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	<title>Variante Ômicron &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Variante Ômicron &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ocupação de UTIs para covid-19 é de 80% em oito estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ocupacao-de-utis-para-covid-19-e-de-80-em-oito-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 22:25:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nove unidades da federação e 15 capitais ultrapassaram o patamar de 80% de leitos de terapia intensiva para covid-19 ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). O mapeamento é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (10) com nota técnica que considera esses locais como situação de alerta crítico para internações. A análise da Fiocruz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Nove unidades da federação e 15 capitais ultrapassaram o patamar de 80% de leitos de terapia intensiva para covid-19 ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). O mapeamento é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (10) com nota técnica que considera esses locais como situação de alerta crítico para internações.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A análise da Fiocruz classifica como fora da zona de alerta os estados e capitais com menos de 60% dos leitos ocupados. Quando a taxa atinge 60% ou mais e fica abaixo dos 80%, o alerta é considerado intermediário. Acima de 80%, a situação é considerada de alerta crítico.</p>
<p>Os pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fiocruz destacam a persistência de taxas de ocupação de leitos de UTI em níveis críticos nos estados e capitais do Nordeste e Centro-Oeste e no Espírito Santo. Já Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo parecem seguir na tendência de queda do indicador, avaliam.</p>
<p>As nove unidades da federação que apresentam pior situação são Tocantins (81%), Piauí (87%), Rio Grande do Norte (89%), Pernambuco (88%), Espírito Santo (87%), Mato Grosso do Sul (92%), Mato Grosso (81%), Goiás (80%) e Distrito Federal (99%).</p>
<p>As 15 capitais são Porto Velho (91%), Rio Branco (80%), Palmas (81%), Teresina (taxa não divulgada, mas estimada superior a 83%), Fortaleza (85%), Natal (percentual estimado de 81%), João Pessoa (81%), Maceió (82%), Belo Horizonte (82%), Vitória (89%), Rio de Janeiro (86%), Campo Grande (99%), Cuiabá (81%), Goiânia (91%) e Brasília (99%).</p>
<p>Apenas cinco capitais e sete estados são considerados fora da zona de alerta, com menos de 60% dos leitos ocupados. As capitais são: Manaus (58%), Boa Vista (56%), São Luís (55%), Florianópolis (68%) e Porto Alegre (56%). Já os estados são: Amazonas (58%), Roraima (56%), Maranhão (51%), Paraíba (52%), Minas Gerais (42%), Rio de Janeiro (59%) e Rio Grande do Sul (57%).</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>A Fiocruz vê com preocupação a disseminação da variante Ômicron para áreas do país que registram baixas coberturas vacinais e menos recursos assistenciais, o que pode aumentar o número de vítimas da doença. &#8220;Como temos sublinhado, a elevadíssima transmissibilidade da variante Ômicron pode incorrer em demanda expressiva de internações em leitos de UTI, mesmo com uma probabilidade mais baixa de ocorrência de casos graves&#8221;, afirma o texto.</p>
<p>Diante disso, as recomendações dos pesquisadores são avançar na vacinação, principalmente de crianças de 5 a 11 anos, além de endurecer medidas como a obrigatoriedade do uso de máscara e a exigência de passaporte vacinal.</p>
<p>A fundação tem reafirmado reiteradamente em suas notas técnicas que pessoas vacinadas até a dose de reforço têm risco reduzido de agravamento da doença, apesar de essa possibilidade continuar a existir principalmente entre pessoas de idade avançada ou com comorbidades. Dados de autoridades sanitárias locais têm indicado que os não vacinados são maioria entre os casos de internação e óbitos. Um levantamento divulgado na segunda-feira (7), pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas, mostra que 82% das mortes registradas na unidade nos últimos três meses são de pessoas que não concluíram a vacinação.</p>
</div>
</div>
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		<title>Instituições de ensino são favoráveis ao retorno presencial no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/instituicoes-de-ensino-sao-favoraveis-ao-retorno-presencial-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 17:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a redução dos casos de covid-19 no Rio de Janeiro, 11 instituições de ensino e pesquisa lançaram uma nota se manifestando a favor do retorno imediato às atividades presenciais, por serem “fundamentais para o processo de ensino-aprendizagem de qualidade”. O documento foi divulgado na noite de ontem (9). Assinan a nota os reitores ou diretor-geral [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Com a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-02/boletim-mostra-queda-dos-casos-de-covid-19-na-cidade-do-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noopener">redução dos casos de covid-19 no Rio de Janeiro</a>, 11 instituições de ensino e pesquisa lançaram uma nota se manifestando a favor do retorno imediato às atividades presenciais, por serem “fundamentais para o processo de ensino-aprendizagem de qualidade”. O documento foi divulgado na noite de ontem (9).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Assinan a nota os reitores ou diretor-geral de 11 instituições: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), Instituto Federal Fluminense (IFF), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) e Colégio Pedro II (CPII).</p>
<p>A nota destaca que o ensino remoto foi necessário para enfrentar a crise sanitária, e que a autonomia e planejamento de cada instituição pública de ensino, pesquisa e extensão do estado deve ser respeitada.</p>
<p>“A adoção do ensino remoto emergencial foi necessária e preparada com todo o cuidado didático, jurídico e institucional, com ampla discussão nos conselhos superiores, cuja reversão está ocorrendo de forma gradativa e planejada. Nossas ações nesses tempos de pandemia foram fundamentais para que vidas pudessem ser preservadas. Neste momento, temos convicção de que o retorno completo ao ensino presencial será fundamental para o processo de ensino-aprendizagem de qualidade”, diz o documento.</p>
<p>Os reitores destacam que nesses dois anos de emergência sanitária as instituições contribuíram com a sociedade, desenvolvendo ações essenciais para minimizar os efeitos da pandemia e proteger a saúde da população. A decisão de agora, segundo o documento, se baseia na taxa de transmissão do vírus Sars-CoV-2, no grau de letalidade da doença e na ocupação dos leitos nos hospitais. Eles defendem a cobrança da vacinação, mas quem pertence aos grupos de risco deve permanecer em trabalho ou ensino remoto.</p>
<p>“Não obstante, cientes e defensores da ciência e das políticas públicas geradas a partir de estudos comprovados cientificamente, nós defendemos e cobramos o esquema vacinal completo para o retorno presencial de toda a comunidade acadêmica. Todavia, vários membros das comunidades de nossas instituições fazem parte de grupo de maior risco para desenvolvimento de doença grave, mesmo quando vacinados, e precisam se manter afastados por determinação legal”.</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>O avanço da vacinação no estado e as características da variante Ômicron também foram levados em conta na decisão dos reitores.</p>
<p>“Ressaltamos que o avanço da vacinação, inclusive na população infantil, associado às características dessa nova variante, trouxeram novas perspectivas com relação à decisão sobre a retomada ao ensino presencial pleno. Neste momento, as taxas de mortalidade e de internação na população vacinada devem ser os fatores determinantes para o retorno e não simplesmente a taxa de transmissão do vírus. Esta percepção só foi possível com a entrada da nova variante e os estudos relacionados ao seu comportamento”.</p>
<p>A nota destaca que a retomada presencial deve ser feita “de maneira estratégica e no início do novo período letivo”, para que haja tempo para o planejamento, bem como de organizar os programas de assistência estudantil para a permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade. “Por isso, manifestamos a necessidade de atenção total do Governo do Estado e do Ministério da Educação para este desafio”, afirmam os reitores.</p>
<p>O documento ressalta, ainda, a preocupação com os cortes no orçamento das instituições federais, que chegaram a 30% das verbas de custeio durante a pandemia, e a redução nos quadros de pessoal técnico-administrativo.</p>
<p>“Se a infraestrutura era precária nessas instituições em 2020, neste momento no qual há necessidade de seguirmos as orientações de biossegurança, são fundamentais algumas intervenções na infraestrutura que se deteriorou ainda mais. É de suma importância para as unidades de ensino a recomposição orçamentária imediata do custeio aos valores de 2019 corrigidos pela inflação e a recomposição de pessoal com a retomada de concursos de cargos extintos, mas de extrema necessidade para a qualidade do ensino, pesquisa e extensão”.</p>
<p>A nota encerra afirmando que o ciclo vacinal completo contra a covid-19, com a dose de reforço, e as demais medidas sanitárias garantem o retorno seguro às atividades presenciais.</p>
</div>
</div>
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		<title>Rio incentiva servidores para reforçar atendimento nos postos de saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-incentiva-servidores-para-reforcar-atendimento-nos-postos-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 17:31:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Funcionários públicos do município do Rio de Janeiro podem se cadastrar para reforçar o atendimento das unidades básicas de saúde da cidade. O objetivo é ampliar a capacidade da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de testar e vacinar a população para a covid-19, devido ao aumento exponencial de casos com a entrada da variante Ômicron [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Funcionários públicos do município do Rio de Janeiro podem se cadastrar para reforçar o atendimento das unidades básicas de saúde da cidade. O objetivo é ampliar a capacidade da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de testar e vacinar a população para a covid-19, devido ao aumento exponencial de casos com a entrada da variante Ômicron no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A regulamentação está no Decreto da prefeitura número 50.140, publicado na edição de ontem (12) do <em>Diário Oficial do Município</em>. Os trabalhadores devem demonstrar interesse no serviço junto ao órgão ao qual é ligado, que encaminhará os nomes à SMS. Os selecionados receberão gratificação de R$ 100 por dia de trabalho, com carga de até 12 horas.</p>
<p>Podem participar os agentes públicos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do município. Segundo o decreto, as atividades serão na organização dos acessos aos polos de testagem e postos de vacinação e no registro de informações nos canais oficiais da Secretaria e do Ministério da Saúde. O decreto tem validade até o dia 31 de janeiro.</p>
<p>Para os pacientes, a realização dos testes é feita por ordem de chegada nos centros de saúde e polos de atendimento de síndrome gripal do município. O atendimento nos polos montados pela rede estadual do Rio de Janeiro é feito com agendamento <em>online</em>.</p>
<h2>Mais testes</h2>
<p>A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) vai ampliar, a partir de amanhã (14), a oferta de testes rápidos de antígeno nos nove centros abertos especificamente para este fim. E no sábado (15) será aberto mais um polo de testagem, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Colubandê, em São Gonçalo, na Região Metropolitana.</p>
<p>Com isso, a capacidade vai passar de 3 mil para 5,8 mil testes realizados por dia. O posto de testagem Covid-19 no Centro Municipal de Saúde Manoel José Ferreira, zona sul do Rio de Janeiro, apresenta filas.</p>
<p>O exame deve ser marcado pelo <em>site</em> da <a href="https://agendamentotestecovid.saude.rj.gov.br/cadastro-exame" target="_blank" rel="noopener">Secretaria Estadual de Saúde </a>(SES). A agenda ficará disponível para os dois dias seguintes e a marcação é pessoal e intransferível.</p>
<p>O teste de antígeno é indicado para quem está com sintomas leves ou teve contato com pessoa que testou positivo. Pacientes com sintomas moderados a graves, como febre acima de 37,5 e dificuldades respiratórias, devem procurar diretamente uma UPA ou emergência hospitalar.</p>
<p>Além do Colubandê, os polos de testagem do estado ficam no Hospital Estadual Dr. Ricardo Cruz (HERCruz), em Nova Iguaçu; no posto do Iaserj do Maracanã; no Estádio de Atletismo Célio de Barros, também no Maracanã; e junto às UPAs de Bangu, Campo Grande II e Jacarepaguá, na Zona Oeste, e Tijuca, Penha e Marechal Hermes, na Zona Norte.</p>
<p>O secretário Alexandre Chieppe, informou que deve ampliar a capacidade para 8 mil testes diários a partir da próxima semana, com a chegada de mais 2,1 milhões de testes do tipo antígeno para distribuir aos municípios.</p>
<p>A reportagem tentou, na manhã de hoje (13) agendar um exame, por volta das 10h15, e não encontrou vaga em nenhum dos postos para nenhum dos dias. Segundo o secretário declarou à <em>TV Globo</em>, o problema é causado pela grande procura.</p>
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