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	<title>violência escolar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>violência escolar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pesquisa revela: jovens estão desamparados diante das redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente. O levantamento, conduzido pelo Porto Digital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente.</p>
<p>O levantamento, conduzido pelo Porto Digital e a Offerwise, traz à tona um debate importante sobre os impactos do mundo online na saúde mental dos jovens, especialmente após a repercussão da série <em>Adolescência</em>, da Netflix. A produção abordou temas como bullying, depressão, pressão estética e distanciamento entre pais e filhos.</p>
<p><strong>Dados Preocupantes</strong></p>
<ul>
<li>57% apontam o bullying e a violência escolar como principais desafios;</li>
<li>48% citam a depressão e a ansiedade;</li>
<li>32% falam da pressão estética;</li>
<li>Apenas 20% dos pais pretendem adotar ferramentas de controle digital no futuro;</li>
<li>Supervisão dos pais diminui conforme os filhos crescem.</li>
</ul>
<p>Especialistas alertam para a fragilidade da autorregulação das redes sociais e destacam a importância de espaços de acolhimento e diálogo, tanto na escola quanto em casa. O psicólogo e professor Luciano Meira defende equilíbrio entre o mundo digital e o real: <em>“É preciso construir relações de confiança e ensinar senso crítico para navegar na internet”.</em></p>
<p>Enquanto isso, o STF analisa mudanças no Marco Civil da Internet e o Congresso discute o PL das Fake News, buscando responsabilizar plataformas por conteúdos nocivos.</p>
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		<title>Sistema nacional reunirá informações sobre violência escolar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sistema-nacional-reunira-informacoes-sobre-violencia-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Snave]]></category>
		<category><![CDATA[violência escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[Oito meses após a sanção da Lei 14.643/2023, o governo federal iniciou a regulamentação do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave) para ampliar a capacidade das ações de prevenção e resposta nos municípios, estados e Distrito Federal. A ferramenta deverá reunir informações que possam auxiliar o sistema educacional no enfrentamento [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p data-sider-select-id="77891cf9-efce-4f40-af89-8031c199e29c">Oito meses após a sanção da Lei 14.643/2023, o governo federal iniciou a regulamentação do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave) para ampliar a capacidade das ações de prevenção e resposta nos municípios, estados e Distrito Federal. A ferramenta deverá reunir informações que possam auxiliar o sistema educacional no enfrentamento ao problema.</p>
<p>O decreto publicado nesta quinta-feira (25), no Diário Oficial da União, reúne orientações para operacionalização dos Snave por meio dos Ministérios da Educação, dos Direitos Humanos e Cidadania e da Justiça e Segurança Pública. Entre as medidas a serem adotadas estão a criação de protocolo preventivo, identificação e monitoramento de ameaças; capacitação de profissionais de educação; elaboração de planos de resposta a emergências; e sistematização dos registro de ocorrências e das boas práticas de enfrentamento da violência nas escolas.</p>
<p>O Ministério da Educação será o responsável por implementar as capacitações e desenvolver os protocolos em articulação com os entes federados. Da mesma forma, também prestará orientações sobre as leis que tratam do enfrentamento ao <em>bullying</em> e do atendimento de psicologia e serviço social nas escolas.</p>
<p>A norma sugere que a ferramenta a ser criada integre o Sistema Nacional de Informações e de Gestão de Segurança Pública e Defesa Social (Sinesp), existente desde 2012. E junto com a produção e sistematização das informações, também está prevista a prestação de apoio psicossocial às vítimas de violência nas escolas ou em seu entorno, com abordagem multidisciplinar e intersetorialidade conforme a política pública criada em janeiro.</p>
</div>
</div>
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		<title>Operação Escola Segura prendeu 368 pessoas desde abril</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/operacao-escola-segura-prendeu-368-pessoas-desde-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 21:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques a escolas]]></category>
		<category><![CDATA[escola segura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[policiais nas escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque a uma escola na cidade de Cambé (PR), na segunda-feira (19), que terminou com a morte de dois adolescentes, reacendeu o alerta sobre a violência contra estudantes e profissionais em instituições de ensino brasileiras. Após mais essa tragédia, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) reafirmou que mantém o monitoramento de ameaças pela internet e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque a uma escola na cidade de Cambé (PR), na segunda-feira (19), que terminou com a morte de dois adolescentes, reacendeu o alerta sobre a violência contra estudantes e profissionais em instituições de ensino brasileiras. Após mais essa tragédia, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) reafirmou que mantém o monitoramento de ameaças pela internet e que, desde abril, com o início da Operação Escola Segura, já foram presas ou apreendidas 368 pessoas (entre adultos e adolescentes).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O monitoramento ocorre, segundo o MJSP, com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e pela coordenação-geral de Inteligência do ministério. O trabalho acontece, de acordo com o governo, com delegacias de crimes cibernéticos das principais regiões brasileiras. &#8220;Além disso, centenas de profissionais de segurança pública de diversas agências de inteligência e delegacias de polícia, de forma integrada, realizaram múltiplas ações relacionadas à temática&#8221;, garantiu o Ministério da Justiça, em nota enviada.</p>
<h2>Investigação</h2>
<p>Além das prisões, desde o mês de abril, também houve condução de 1.595 suspeitos, registro de 3.396 boletins de ocorrência (sendo que 2.830 casos ainda estão em investigação).  &#8220;[Foram] realizadas 901 solicitações de preservação e remoção de conteúdos em plataformas de redes sociais, e 384 solicitações de dados cadastrais em plataformas de redes sociais, incluindo a nova rede catalogada.&#8221;</p>
<p>Após o ataque da segunda no Paraná, o ministro Flávio Dino disse que essa modalidade de violência se implantou no Brasil. &#8220;Nós vemos sociedades em que a violência é alvo de apologia. As estatísticas de ataques a escolas nos EUA mostram que esse não é um exemplo ao nosso país. E o que nós vimos hoje, em larga medida no Brasil, é exatamente apologia a violência, que está hoje na palma da mão da nossa juventude, pelos <em>smartphones</em>, <em>tablets</em> e pela proliferação irresponsável de mensagens de violência de ódio na internet, derrubando, às vezes, os esforços das famílias”.</p>
<h2>Terceiro ataque</h2>
<p>O ataque registrado no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé (PR), foi a terceira ação de violência com mortes em escolas brasileiras este ano. Pelo menos seis pessoas morreram em razão de atos violentos em instituições de ensino brasileiras.</p>
<h2>Denúncias</h2>
<p>Após o registro de ataques a escolas nos últimos meses, o serviço Disque 100 passou a receber denúncias de ameaças de ataques a escolas. As informações podem ser feitas por WhatsApp, pelo número (61) 99611-0100.</p>
<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública também dispõe de um canal para receber denúncias de violência escolar. Informações sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal<a href="https://www.gov.br/mj/pt-br/canais-de-denuncias/escolasegura" target="_blank" rel="noopener"> Escola Segura</a>. As informações enviadas ao canal serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante.</p>
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		<title>Cartilha online traz orientações preventivas contra violência escolar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cartilha-online-traz-orientacoes-preventivas-contra-violencia-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 14:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou em seu site a cartilha Recomendações para Proteção e Segurança no Ambiente Escolar, com orientações à comunidade escolar sobre medidas preventivas e imediatas de proteção do ambiente escolar, de forma a dar mais eficácia aos programas de prevenção, intervenção e posvenção (cuidados prestados a enlutados por suicídio) de atos de violência em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou em seu <em>site</em> a <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/cartilha_recomendacoes_protecao_seguranca_ambiente_escolar.pdf" target="_blank" rel="noopener">cartilha <em>Recomendações para Proteção e Segurança no Ambiente Escolar</em></a>, com orientações à comunidade escolar sobre medidas preventivas e imediatas de proteção do ambiente escolar, de forma a dar mais eficácia aos programas de prevenção, intervenção e posvenção (cuidados prestados a enlutados por suicídio) de atos de violência em escolas e universidades.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/20-Cartilha-Recomendacoes-para-Protecao-e-Seguranca-no-Ambiente-Escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-59240" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/20-Cartilha-Recomendacoes-para-Protecao-e-Seguranca-no-Ambiente-Escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=679%2C479&#038;ssl=1" alt="Cartilha Recomendações Para Proteção E Segurança No Ambiente Escolar - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="679" height="479" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/20-Cartilha-Recomendacoes-para-Protecao-e-Seguranca-no-Ambiente-Escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/20-Cartilha-Recomendacoes-para-Protecao-e-Seguranca-no-Ambiente-Escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/20-Cartilha-Recomendacoes-para-Protecao-e-Seguranca-no-Ambiente-Escolar-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /></a>O material está disponível desde a quarta-feira (19), e tem como público-alvo estudantes; familiares e/ou responsáveis; profissionais de educação, saúde mental, segurança, proteção e assistência social; gestores e conselheiros; pessoal de resposta a emergências, entre outros.</p>
<p>Segundo o MEC, a publicação – uma das ações desenvolvidas pelo Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) – apresenta também orientações voltadas aos entes federados, bem como para redes e instituições de ensino.</p>
<p>A cartilha informa também quais são os canais de denúncias criados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Operação Escola Segura, iniciada em 6 de abril; e pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, que disponibilizou um número de WhatsApp – (61) 99611 0100 – exclusivo para denúncias, além do Disque 100.</p>
<p>“De acordo com orientações da cartilha, os gestores das instituições de ensino, por meio do conselho escolar, devem reunir os atores da comunidade escolar para desenvolver estratégias apropriadas para seus próprios ambientes educacionais e comunitários”, sugere o MEC.</p>
</div>
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