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	<title>Volta as Aulas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Volta as Aulas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Material escolar tem variação de até 276% em papelarias de São Paulo, aponta Procon-SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 17:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do material escolar pode pesar significativamente no orçamento das famílias paulistas, sobretudo diante das grandes diferenças de valores praticados pelo comércio. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Procon-SP revela que um mesmo produto pode apresentar variação de até 276% entre papelarias da cidade de São Paulo. O levantamento mostra que uma caneta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do material escolar pode pesar significativamente no orçamento das famílias paulistas, sobretudo diante das grandes diferenças de valores praticados pelo comércio. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Procon-SP revela que um mesmo produto pode apresentar variação de até 276% entre papelarias da cidade de São Paulo.</p>
<p>O levantamento mostra que uma caneta esferográfica de uma mesma marca, por exemplo, foi encontrada por R$ 1,30 em uma papelaria da zona norte da capital. Já no centro da cidade, o mesmo item custava R$ 4,90, evidenciando a disparidade de preços entre estabelecimentos localizados a poucos quilômetros de distância.</p>
<p>A diferença não se restringe à capital. Em Presidente Prudente, no interior do estado, um marca-texto variou de R$ 1,95 a R$ 4,20. Em Ribeirão Preto, um apontador apresentou variação de 196%, com preços entre R$ 3,20 e R$ 9,50.</p>
<p>Segundo o Procon-SP, embora as diferenças unitárias pareçam pequenas, elas ganham relevância quando consideradas no conjunto da lista completa de material escolar, podendo resultar em um impacto expressivo no valor final da compra.</p>
<h3>Orientações ao consumidor</h3>
<p>Diante do cenário, o órgão reforça a importância de pesquisar e comparar preços antes de fechar a compra. Outra recomendação é o reaproveitamento de materiais ainda em bom estado de anos anteriores, como cadernos parcialmente usados, estojos, réguas e mochilas.</p>
<p>O Procon também orienta que os consumidores verifiquem se os estabelecimentos oferecem descontos para compras em grandes quantidades. Uma alternativa é a compra coletiva, com a união de pais ou responsáveis para negociar melhores preços. Além disso, é fundamental observar se há valores diferenciados conforme a forma de pagamento, como descontos para PIX ou preços distintos no cartão de crédito.</p>
<h3>Como foi feita a pesquisa</h3>
<p>O estudo analisou os preços de 134 itens de material escolar, entre eles apontador, borracha, caderno, caneta esferográfica, giz de cera, cola, lápis de cor, lápis preto, papel sulfite, régua e tesoura.</p>
<p>Na capital paulista, a coleta de dados ocorreu em nove estabelecimentos comerciais, distribuídos por todas as regiões da cidade. Além de São Paulo, a pesquisa foi realizada na Baixada Santista e nas cidades de Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba.</p>
<p>O levantamento completo está disponível para consulta no site oficial do Procon-SP, servindo como ferramenta de apoio para que os consumidores façam escolhas mais conscientes e econômicas na volta às aulas.</p>
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		<title>Volta às Aulas: Especialistas reforçam importância da vacinação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/volta-as-aulas-especialistas-reforcam-importancia-da-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 14:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Volta as Aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o retorno dos estudantes às salas de aula, especialistas destacam a importância de manter a carteira de vacinação em dia. &#8220;Toda vez que há um grupo grande de crianças ou adolescentes convivendo, o risco de transmissão de doenças aumenta. Vacinar significa proteger-se e proteger a coletividade&#8221;, afirma Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o retorno dos estudantes às salas de aula, especialistas destacam a importância de manter a carteira de vacinação em dia. &#8220;Toda vez que há um grupo grande de crianças ou adolescentes convivendo, o risco de transmissão de doenças aumenta. Vacinar significa proteger-se e proteger a coletividade&#8221;, afirma Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).</p>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza 16 vacinas para crianças e adolescentes, protegendo contra mais de 20 doenças. Entre elas estão a vacina contra a dengue, aplicada em regiões com maior risco, a vacina contra a influenza, com campanha anual, e imunizantes especiais para públicos específicos. Algumas vacinas exigem duas ou três doses e reforços periódicos para manter a proteção elevada.</p>
<p>Segundo Ana Medina, imunologista e gerente médica da GSK, o calendário vacinal brasileiro é robusto, mas pode gerar dúvidas. A volta às aulas é um momento ideal para revisar a situação vacinal. &#8220;O ambiente escolar favorece a transmissão de doenças infecciosas, devido à aglomeração, salas fechadas e compartilhamento de objetos&#8221;, alerta.</p>
<p>Doenças graves, como meningite pneumocócica e meningocócica, podem ser prevenidas com vacinas oferecidas pelo SUS, como Pneumo-10, Meningo C e Meningo ACWY. A coqueluche, que afeta principalmente bebês, registrou mais de 6.700 casos em 2024, com 28 óbitos. A vacina Penta protege contra coqueluche, difteria, tétano, hepatite B e Haemophilus influenzae B.</p>
<p>A vacinação contra a covid-19 também é essencial. Desde 2023, faz parte do calendário básico do SUS para crianças de 6 meses a menos de 5 anos, mas apenas 32,4% receberam pelo menos duas doses. Crianças menores de 1 ano não vacinadas estão entre os grupos com maior taxa de mortalidade pela doença.</p>
<p>A vacinação de crianças e adolescentes contribui para a proteção da população em geral, pois eles são vetores significativos de agentes infecciosos. Para interromper a cadeia de transmissão, recomenda-se que estudantes com sintomas de doenças respiratórias permaneçam em casa até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. A vacinação dos profissionais de educação também é fundamental.</p>
<p>Ana Medina destaca a importância da educação em saúde nas escolas e o uso de fontes confiáveis de informação, como o site do Ministério da Saúde e da SBIm. Ela reforça que os imunizantes passam por rigorosos testes de segurança e são monitorados continuamente. &#8220;As reações adversas mais comuns são leves, como dor no local da aplicação, inchaço e vermelhidão, sendo aceitáveis diante da gravidade das doenças prevenidas&#8221;, conclui.</p>
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		<title>Após ataque, especialistas propõem escuta ativa nas escolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-ataque-especialistas-propoem-escuta-ativa-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 22:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola atacada]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Estadual Thomazia Montoro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Ações de acolhimento após eventos traumáticos devem envolver toda a comunidade escolar, incluindo estudantes, pais, responsáveis e funcionários, além de escuta ativa e capacitação dos profissionais da educação. E o período das ações deve ser prolongado, afirmam especialistas. Após duas semanas do ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona oeste da capital paulista, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Ações de acolhimento após eventos traumáticos devem envolver toda a comunidade escolar, incluindo estudantes, pais, responsáveis e funcionários, além de escuta ativa e capacitação dos profissionais da educação. E o período das ações deve ser prolongado, afirmam especialistas.</p>
<p>Após duas semanas do ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona oeste da capital paulista, os estudantes voltaram às aulas nesta segunda-feira (10), com um plano de acolhimento que inclui também pais e responsáveis e equipe escolar.</p>
<blockquote><p><em>“Para combater a violência extremista nas escolas, é necessário fortalecer os grêmios estudantis, as associações de pais, responsáveis e os conselhos escolares como meios de mobilização. Além disso, é importante aprimorar as disciplinas de humanidades, incluindo abordagens antirracistas, feministas e emancipadoras”, diz a coordenadora-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda.</em></p></blockquote>
<p>Para ela, outra medida relevante é oferecer formação continuada aos profissionais da educação e capacitá-los a identificar sinais de aproximação de grupos extremistas e a combater múltiplas formas de violência.</p>
<p>Segundo a educadora, as intervenções para lidar com o luto, o trauma e promover a resiliência precisam ser adequadas ao estágio de desenvolvimento do grupo afetado.</p>
<blockquote><p><em>“As intervenções devem fornecer segurança psicológica e física e envolver os pais e a comunidade, transmitindo esperança. É essencial oferecer orientações sobre onde as vítimas podem buscar suporte de longo prazo. Todos os profissionais que prestam assistência precisam saber como lidar com crises, desastres e traumas.”</em></p></blockquote>
<p>De acordo com a pedagoga e mestre em psicologia educacional pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Sandra Dedeschi, em casos como esse, as escolas precisam ter clareza da importância de espaços de escuta ativa. “Não podem ser ações isoladas. Precisarão estar presentes por bastante tempo na escola. É claro que talvez de forma mais acentuada nas primeiras duas ou três semanas, mas não se lida com o luto, com um trauma tão grande, em dois, três momentos de diálogo.”</p>
<p>Para Sandra, é preciso que as escolas deixem um canal aberto caso os estudantes sintam necessidade de conversar sobre o problema – pode ser um gestor, um professor de confiança ou alguém com quem os alunos se identifiquem. Os espaços de escuta devem permitir que falem do que eles estão sentindo e das dúvidas que possam ter.</p>
<p>“O que precisa ter nesses espaços de conversa? Ajudar os estudantes a identificar o que eles estão sentindo. Às vezes, posso estar chamando de medo a raiva. Como é que se pode identificar o que se está sentindo, se tivesse que dar um nome para isso? Explicar quais as sensações no corpo, que pensamentos aparecem. Outros vão dizer: ‘é isso mesmo, eu também sinto isso’. Esses espaços [são] para que eles possam ir falando e identificando o que estão sentindo.”</p>
<p>Do ponto de vista psicossocial, Andressa Pellanda ressalta que outras ações podem ser tomadas como medidas preventivas, como criar grupos terapêuticos e espaços de acolhimento dentro das escolas; orientar os profissionais da educação e a comunidade em geral sobre como identificar e agir em caso de ameaças iminentes; garantir a presença permanente de psicólogos e orientadores educacionais nas escolas; estabelecer mecanismos de prevenção e discutir questões de violência envolvendo misoginia, racismo, LGBTQIA+fobia, islamofobia e antissemitismo.</p>
<h2>Retorno</h2>
<p>O reinício das atividades na Escola Estadual Thomazia Montoro incluiu, no primeiro dia, três turmas, com cerca de 90 alunos, e os responsáveis acompanhantes, que tiveram apoio de equipes multiprofissionais de saúde. A partir de terça-feira (11), todos os estudantes voltam às aulas e, durante toda a semana, participarão de rodas de conversa, oficinas de consciência corporal e jogos colaborativos.</p>
<p>A escola passa também a contar com reforço da Ronda Escolar e apoio constante do Gabinete Integrado de Segurança e do Programa Escola Mais Segura, ações que resultam da iniciativa integrada das secretarias estaduais da Educação, de Saúde, de Justiça e Cidadania e Segurança Pública, com apoio do município e da organização não governamental (ONG) Instituto Superação.</p>
<p>É preciso destacar que a implementação de medidas de segurança, como instalação de catracas e detectores de metal, além da presença de seguranças armados nas escolas não é uma solução efetiva para combater o extremismo de direita. “Tais medidas podem até mesmo aumentar as ameaças, tornando o clima escolar insalubre e promovendo a propaganda extremista dentro da própria escola”, destaca Andressa Pellanda.</p>
<p>Segundo a educadora, é essencial garantir um ambiente escolar saudável e acolhedor, que incentive a criatividade, a crítica e a construção de conhecimento.</p>
<p>O governo do estado informou que, após o ataque à escola, a Polícia Militar reuniu os comandantes das companhias de área com os diretores de colégios para discutir a ampliação dos programas e estratégias de combate a agressores ativos. Além desta medida, a gestão estadual estuda contratar policiais da reserva para que fiquem de forma permanente nas escolas.</p>
<h2>Ataque</h2>
<p>Na manhã de 27 de março, uma segunda-feira, a Escola Estadual Thomazia Montoro foi alvo de um ataque provocado por um adolescente de 13 anos. A professora Elizabeth Tenreiro, de 71 anos, morreu após ser esfaqueada pelo aluno. Segundo o governo paulista, Elizabeth Tenreiro era funcionária aposentada do Instituto Adolfo Lutz e, desde 2013, trabalhava como professora.</p>
<p>Estudo da Unicamp revela que, desde 2002, houve 23 ataques a escolas no país.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Carioca Shopping realiza campanha de Volta às Aulas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/carioca-shopping-realiza-campanha-de-volta-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2022 22:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Carioca Shopping]]></category>
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					<description><![CDATA[Os shoppings da Aliansce Sonae no Rio de Janeiro se mobilizam, mais uma vez, para colaborar com a educação e o desenvolvimento de crianças em situação de vulnerabilidade social em seu 4º ano de parceria com o Instituto da Criança. Até o dia 13 de março, o Carioca Shopping e mais 10 shoppings da rede [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os shoppings da Aliansce Sonae no Rio de Janeiro se mobilizam, mais uma vez, para colaborar com a educação e o desenvolvimento de crianças em situação de vulnerabilidade social em seu 4º ano de parceria com o Instituto da Criança.</p>
<figure id="attachment_46335" aria-describedby="caption-attachment-46335" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-46335" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/03-Carioca-Shopping-realiza-campanha-de-Volta-as-Aulas-2-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=250%2C387&#038;ssl=1" alt="Carioca Shopping Realiza Campanha De Volta às Aulas - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="250" height="387" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/03-Carioca-Shopping-realiza-campanha-de-Volta-as-Aulas-2-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=388&amp;ssl=1 388w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/03-Carioca-Shopping-realiza-campanha-de-Volta-as-Aulas-2-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=194%2C300&amp;ssl=1 194w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-46335" class="wp-caption-text">Shopping Realiza Campanha De Volta às Aulas</figcaption></figure>
<p>Até o dia 13 de março, o Carioca Shopping e mais 10 shoppings da rede serão pontos para doações de materiais escolares, novos ou em bom estado de conservação, como apontador, borracha, caderno, caneta, estojo, lápis comum, caixa de lápis de cor, livros infantis, régua e tesoura. Os itens serão doados para alunos da rede pública através do Instituto da Criança. Ano passado, mais de 450 itens foram arrecadados.</p>
<p>No Carioca Shopping, o material escolar pode ser depositado nas caixas coletoras da campanha, localizadas na Praça de Alimentação e próximo à loja Ri Happy, no 1º piso.</p>
<p>Outros shoppings que participam da ação social estão em diferentes regiões do município e área metropolitana do Rio de Janeiro. São eles: Carioca Shopping (Vila da Penha), Caxias Shopping (Duque de Caxias), Passeio Shopping (Campo Grande), Pátio Alcântara (Alcântara), Santa Cruz Shopping (Santa Cruz), Shopping Grande Rio (São João de Meriti), Shopping Leblon (Leblon), São Gonçalo Shopping (São Gonçalo), Via Parque Shopping (Barra da Tijuca) e Recreio Shopping (Recreio).</p>
<hr />
<p><strong>Carioca Shopping  </strong></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Av. Vicente de Carvalho, 909 &#8211; Vila da Penha &#8211; Rio de Janeiro – RJ<br />
<strong>Central de Atendimento ao Cliente:</strong> (21) 2018-2322</p>
<p><strong>Site:</strong> <a href="http://www.cariocashopping.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.cariocashopping.com.br</a><br />
<strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/carioca_shopping/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/carioca_shopping/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Seeduc atualiza protocolos sanitários para a volta às aulas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/seeduc-atualiza-protocolos-sanitarios-para-a-volta-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 15:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[protocolos sanitários]]></category>
		<category><![CDATA[Seeduc]]></category>
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					<description><![CDATA[Na próxima segunda-feira (07), começa o ano letivo de 2022 da rede estadual de ensino público do Rio de Janeiro. O retorno será 100% presencial e contará com atualizações nos protocolos visando garantir a segurança dos alunos e profissionais. A resolução 1604 foi publicada em edição extra do Diário Oficial de sexta-feira (04/2),  em conjunto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima segunda-feira (07), começa o ano letivo de 2022 da rede estadual de ensino público do Rio de Janeiro. O retorno será 100% presencial e contará com atualizações nos protocolos visando garantir a segurança dos alunos e profissionais.</p>
<p>A resolução 1604 foi publicada em edição extra do Diário Oficial de sexta-feira (04/2),  em conjunto com as secretarias de Saúde e Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p>Os protocolos sanitários das unidades escolares foram atualizados da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>Disponibilização de totens para higienizar as mãos com álcool em gel 70% em locais de circulação e na entrada de ambientes administrativos,</li>
<li>Limpeza dos dutos e filtros dos aparelhos de ares condicionados;</li>
<li>Higienização com álcool 70% ou hipoclorito de sódio 0,1% (água sanitária), dos pisos e paredes, das superfícies de toque e dos mobiliários e equipamentos das unidades escolares, diariamente;</li>
<li>Os bebedouros serão lacrados, sem permitir que os alunos levem a boca diretamente para beber água. Bebedouros com torneiras serão permitidos, caso os alunos estejam fazendo uso de suas próprias garrafas ou copos, de uso individual;</li>
<li>Todos os presentes na escola devem estar utilizando máscara de maneira correta: alunos, servidores e colaboradores. Além disso, escola deverá manter estoque suficiente de máscaras para disponibilização a alunos, servidores em casos emergenciais;</li>
<li>A unidade escolar terá um espaço reservado &#8211; área de isolamento &#8211; para quem apresentar sintomas, onde o mesmo deverá permanecer até ser conduzido pelo responsável a uma unidade de saúde;as unidades escolares deverão ter afixados os cartazes informativos. A conscientização da comunidade escolar é primordial na volta às aulas.</li>
</ul>
<p>A Seeduc-RJ informa que são 1.230 escolas na rede estadual de ensino e, ao todo, 678 mil matriculados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Prevenção à covid-19 na volta às aulas depende da comunidade escolar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prevencao-a-covid-19-na-volta-as-aulas-depende-da-comunidade-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 22:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A segurança na volta às aulas presenciais em meio à onda de transmissão de covid-19 provocada pela variante Ômicron depende do engajamento de toda a comunidade escolar, incluindo os responsáveis, destacam a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Sociedade Brasileira de Pediatria. Além de estar atentos aos sintomas e aos protocolos, os pais devem se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A segurança na volta às aulas presenciais em meio à onda de transmissão de covid-19 provocada pela variante Ômicron depende do engajamento de toda a comunidade escolar, incluindo os responsáveis, destacam a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Sociedade Brasileira de Pediatria. Além de estar atentos aos sintomas e aos protocolos, os pais devem se vacinar, vacinar seus filhos e buscar participar da prevenção no dia a dia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Coordenadora do grupo de trabalho criado na Fiocruz para produzir recomendações sobre a prevenção da covid-19 no ambiente escolar, a pneumologista Patrícia Canto afirma que os pais não podem delegar as responsabilidades apenas para a escola.</p>
<p>&#8220;A gente não pode esperar que o professor assuma todas as funções. As crianças aprendem muito pelo exemplo, com os pais usando máscara, álcool em gel e explicando o que é certo e errado nesse momento da covid. É claro que o professor tem essa função na sala de aula, mas é fundamental que a família faça seu papel nessa orientação&#8221;.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A pesquisadora acrescenta que a vacinação é uma das principais ferramentas para tornar o ambiente escolar mais seguro, porque pessoas imunizadas, mesmo quando contaminadas, tendem a ter menores cargas virais e transmitir menos a doença.</p>
<p>&#8220;É importante que a gente faça campanhas para que os pais levem os filhos para que possam ser vacinados e é importante que os pais sejam vacinados, porque essa também é uma forma de proteção das crianças&#8221;, afirma. &#8220;Quanto mais pessoas imunizadas, menos o vírus vai circular&#8221;.</p>
<p>Patrícia defende que as crianças sejam vacinadas assim que houver vacinas disponíveis para elas no calendário de cada município, mas recomenda que os pais não devem condicionar a volta às aulas presenciais à imunização completa ou esperar algum período para que as vacinas já aplicadas façam efeito.</p>
<p>&#8220;A gente tem tido uma grande preocupação com o retorno às aulas presenciais por conta da alta transmissibilidade da variante Ômicron, mas entendemos que as crianças e adolescentes foram muito penalizadas por conta de ficar tanto tempo afastadas das aulas presenciais. Isso traz consequências sérias para o desenvolvimento psicossocial e até nutricional, porque muitas crianças são dependentes da nutrição nas escolas&#8221;, disse, citando que a escola também é um espaço de proteção social contra diversas formas de violência. &#8220;Nesse momento, nós entendemos que as crianças estão mais vulnerabilizadas pela ausência da aula presencial do que pelo risco de formas graves da doença&#8221;.</p>
<p>Apesar disso, ela ressalta que crianças podem, sim, ter formas severas e até morrer por covid-19, o que justifica a importância da vacinação e das demais medidas de prevenção. Além disso, a pneumologista explica que crianças com condições específicas de saúde como doenças congênitas ou imunossupressão devem ter seus casos analisados pelo médico que acompanha seu caso, devido ao risco aumentado de formas graves da covid-19.</p>
<h2>Pacto da comunidade escolar</h2>
<p>O presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri, também considera que o retorno seguro às aulas presenciais depende de um pacto que envolva toda a comunidade escolar e considera as vacinas como um dos principais redutores do risco oferecido pela doença.</p>
<p>&#8220;Nada é 100% seguro ou 100% arriscado. É preciso entender que o risco é dependente de cinco pilares: estar ou não vacinado, estar ou não de máscara, estar ou não muito próximos uns dos outros, estar em ambiente fechado ou ventilado, e da higiene das mãos e do local. Baseados nesses princípios que vamos conseguir avaliar os riscos das aulas presenciais&#8221;, afirma. &#8220;As vacinas são uma ferramenta a mais de prevenção, devem ser aplicadas à medida que chegarem, mas não é uma condição [para as aulas presenciais]&#8221;.</p>
<p>Para o imunologista, os benefícios da educação presencial são enormes e os riscos não são maiores do que outras situações que já voltaram a fazer parte do cotidiano, como restaurantes, academias e reuniões familiares.</p>
<p>&#8220;A escola mais reflete o que está acontecendo na sociedade do que é uma mola propulsora de casos. Os estudos e a experiência com dois anos da pandemia mostram que a escola não incrementa o número de transmissões. Não precisamos da escola para ter mais casos, a doença circula fora da escola também, e o mesmo risco que essa criança corre dentro de sua família e no circulo de amigos, onde vive, onde brinca e onde frequenta, é semelhante ao risco da escola&#8221;.</p>
<h2>Atenção aos sintomas</h2>
<p>Além de ensinar como se proteger da doença e buscar a vacinação, um dos pontos mais importantes para os pais é a atenção aos sintomas gripais em crianças, como obstrução nasal, febre, tosse, dor de cabeça e diarreia. A pneumologista da Fiocruz pede que os responsáveis se comprometam a não levar para a escola crianças sintomáticas ou com casos confirmados em pessoas da mesma residência.</p>
<p>&#8220;É comum que os pais achem que com uma febre baixa ou nariz escorrendo pode mandar para a escola, mas, nesse momento, é importante que todos tenham a consciência que qualquer sintoma é igual a não ir para a escola e comunicar a coordenação para que tomem as providências&#8221;, afirma Patrícia.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, onde as aulas presenciais retornam nesta semana, recomenda em seu protocolo que os responsáveis verifiquem a temperatura dos estudantes antes da ida à escola, e, se o resultado for mais de 37,5 graus Celsius, eles deve ficar em casa e a escola deve ser comunicada. Também não devem ir à escola, segundo o protocolo da secretaria, estudantes, responsáveis e servidores que apresentarem ao menos dois sintomas gripais, como obstrução nasal, diarreia, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza e alterações no paladar e olfato.</p>
<p>&#8220;O risco de transmissão é sempre diminuído se todos estiverem de máscaras e se houver uma ventilação adequada. Então, não recomendamos a suspensão de aulas de uma turma com menos de três casos confirmados&#8221;, explica a pneumologista, que afirma que os demais pais devem ser orientados a observar os sintomas.</p>
<p>Renato Kfouri recomenda ainda que o ideal é a testagem de todos os alunos de uma turma em que haja casos positivos, para que a detecção de positivos assintomáticos possa frear a transmissão.</p>
<p>&#8220;Os pais devem estar atentos e compromissados em não mandar filhos sintomáticos para as salas de aula. E as escolas devem oferecer condições, dentro das suas possibilidades, de maior distanciamento possível e treinamento de todo profissional de educação em relação ao uso de máscara, higiene das mãos, manter janelas abertas, fazer atividades ao ar livre sempre que possível e evitar reuniões e aglomerações&#8221;.</p>
<p>Os pesquisadores concordam que as escolas devem organizar horários diferentes para as refeições de cada turma, de modo que os alunos façam as refeições apenas com aqueles com que já têm contato. Nos demais momentos, é importante que o uso de máscaras eficazes, como as cirúrgicas, seja constante.</p>
<p>O representante da Sociedade Brasileira de Pediatria reconhece que a possibilidade de adotar as medidas de prevenção ideais dependem das condições físicas de cada escola, o que também está ligado à desigualdade no acesso à educação.</p>
<p>&#8220;No Brasil, infelizmente, há escolas em que não há menor condição de ter crianças com distanciamento nem em sala ventilada&#8221;, diz. &#8220;O que acentua mais essa desigualdade é que as crianças que frequentam as escolas com menor condição de distanciamento são justamente as que mais dependem da escola para uma segurança alimentar e doméstica, para o seu desenvolvimento, e são as que têm menos acesso ao ensino remoto de qualidade&#8221;.</p>
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