo a cortar em outras áreas, inclusive em gastos obrigatórios. “Em que pese a boa intenção de se preservarem os investimentos, a regra aumenta ainda mais o grau de rigidez orçamentária da União”, escreveram os dois no blog da FGV.

Respostas

Durante a explicação do novo arcabouço fiscal na última quinta-feira (30), o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, afirmou que uma eventual queda na receita pode atrasar a estabilização da dívida pública. Contudo, o secretário destacou que os gastos devem crescer menos que a receita em praticamente todos os cenários, com exceção de uma possível recessão que resulte em queda na arrecadação.

“A pergunta recorrente que vocês vão fazer é: ‘E se a receita não vier?’ O que a gente já reiterou é que, independentemente do comportamento da receita, a despesa vai crescer menos que a receita. Obviamente que, quanto mais rápido conseguirmos recuperar as bases de financiamento, mais rapidamente vamos conquistar os resultados primários necessários para estabilizar a dívida [pública]. Este é o objetivo de todos, e também entendo que seja o objetivo dos parlamentares com quem o ministro tem conversado”, rebateu Mello.

De acordo com as declarações do secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, o limite mínimo de crescimento real das despesas em momentos de baixo crescimento econômico é estabelecido em 0,6% acima da inflação. Esse valor foi determinado levando em consideração a taxa média de crescimento da população. “Com essa taxa, podemos assegurar que os gastos per capita estão mantidos em momentos de recessão. Ninguém vai deixar de ter acesso a programas sociais básicos em momentos de crise, como aconteceu com o Farmácia Popular recentemente”, justificou.

O ministro Haddad reforçou durante o anúncio das medidas que os percentuais de 0,6% e 2,5% de crescimento são adequados para tornar o novo arcabouço fiscal anticíclico. Ele explicou que o limite mínimo de 0,6% foi estabelecido para evitar que o governo precise solicitar ao Congresso a alteração das regras fiscais em situações de novas recessões, como ocorreu nos últimos anos.

“Se houver uma retração na parte baixa do ciclo [recessão], decidimos incorporar aquilo que era exceção dentro do teto de gastos à regra nova, para trazer as excepcionalidades, exceto aquelas fixadas pela Constituição [como estados de calamidade pública], para dentro da regra aquilo que é uma espécie de crescimento vegetativo em função daquilo que se verificou desde a promulgação do teto de gastos”, disse.

Relacionado

Tags: arcabouço fiscalarrecadaçãoDesafiosEconomistasExpresso CariocaJornal Expresso CariocaMarco fiscalNotíciasPIB
CompartilharTweetEnviar

Empregos & Estágios

  • Empregos & Estágios
CIEE Rio - Jornal Expresso Carioca

Centro de Integração Empresa-Escola Rio divulga 1.603 vagas de estágio e aprendizagem em todo o estado

3 de março de 2026
Prezunic abre 40 vagas de Emprego Para Pessoas Com Deficiência No RJ - Expresso Carioca

Prezunic abre 40 vagas de emprego para Pessoas com Deficiência no RJ

26 de fevereiro de 2026

Recentes

Luan Santana Leva Registro Histórico Para O Rio De Janeiro - Expresso Carioca

Luan Santana leva “Registro Histórico” para o Rio de Janeiro, após ingressos esgotados em São Paulo e BH

6 de março de 2026
Vacina Brasileira Contra Dengue Mantém Eficácia Por Até Cinco Anos, Aponta Estudo - Expresso Carioca

Vacina brasileira contra dengue mantém eficácia por até cinco anos, aponta estudo

6 de março de 2026
Febraban Alerta Para Golpe Do Falso Gerente E Orienta Clientes A Redobrar Atenção - Expresso Carioca

Febraban alerta para golpe do falso gerente e orienta clientes a redobrar atenção

6 de março de 2026
Produção Industrial Brasileira Avança 1,8% Em Janeiro E Registra Melhor Desempenho Em Mais De Um Ano - Expresso Carioca

Produção industrial brasileira avança 1,8% em janeiro e registra melhor desempenho em mais de um ano

6 de março de 2026
Ataques De Israel Atingem Beirute Em Meio à Escalada Da Guerra; Trump Defende Participação Na Escolha Do Novo Líder Do Irã - Expresso Carioca

Ataques de Israel atingem Beirute em meio à escalada da guerra; Trump defende participação na escolha do novo líder do Irã

6 de março de 2026
  • Home
  • Sobre
  • Contatos

© 2021 - 2025 - Jornal Expresso Carioca - Um Jornal 100% Carioca. - Todos os direitos reservados.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Nenhum Resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Notícias
  • Esportes
    • Futebol
    • Jogos do Dia
    • Mercado da Bola
    • Seleção Brasileira
  • Entretê
  • Carnaval
  • Polarize
    • Moda
    • Beleza
    • Mulher
    • Diversidade
    • Direitos da mulher
    • Empreendedorismo
    • Mulheres inspiradoras
    • Violência contra mulher
  • Contatos

© 2021 - 2025 - Jornal Expresso Carioca - Um Jornal 100% Carioca. - Todos os direitos reservados.