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	<title>Veto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Veto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula sanciona lei do licenciamento ambiental com 63 vetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 19:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (8), o projeto de lei do licenciamento ambiental com 63 vetos entre os 400 dispositivos aprovados pelo Congresso. O texto, apelidado por ambientalistas de “PL da Devastação”, havia sido alvo de críticas do Ministério do Meio Ambiente e de organizações civis por flexibilizar exigências e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (8), o projeto de lei do licenciamento ambiental com 63 vetos entre os 400 dispositivos aprovados pelo Congresso. O texto, apelidado por ambientalistas de “PL da Devastação”, havia sido alvo de críticas do Ministério do Meio Ambiente e de organizações civis por flexibilizar exigências e reduzir a proteção ambiental.</p>
<p>Segundo o Planalto, os vetos foram definidos após consulta à sociedade civil e visam garantir a integridade do processo de licenciamento, a segurança jurídica para investidores responsáveis, a preservação de biomas ameaçados e os direitos de comunidades indígenas e quilombolas.</p>
<p>Entre as medidas barradas estão: licenciamento simplificado para empreendimentos de médio potencial poluidor, exclusão da Mata Atlântica do regime especial de proteção, dispensa de consulta a povos tradicionais em territórios não homologados e transferência irrestrita da definição de critérios para estados e o Distrito Federal.</p>
<p>Lula também assinou uma medida provisória e um projeto de lei com urgência constitucional para recompor, com ajustes, alguns dispositivos retirados. A MP trata do Licenciamento Ambiental Especial (LAE), que dará prioridade a projetos estratégicos sem abrir mão de todas as etapas de análise.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou que a decisão busca “celeridade sem perda de qualidade” em um cenário de crise climática e perda de biodiversidade. Já a Casa Civil ressaltou que a proteção ambiental, a responsabilidade social e a previsibilidade para investimentos continuam como pilares do novo marco.</p>
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		<title>Lula veta redução de pena para lavagem de dinheiro e endurece punição por furto de cabos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[redução de pena]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (29), a lei que aumenta a punição para furtos e roubos de cabos de energia, telefonia e equipamentos ferroviários e metroviários, mas vetou o trecho que reduzia a pena mínima para crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Atualmente, a pena para lavagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (29), a lei que aumenta a punição para furtos e roubos de cabos de energia, telefonia e equipamentos ferroviários e metroviários, mas vetou o trecho que reduzia a pena mínima para crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.</p>
<p>Atualmente, a pena para lavagem de dinheiro é de três a dez anos de prisão. O texto aprovado pelo Congresso previa a redução do limite mínimo para dois anos, o que, segundo Lula, enfraqueceria o combate a atividades ilícitas no sistema financeiro. “A medida significaria enfraquecimento do arcabouço legal brasileiro no combate a essas atividades ilícitas”, justificou o presidente em mensagem publicada no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<h3><strong>Endurecimento contra furtos de cabos</strong></h3>
<p>A nova lei, de nº 15.181/2025, eleva significativamente as penas para furto, roubo e receptação de fios e equipamentos de infraestrutura. A pena por furto, que antes variava de um a quatro anos, passa agora para dois a oito anos de prisão. Em casos de roubo — quando há violência ou ameaça — a punição atual de quatro a dez anos será aumentada entre um terço e metade.</p>
<p>Quando a subtração do material comprometer serviços públicos essenciais, como transporte ou saneamento, a pena poderá chegar a 12 anos de prisão. Em situações de calamidade pública, as punições serão aplicadas em dobro.</p>
<p>O crime de receptação — que envolve comprar, guardar ou vender fios roubados — terá pena duplicada em casos de receptação qualificada. Estima-se que, apenas em 2024, cerca de 100 toneladas de cabos e equipamentos tenham sido furtadas no país, segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel).</p>
<h3><strong>Regulação e responsabilidade das empresas</strong></h3>
<p>A lei também prevê sanções administrativas para empresas concessionárias ou autorizadas que utilizarem cabos furtados em seus serviços. Órgãos reguladores de telecomunicações e energia elétrica deverão criar normas para definir atenuantes ou até mesmo extinguir punições em casos de interrupção de serviços causados por furtos.</p>
<p>Por outro lado, Lula vetou trechos que isentavam automaticamente essas empresas de cumprir obrigações regulatórias e que desconsideravam interrupções no cálculo dos indicadores de qualidade. Para o presidente, a isenção ampla poderia comprometer os incentivos à melhoria contínua da segurança e qualidade do serviço.</p>
<p>Os vetos seguem agora para análise do Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los em até 30 dias.</p>
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		<title>Fernando Haddad Argumenta que Desoneração da Folha é Inconstitucional e Defende Veto à Prorrogação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 14:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Veto]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou, nesta sexta-feira (24), sua defesa pelo veto ao projeto de lei que buscava estender até 2027 a desoneração da folha de pagamentos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, que visava reduzir os tributos pagos por empresas de 17 setores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou, nesta sexta-feira (24), sua defesa pelo veto ao projeto de lei que buscava estender até 2027 a desoneração da folha de pagamentos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, que visava reduzir os tributos pagos por empresas de 17 setores econômicos e pequenos municípios.</p>
<p>Haddad argumentou que a medida é inconstitucional e resulta em distorções no sistema tributário, sem proporcionar ganhos reais à economia, como a criação de empregos. Ele ressaltou que a reforma da Previdência incorporou um dispositivo que proíbe benefícios fiscais para empresas, com o intuito de combater o déficit previdenciário. Essa visão, segundo o ministro, é respaldada por um parecer da Advocacia Geral da União.</p>
<p>A mudança nas regras das aposentadorias, incorporada à Constituição em 2019, estabeleceu a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. O projeto vetado buscava manter essa política até 2027, beneficiando principalmente o setor de serviços. Haddad destacou que outro dispositivo constitucional determina a revisão de todos os benefícios fiscais em oito anos.</p>
<p>O ministro salientou que as medidas que concedem benefícios fiscais a alguns setores econômicos reduziram a arrecadação do governo em cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto ao longo dos últimos anos. Ele enfatizou a necessidade de fechar esse déficit, combatendo o gasto tributário, conforme a determinação constitucional, afetando também estados e municípios que recebem repasses do governo federal.</p>
<p>Sobre o impacto do fim da desoneração nas empresas, Haddad anunciou que apresentará ao presidente Lula um conjunto de medidas para mitigar os efeitos, após a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Ele expressou sua crença de que o fim dos incentivos não resultará em uma onda de demissões, argumentando que a política de benefícios fiscais adotada nos últimos dez anos não tem trazido benefícios efetivos para a economia brasileira.</p>
<p>Antes de propor novas medidas ao Congresso, Haddad indicou que aguardará a tramitação de projetos já em andamento na Casa, como a reforma tributária e a Medida Provisória 1.185, que regula a subvenção a investimentos e pode aumentar a arrecadação em R$ 40 bilhões. Ele destacou a importância de corrigir falhas, mencionando uma interpretação equivocada que foi derrubada pelo Superior Tribunal de Justiça em relação à ilegalidade da subvenção a custeio.</p>
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