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	<title>Violência Doméstica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Violência Doméstica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF avança em decisão sobre benefício do INSS a mulheres vítimas de violência doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta sexta-feira (5) o julgamento que definirá se mulheres vítimas de violência doméstica têm direito a receber benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) enquanto estiverem afastadas do trabalho por determinação judicial. A análise ocorre no plenário virtual e deve ser concluída no dia 15 de dezembro. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta sexta-feira (5) o julgamento que definirá se mulheres vítimas de violência doméstica têm direito a receber benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) enquanto estiverem afastadas do trabalho por determinação judicial. A análise ocorre no plenário virtual e deve ser concluída no dia 15 de dezembro.</p>
<p>A discussão havia sido interrompida em agosto, após pedido de vista do ministro Nunes Marques. Agora, com a devolução do processo e seu voto favorável, o placar chegou a 9 votos a 0 para confirmar o entendimento do relator, ministro Flávio Dino, que defende o pagamento do benefício.</p>
<p>Acompanhando o relator, já votaram os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Dias Toffoli, Edson Fachin e André Mendonça. Apenas o ministro Gilmar Mendes ainda não apresentou voto.</p>
<h3>Proteção integral e garantia de renda</h3>
<p>O caso envolve a aplicação da Lei Maria da Penha, que assegura à mulher em situação de violência doméstica a manutenção do vínculo trabalhista por até seis meses quando o afastamento do local de trabalho se faz necessário para sua proteção.</p>
<p>Para Dino, essa proteção não pode ser apenas formal. Ela deve incluir a garantia de renda — elemento essencial para que a mulher possa se afastar do agressor sem prejuízo financeiro. Por isso, ele entende que, dependendo da condição previdenciária, a mulher deve receber benefício assistencial ou previdenciário durante o período de afastamento.</p>
<h3>Como pode funcionar o pagamento</h3>
<p>O voto de Dino estabelece regras conforme a situação da mulher no sistema de seguridade:</p>
<h4>1. Mulheres seguradas do INSS</h4>
<p>Incluem empregadas, contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais.</p>
<ul>
<li>Primeiros 15 dias: responsabilidade do empregador.</li>
<li>Dias seguintes: pagamento de benefício pelo INSS.</li>
</ul>
<h4>2. Contribuintes sem vínculo empregatício</h4>
<p>Mulheres que não têm patrão, mas recolhem ao INSS:</p>
<ul>
<li>Pagamento integral: benefício deve ser custeado totalmente pelo INSS.</li>
</ul>
<h4>3. Mulheres não seguradas</h4>
<p>Aquelas que não contribuem para a Previdência Social:</p>
<ul>
<li>Têm direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), desde que comprovem ausência de meios para garantir a própria renda.</li>
<li>A concessão deve ser avaliada caso a caso pela Justiça.</li>
</ul>
<p>Com o placar já consolidado em larga maioria, a tendência é que o STF firme entendimento que amplia a proteção econômica às vítimas de violência doméstica, reforçando o papel da Justiça e do sistema previdenciário na garantia de segurança e autonomia financeira para essas mulheres.</p>
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		<title>Violência contra mulheres negras começa cedo e persiste: mais da metade é agredida antes dos 25 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/violencia-contra-mulheres-negras-comeca-cedo-e-persiste-mais-da-metade-e-agredida-antes-dos-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[A violência doméstica contra mulheres negras no Brasil atinge números preocupantes, especialmente entre as mais jovens. De acordo com a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher Negra, realizada pelo DataSenado e Nexus, em parceria com o Observatório da Mulher Contra a Violência, 53% das vítimas sofreram sua primeira experiência de agressão antes dos 25 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A violência doméstica contra mulheres negras no Brasil atinge números preocupantes, especialmente entre as mais jovens. De acordo com a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher Negra, realizada pelo DataSenado e Nexus, em parceria com o Observatório da Mulher Contra a Violência, 53% das vítimas sofreram sua primeira experiência de agressão antes dos 25 anos.</p>
<h3><strong>Tipos de violência e impactos</strong></h3>
<p>A pesquisa revelou que 87% das mulheres negras relataram agressões psicológicas, enquanto 78% sofreram violência física. Outras formas incluem violência patrimonial (33%) e sexual (25%). Situações como gritos, insultos, humilhações e ameaças foram citadas por 16% a 18% das entrevistadas.</p>
<p>Entre os dados mais alarmantes estão os de violência sexual: das mulheres vítimas, 62% são negras, segundo o Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinesp). Já os números do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) indicam que, das 3.373 mulheres assassinadas em 2022, 67% eram negras.</p>
<h3><strong>A busca por acolhimento</strong></h3>
<p>Quando vítimas de agressões, as mulheres negras recorrem, em sua maioria, a redes sociais de apoio informal, como família (60%), igreja (45%) e amigos (41%). Apenas 32% procuram delegacias comuns e 23% vão à Delegacia da Mulher.</p>
<p>Apesar de 55% das mulheres negras vítimas de violência buscarem apoio policial, apenas 28% solicitam medidas protetivas. Dessas, quase metade (48%) relata o descumprimento das ordens judiciais por parte dos agressores.</p>
<h3><strong>Desafios e o ciclo de violência</strong></h3>
<p>A analista Milene Tomoike, do Observatório da Mulher Contra a Violência, alerta que esses números refletem uma dinâmica de silenciamento das vítimas e a dificuldade de interromper o ciclo de violência.</p>
<p>“Os dados mostram a necessidade de iniciativas preventivas e políticas públicas mais robustas. É crucial garantir que as mulheres negras tenham acesso ampliado a serviços especializados e a uma rede de apoio efetiva, capaz de oferecer acolhimento, segurança e oportunidades reais para recomeçar”, explica Milene.</p>
<h3><strong>Caminhos para mudanças</strong></h3>
<p>O levantamento destaca a urgência de combater a violência estrutural contra mulheres negras, com ações que vão além do enfrentamento às agressões. Investir em educação, fortalecimento de redes de proteção e cumprimento rigoroso de medidas judiciais são passos essenciais para transformar essa realidade.</p>
<p>A pesquisa ouviu 13.977 mulheres negras em todas as regiões do país, com um nível de confiança de 95%, reforçando a abrangência e a seriedade dos resultados. Esses dados reiteram a necessidade de dar visibilidade ao tema e priorizar ações que promovam justiça e igualdade.</p>
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		<title>Feminicídio: 140 mulheres são assassinadas por dia no mundo, alerta ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/feminicidio-140-mulheres-sao-assassinadas-por-dia-no-mundo-alerta-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 22:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2023, o feminicídio foi responsável pela morte intencional de cerca de 85 mil mulheres e meninas, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (25) pela ONU Mulheres e pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc). Esse número equivale a 140 vítimas por dia ou uma mulher assassinada a cada 10 minutos. O relatório, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2023, o feminicídio foi responsável pela morte intencional de cerca de 85 mil mulheres e meninas, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (25) pela ONU Mulheres e pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc). Esse número equivale a 140 vítimas por dia ou uma mulher assassinada a cada 10 minutos.</p>
<p>O relatório, intitulado <em>Feminicídios em 2023: Estimativas Globais de Feminicídios por Parceiro Íntimo ou Membro da Família</em>, destacou que 60% dos casos ocorreram no ambiente familiar, com os crimes sendo cometidos por parceiros íntimos ou outros membros da família.</p>
<p>O continente africano apresentou as maiores taxas de feminicídios relacionados a parceiros íntimos e familiares, seguido pelas Américas e pela Oceania. Já na Europa e nas Américas, mais de 60% das vítimas de feminicídios domésticos foram mortas por seus parceiros íntimos, enquanto em outras regiões os principais agressores foram familiares.</p>
<p>O relatório ressaltou que a violência contra mulheres e meninas é um problema global. “Nenhuma região está excluída dessa forma extrema de violência baseada no gênero”, apontou. Além dos feminicídios em ambientes domésticos, outras formas de violência letal contra mulheres representaram 5% dos homicídios femininos globais.</p>
<p>Apesar de esforços preventivos, o documento enfatiza que os feminicídios continuam a ocorrer em níveis alarmantes, frequentemente como resultado de ciclos de violência reiterada. &#8220;Esses crimes são evitáveis, desde que intervenções oportunas e eficazes sejam implementadas&#8221;, concluiu o relatório, reforçando a necessidade de políticas públicas mais assertivas para enfrentar essa crise global.</p>
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		<title>Feminicídios crescem em São Paulo: Quase 70% das vítimas foram mortas dentro de casa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/feminicidios-crescem-em-sao-paulo-quase-70-das-vitimas-foram-mortas-dentro-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 23:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos primeiros seis meses de 2024, quase 70% dos feminicídios em São Paulo ocorreram dentro de casa, conforme levantamento do Instituto Sou da Paz, que analisou 124 casos no período. Este número representa um aumento de aproximadamente 10% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 114 casos. O Instituto Sou da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos primeiros seis meses de 2024, quase 70% dos feminicídios em São Paulo ocorreram dentro de casa, conforme levantamento do Instituto Sou da Paz, que analisou 124 casos no período. Este número representa um aumento de aproximadamente 10% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 114 casos.</p>
<p>O Instituto Sou da Paz aponta que a maioria dos crimes de feminicídio foi motivada por separação. Além disso, o aumento de casos coincidiu com os cortes orçamentários nas delegacias de defesa das mulheres em 2023. “Os feminicídios estão aumentando. Ao invés de cortes nesse orçamento, precisamos de mais investimentos para abrir mais delegacias que funcionem aos fins de semana e no período noturno, quando há maior vitimização de mulheres”, destacou Natália Pollachi, pesquisadora do instituto.</p>
<p>A Secretaria Estadual de Segurança Pública afirmou, em nota, que o combate à violência contra a mulher é uma prioridade. Entre as ações citadas, está a ampliação dos canais de comunicação para reportar crimes, como a expansão das Salas de Delegacia de Defesa da Mulher, que agora atendem 24 horas por dia em plantões policiais.</p>
<p>A secretaria também destacou o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar acusados de violência doméstica após a audiência de custódia. Até o momento, 30 monitorados foram presos por se aproximarem das vítimas.</p>
<p>As vítimas de violência doméstica podem denunciar os crimes por meio do aplicativo SP Mulher e a Cabine Lilás, um espaço exclusivo dentro do Centro de Operações da Polícia Militar.</p>
<p>O aumento dos casos de feminicídio em São Paulo evidencia a necessidade de ações mais robustas e efetivas para proteger as mulheres e prevenir esses crimes. Investimentos em infraestrutura, como a criação de mais delegacias e o fortalecimento dos serviços de atendimento, são fundamentais para reverter essa triste realidade.</p>
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		<title>País terá mais locais para acolher mulheres agredidas, diz ministra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pais-tera-mais-locais-para-acolher-mulheres-agredidas-diz-ministra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 10:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Em pronunciamento em rede nacional nesta quinta-feira (7) pelo Dia Internacional das Mulheres &#8211; nesta sexta-feira, 8 de março -, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, afirmou que uma das preocupações da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o combate à violência doméstica. Por isso, segundo ela, serão inauguradas este ano mais Casas da Mulher [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Em pronunciamento em rede nacional nesta quinta-feira (7) pelo Dia Internacional das Mulheres &#8211; nesta sexta-feira, 8 de março -, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, afirmou que uma das preocupações da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o combate à violência doméstica. Por isso, segundo ela, serão inauguradas este ano mais Casas da Mulher Brasileira, locais onde as vítimas de agressões recebem atendimento e acolhimento. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De 2015 até 2023, 10,6 mil brasileiras foram vítimas de feminicídio, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No ano passado, foram mortas 1,4 mil mulheres, de acordo com a pesquisa.</p>
<p>O feminicídio é uma qualificação do crime de homicídio doloso, quando há a intenção de matar. É o assassinato decorrente de violência contra a mulher, em razão da condição do sexo ou quando demonstrado desprezo pela condição de mulher.</p>
<p>&#8220;Amanhã, 8 de março, é dia de homenagear todas as mulheres do mundo. Mulheres que querem muito mais do que flores. Que exigem, acima de tudo, respeito&#8221;, afirmou a ministra.</p>
<h2>Diferença salarial</h2>
<p>A ministra afirmou ainda ser inaceitável a diferença salarial entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo.</p>
<p>&#8220;Em pleno século 21, não podemos aceitar que uma mulher ainda receba 22% a menos que o homem ao exercer o mesmo trabalho. E que as mulheres negras recebam menos da metade do salário dos homens brancos&#8221;, disse.</p>
<p>Em julho do ano passado, o governo federal sancionou uma lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres e estabelece medidas para tornar os salários mais justos, aumentando a fiscalização contra a discriminação e facilitando os processos legais para garantir igualdade salarial.</p>
<p>&#8220;Foi para mudar essa realidade que o Governo Federal aprovou a Lei da Igualdade Salarial. Trabalho igual, salário igual&#8221;, ressaltou Cida Gonçalves no pronunciamento.</p>
<p>Com a nova lei, empresas com 100 ou mais funcionários devem fornecer relatórios semestrais transparentes sobre salários e critérios de remuneração. Esses relatórios devem conter informações que permitam comparar salários e remunerações entre homens e mulheres de forma objetiva.</p>
<p>Cida Gonçalves citou outras ações realizadas pelo governo com foco na população feminina, entre elas distribuição gratuita de absorventes para meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social e destinação R$ 28 milhões para fortalecimento de mulheres negras empreendedoras, pesquisadoras e mães de vítimas da violência racial, além de R$ 6 milhões para oferta de bolsas de doutorado e pós-doutorado sanduíche no exterior a negras, quilombolas, indígenas e ciganas.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Decisão Judicial se Apoia em Cordel para Recusar Aplicação da Lei Maria da Penha a Homem</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/decisao-judicial-se-apoia-em-cordel-para-recusar-aplicacao-da-lei-maria-da-penha-a-homem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 13:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Lilás]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma passagem do cordel &#8220;A Lei Maria da Penha em Cordel,&#8221; escrito pelo artista cearense Tião Simpatia, foi destacada durante um julgamento presidido pelo juiz paranaense Marcelo Quintin em 2019. Nesse caso, um homem buscava indenização e medidas protetivas contra sua esposa. O juiz utilizou essa passagem como embasamento para sua sentença, na qual ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma passagem do cordel &#8220;A Lei Maria da Penha em Cordel,&#8221; escrito pelo artista cearense Tião Simpatia, foi destacada durante um julgamento presidido pelo juiz paranaense Marcelo Quintin em 2019. Nesse caso, um homem buscava indenização e medidas protetivas contra sua esposa. O juiz utilizou essa passagem como embasamento para sua sentença, na qual ele rejeitou a aplicação da Lei Maria da Penha.</p>
<p>O trecho em questão, que diz &#8220;E se acaso for o homem que da mulher apanhar, é violência doméstica, você pode me explicar? Tudo pode acontecer no âmbito familiar, mas nesse caso é diferente, a lei é bastante clara por ser uma questão de gênero, somente a mulher ampara. Se a mulher for valente, o homem que livre a cara,&#8221; foi empregado para fundamentar o argumento do juiz. Ele explicou que, apesar de ser uma expressão artística, o cordel oferece informações jurídicas detalhadas e ajudou a simplificar o entendimento da questão para as partes envolvidas.</p>
<p>O juiz Quintin explicou sua escolha, detalhando que optou por citar o trecho que discute a exclusão do homem da proteção da Lei Maria da Penha para explicar como a legislação visa promover igualdade de gênero e equidade. Ele ressaltou que a maioria dos crimes no Brasil atualmente está relacionada à violência doméstica, enfatizando a importância de abordar essa questão de maneira objetiva.</p>
<p>Quintin compartilhou que, na época da decisão, recebeu críticas de homens que questionavam a ausência de leis para protegê-los em situações de violência doméstica. Ele esclareceu que a legislação comum já oferece proteção aos homens, mas a Lei Maria da Penha foi criada para tratar da desigualdade enfrentada pelas mulheres nessa área específica.</p>
<p>O juiz observou que desde 2019 houve progressos na lei, como a inclusão de punições para o crime de perseguição e para a violência psicológica. No entanto, ele ressaltou a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa e um melhor atendimento às vítimas em áreas remotas do país, onde o acesso às autoridades e aos direitos das vítimas pode ser mais difícil.</p>
<p>Quintin alertou que a frequência de feminicídios em casos de violência doméstica é significativamente maior do que os casos de homicídio em outras circunstâncias. Ele enfatizou a importância de interromper a violência nos estágios iniciais, quando ela se limita a ameaças psicológicas ou perseguição, a fim de evitar a escalada para a violência física.</p>
<p>O juiz compartilhou um exemplo de um agressor que começou com ameaças e crimes menores, mas acabou cometendo um homicídio. Ele destacou que isso ocorre com frequência preocupante e salientou a importância de tomar medidas para prevenir essas situações.</p>
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		<title>Câmara aprova fiscalização mais rigorosa de medidas protetivas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-aprova-fiscalizacao-mais-rigorosa-de-medidas-protetivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 01:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (29) um projeto de lei (PL) que estabelece o funcionamento ininterrupto das delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam). A matéria retorna para análise do Senado.O texto também prevê mais ações de fiscalização das medidas protetivas para mulheres em situação de violência doméstica. As medidas devem ser custeadas com recursos [&#8230;]]]></description>
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<div>A Câmara dos Deputados aprovou nesta <span id="OBJ_PREFIX_DWT468_com_zimbra_date" role="link">ter</span>ça-feira (29) um projeto de lei (PL) que estabelece o funcionamento ininterrupto das delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam). A matéria retorna para análise do Senado.O texto também prevê mais ações de fiscalização das medidas protetivas para mulheres em situação de violência <span id="OBJ_PREFIX_DWT469_com_zimbra_date" role="link">dom</span>éstica. As medidas devem ser custeadas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Pela proposta, a Polícia Militar, os estados e o Distrito Federal poderão criar as chamadas Patrulhas Maria da Penha com o objetivo de prevenir e reprimir crimes de violência <span id="OBJ_PREFIX_DWT470_com_zimbra_date" role="link">dom</span>éstica, familiar ou sexual contra mulheres. A proposta inclui a criação de delegacias eletrônicas com interface amigável, além de Núcleos Investigativos de Feminicídio e de equipes especializadas para o atendimento e a investigação das violências graves contra a mulher.</p>
<p>Segundo a relatora, deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF), o dispositivo aprovado faz alterações na Lei Maria da Penha, “no intuito de agregar aprimoramentos visando a contrapor, à escalada da violência contra a mulher, mecanismos condizentes de prevenção, repressão e atendimento às vítimas”.</p>
<p>De acordo com a proposta, as delegacias especializadas deverão funcionar sem interrupção, inclusive em feriados e fins de semana, para atender mulheres vítimas de violência <span id="OBJ_PREFIX_DWT471_com_zimbra_date" role="link">dom</span>éstica e familiar ou para apurar crimes contra a dignidade sexual e feminicídios.</p>
<p>&#8220;Não queremos apenas a delegacia da mulher como um espaço físico. Nós queremos uma política efetiva, uma política que garanta um atendimento de qualidade, que funcione 24 horas, porque a maior parte dos casos de violência contra a mulher acontece, sim, no final de semana ou no horário da noite. E nós precisamos de uma equipe qualificada para isso, uma equipe preferencialmente composta de mulheres, mas que seja formada para fazer essa abordagem diferenciada&#8221;, afirmou a deputada Vivi Reis (PSOL-PA).</p>
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		<title>Câmara aprova auxílio-aluguel a vítimas de violência doméstica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-aprova-auxilio-aluguel-a-vitimas-de-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 00:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento de aluguéis para mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[Violência familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) projeto de lei que permite a autorização, pela Justiça, para o pagamento de aluguéis para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar por até seis meses. A proposta segue para análise do Senado. O texto inclui o pagamento de aluguel como uma das medidas protetivas previstas na [&#8230;]]]></description>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) projeto de lei que permite a autorização, pela Justiça, para o pagamento de aluguéis para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar por até seis meses. A proposta segue para análise do Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O texto inclui o pagamento de aluguel como uma das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. A proposta estabelece ainda que o valor seja fixado “em função da situação de vulnerabilidade social e econômica” da mulher.</p>
<p>O texto da relatora, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), prevê que os recursos para o pagamento desse auxílio-aluguel virão de dotações orçamentárias do Sistema Único de Assistência Social (Suas).</p>
<p>Segundo a relatora, dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2021 indicam que o número de feminicídios ocorridos por ano, no Brasil, passou de 929 para 1.350, um aumento de 45%, no período de 2016 a 2020. O levantamento já considerada parte da crise sanitária provocada pela pandemia de Covid-19, que agravou o problema.</p>
<p>“É preciso agir urgentemente, a fim de oferecer condições materiais para que as mulheres possam ter condições de romper o ciclo de violência provocado por seus cônjuges e companheiros. Desse modo, certamente será possível reduzir o percentual de mulheres vítimas que nunca denunciam seus agressores, e que chega a 29%”, argumentou a deputada.</p>
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