O The Town 2025 transformou a Cidade da Música em um verdadeiro templo do rock neste domingo (7). O segundo dia de festival reuniu 90 mil pessoas e foi marcado por performances eletrizantes de Green Day, Bad Religion, Bruce Dickinson, Capital Inicial, Pitty, CPM22, Supla & Inocentes e pelo aguardado retorno de Iggy Pop ao Brasil.

No Palco Skyline, o Green Day entregou um show arrebatador, com hits que atravessam gerações, interações carismáticas de Billie Joe Armstrong e até um balão em formato de dirigível com a inscrição “Bad Year”. Antes deles, o Bad Religion celebrou mais de quatro décadas de punk californiano, enquanto Bruce Dickinson, em carreira solo, trouxe potência vocal e até resgatou uma faixa que estava fora dos palcos há 41 anos. O Capital Inicial abriu a noite com sua energia habitual, embalando o público em coro com clássicos do rock brasileiro.
No The One, a lenda viva Iggy Pop mostrou por que é considerado o “padrinho do punk”. Aos 78 anos, fez uma apresentação visceral com clássicos como The Passenger e I Wanna Be Your Dog. A noite ainda teve Pitty, emocionando a plateia em Na Sua Estante, o peso nostálgico do CPM22 e a irreverência de Supla & Inocentes.
Outros palcos também marcaram a jornada: o Factory deu espaço ao rock alternativo com Tihuana, Buhr, Ready to Be Hated e The Mönic, enquanto o Quebrada reforçou a potência periférica com Black Pantera, Punho de Mahin & MC Taya e mais uma etapa da Batalha da Aldeia – Superliga. A São Paulo Square virou clube de jazz ao ar livre, com Kamasi Washington e a Orquestra Mundana Refugi, e o The Tower encerrou a noite em clima eletrônico com o duo Cat Dealers.
De acordo com pesquisa da GFK, o festival teve nota média de 8,9 na estreia, com destaque para palcos, segurança, circulação e banheiros. No total, 190 mil pessoas já passaram pelo The Town no primeiro fim de semana — e a sensação é de que a história continua sendo escrita a cada show.







