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	<title>Viver bem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Os Três Tipos de Burnout: Como identificar e tratar o esgotamento profissional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/os-tres-tipos-de-burnout-como-identificar-e-tratar-o-esgotamento-profissional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 23:42:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Burnout]]></category>
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					<description><![CDATA[A síndrome de burnout, caracterizada por um nível extremo de estresse no ambiente de trabalho, pode resultar de uma combinação de fatores que supera a capacidade de enfrentamento da pessoa. Sobrecarregar-se com responsabilidades, falta de reconhecimento e conflitos interpessoais são apenas algumas das causas que podem desencadear esse transtorno. Segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A síndrome de burnout, caracterizada por um nível extremo de estresse no ambiente de trabalho, pode resultar de uma combinação de fatores que supera a capacidade de enfrentamento da pessoa. Sobrecarregar-se com responsabilidades, falta de reconhecimento e conflitos interpessoais são apenas algumas das causas que podem desencadear esse transtorno. Segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, quem enfrenta o burnout geralmente desenvolve sentimentos de desamparo, apatia em relação aos colegas e culpa pela baixa produtividade. Essa culpa pode levar muitos a ocultar a condição, temendo repercussões negativas em sua vida profissional.</p>
<h4><strong>Três Tipos Principais de Burnout</strong></h4>
<p>Os tipos de burnout podem manifestar-se de formas distintas, mas todos têm em comum o esgotamento físico e emocional. É possível que uma pessoa experimente mais de um tipo simultaneamente:</p>
<p><strong>1. Burnout por Volume</strong></p>
<p>Resulta de uma carga excessiva de responsabilidades e um calendário sobrecarregado.</p>
<ul>
<li>Características: A pessoa se considera constantemente ocupada e é vista assim pelos outros. Sentimentos de ressentimento surgem ao receber mais tarefas, e a falta de tempo gera ansiedade e culpa. Ela frequentemente se sente incapaz de dar conta de tudo e promete que essa fase é temporária, embora já tenha enfrentado várias situações semelhantes.</li>
</ul>
<p><strong>2. Burnout Social</strong></p>
<p>Provocado por demandas interpessoais que excedem os recursos sociais disponíveis.</p>
<ul>
<li>Características: A pessoa é vista como o &#8220;amigo confiável&#8221;, assumindo tarefas extras. Ela sente culpa ao tentar recusar pedidos, justificando suas ações pelo desejo de ajudar os outros. Ao receber convites, sente desânimo e anseia por se afastar das obrigações sociais.</li>
</ul>
<p><strong>3. Burnout por Tédio</strong></p>
<p>Ocorre devido ao desinteresse crônico por aspectos da vida ou do trabalho.</p>
<ul>
<li>Características: A pessoa se sente desconectada de sua rotina e incapaz de lembrar da última vez que se divertiu. Ela luta para começar o dia e reconhece sua insatisfação, mas carece de energia para implementar mudanças. Muitas vezes, ela se sente incapaz e perdida em relação ao futuro.</li>
</ul>
<p><strong>Diagnóstico e Tratamento do Burnout</strong></p>
<p>A síndrome de burnout pode se desenvolver lentamente, tornando-se insidiosa até que a crise se torna evidente. Segundo Ana Maria Teresa Benevides-Pereira, é essencial buscar ajuda ao primeiro sinal de esgotamento, pois a falta de tratamento pode levar a consequências graves, como doenças físicas e mentais.</p>
<p><strong>Passos para o Diagnóstico</strong></p>
<ul>
<li>Procure um Profissional: Ao notar que atividades antes prazerosas se tornaram pesadas e o trabalho virou um fardo, é fundamental consultar um psicólogo ou psiquiatra.</li>
<li>Avaliação Completa: O profissional avaliará o histórico do paciente, sua relação com o trabalho e os sintomas percebidos para confirmar o diagnóstico.</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento Eficaz</strong></p>
<ul>
<li>Psicoterapia: Trabalhar em conjunto com um terapeuta pode ajudar a reeducar a forma de encarar o trabalho e a vida.</li>
<li>Medicação: Antidepressivos ou ansiolíticos podem ser prescritos, mas apenas sob orientação médica.</li>
</ul>
<p>Tratar o burnout envolve uma abordagem integrada que foca não apenas nos sintomas, mas também nas causas subjacentes do estresse. Ao identificar os sinais precocemente e buscar apoio, é possível recuperar o equilíbrio e a satisfação pessoal e profissional.</p>
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		<title>Pensamentos Intrusivos: Por que eles surgem e como lidar com esse fenômeno mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 23:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos Intrusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Pensamentos inesperados, como a vontade de gritar em um ambiente silencioso ou de realizar atos absurdos, já ocorreram com muitos de nós. Esses pensamentos intrusivos surgem sem aviso e podem ser desconcertantes, causando dúvidas sobre a própria sanidade ou até sobre o caráter da pessoa. Porém, segundo especialistas, esses pensamentos são comuns e, na maioria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensamentos inesperados, como a vontade de gritar em um ambiente silencioso ou de realizar atos absurdos, já ocorreram com muitos de nós. Esses pensamentos intrusivos surgem sem aviso e podem ser desconcertantes, causando dúvidas sobre a própria sanidade ou até sobre o caráter da pessoa. Porém, segundo especialistas, esses pensamentos são comuns e, na maioria das vezes, não significam desejos ocultos ou falhas pessoais.</p>
<p>O psiquiatra Antônio Geraldo, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), afirma que o cérebro é constantemente bombardeado com informações, o que pode resultar em pensamentos aleatórios, inclusive os indesejáveis. Segundo o psiquiatra Luiz Scocca, do Hospital das Clínicas da USP, o desconforto gerado por essas ideias não implica necessariamente que a pessoa queira realizá-las, mas sim que a mente, de forma automática, cria cenários incomuns ou descontextualizados. O próprio conflito gerado ao tentar suprimir esses pensamentos geralmente os intensifica, mas ignorá-los, ao contrário, tende a dissipá-los.</p>
<p><strong>Quando os Pensamentos Intrusivos se Tornam um Problema</strong></p>
<p>Enquanto os pensamentos intrusivos são normais e ocorrem com muitas pessoas, eles podem ser sintoma de doenças mentais se se tornam frequentes e difíceis de controlar. Nesses casos, costumam estar associados a transtornos como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático. Quando intrusivos, esses pensamentos surgem do nada, mas se se tornam obsessivos, repetindo-se de forma persistente e causando sofrimento, indicam a necessidade de atenção profissional.</p>
<p><strong>Estratégias para Gerenciar Pensamentos Intrusivos</strong></p>
<p>Controlar pensamentos intrusivos começa com a busca de práticas que desviem a atenção para atividades saudáveis e geradoras de bem-estar. Aqui estão algumas técnicas recomendadas por especialistas:</p>
<ol>
<li>Exercícios Físicos: A atividade física libera serotonina, o que ajuda a reduzir o estresse e melhora o sono, resultando em mais estabilidade emocional e mental.</li>
<li>Meditação e Yoga: Essas práticas promovem relaxamento e aumentam a capacidade de lidar com a ansiedade e a depressão, ajudando a reduzir a frequência de pensamentos indesejáveis.</li>
<li>Atividades Criativas: Pintura, culinária e trabalhos manuais favorecem a concentração e promovem o bem-estar, deslocando os pensamentos intrusivos para segundo plano.</li>
<li>Interação com Animais de Estimação**: Brincar com animais reduz os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e promove a liberação de substâncias que melhoram o humor.</li>
</ol>
<p><strong>Buscando Ajuda Profissional</strong></p>
<p>Quando os pensamentos intrusivos são frequentes ou causam sofrimento significativo, é essencial buscar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra. Combinadas a terapias especializadas, essas práticas ajudam a construir uma rotina que minimiza o impacto dos pensamentos negativos e fortalece a resiliência emocional.</p>
<p>Lidar com pensamentos intrusivos exige paciência e autocompreensão. Eles são, em grande parte, fruto de mecanismos naturais do cérebro, mas com as estratégias certas, é possível desenvolver uma relação mais saudável com a própria mente.</p>
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		<title>Falar Sozinho: Quando o hábito é benéfico para o cérebro e quando pode ser sinal de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 23:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontrar alguém falando sozinho, seja em casa ou em locais públicos, pode causar estranheza. No entanto, esse hábito é mais comum e saudável do que se imagina. Na verdade, verbalizar pensamentos é uma maneira natural de o cérebro organizar ideias, aliviar a mente e melhorar a autoconsciência. Falar sozinho traz benefícios desde a infância até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar alguém falando sozinho, seja em casa ou em locais públicos, pode causar estranheza. No entanto, esse hábito é mais comum e saudável do que se imagina. Na verdade, verbalizar pensamentos é uma maneira natural de o cérebro organizar ideias, aliviar a mente e melhorar a autoconsciência.</p>
<p>Falar sozinho traz benefícios desde a infância até a vida adulta. Crianças conversando com brinquedos ou adolescentes ensaiando falas no espelho estão, na verdade, estimulando o desenvolvimento da identidade e da cognição. Na vida adulta, falar consigo mesmo é um recurso para lidar com decisões, ansiedade ou dilemas emocionais, ajudando a processar emoções e a evitar ruminações negativas. De acordo com a psicóloga Franciele Maftum, da Universidade de Reading, verbalizar sentimentos reduz a pressão nas áreas emocionais do cérebro, permitindo uma visão mais clara dos próprios sentimentos.</p>
<p><strong>O Papel do Diálogo Interno na Memorização e Confiança</strong></p>
<p>Expressar pensamentos em voz alta também ajuda na memorização, pois ouvir a própria fala ativa áreas que favorecem a retenção de informações. Essa técnica é útil em situações como revisar conteúdo antes de uma prova ou praticar discursos importantes, e até na rotina de esportistas, que se concentram e fortalecem a autoconfiança repetindo frases motivadoras antes das competições.</p>
<p><strong>Cuidado com a Autocrítica Exagerada</strong></p>
<p>É essencial monitorar o teor das falas internas. Repetir críticas negativas pode comprometer a autoestima e afetar o bem-estar emocional. No esporte, o diálogo interno positivo é amplamente usado para aumentar a confiança e o foco — é comum ver atletas usando afirmações motivacionais nos instantes anteriores às provas.</p>
<p><strong>Quando Falar Sozinho Pode Indicar um Problema de Saúde Mental</strong></p>
<p>Embora natural, o ato de falar sozinho pode, em alguns casos, ser um sinal de distúrbios mentais, como esquizofrenia ou surtos psicóticos, quando foge ao controle consciente. Segundo especialistas, o limite saudável é o autocontrole: se a pessoa não consegue conter esses pensamentos em voz alta ou começa a agir como se estivesse em diálogo com outra pessoa, pode haver um quadro patológico.</p>
<p>Em resumo, falar sozinho, quando feito de forma intencional e positiva, é uma prática que beneficia o cérebro, melhora o autoconhecimento e fortalece a autoconfiança. É, no entanto, importante manter um controle saudável para que o hábito não se torne um sinal de desordem mental.</p>
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