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	<title>yanomami &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>yanomami &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Forças Armadas intensificam combate ao garimpo na Terra Indígena Yanomami</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/forcas-armadas-intensificam-combate-ao-garimpo-na-terra-indigena-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 20:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Defesa anunciou uma nova etapa da Operação Catrimani, destinada ao combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY). Esta segunda fase da operação, que ocorrerá de abril a dezembro deste ano, tem como objetivo conter as atividades ilícitas que têm impactado negativamente a vida dos Yanomami. A diretriz, publicada no Diário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Defesa anunciou uma nova etapa da Operação Catrimani, destinada ao combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY). Esta segunda fase da operação, que ocorrerá de abril a dezembro deste ano, tem como objetivo conter as atividades ilícitas que têm impactado negativamente a vida dos Yanomami.</p>
<p>A diretriz, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (8), delineia a atuação das Forças Armadas, que serão mobilizadas para interromper o fluxo logístico e inutilizar a infraestrutura de apoio ao garimpo ilegal na região. Para coordenar essas ações, será estabelecido um posto de comando na cidade de Boa Vista, em Roraima.</p>
<p>Esta é a segunda vez que o Comando Conjunto Catrimani é ativado para apoiar os Yanomami. Na primeira etapa, foram realizadas ações humanitárias de transporte e distribuição de alimentos, além de atendimentos médicos e evacuações aeromédicas. Desde janeiro de 2023, mais de 36,6 mil cestas de alimentos foram entregues e milhares de atendimentos médicos foram realizados.</p>
<p>A reserva dos Yanomami é a maior do país, abrangendo uma área de mais de nove milhões de hectares nos estados de Roraima e Amazonas. Com uma população de mais de 27,1 mil indígenas distribuídos em nove aldeias, a região enfrenta sérios problemas decorrentes do garimpo ilegal, incluindo contaminação por mercúrio.</p>
<p>A atividade criminosa não apenas afeta a subsistência dos Yanomami pela redução dos recursos naturais, mas também causa danos à saúde da comunidade devido à contaminação por mercúrio. A persistência desses problemas levou o governo federal a decretar emergência em saúde pública em janeiro de 2023 e a iniciar uma força-tarefa para desintrusão do território Yanomami. Apesar dos esforços, o combate ao garimpo ilegal continua sendo uma prioridade para garantir o bem-estar e os direitos dos indígenas.</p>
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		<title>Garimpo Desacelera na Terra Yanomami, mas Persiste Ameaçando Saúde e Território</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/garimpo-desacelera-na-terra-yanomami-mas-persiste-ameacando-saude-e-territorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 13:44:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório elaborado por associações indígenas, como Hutukara Associação Yanomami, Wanassedume Ye’kwana (Seduume), e Urihi Yanomami, com o apoio técnico do Instituto Socioambiental (ISA) e do Greenpeace, revela que, apesar de uma desaceleração no garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY), as atividades criminosas persistem, afetando a saúde e o território. O documento destaca que, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório elaborado por associações indígenas, como Hutukara Associação Yanomami, Wanassedume Ye’kwana (Seduume), e Urihi Yanomami, com o apoio técnico do Instituto Socioambiental (ISA) e do Greenpeace, revela que, apesar de uma desaceleração no garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY), as atividades criminosas persistem, afetando a saúde e o território.</p>
<p>O documento destaca que, em 2023, a área total impactada pelo garimpo na TIY cresceu cerca de 7%, atingindo 5.432 hectares. Embora represente uma desaceleração em comparação com anos anteriores, o garimpo ilegal continua prejudicando a saúde da população, com baixa cobertura vacinal, problemas de saúde e mortes evitáveis.</p>
<figure id="attachment_73339" aria-describedby="caption-attachment-73339" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-PF-Ibama-e-Policia-Nacional-da-Colombia-desmobilizam-garimpo-ilegal-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-73339" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-PF-Ibama-e-Policia-Nacional-da-Colombia-desmobilizam-garimpo-ilegal-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C507&#038;ssl=1" alt="PF, Ibama E Polícia Nacional Da Colômbia Desmobilizam Garimpo Ilegal - Expresso Carioca" width="754" height="507" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-PF-Ibama-e-Policia-Nacional-da-Colombia-desmobilizam-garimpo-ilegal-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-PF-Ibama-e-Policia-Nacional-da-Colombia-desmobilizam-garimpo-ilegal-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-PF-Ibama-e-Policia-Nacional-da-Colombia-desmobilizam-garimpo-ilegal-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C504&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73339" class="wp-caption-text">PF, Ibama e Polícia Nacional da Colômbia desmobilizam garimpo ilegal &#8211; Foto: Polícia Federal</figcaption></figure>
<p>O escritor e líder indígena, Davi Kopenawa, expressou preocupação: &#8220;Garimpeiros estão voltando para continuar garimpando, mas agora chega de maltratar meu povo yanomami e ye’kwana.&#8221;</p>
<p>O relatório aponta para a mudança na dinâmica do garimpo ilegal ao longo de 2023, mencionando a expulsão de cerca de 80% dos invasores no primeiro semestre. No entanto, após o relaxamento das medidas, observou-se a reativação e intensificação da exploração em diversas zonas, com mudanças nos centros de distribuição logística do garimpo.</p>
<figure id="attachment_73337" aria-describedby="caption-attachment-73337" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-Deslocamento-de-equipes-da-Forca-Nacional-do-SUS-para-atendimento-na-Terra-Indigena-Yanomami-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-73337" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-Deslocamento-de-equipes-da-Forca-Nacional-do-SUS-para-atendimento-na-Terra-Indigena-Yanomami-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Deslocamento De Equipes Da Força Nacional Do SUS Para Atendimento Na Terra Indígena Yanomami - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-Deslocamento-de-equipes-da-Forca-Nacional-do-SUS-para-atendimento-na-Terra-Indigena-Yanomami-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-Deslocamento-de-equipes-da-Forca-Nacional-do-SUS-para-atendimento-na-Terra-Indigena-Yanomami-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/26-Deslocamento-de-equipes-da-Forca-Nacional-do-SUS-para-atendimento-na-Terra-Indigena-Yanomami-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73337" class="wp-caption-text">Surucucu (RR) &#8211; Deslocamento de equipes da Força Nacional do SUS para atendimento na Terra Indígena Yanomami &#8211; Foto Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Destaca-se que a presença contínua do garimpo afeta negativamente o atendimento de saúde, impedindo a retomada das ações de promoção e prevenção em muitas comunidades vulneráveis. A falta de visitas regulares afeta a vacinação, e casos de malária continuam aumentando.</p>
<p>O relatório pede a retomada efetiva das operações de desintrusão de garimpeiros, um plano de proteção territorial abrangente e a possibilidade de mudança das comunidades indígenas de áreas mais afetadas.</p>
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		<title>Lula defende uso do poder da máquina pública contra garimpo ilegal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-defende-uso-do-poder-da-maquina-publica-contra-garimpo-ilegal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 20:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ano após a crise humanitária na Terra Indígena Yanomami ter vindo a tona, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira (9), o uso de todo o poder da máquina pública contra o garimpo ilegal em terras indígenas. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, para discutir a situação atual do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Um ano após a crise humanitária na Terra Indígena Yanomami ter vindo a tona, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira (9), o uso de todo o poder da máquina pública contra o garimpo ilegal em terras indígenas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, para discutir a situação atual do povo yanomami, em Roraima, que ainda sofre com a ação de invasores na terra indígena.</p>
<p>“A gente vai decidir tratar a questão de Roraima, a questão indígena e a questão dos yanomami, como uma questão de Estado. Nós vamos ter que fazer um esforço ainda maior, utilizar todo o poder que a máquina pública pode ter. Porque não é possível que a gente possa perder uma guerra para o garimpo ilegal, para madeireiro ilegal, para pessoas que estão fazendo coisa contra o que a lei determina”, afirmou.</p>
<h2>Novas ações</h2>
<p>No dia 21 de dezembro de 2023, a Justiça Federal de Roraima determinou a criação de um novo cronograma de ações contra o garimpo ilegal na Terra Indígena (TI) Yanomami. Na decisão, são citados a União, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>
<p>A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF). Segundo o órgão, persiste a permanência de invasores no território, “o que afeta a segurança, a saúde e a vida dos povos indígenas”.</p>
<p>No dia 23 de dezembro, o presidente Lula convocou reunião ministerial, semelhante à desta terça-feira, e determinou que os órgãos federais reforçassem as medidas de proteção ao povo indígena yanomami, além de combaterem o garimpo ilegal em Roraima e no Amazonas. Nos encontros, foram feitos balanços das medidas implementadas na região em 2023 e o planejamento das próximas ações.</p>
<p>“Nós temos territórios indígenas demarcados, nós temos que cuidar deles com muito carinho, e essa reunião aqui é para definir, de uma vez por todas, o que o nosso governo vai fazer para evitar que os indígenas brasileiros continuem sendo vítima de massacre, do vandalismo, da garimpagem e das pessoas que querem invadir as áreas que estão preservadas e que têm dono, que são os indígenas e que não podem ser utilizadas”, disse o presidente Lula.</p>
<p>Após tomar posse, ainda em janeiro de 2023, Lula visitou a Terra Indígena Yanomami, em Roraima, e viu de perto a crise sanitária que atinge os indígenas, vítimas de desnutrição e outras doenças. A TI é a maior do país, em extensão territorial, e sofre com a invasão e violência de garimpeiros e com a contaminação da terra e da água pelo mercúrio utilizado no garimpo.</p>
<p>No balanço das ações realizadas no ano passado, o governo cita medidas para combater a situação sanitária e nutricional grave da população e os crimes ambientais.</p>
<p>A Polícia Federal deflagrou 13 operações, 114 mandados de busca e apreensão, 175 prisões em flagrante e apreendeu bens no valor de R$ 589 milhões. Ainda há 387 investigações em andamento. Além disso, foi feito o controle do espaço aéreo da TI Yanomami, para combater voos clandestinos e o suprimento aos garimpos.</p>
<h2>Denúncias</h2>
<p>Embora entidades indígenas e órgãos como o MPF já denunciem a falta de assistência a essas comunidades há muito tempo, com a posse do presidente Lula o governo federal passou a implementar medidas para socorrer os yanomami.</p>
<p>Segundo o MPF, a retirada dos garimpeiros foi determinada pela Justiça no âmbito de ação civil pública ajuizada contra os órgãos federais, em 2020. O objetivo era garantir a edição e a implantação de plano emergencial de ações de monitoramento territorial efetivo na terra indígena.</p>
<p>“A medida deveria viabilizar o combate a ilícitos ambientais e a retirada de infratores. No entanto, os esforços empreendidos pelos órgãos federais até o momento se mostraram ineficazes”, alertou o órgão.</p>
<p>No recente requerimento à Justiça, o MPF destaca que os “resultados promissores” das operações governamentais realizadas no território, no início de 2023, não conseguiram evitar a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-07/ministra-diz-que-ainda-ha-garimpeiros-ilegais-em-ti-yanomami" target="_blank" rel="noopener">reocupação de áreas pelo garimpo</a>. Tais ações, segundo o órgão, geraram resultados positivos até o início do segundo semestre, quando houve um retrocesso mediante o retorno de não indígenas para atividades ilícitas de exploração mineral, sobretudo em áreas já desmatadas.</p>
<p>“Há diversos relatos de aliciamento, prostituição, incentivo ao consumo de drogas e de bebidas alcoólicas e até estupro de indígenas por parte dos garimpeiros”, denuncia o Ministério Público.</p>
<p>Participaram da reunião o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros da Casa Civil, Rui Costa; da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino; da Defesa, José Mucio; do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellignton Dias; da Saúde, Nísia Trindade; da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio de Almeida; dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara; da Secretaria-Geral, Márcio Macedo; da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha; da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta; e da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias.</p>
<p>Também estiveram presentes no encontro o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante de esquadra Renato de Aguiar Freire; o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues; a presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana; a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior; e o diretor da Amazônia e Meio Ambiente da PF, Humberto Freire de Barros.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Entidades denunciam garimpeiros que teriam amarrado crianças yanomami</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entidades-denunciam-garimpeiros-que-teriam-amarrado-criancas-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 23:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma representação da Hutukara Associação Yanomami ao Ministério Público Federal em Roraima (MPF-RR) denuncia que garimpeiros teriam amarrado pelo menos duas crianças e um adolescente yanomami em troncos de árvore, alegando que eles teriam roubado um celular. A denúncia tem por base um vídeo, supostamente gravado por garimpeiros. A gravação teria ocorrido no início de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma representação da Hutukara Associação Yanomami ao Ministério Público Federal em Roraima (MPF-RR) denuncia que garimpeiros teriam amarrado pelo menos duas crianças e um adolescente yanomami em troncos de árvore, alegando que eles teriam roubado um celular.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A denúncia tem por base um vídeo, supostamente gravado por garimpeiros. A gravação teria ocorrido no início de agosto, segundo o presidente da Urihi Associação Yanomami, Junior Hekurari, que também está acionando autoridades para que investiguem o ocorrido.</p>
<p>A Hekurari diz que a filmagem foi feita na região de Surucucu, onde há garimpo irregular há cerca de 3 anos.</p>
<p>“No vídeo, os garimpeiros falam que as crianças teriam roubado celular, mas as crianças diziam que não. Perguntam também sobre uma arma”, disse o presidente da associação Yanomami.</p>
<p>Ao saberem da situação, dezenas de yanomami foram ao local para resgatar as crianças, e tiros foram disparados.</p>
<p>O MPF-RR confirmou que recebeu a representação da Hutukara Associação Yanomami, denunciando o caso. Diante da situação, o procurador responsável acionou órgãos como Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Exército.</p>
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		<title>Garimpo em área yanomami é mantido por crime organizado, aponta investigação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/garimpo-em-area-yanomami-e-mantido-por-crime-organizado-aponta-investigacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 13:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos garimpeiros que foram mortos por agentes de segurança na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, no último domingo (30), era membro de uma organização criminosa com atuação em todo o país. As autoridades federais agora estão concentrando esforços de inteligência na região para investigar essa linha de suspeita. O presidente do Instituto Brasileiro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos garimpeiros que foram mortos por agentes de segurança na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, no último domingo (30), era membro de uma organização criminosa com atuação em todo o país. As autoridades federais agora estão concentrando esforços de inteligência na região para investigar essa linha de suspeita. O presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, revelou essa informação em uma entrevista à imprensa em Boa Vista na noite de segunda-feira (1º).</p>
<p>&#8220;Nosso serviço de inteligência tem encontrado indícios muito fortes de que alguns pontos de garimpo são mantidos com o apoio de organizações criminosas. Isso está sendo investigado. Uma das pessoas que morreu na operação de domingo [30] tinha envolvimento muito forte com uma das organizações criminosas&#8221;, disse Agostinho.</p>
<p>Para monitorar a situação na Terra Indígena Yanomami em Roraima após o ataque que resultou na morte de um indígena e ferimento de dois no último sábado (29), o presidente do Ibama participou de uma comitiva do governo federal que esteve na região. Durante entrevista à imprensa na noite de segunda-feira (1), Rodrigo Agostinho revelou que um dos quatro garimpeiros mortos no confronto com agentes de segurança no domingo (30) era membro de uma facção criminosa com atuação nacional, e que essa linha de investigação está entre as ações de inteligência do governo federal na região.</p>
<p>Durante uma operação de combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, quatro garimpeiros foram mortos em um confronto com agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Ibama. De acordo com o presidente do Ibama, um dos mortos era integrante de uma facção criminosa nacionalmente ativa, o PCC. No local do confronto, as autoridades apreenderam um grande arsenal de armas, incluindo fuzil, pistolas, espingardas, munição e outros equipamentos bélicos. A operação foi realizada um dia após um ataque que deixou um indígena morto e dois feridos na mesma região.</p>
<p><strong><span style="font-size: 1.953em;">Lavagem e capitalização</span></strong></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Segundo o presidente do Ibama, a atuação de facções criminosas é cada vez mais comum em atividades extrativistas ilegais, como o garimpo, a grilagem de terras e o comércio clandestino de madeira.</p>
<p>&#8220;A gente tem percebido que essas atividades passaram a exercer uma atração de facções criminosas. Elas servem, ao mesmo tempo, como forma de lavagem de dinheiro, por meio do garimpo ilegal, por exemplo, mas também como fonte de capitalização desses grupos, já que o tráfico internacional de drogas demanda grande investimento de operação&#8221;, explicou Rodrigo Agostinho.</p>
<h2>Balanço</h2>
<p>O Ibama informou que, desde o início da operação, há cerca de três meses, foram destruídos 327 acampamentos de garimpeiros, 18 aviões, dois helicópteros, centenas de motores e dezenas de balsas, barcos e tratores. Também foram apreendidas 36 toneladas de cassiterita, 26 mil litros de combustível, além de equipamentos usados por criminosos.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Espaço aéreo na Terra Indígena Yanomami será fechado hoje</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/espaco-aereo-na-terra-indigena-yanomami-sera-fechado-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 23:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Aérea]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O espaço aéreo na Terra Indígena Yanomami voltará a ser fechado hoje (6) a partir das 21h. Antes, a previsão para a retomada do fechamento era para 6 de maio, mas a medida foi antecipada para acelerar a saída de garimpeiros ilegais que ainda estão na região. O espaço aéreo foi inicialmente fechado em 1º de fevereiro e [&#8230;]]]></description>
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<p>O espaço aéreo na Terra Indígena Yanomami voltará a ser fechado hoje (6) a partir das 21h. Antes, a previsão para a retomada do fechamento era para 6 de maio, mas a medida foi antecipada para acelerar a saída de garimpeiros ilegais que ainda estão na região.</p>
<p>O espaço aéreo foi inicialmente fechado em 1º de fevereiro e reaberto no dia 12 do mesmo mês para permitir a saída coordenada e espontânea de garimpeiros que atuam ilegalmente na região. O controle será realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB).</p>
<h2>Zona de identificação</h2>
<p>Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), foi estabelecida uma Zona de Identificação de Defesa Aérea (Zida) no espaço aéreo da terra yanomami, com a proibição do tráfego aéreo, à exceção de aeronaves militares ou a serviço dos órgãos públicos envolvidos na Operação Yanomami, desde que previamente submetidas ao processo de autorização de voo.</p>
<p>“A Zida foi dividida em três áreas: uma reservada (Área Branca); uma restrita (Área Amarela); e uma proibida (Área Vermelha), esta última coincidente com a reserva yanomami”, disse a FAB.</p>
<p>As aeronaves que descumprirem os requisitos e regras estabelecidas estarão sujeitas a medidas de policiamento do espaço aéreo e sujeitas às Medidas de Proteção do Espaço Aéreo (Mpea).</p>
<p>O controle aeroespacial durante a operação será capitaneado pelo Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), responsável por conduzir os meios aéreos necessários para identificação, coerção ou detenção dos tráfegos que estiverem voando na área.</p>
</div>
</div>
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		<title>Yanomami: mais de 5 mil atendimentos médicos foram feitos em um mês</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/yanomami-mais-de-5-mil-atendimentos-medicos-foram-feitos-em-um-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2023 13:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimentos Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia aguda]]></category>
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		<category><![CDATA[Malária]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[Tuberculose]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 5 mil atendimentos médicos ao povo yanomami foram realizados desde o início da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) ter sido declarada na terra indígena localizada no oeste de Roraima e norte do Amazonas. A informação foi divulgada hoje (20) pelo Ministério da Saúde. A atenção médica a essa população está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Mais de 5 mil atendimentos médicos ao povo yanomami foram realizados desde o início da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) ter sido declarada na terra indígena localizada no oeste de Roraima e norte do Amazonas. A informação foi divulgada hoje (20) pelo Ministério da Saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A atenção médica a essa população está sendo feita em polos base localizados na própria Terra Indígena Yanomami (TIY) e em unidades de saúde localizadas em Boa Vista: o Hospital Geral, o Hospital da Criança e um hospital de campanha montado para atender à emergência humanitária.</p>
<p>A Casa de Saúde Indígena (Casai) Yanomami, centro de acolhimento para receber os indígenas durante tratamento médico em Boa Vista, também está recebendo pessoas doentes.</p>
<p>Entre os problemas de saúde enfrentados pelos yanomami estão casos de malária, diarreia aguda, pneumonia, tuberculose e desnutrição, muitos deles envolvendo crianças.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, entre as 19 crianças que estão sendo acompanhadas na Casai com quadro grave de desnutrição, 15 delas evoluíram para um quadro moderado.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou ter enviado, desde o início da situação de emergência, 103 profissionais da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender os yanomami. Também foram entregues 5,5 mil cestas de alimentos em caráter emergencial.</p>
<p>A previsão é entregar mensalmente 12,6 mil cestas, que devem atender 21 mil pessoas em 282 comunidades priorizadas por estarem em situação de insegurança alimentar.</p>
<p>Foram enviados 14,3 mil testes diagnóstico para a malária e mais de 240 mil medicamentos para tratamento da doença para a TIY. Cerca de 20 mil doses de vacina bivalente contra a covid-19 estão destinadas à população yanomami, cuja imunização deve ser iniciada no próximo sábado (25).</p>
</div>
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		<title>Yanomami pedem água potável e denunciam contaminação de rios por garimpo ilegal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/yanomami-pedem-agua-potavel-e-denunciam-contaminacao-de-rios-por-garimpo-ilegal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 13:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Água Potável]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A água está doente em toda a terra indígena yanomami&#8221;, relata o líder indígena Júnior Hekurari Yanomami, evidenciando a mais recente dificuldade enfrentada pelo seu povo: a escassez de água potável para consumo nas comunidades do oeste de Roraima e norte do Amazonas. Júnior, o Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’uana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A água está doente em toda a terra indígena yanomami&#8221;, relata o líder indígena Júnior Hekurari Yanomami, evidenciando a mais recente dificuldade enfrentada pelo seu povo: a escassez de água potável para consumo nas comunidades do oeste de Roraima e norte do Amazonas.</p>
<p>Júnior, o Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’uana (Codisi-YY), revela que a contaminação por metais pesados provenientes da extração ilegal de ouro por garimpeiros é a causa da poluição dos corpos hídricos da terra yanomami. Ele destaca que, atualmente, a escassez de água potável é uma questão extremamente séria e preocupante para as comunidades indígenas.</p>
<p>“A água é o principal para a vida das comunidades. E não há água, como a gente vê, porque está toda contaminada. Não temos mais água, só lama. Estamos falando só em garantir alimentação, mas a gente precisa também de um sistema de água para as comunidades”, afirma.</p>
<p>O jovem Enenexi Yanomami, que precisou se deslocar para Boa Vista em busca de atendimento médico, também manifestou sua preocupação com a qualidade da água em sua comunidade: &#8220;Água suja contamina o peixe e torna-o impróprio para o consumo. As crianças estão muito debilitadas. Beber água suja causa dores abdominais insuportáveis&#8221;, relatou ele, demonstrando a gravidade da situação enfrentada pelos Yanomami.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou a relação entre desnutrição e consumo de água em condições impróprias em duas comunidades yanomami, no estado do Amazonas. Os pesquisadores estão buscando uma <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/projeto-busca-solucao-hidrica-para-aldeias-yanomami-no-amazonas" target="_blank" rel="noopener">solução</a> que ofereça água potável para essa população.</p>
<p>Em nota, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) informou que “técnicos estão analisando a melhor forma e tecnologia de armazenamento de água viáveis para a região. Ela deve ser eficiente para a realidade local e respeitar os saberes e costumes do povo yanomami”.</p>
<p>Ainda segundo a nota, o ministério informou que, desde o início das ações emergenciais de atendimento aos indígenas, tem agido para “eliminar as situações de insegurança hídrica e alimentar” da população e que já entregou quase 80 toneladas de mantimentos e medicamentos aos indígenas.</p>
<p>“O MDS, como estrutura do governo federal, trabalha em conjunto para que essa tragédia humanitária não se repita mais em nosso país. É dever do Estado acolher e viabilizar condições para que o povo yanomami possa ter condições dignas de existência e que sejam respeitadas sua terra e cultura”, acrescenta a nota.</p>
</div>
</div>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
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		<title>Conexão com os Yanomami através da sala de rádio em Boa Vista</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conexao-com-os-yanomami-atraves-da-sala-de-radio-em-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 13:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Boa Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Radiocomunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[Localizada no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami e Yek’uana (Disei-YY) em Boa Vista, uma pequena sala com mapas e cronogramas de visitas às comunidades indígenas afixados na parede, além de uma mesa com equipamentos de radiocomunicação, é a única conexão em tempo real com a maioria das comunidades yanomami. Isso é especialmente importante em regiões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Localizada no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami e Yek’uana (Disei-YY) em Boa Vista, uma pequena sala com mapas e cronogramas de visitas às comunidades indígenas afixados na parede, além de uma mesa com equipamentos de radiocomunicação, é a única conexão em tempo real com a maioria das comunidades yanomami. Isso é especialmente importante em regiões como Roraima e Amazonas, onde não há sinal de celular.</p>
<p>O operador de rádio trabalha das 7h às 19h diariamente, recebendo demandas e comunicações dos indígenas. Por meio da sala, os yanomami entram em contato com o Disei-YY por meio das 78 unidades de saúde distribuídas em suas comunidades.</p>
<p>Essa conexão é essencial para lidar com emergências de saúde e outras necessidades de comunicação. Por exemplo, a sala de rádio é responsável por informar o Disei-YY sobre casos graves de saúde que exigem remoção dos pacientes para hospitais na capital.</p>
<figure id="attachment_57487" aria-describedby="caption-attachment-57487" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-57487" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Presidente Do Conselho Distrital De Saúde Indígena Yanomami E Ye'kuana Júnior Hekurari Yanomami - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Presidente-do-Conselho-Distrital-de-Saude-Indigena-Yanomami-e-Yekuana-Junior-Hekurari-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57487" class="wp-caption-text">Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye&#8217;kuana Júnior Hekurari Yanomami &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“<em>Os yanomami procuram essas estações, passam as informações para os profissionais de saúde e o profissional de saúde passa pra cá. Passam informações sobre remoções. Quando uma mãe se recusa a vir para a cidade, minha equipe vem pra convencer, porque eles têm medo de avião, de a criança morrer aqui, de a criança não retornar pra comunidade</em>”, explica o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’uana (Codisi-YY), Júnior Hekurari Yanomami.</p>
<p>Com as informações em mãos, são acionados os recursos logísticos necessários, como aeronaves e equipes médicas, para chegar até aquela comunidade e transferir o paciente para Boa Vista.</p>
<p>A central de rádio recebe também pedidos de medicamentos, além de denúncias de ameaças de garimpeiros e conflitos. “<em>Chega tudo aqui. A gente ouve e corre para resolver esses problemas</em>”, conta Júnior.</p>
<p>Como a sala não funciona 24 horas, demandas ocorridas durante a noite, só podem ser resolvidas na manhã seguinte. E, segundo Júnior Yanomami, mesmo nos horários de funcionamento da sala, algumas vezes não conseguem estabelecer comunicação com a terra indígena. “<em>Às vezes só pega dez horas da manhã, às vezes uma hora da tarde</em>”</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<figure id="attachment_57486" aria-describedby="caption-attachment-57486" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-57486" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Iolanda Carvalho, Na Sala De Radiofonia Do DSEI, Em Boa Vista - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/15-Iolanda-Carvalho-na-sala-de-radiofonia-do-DSEI-em-Boa-Vista-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57486" class="wp-caption-text">Iolanda Carvalho, na sala de radiofonia do DSEI, em Boa Vista &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A operadora de rádio Iolanda Carvalho conta que muitas comunidades não conseguem se comunicar diretamente com a central, por ficarem em territórios remotos. Nesse caso, é preciso que outras unidades de saúde façam a mediação.</p>
<p><em>“Tem polo que é tão fraca a propagação, que tem que pedir pro outro ajudar, porque a gente não ouve. Então, às vezes, é até difícil a comunicação chegar certa aqui, porque envolve muita gente&#8221;</em>, afirma.</p>
<p>Nove postos de saúde contam também com um aparelho de telefone público (orelhão), mas nem todos estão funcionando, conta Júnior.</p>
</div>
</div>
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		<title>A ameaça do garimpo para os indígenas isolados na região Yanomami</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/a-ameaca-do-garimpo-para-os-indigenas-isolados-na-regiao-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2023 15:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas isolados]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Indígenas isolados dentro do Território Yanomami em Roraima estão em perigo devido à presença de um ponto de garimpo ilegal a apenas 15 quilômetros de distância da comunidade. Imagens captadas durante um sobrevoo mostram a existência da comunidade e suas malocas e plantações de alimentos. Uma ação coordenada envolvendo os ministérios dos Povos Indígenas, Meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Indígenas isolados dentro do Território Yanomami em Roraima estão em perigo devido à presença de um ponto de garimpo ilegal a apenas 15 quilômetros de distância da comunidade. Imagens captadas durante um sobrevoo mostram a existência da comunidade e suas malocas e plantações de alimentos.</p>
<p>Uma ação coordenada envolvendo os ministérios dos Povos Indígenas, Meio Ambiente, a Funai, o Ibama, a Força Nacional e a Polícia Federal, foi realizada para monitorar a situação. A comunidade é do povo Moxihatëtëa e tem sido monitorada pela Funai desde 2010.</p>
<p>Povos isolados são comunidades que, por sua própria escolha ou por circunstâncias específicas, vivem em isolamento total ou sem contato significativo com a sociedade em geral. O Ministério Público Federal vem alertando sobre a ameaça de genocídio dos indígenas isolados yanomami Moxihatëtëa desde 2017, e há relatos de dois indígenas da comunidade terem sido mortos por garimpeiros em 2021.</p>
<figure id="attachment_57450" aria-describedby="caption-attachment-57450" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-57450" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C425&#038;ssl=1" alt="Ação Coordenada Do Governo Federal No Território Yanomami - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="425" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/11-Acao-coordenada-do-governo-federal-no-territorio-Yanomami-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C423&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57450" class="wp-caption-text">Ação coordenada do governo federal no território Yanomami encontra comunidade de povo indígena isolado (Moxihatëtë), sem nenhum contato com a sociedade. Eles vivem a apenas 15 km de um ponto de garimpo. &#8211; LEO OTERO/MPI</figcaption></figure>
<p>Além do grupo de Moxihatëtëa, a Funai estima a presença de pelo menos mais duas comunidades de indígenas isolados no território Yanomami. No entanto, ainda não há comprovação oficial dessas comunidades. Os especialistas temem que o contato forçado desses povos isolados com a sociedade não-indígena possa resultar em sua dizimação, seja por conflitos diretos ou pela propagação de doenças.</p>
<p>A presença de garimpo ilegal nas terras dos indígenas Yanomami tem causado uma série de problemas para essa comunidade há anos. Eles têm enfrentado casos de desnutrição, doenças como malária e pneumonia, bem como violência, incluindo agressões e assassinatos. A situação se tornou ainda pior nos últimos quatro anos.</p>
<p>As imagens impactantes de crianças e adultos desnutridos, unidades de saúde lotadas de pessoas com malária e outras doenças, levaram a uma grande repercussão internacional. Como resultado, o governo federal implementou medidas emergenciais para ajudar a comunidade Yanomami. Essas ações incluem a elaboração de relatórios de diagnóstico, o envio de equipes médicas, insumos e alimentos, bem como a repressão direta aos garimpeiros e seus financiadores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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