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	<title>Vitimas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Vitimas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brumadinho: Vítimas processam Vale e cobram justiça pelo fim do benefício de renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 17:59:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os atingidos pela tragédia de Brumadinho estão em uma batalha judicial contra a mineradora Vale e cobram providências do Ministério Público diante da redução do Programa de Transferência de Renda (PTR). Criado no acordo global de reparação, o benefício enfrenta cortes que dificultam a subsistência das famílias impactadas pelo rompimento da barragem em janeiro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os atingidos pela tragédia de Brumadinho estão em uma batalha judicial contra a mineradora Vale e cobram providências do Ministério Público diante da redução do Programa de Transferência de Renda (PTR). Criado no acordo global de reparação, o benefício enfrenta cortes que dificultam a subsistência das famílias impactadas pelo rompimento da barragem em janeiro de 2019.</p>
<p>O desastre, que vitimou 272 pessoas e causou impactos ambientais devastadores, levou a Vale a estabelecer inicialmente um auxílio emergencial com valores baseados na faixa etária dos atingidos. Em 2021, um acordo de R$ 37,68 bilhões foi firmado entre a mineradora e órgãos públicos, incluindo R$ 4,4 bilhões para o PTR, gerido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com rendimentos, os valores subiram para R$ 5,56 bilhões, mas, prevendo o esgotamento dos recursos, o benefício foi reduzido pela metade em março de 2025.</p>
<p><strong>Comunidades atingidas denunciam falta de alternativas</strong></p>
<p>Para os atingidos, o corte acontece sem que as medidas de reparação econômica tenham sido implementadas. &#8220;Com R$ 379,50, é possível sobreviver?&#8221;, questionou Patrícia Passarela, moradora da comunidade de Taquaras, em Esmeraldas (MG), durante audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Segundo ela, a pesca e a agricultura familiar foram destruídas e não houve qualquer solução viável para retomada da economia local.</p>
<p>O pescador Quésia Martins, de Pompéu (MG), reforçou que sem o Rio Paraopeba não há fonte de renda. &#8220;A Vale limpou apenas 1% da área atingida. Como podem encerrar um programa de mitigação dos danos antes da conclusão da reparação?&#8221;, questionou Guilherme Camponêz, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).</p>
<p><strong>Base legal e ação judicial contra a Vale</strong></p>
<p>A interrupção do PTR também é questionada sob a ótica da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB), sancionada em 2023. A legislação garante auxílio emergencial até que as famílias atinjam condições de vida equivalentes às anteriores ao desastre.</p>
<p>Diante disso, entidades como a Associação Brasileira dos Atingidos por Grandes Empreendimentos (ABA) acionaram a Justiça para obrigar a Vale a depositar os recursos necessários para manter o PTR sem redução até que a reparação seja concluída. No processo, destaca-se que estimativas iniciais indicavam a necessidade de R$ 9,8 bilhões para garantir um suporte adequado, mas apenas R$ 4,4 bilhões foram destinados ao programa.</p>
<p><strong>Posicionamentos e pressão sobre o Ministério Público</strong></p>
<p>A Vale sustenta que cumpriu sua obrigação ao depositar o valor acordado, não tendo participação na gestão do PTR. O Ministério Público, por sua vez, reforça que sua função é fiscalizar o cumprimento do acordo e que não tem autonomia para alterar suas condições. No entanto, após cobranças na ALMG, comprometeu-se a apresentar respostas sobre o impasse até o fim de março.</p>
<p>Os atingidos seguem pressionando por soluções concretas. Durante o lançamento do Núcleo de Acompanhamento de Reparações por Desastres (Nucard), o coordenador do MAB ressaltou a importância de avanços: &#8220;Este acordo não foi suficiente. Precisamos de reparação real, e não apenas medidas paliativas&#8221;.</p>
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		<title>Vítimas do desastre da Samarco pedem ao STF revisão de cláusulas do novo acordo de reparação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 13:31:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[3 anos da tragédia de Mariana]]></category>
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		<category><![CDATA[novo acordo]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades que representam as vítimas do rompimento da barragem de Fundão, operada pela Samarco, protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação pedindo a revisão de cláusulas do novo acordo de reparação. O documento, que totaliza mais de 1.300 páginas, foi apresentado às vítimas apenas no dia da assinatura, fato que gerou indignação nas entidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades que representam as vítimas do rompimento da barragem de Fundão, operada pela Samarco, protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação pedindo a revisão de cláusulas do novo acordo de reparação. O documento, que totaliza mais de 1.300 páginas, foi apresentado às vítimas apenas no dia da assinatura, fato que gerou indignação nas entidades Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Associação Nacional dos Atingidos por Barragens (Anab). Elas pedem a suspensão de pontos específicos do Programa de Indenização Definitiva (PID), além da criação de um comitê fiscalizador para garantir o cumprimento dos direitos dos atingidos.</p>
<p>A tragédia completa nove anos, e as entidades afirmam que os atingidos foram excluídos do processo de repactuação. Segundo a ação, a Lei Federal 14.755/2023, que institui a Política Nacional de Atingidos por Barragens (PNAB), garante a essas pessoas o direito à escolha informada sobre alternativas de reparação. Apesar disso, o acordo, assinado em outubro pela Samarco, Vale, BHP Billiton, governos estaduais e federal, e instituições de Justiça, teria ignorado o direito de participação dos afetados, violando dispositivos tanto da PNAB quanto da Política Estadual de Atingidos por Barragens de Minas Gerais (PEAB).</p>
<p><strong>Mudanças e Controvérsias no Novo Acordo</strong></p>
<p>O novo acordo, que substitui o Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) de 2016, prevê a extinção da Fundação Renova e a criação de um novo modelo de governança. A Samarco assumiu o compromisso de desembolsar R$ 100 bilhões ao longo de 20 anos, além de R$ 32 bilhões em medidas reparatórias. No entanto, o PID, que é uma das novidades, está entre os pontos mais criticados. Esse programa oferece indenizações de R$ 35 mil para vítimas em geral e de R$ 95 mil para pescadores e agricultores, valores que, segundo o MAB, estão abaixo do necessário.</p>
<p>Outro ponto de controvérsia é a exigência de documentos específicos, como o Registro Geral de Pesca (RGP) e o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), o que, segundo as entidades, pode excluir agricultores e pescadores informais. Além disso, a exigência de assinatura de um termo de quitação final foi questionada por forçar as vítimas a escolherem entre a indenização pelo PID ou buscar reparação na Justiça inglesa contra a BHP Billiton, sócia da Samarco.</p>
<p><strong>Reconhecimento das Comunidades e Inclusão de Municípios Baianos</strong></p>
<p>A ação também reivindica que o acordo inclua comunidades tradicionais e indígenas, assim como municípios do sul da Bahia que sofreram com a chegada da lama. De acordo com as entidades, o acordo ignora a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garante a consulta prévia e informada a povos tradicionais em situações que afetem seus direitos diretamente.</p>
<p><strong>Esperança de Decisão do STF</strong></p>
<p>O STF ainda precisa homologar o novo acordo, e as entidades pedem que isso seja feito somente após a escuta dos atingidos. Elas solicitam que o tribunal institua um Programa de Direitos das Populações Atingidas por Barragens, financiado pelas mineradoras e fiscalizado por um comitê tripartite composto por representantes do governo, empresas e sociedade civil.</p>
<p>A questão permanece em aberto, e o governo brasileiro, por meio da Defensoria Pública da União, pretende ajudar as vítimas a tomarem uma decisão informada, oferecendo alternativas ao PID e permitindo que elas escolham entre a indenização imediata ou a possibilidade de esperar o julgamento da ação no Reino Unido, onde a condenação da BHP Billiton pode atingir valores superiores aos propostos pelo acordo no Brasil.</p>
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		<title>Tragédia de Brumadinho completa cinco anos com preocupações sobre impunidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tragedia-de-brumadinho-completa-cinco-anos-com-preocupacoes-sobre-impunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 14:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Avabrum]]></category>
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		<category><![CDATA[Impunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco anos após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, a presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem (Avabrum), Andresa Rodrigues, questiona de que lado a Justiça está ao expressar preocupações sobre o recente voto favorável ao habeas corpus do ex-presidente da Vale, Fábio Schvartsman. O desastre resultou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco anos após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, a presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem (Avabrum), Andresa Rodrigues, questiona de que lado a Justiça está ao expressar preocupações sobre o recente voto favorável ao habeas corpus do ex-presidente da Vale, Fábio Schvartsman. O desastre resultou em 270 vítimas fatais e causou danos ambientais significativos.</p>
<p>A federalização do caso, decidida em dezembro de 2022, abriu a possibilidade de mudanças significativas, mas a recente decisão favorável ao habeas corpus de Schvartsman levantou preocupações sobre possíveis implicações legais. Schvartsman é um dos 16 réus no processo criminal que responde por homicídio doloso qualificado e crimes ambientais relacionados ao rompimento da barragem.</p>
<p>A defesa de Schvartsman alega a ausência de justa causa para a denúncia e afirma que não é possível atribuir ao ex-presidente da Vale qualquer ato ou omissão que tenha causado o rompimento da barragem. No entanto, o laudo da Polícia Federal indica que a estrutura já estava em condição precária, sugerindo que a perfuração foi o gatilho para o desastre.</p>
<p>A federalização do caso também levantou críticas, visto que reiniciou o processo quase do zero, retardando ainda mais a busca por justiça. A Avabrum expressa sua desconfiança na Justiça após o voto favorável ao habeas corpus, destacando a necessidade de um julgamento justo e transparente para garantir responsabilidade pelos acontecimentos em Brumadinho.</p>
<p>O processo na Justiça Federal ainda está em andamento, e as famílias das vítimas temem que a federalização e decisões judiciais recentes possam contribuir para a impunidade. O julgamento do habeas corpus está temporariamente interrompido devido a um pedido de vistas, deixando em suspenso o destino legal do ex-presidente da Vale e a busca por justiça em um dos maiores desastres ambientais e humanitários do Brasil.</p>
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		<title>Chuva fez 79 vítimas em Pernambuco até o momento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chuva-fez-79-vitimas-em-pernambuco-ate-o-momento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 14:39:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Defesa Civil Nacional atualizou para 79 o número de óbitos em Pernambuco, em decorrência das chuvas intensas que assolam o estado. Até o momento, 14 municípios encontram-se em situação de emergência, em meio a 63 municípios que estão sob monitoramento. Há, ainda, 3.957 desabrigados em pontos de apoio localizados próximos às regiões afetadas. A [&#8230;]]]></description>
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<p>A Defesa Civil Nacional atualizou para 79 o número de óbitos em Pernambuco, em decorrência das chuvas intensas que assolam o estado. Até o momento, 14 municípios encontram-se em situação de emergência, em meio a 63 municípios que estão sob monitoramento. Há, ainda, 3.957 desabrigados em pontos de apoio localizados próximos às regiões afetadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A atualização foi publicada no Twitter da Defesa Civil Nacional, que tem divulgado alertas para a continuidade de chuvas no leste do Nordeste, o que representa &#8220;riscos elevados à população nessas áreas&#8221;.</p>
<p>As chuvas estão atingindo Pernambuco desde a última quarta-feira (25). Do dia 27 até ontem (29), mais de 46 mil chamados foram feitos pelo telefone 193, segundo a administração estadual.</p>
<p>Autoridades locais estão monitorando e reforçando ações nas regiões metropolitanas do Recife, Zona da Mata e Agreste.</p>
</div>
</div>
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		<title>Bombeiros buscam vítimas de naufrágio no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bombeiros-buscam-vitimas-de-naufragio-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 13:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Bombeiros buscam duas pessoas que desapareceram em naufrágio na costa sul do estado do Rio. Segundo a Marinha, a embarcação naufragou na tarde da última segunda-feira (28), nas proximidades da Ilha de Jorge Grego, na Baía de Ilha Grande, no município de Angra dos Reis. Quatro pessoas foram resgatadas com vida logo depois do acidente e [&#8230;]]]></description>
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<p>Bombeiros buscam duas pessoas que desapareceram em naufrágio na costa sul do estado do Rio. Segundo a Marinha, a embarcação naufragou na tarde da última segunda-feira (28), nas proximidades da Ilha de Jorge Grego, na Baía de Ilha Grande, no município de Angra dos Reis.</p>
<p>Quatro pessoas foram resgatadas com vida logo depois do acidente e passam bem. As buscas pelos dois desaparecidos estão sendo feitas com a ajuda de uma equipe de Busca e Salvamento da Delegacia da Capitania dos Portos em Angra.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A Marinha não informou o tipo de embarcação que naufragou, mas disse que um inquérito administrativo foi instaurado para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.</p>
</div>
</div>
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		<title>Boate Kiss: após 9 anos, familiares de vítimas veem início de justiça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/boate-kiss-apos-9-anos-familiares-de-vitimas-veem-inicio-de-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 14:20:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Nove anos depois do incêndio que matou 242 jovens e deixou mais de 600 feridos na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, familiares das vítimas consideram que a justiça começou a ser feita. No último mês de dezembro, quatro pessoas acusadas pelo Ministério Público (MP) pelos 242 homicídios e 636 tentativas de homicídio por [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Nove anos depois do incêndio que matou 242 jovens e deixou mais de 600 feridos na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, familiares das vítimas consideram que a justiça começou a ser feita. No último mês de dezembro, quatro pessoas acusadas pelo Ministério Público (MP) pelos 242 homicídios e 636 tentativas de homicídio por dolo eventual, foram condenadas em júri popular a penas de 18 a 22 anos, a serem cumpridas em regime fechado, inicialmente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O que a gente entende é que nesse processo em que os réus responderam pelos homicídios, isso aí ficou, sem dúvida nenhuma, justiçado. Consideramos que foi feita justiça, mas sabemos que isso vai ser decidido nos tribunais superiores mais à frente, porque eles devem recorrer. A gente entende que a justiça teve seu início, a condenação deles é sinal de justiça”, destacou o presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), Flávio Silva.</p>
<p>Os sócios da Boate Kiss, Elissandro Calegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, foram condenados a penas de 22 anos e 6 meses, e 19 anos e seis meses, respectivamente; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, que acendeu o artefato pirotécnico que causou o incêndio, foi condenado a 18 anos; e o produtor do grupo musical, Luciano Augusto Bonilha Leão, que comprou os fogos, a 18 anos também.</p>
<p>“Houve vitória da sociedade, nós não ganhamos nada, a sociedade conquistou sim o início da punição desse tipo de crime. [A condenação deles] prova que esse tipo de crime começa a ser punido no Brasil. Mas a gente entende que só à base de muita luta, muito esforço, que a justiça acontece”, ressaltou Flávio, pai de Andrielle Righi da Silva, que morreu no incêndio quando tinha 22 anos.</p>
<p>Os quatro condenados já começaram a cumprir pena. Na Justiça Militar, dois bombeiros foram condenados a penas de reclusão, mas as punições não começaram a serem cumpridas em razão de recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>Quatro bombeiros também já haviam sido condenados anteriormente pela Justiça Comum a penas sem reclusão, em razão de irregularidades no processo de concessão de alvará da boate. “A gente não entende isso como condenação, porque as responsabilidades deles são graves, pelos crimes que cometeram. Eles foram condenados a pagar multa”, disse Flávio. De acordo com ele, os familiares já recorreram ao STJ e aguardam novo julgamento.</p>
<h2>Tragédia</h2>
<p>O incêndio teve início na madrugada de domingo, 27 de janeiro de 2013, durante apresentação da banda Gurizada Fandangueira. O evento havia sido organizado por estudantes dos cursos de agronomia, medicina veterinária, zootecnia, técnico em agronegócio, técnico em alimentos e pedagogia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<p>O fogo teve início no teto da boate, após um dos integrantes da banda acender um artefato pirotécnico no palco. A espuma, utilizada para abafar o som do ambiente, era inapropriada para uso interno. Ao queimar, produziu substâncias tóxicas que causaram a maioria das mortes. O recinto funcionava com documentação irregular e estava superlotado.</p>
<p>De acordo com sobreviventes, uma fumaça preta tomou conta do local em questão de segundos, e impediu as pessoas de encontrar rota de fuga. A maior parte dos corpos foi achada em um dos banheiros da boate, confundido com a saída do local.</p>
</div>
</div>
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		<title>No Vaticano, papa Francisco diz rezar por vítimas das chuvas no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/no-vaticano-papa-francisco-diz-rezar-por-vitimas-das-chuvas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Papa Francisco]]></category>
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					<description><![CDATA[Em mensagem após oração do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco disse ontem (domingo (16)) que reza pelas vítimas das tempestades e enchentes que atingiram o Brasil nas últimas semanas. &#8220;Expresso minha solidariedade às pessoas atingidas pelas fortes chuvas e inundações em várias regiões do Brasil nas últimas semanas. Rezo em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Em mensagem após oração do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco disse ontem (<span id="OBJ_PREFIX_DWT1925_com_zimbra_date" role="link">domingo</span> (16)) que reza pelas vítimas das tempestades e enchentes que atingiram o Brasil nas últimas semanas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Expresso minha solidariedade às pessoas atingidas pelas fortes chuvas e inundações em várias regiões do Brasil nas últimas semanas. Rezo em especial pelas vítimas e seus familiares e por quem perdeu a casa. Que Deus ampare o esforço de quem está levando ajuda&#8221;, declarou o pontífice.</p></blockquote>
<p>Desde o fim do ano passado, as regiões do sul e extremo sul da Bahia e partes de Minas Gerais foram fortemente atingidas por chuvas com precipitações acima da média, que deixaram dezenas de milhares de pessoas desabrigadas ou desalojadas e causaram ao menos 51 mortes.</p>
<p>Após período de trégua, áreas de instabilidade voltaram a assustar os mineiros no fim do <span id="OBJ_PREFIX_DWT1926_com_zimbra_date" role="link">sábado</span> (15) e início deste <span id="OBJ_PREFIX_DWT1927_com_zimbra_date" role="link">domingo</span>. No estado, 164 municípios já declararam estado de emergência. A Defesa Civil de MG confirmou até o momento 25 mortes causadas pelas fortes chuvas, enquanto 100 mil pessoas encontram-se desabrigadas ou desalojadas.</p>
<p>Na Bahia, a Defesa Civil confirmou ao menos 26 mortes entre dezembro e janeiro, em decorrências das fortes chuvas e das enchentes. Em outros estados, como Pará, Maranhão e Tocantins, cheias muito acima da média também têm obrigado milhares de pessoas a deixarem suas casas.</p>
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