O acesso ao Cristo Redentor, no alto do Corcovado, passará por uma ampla modernização a partir de agosto. A iniciativa prevê a substituição das quatro escadas rolantes atualmente em operação e a instalação de dois novos elevadores inclinados, com o objetivo de melhorar a circulação de visitantes e ampliar as condições de acessibilidade em um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil. As intervenções têm conclusão prevista para maio de 2027.
As melhorias fazem parte de um acordo de cooperação ambiental firmado entre a Petrobras e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela administração do Parque Nacional da Tijuca, onde está localizado o monumento. Pelo convênio, a Petrobras investirá R$ 15 milhões na aquisição e instalação dos novos equipamentos, enquanto o ICMBio ficará encarregado do acompanhamento técnico, da fiscalização e da coordenação das obras.
Durante a execução dos trabalhos, a visitação ao Cristo Redentor será mantida, mas com redução temporária da capacidade de público para garantir a segurança dos turistas e permitir o avanço das intervenções. Os novos elevadores inclinados foram projetados para facilitar o acesso de pessoas com deficiência, idosos e visitantes com mobilidade reduzida, tornando o percurso mais confortável e inclusivo.
Além das obras de acessibilidade, foi firmado um acordo de cooperação técnica entre a Prefeitura do Rio de Janeiro e o ICMBio para a gestão compartilhada do Parque Nacional da Tijuca. A parceria terá duração de cinco anos e prevê ações integradas voltadas ao ordenamento urbano, preservação ambiental, segurança, conservação do patrimônio histórico e melhoria da experiência dos visitantes. O plano envolverá ao menos 19 órgãos municipais, que atuarão de forma coordenada por meio de metas e cronogramas definidos em conjunto.
Segundo a administração pública, a iniciativa busca fortalecer a gestão do parque, ampliar a integração entre os diferentes órgãos responsáveis pelo espaço e assegurar melhores condições de atendimento ao público, preservando ao mesmo tempo o patrimônio ambiental e cultural da unidade de conservação que abriga um dos maiores símbolos do Brasil.







