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	<title>Xi Jinping &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Xi Jinping &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Xi Jinping garante a Lula apoio da China em tempos “turbulentos”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/xi-jinping-garante-a-lula-apoio-da-china-em-tempos-turbulentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da China, Xi Jinping, garantiu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um momento de instabilidade global e reafirmou a disposição de Pequim de fortalecer a parceria estratégica com o Brasil e o Sul Global. As declarações foram feitas em uma conversa por telefone entre os dois líderes divulgada na madrugada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da China, Xi Jinping, garantiu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um momento de instabilidade global e reafirmou a disposição de Pequim de fortalecer a parceria estratégica com o Brasil e o Sul Global. As declarações foram feitas em uma conversa por telefone entre os dois líderes divulgada na madrugada desta sexta-feira (23) pela agência estatal chinesa Xinhua e veículos internacionais.</p>
<p>Durante o diálogo, Xi afirmou que China e Brasil, como países importantes do Sul Global, devem trabalhar juntos para proteger interesses comuns, promover a estabilidade internacional e manter o papel central das Nações Unidas diante de um cenário geopolítico que ele definiu como “turbulento”.</p>
<p>A ligação ocorreu após críticas de Lula aos recentes ataques dos Estados Unidos à Venezuela, expressas em um artigo publicado no <em>New York Times</em>. Xi ressaltou a importância de cooperar em áreas como agricultura, infraestrutura e transição energética, destacando o avanço da relação bilateral desde 2024 e a intenção de ampliar a cooperação em múltiplos setores.</p>
<p>Segundo relatos oficiais, o presidente chinês enfatizou ainda que a China está comprometida em ser “boa amiga e parceira” dos países da América Latina e do Caribe, reforçando a construção de uma comunidade de futuro compartilhado entre os dois países e outras nações do Sul Global.</p>
<p>A conversa reflete laços estreitos em um momento em que questões de política internacional, como os desdobramentos na Venezuela e desafios à influência da ONU, têm ocupado a agenda global, ressaltando o papel de grandes economias emergentes na promoção de uma ordem internacional mais multipolar.</p>
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		<title>Lula e Xi Jinping Reforçam Aliança Comercial em Meio a Escalada Tarifária dos EUA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-e-xi-jinping-reforcam-alianca-comercial-em-meio-a-escalada-tarifaria-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 13:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder chinês Xi Jinping realizaram, na noite desta segunda-feira (11), uma conversa telefônica de cerca de uma hora, marcada pelo compromisso de ampliar a cooperação econômica entre Brasil e China e pela preocupação com a nova ofensiva tarifária dos Estados Unidos contra parceiros comerciais. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder chinês Xi Jinping realizaram, na noite desta segunda-feira (11), uma conversa telefônica de cerca de uma hora, marcada pelo compromisso de ampliar a cooperação econômica entre Brasil e China e pela preocupação com a nova ofensiva tarifária dos Estados Unidos contra parceiros comerciais.</p>
<p>De acordo com a agência estatal chinesa Xinhua, Xi destacou que Pequim pretende fortalecer a “unidade e autossuficiência” entre os principais países do Sul Global, defendendo um mundo mais justo e sustentável. O líder chinês criticou abertamente o unilateralismo e o protecionismo, convocando as nações em desenvolvimento a se mobilizarem pela preservação de seus direitos e pela equidade nas relações internacionais.</p>
<p>O diálogo reforçou pontos de convergência no âmbito do G20 e do Brics, sobretudo na defesa do multilateralismo e na construção de consensos entre países emergentes. Lula e Xi reafirmaram a Parceria Estratégica Global, a mais alta categoria diplomática nas relações bilaterais, e celebraram avanços conjuntos em programas nacionais de desenvolvimento. Ambos se comprometeram a expandir a cooperação para setores como saúde, petróleo e gás, economia digital e tecnologia espacial.</p>
<p><strong>O tarifaço de Trump e os reflexos para o Brasil</strong><br />
O encontro virtual ocorreu em meio ao agravamento da guerra comercial iniciada em abril pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Naquele momento, Washington aplicou tarifas diferenciadas com base no déficit comercial com cada país, impondo ao Brasil uma taxa inicial de 10%. No entanto, em julho, a alíquota foi elevada para 50% como retaliação a medidas que, segundo Trump, prejudicariam empresas de tecnologia norte-americanas e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>As novas tarifas, em vigor desde 6 de agosto, afetam 35,9% das mercadorias brasileiras vendidas aos EUA, equivalentes a 4% do total das exportações nacionais. O governo federal prepara um plano de contingência para mitigar o impacto, com previsão de concessão de crédito e ampliação de compras governamentais para setores mais atingidos.</p>
<p>Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a abertura de novos mercados é prioridade da política comercial do governo. Ele lembrou que, nas décadas passadas, as vendas para os EUA representavam um quarto das exportações brasileiras, participação que hoje caiu para 12%.</p>
<p><strong>Agronegócio e clima também na pauta</strong><br />
Durante a conversa, Lula abordou temas específicos, como a retomada das exportações de pés de frango para a China, após a suspensão motivada por focos de gripe aviária no Brasil. O país asiático, maior comprador global de carne de frango brasileira, havia interrompido as compras até a recente reclassificação do Brasil como livre da doença.</p>
<p>Os dois líderes também trocaram impressões sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia, em busca de soluções diplomáticas para um conflito que já se arrasta há mais de três anos.</p>
<p>Por fim, Lula convidou Xi para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em novembro deste ano, em Belém (PA). Segundo a Presidência brasileira, o líder chinês garantiu que enviará uma delegação de alto nível e trabalhará em conjunto com o Brasil para garantir o sucesso do evento.</p>
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		<title>Viagem reforça papel de Brasil e China no cenário internacional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/viagem-reforca-papel-de-brasil-e-china-no-cenario-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 00:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito Rússia e Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O balanço da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China e aos Emirados Árabes pode ser feito sob vários aspectos. O viés comercial foi importante, com investimentos e acordos acertados, e isso era a parte mais fácil. Todos têm a ganhar. O presidente classificou a visita como &#8220;extraordinária&#8221;. Na China, os acordos somaram R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O balanço da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China e aos Emirados Árabes pode ser feito sob vários aspectos. O viés comercial foi importante, com investimentos e acordos acertados, e isso era a parte mais fácil. Todos têm a ganhar.</p>
<p>O presidente classificou a visita como &#8220;extraordinária&#8221;. Na China, os acordos somaram R$ 50 bilhões e, nos Emirados Árabes, mais de R$ 12 bilhões. &#8220;E o que é mais importante do que a soma de dinheiro, é a possibilidade de novos acordos que podem ser feitos. Não apenas do ponto de vista comercial, mas do ponto de vista cultural, digital, educacional”, avaliou em coletiva de imprensa neste domingo (16), em Abu Dhabi.</p>
<p>Os termos assinados entre os dois países incluem acordos de cooperação espacial, em pesquisa e inovação, economia digital e combate à fome, intercâmbio de conteúdos de comunicação entre os dois países e facilitação de comércio.</p>
<h2>Diplomacia</h2>
<p>Outro aspecto da viagem diplomática diz respeito a esse começo de relação entre Lula e Xi Jinping, o líder chinês. Apesar de a relação ser entre governos, é inegável que uma certa simpatia mútua ajuda. E isso aconteceu. Além da conversa entre as duas delegações, teve outra, particular, entre ambos. O encontro privado, que era previsto na agenda para durar 15 minutos, durou bem mais de uma hora.</p>
<p>O mundo todo está curioso quanto aos frutos desse encontro, porque dois temas importantes dependem bastante de iniciativas do Brasil e da China. O primeiro deles é a guerra na Ucrânia. O segundo é o meio ambiente. São complexos, dependem de muita diplomacia, diálogo, e são urgentes.</p>
<p>No caso da guerra da Ucrânia, a posição de Lula é que é necessária a formação de um grupo de países neutros, que sejam respeitados por ambos os lados, para levar Rússia e Ucrânia para a mesa de negociações. E, de todos esses países, o mais importante é a China, porque, desde as sanções contra a sua economia, a Rússia passou a depender ainda mais dos chineses.</p>
<p>“A decisão da guerra foi tomada por dois países. E agora o que estamos tentando construir é um grupo de países que não tem envolvimento com a guerra, que não quer a guerra, que desejam construir paz no mundo, para conversarmos tanto com a Rússia quanto com a Ucrânia. Mas também temos que ter em conta que é preciso conversar com os Estados Unidos e com a União Europeia”, afirmou Lula. Ele disse ainda que pretende envolver países da América Latina.</p>
<p>Convencer a China a encabeçar esse grupo é também, de certa forma, assegurar que ela, que é a quarta maior produtora de armas do mundo, não venda material bélico para a Rússia. Caso isso ocorra, será muito difícil ver o fim dessa guerra que, além do enorme sofrimento produzido, tem causado efeitos muito ruins para a economia mundial.</p>
<p>Rússia e Ucrânia são grandes produtores agrícolas e a guerra está causando um aumento nos preços de muitos alimentos. Tem também a questão energética. Sem comprar o gás que vinha da Rússia, os países europeus estão gastando três vezes mais para importar o gás que tem que chegar de navio.</p>
<p>Se somado o custo de mandar armas e sustentar a enfraquecida economia ucraniana, esse gasto de dinheiro é insustentável para vários países europeus. Mas também não se pode exagerar nas expectativas de que a China possa resolver o problema.</p>
<h2>Esporte como exemplo</h2>
<p>A China, que teve uma extraordinária capacidade de crescer com taxas que causam admiração e inveja, aparenta poder de decisão. Entretanto, um assunto que o Brasil conhece muito bem mostra que, às vezes, querer não é poder. Estamos falando de futebol.</p>
<p>O líder chinês Xi Jinping destacou-se e cresceu por ter organizado com muito sucesso as Olimpíadas de Pequim em 2008. Entusiasmado com o poder do esporte, em termos de popularidade e influência na sociedade, ele decidiu apostar no futebol, que poderia render mais sucesso ainda.</p>
<p>Ele fez um planejamento para que o esporte recebesse investimentos para tornar a China uma potência mundial. Logo depois dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, o mercado chinês se encheu de verbas milionárias e começou a importar jogadores. O plano era construir 70 mil campos de futebol e ter uma base de 50 milhões de chineses jogando bola. E mais: queriam sediar uma Copa e vencer o torneio até 2050.</p>
<p>Tanta ambição foi muito rapidamente derrotada pela dificuldade de se criar uma cultura de futebol, um esporte que, mais do que disciplina e ordem, demanda e depende de criatividade e liberdade. O resultado é que não só o sucesso não veio, mas o presidente da federação chinesa de futebol foi preso em fevereiro deste ano, e existem sérios problemas ligados à corrupção. O futebol dos homens é patético e apenas as mulheres mostraram um futebol razoável.</p>
<p>A bola do futebol chinês murchou. Esse pequeno exemplo mostra que talvez seja mais realista e necessária a união de vários países, cada um contribuindo um pouco, para a resolução dos complexos problemas mundiais. Cada vez mais fica difícil para qualquer superpotência impor sua vontade. Outros atores importantes pedem passagem no cenário internacional. Isso inclui o Brasil e, principalmente, a China.</p>
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		<title>Lula e Xi Jinping assinam 15 acordos de parceria em Pequim</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-e-xi-jinping-assinam-15-acordos-de-parceria-em-pequim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 18:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da China, Xi Jinping, assinaram, nesta sexta-feira (14), em Pequim, 15 acordos comerciais e de parceria. Lula está em viagem ao país asiático e foi recepcionado no Grande Palácio do Povo, sede do governo chinês. Os mandatários participaram de reunião ampliada com os ministros e assessores de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da China, Xi Jinping, assinaram, nesta sexta-feira (14), em Pequim, <a href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/atos%20assinados%20no%20Grande%20Palacio%20do%20Povo" target="_blank" rel="noopener">15 acordos</a> comerciais e de parceria. Lula está em viagem ao país asiático e foi recepcionado no Grande Palácio do Povo, sede do governo chinês.</p>
<p>Os mandatários participaram de reunião ampliada com os ministros e assessores de ambos os países e tiveram encontro privado. Nessa conversa, além de temas bilaterais, eles trataram do diálogo e negociação para encerrar a invasão da Ucrânia pela Rússia. Um jantar em homenagem a Lula também foi oferecido por Xi Jinping.</p>
<p>Os termos assinados entre os dois países incluem acordos de cooperação espacial, em pesquisa e inovação, economia digital e combate à fome, intercâmbio de conteúdos de comunicação entre os dois países e facilitação de comércio.</p>
<p>Um dos acordos prevê o desenvolvimento do CBERS-6, o sexto de uma linha de satélites construídos na parceria bilateral. De acordo com o governo brasileiro, o diferencial do novo modelo é uma tecnologia que permite o monitoramento de biomas como a Floresta Amazônica, mesmo com nuvens.</p>
<h2>Certificação</h2>
<p>Outros documentos assinados tratam de certificação eletrônica para produtos de origem animal e dos requisitos sanitários e de quarentena que devem ser seguidos por frigoríficos para exportação de carne do Brasil para a China. O Brasil é o maior fornecedor de carne bovina para o país asiático e 60% da produção brasileira são vendidos para a China.</p>
<p>No contexto da visita do presidente brasileiro, o setor empresarial também anunciou <a href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/acordos-assinados-pelo-setor-privado-e-por-entes-publicos-brasileiros-por-ocasiao-da-visita-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-a-republica-popular-da-china" target="_blank" rel="noopener">20 novos acordos</a> entre os dois países em áreas como energias renováveis, indústria automotiva, agronegócio, linhas de crédito verde, tecnologia da informação, saúde e infraestrutura.</p>
<p>Segundo o Ministério das Relações Exteriores, esses acordos somam-se àqueles anunciados durante o Seminário Econômico Brasil-China, realizado em 29 de março, totalizando mais de 40 novas parcerias. Lula deveria ter feito essa viagem no fim do mês passado, ocasião do seminário, mas um quadro de pneumonia o obrigou a adiar o compromisso.</p>
<p>“No setor turístico, destaca-se a inclusão do Brasil na lista de destinos autorizados para viagens de grupos de turistas chineses, o que representa grande oportunidade para o crescimento do fluxo de visitantes entre os dois países”, destacou o Itamaraty.</p>
<p>Antes da assinatura dos atos, Lula e a comitiva brasileira participaram de cerimônia de deposição de flores no monumento aos Heróis do Povo, na Praça da Paz Celestial.</p>
<h2>Outros encontros</h2>
<p>Mais cedo, também no Grande Palácio do Povo, Lula teve encontro com presidente da Assembleia Popular Nacional da China, Zhao Leji. Segundo a Presidência da República, eles trataram da parceria estratégica entre Brasil e China, da ampliação de fluxos de comércio entre os países e do equilíbrio da geopolítica mundial.</p>
<p>“Lula ressaltou que o Brasil foi o primeiro país a reconhecer a China como economia de mercado. Reforçou que o país asiático foi parceiro essencial para a criação dos Brics [bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] e que a relação bilateral entre as nações tem o potencial de consolidar uma nova relação sul-sul no âmbito global”, informou o Palácio do Planalto.</p>
<p>Os dois líderes também ressaltaram a intenção de ampliar investimentos e reforçar a cooperação em setores como educacional e espacial.</p>
<p>Já o primeiro compromisso do dia de Lula e integrantes da comitiva foi a reunião com o presidente da State Grid, Zhang Zhigang. A empresa é líder do setor elétrico na China e tem investimentos no Brasil, com 19 concessionárias e linhas de transmissão em 14 estados.</p>
<p>De acordo com o Planalto, Lula reforçou a importância dos investimentos chineses no Brasil, a confiança na economia nacional e o foco do governo federal em investimentos em energias renováveis e na ampliação da rede de transmissão integrando projetos de geração eólica e solar com a rede convencional.</p>
<p>A China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009. O volume comercializado entre os dois países em 2022 foi de US$ 150,4 bilhões. O ano de 2023 marca o cinquentenário do início das relações comerciais entre Brasil e China. A primeira venda entre os dois países aconteceu em 1973, um ano antes do estabelecimento das relações diplomáticas sino-brasileiras.</p>
<p>Essa viagem é a quarta visita internacional de Lula após a posse neste terceiro mandato. O presidente já foi à Argentina, ao Uruguai e aos Estados Unidos. Ele também recebeu, em Brasília, o primeiro-ministro da Alemanha, Olaf Scholz, no fim de janeiro.</p>
<p>Ontem (13), Lula cumpriu agenda em Xangai, onde participou da posse da ex-presidenta Dilma Rousseff no comando do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco de fomento dos Brics, teve encontro com empresários e visitou o centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa de tecnologia Huawei.</p>
<p>A comitiva do presidente Lula deixa a China amanhã (15). No retorno ao Brasil, o avião presidencial pousará em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, para uma visita oficial.</p>
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