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	<title>vacinas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>vacinas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Vacinação contra Dengue priorizará faixa etária de 6 a 16 anos a partir de fevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 14:51:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou hoje que a vacinação contra a dengue no Brasil priorizará a faixa etária de 6 a 16 anos. O país adquirirá 5,2 milhões de doses da vacina Qdenga, produzida pelo laboratório japonês Takeda, e receberá doações adicionais. Essa quantidade permitirá vacinar até 3 milhões de pessoas, considerando o esquema de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou hoje que a vacinação contra a dengue no Brasil priorizará a faixa etária de 6 a 16 anos. O país adquirirá 5,2 milhões de doses da vacina Qdenga, produzida pelo laboratório japonês Takeda, e receberá doações adicionais. Essa quantidade permitirá vacinar até 3 milhões de pessoas, considerando o esquema de duas doses.</p>
<p>A escolha da faixa etária segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização, composta por especialistas. A definição do público-alvo e das localidades prioritárias será realizada em conjunto com estados e municípios em uma reunião no final deste mês.</p>
<p>O diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, explicou que a decisão sobre o grupo etário específico será baseada em critérios epidemiológicos visando evitar hospitalizações e mortes.</p>
<p>A previsão é iniciar a vacinação em fevereiro, após o anúncio, em dezembro, da incorporação da vacina Qdenga ao Sistema Único de Saúde (SUS). O Brasil é considerado o primeiro país a oferecer o imunizante de forma pública e universal.</p>
<p>A vacina Qdenga tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é indicada para a prevenção da dengue em pessoas de 4 a 60 anos, independentemente de terem ou não contraído a doença anteriormente.</p>
<p>O Brasil registrou um recorde de 1.079 mortes por dengue em 2023, e autoridades de saúde já alertaram para uma possível epidemia da doença no país em 2024.</p>
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		<title>Vacinação brasileira é modelo para o mundo, mas enfrenta desafios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacinacao-brasileira-e-modelo-para-o-mundo-mas-enfrenta-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 15:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos de vacinação para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Prevenir contra o sarampo uma criança da Terra Indígena Bacurizinho, no Maranhão. Vacinar contra a pneumonia um idoso acamado em casa, no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. Proteger da raiva um adolescente ferido por um morcego silvestre na zona da mata mineira. Imunizar um bebê contra o tétano ainda na barriga da mãe. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prevenir contra o sarampo uma criança da Terra Indígena Bacurizinho, no Maranhão. Vacinar contra a pneumonia um idoso acamado em casa, no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. Proteger da raiva um adolescente ferido por um morcego silvestre na zona da mata mineira. Imunizar um bebê contra o tétano ainda na barriga da mãe.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Aplicar centenas de milhões de doses de vacinas por ano em mais de 5 mil municípios. Fazer tudo isso de forma gratuita e segura foi o que tornou o Programa Nacional de Imunizações [PNI] do Brasil o maior do mundo e uma referência até mesmo para países desenvolvidos.</p>
<p>Há 50 anos, o PNI cumpre a ambiciosa missão de vacinar uma enorme população dispersa num território continental chamado Brasil, profundamente marcado pela diversidade de culturas e cenários, e também pela desigualdade de condições de vida. Ao longo do mês de setembro, vamos relembrar as conquistas dessas cinco décadas, discutir os desafios do futuro e destacar a importância das vacinas para a saúde coletiva do povo brasileiro e da humanidade.</p>
<p>Apesar de ser considerado o maior programa de vacinação público e gratuito do mundo, com 20 vacinas que eliminaram doenças importantes como a poliomielite, o tétano neonatal e a rubéola congênita, o programa completa meio século de vida lutando para reverter retrocessos que levaram as coberturas vacinais de volta aos níveis dos anos de 1980. Pesquisadores veem com otimismo o novo momento vivido pelo programa, mas apontam que há um longo caminho a ser percorrido.</p>
<h2>Referência global</h2>
<p>&#8220;Nós, os brasileiros do PNI [Programa Nacional de Imunizações], fomos solicitados a dar cursos no Suriname, recebemos técnicos de Angola para serem capacitados aqui. Estabelecemos cooperação técnica com Estados Unidos, México, Guiana Francesa, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Colômbia, Peru, Israel, Angola, Filipinas. Fizemos doações para Uruguai, Paraguai, República Dominicana, Bolívia e Argentina&#8221;.</p>
<p>O trecho, retirado do livro comemorativo dos 30 anos do PNI, organizado pelo Ministério da Saúde, deixa claro o destaque internacional do Brasil no setor de imunizações. O ano era 2003, e a imunização no país exibia elevados percentuais ano após ano, o que levou à eliminação do tétano neonatal, da rubéola congênita e do sarampo do país nos anos seguintes. Desde 2015, porém, uma queda considerável na busca pela vacinação fez com que o país revivesse o medo de doenças que ele já tinha vencido: o sarampo retornou em 2018, e a volta da pólio é considerada uma ameaça de alto risco.</p>
<figure id="attachment_68885" aria-describedby="caption-attachment-68885" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-68885" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?resize=365%2C283&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="365" height="283" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C233&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68885" class="wp-caption-text">Chefe de saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo. Foto: Unicef</figcaption></figure>
<p>A chefe de saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo, classifica o programa como uma referência global, principalmente para países com renda média e baixa e semelhanças socioeconômicas com o Brasil.</p>
<p>&#8220;É um programa de referência não só para a América Latina, mas para países da África também. E o Unicef, junto com a OMS [Organização Mundial da Saúde], tem também essa função de levar boas práticas do Brasil para outros países de contextos semelhantes. O PNI não é só importante para o Brasil, é importante para todo o mundo&#8221;.</p>
<p>Luciana Phebo destaca que o Brasil dispõe de ferramentas importantes que criaram as condições para um programa tão bem sucedido, como um sistema público e universal de saúde, instituições com tecnologia para produzir vacinas, e uma rede de atenção básica que ainda pode melhorar, mas que conta com um alcance relevante para chegar a quem precisa das vacinas.</p>
<p>&#8220;O SUS [Sistema Único de Saúde] é extraordinário, está acima do que acontece no mundo e até mesmo em países desenvolvidos, com a capilaridade, com uma gestão unificada, com o Ministério da Saúde chegando aos municípios mais remotos e a todo o território nacional, que é vastíssimo. Poucos países têm essa estrutura.&#8221;</p>
<p>As quedas nas coberturas vacinais observadas desde 2015, porém, acenderam um sinal de alerta para autoridades sanitárias do Brasil e do exterior, e a possibilidade de que doenças eliminadas do país retornem causa preocupação.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com a pandemia, essa redução se agravou e, no período pós-pandêmico, acontece uma pequena melhora, a curva começa a tomar uma outra direção, mas essa resposta tem que ser acelerada. E ainda não teve a aceleração necessária para garantir que não haja reintrodução de doenças como a poliomielite ou surtos de sarampo que poderão voltar a acontecer&#8221;.</p></blockquote>
<h2>Reconstrução progressiva</h2>
<figure id="attachment_68887" aria-describedby="caption-attachment-68887" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-68887" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68887" class="wp-caption-text">Ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante evento em Brasília. Foto: Wilson Dias/Arquivo Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Em entrevista, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, destaca que o governo tem atuado para reestabelecer o protagonismo do programa e a confiança da sociedade no Ministério da Saúde enquanto autoridade sanitária nacional. Apesar de considerar que o desafio está sendo vencido, ela lembra que a reconstrução será progressiva e levará tempo.</p>
<p>&#8220;Quando começamos a avançar com maior expressão, a partir de fins da década de 1980, o mundo ficou impressionado com nossa capacidade de engajar a população, de estabelecer essa relação de confiança com a vacinação. A experiência bem-sucedida e a proteção contra diversas doenças, perceptíveis nos dados de redução e eliminação dessas doenças, reforçaram essa confiança que precisamos hoje recuperar&#8221;, reforçou.</p>
<blockquote><p>&#8220;Reconquistar as altas coberturas vacinais, portanto, em um segundo momento, pode voltar a nos colocar em uma posição de referência que nos faça contribuir mais no enfrentamento ao negacionismo e à hesitação vacinal. Nosso objetivo é voltar a ser exemplo para o mundo. Retomar essa posição de referência internacional e mobilizá-la na nossa cooperação com outros países, incluindo a vacinação, é nossa prioridade.&#8221;</p></blockquote>
<h2>SUS</h2>
<figure id="attachment_68886" aria-describedby="caption-attachment-68886" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-68886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68886" class="wp-caption-text">Ministério da Saúde lançou a campanha de multivacinação no Distrito Federal no final de agosto. Foto: José Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Consultora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e ex-coordenadora do PNI, Carla Domingues destaca que o programa se fortaleceu porque foi considerado uma política de Estado, tendo se estruturado desde a ditadura militar e passado por diferentes governos democráticos. A robustez conquistada, porém, veio principalmente na década de 1990, a partir da criação do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>&#8220;O PNI foi um exemplo de sucesso porque todos os princípios do SUS foram efetivamente consolidados. Começando pela universalidade, que define que todas as vacinas cheguem a toda a população brasileira, seja ela dos grandes centros, cidades médias, população ribeirinha ou indígena&#8221;, afirma Carla Domingues, que esteve à frente do programa brasileiro por 13 anos.</p>
<blockquote><p>&#8220;A história de sucesso vai até 2016. Hoje, infelizmente, nossos indicadores estão sendo comparados a países como Haiti e Venezuela. Infelizmente, deixamos de ser modelo. O grande desafio é voltar a estabelecer essa confiança que a gente teve por mais de quatro décadas, com a população brasileira sendo responsável e comparecendo aos postos de vacinação&#8221;.</p></blockquote>
<p>Um ponto importante que o PNI introduziu no país, explica a especialista, foi a participação dos estados e municípios nas políticas de imunização, com atribuições definidas para cada uma das esferas do governo. A compra centralizada e em larga escala de vacinas para todo o país por parte do governo federal, também garantida a partir do programa, foi essencial para que todas as populações pudessem ser vacinadas, independentemente da saúde financeira ou prioridade orçamentária de seus estados.</p>
<p>&#8220;Até a década de 1970, os programas da varíola, da pólio e da rubéola faziam suas compras, e não havia uma política nacional de aquisição de vacinas. E para doenças como sarampo, difteria, tétano e coqueluche, os estados que tinham recursos faziam programas estaduais. Isso não tinha impacto para a eliminação das doenças. Com compras centralizadas, distribuição e aplicação descentralizadas, garantia de fornecimento e toda uma cadeia de transporte e logística, você conseguiu implementar essa política de vacinação&#8221;.</p>
<h2>Calendários para todos</h2>
<p>Toda essa estrutura permitiu que o programa saísse das quatro vacinas ofertadas na década de 1970 para 20 vacinas disponíveis hoje, com calendários para crianças, adolescentes, adultos, gestantes e campanhas de grande porte como a vacinação anual contra o Influenza.</p>
<p>Esses motivos fizeram com que o Brasil sempre fosse convidado a apresentar suas experiências nas reuniões da Organização Pan-Americana de Saúde, lembra Carla Domingues, que acrescenta que o país também implementou de forma célere as recomendações e os compromissos debatidos no organismo internacional.</p>
<p>&#8220;O Brasil serviu de modelo quando a organização mostrava os casos de sucesso e, principalmente, pelos desafios, sendo um país tão grande, com populações tão dispersas e em condições geográficas tão diferentes.&#8221;</p>
<figure id="attachment_68888" aria-describedby="caption-attachment-68888" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68888" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?resize=365%2C548&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="365" height="548" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68888" class="wp-caption-text">Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Mônica Levi. Foto: Divulgação/SBIM</figcaption></figure>
<p>A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Monica Levi, concorda que, apesar de cada país ter suas características, o Brasil era um modelo. Ela destaca que, da mesma forma, outras experiências internacionais podem agregar estratégias no enfrentamento de desafios, como o antivacinismo.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>&#8220;O Brasil é um país que serve de modelo por ter um êxito nas coberturas vacinais por vários e vários anos, o que não é mais uma realidade agora&#8221;, conta Mônica.</p>
<p>&#8220;É importante ver como outros países enfrentaram as crises de confiança e conseguiram contornar a situação. Mas o que acontece em um país em termos de hesitação vacinal nem sempre é o mesmo que em outros&#8221;, afirma a especialista apontado exemplos como o Japão e a Austrália, que enfrentaram fortes movimentos antivacina contra o imunização anti-HPV.</p>
<p>A SBIm, a Fundação Oswaldo Cruz e o Ministério da Saúde têm trabalhado juntos em um projeto de reversão das baixas coberturas vacinais que obteve bons resultados no Amapá e na Paraíba, envolvendo as comunidades e os líderes comunitários na mobilização pró-vacinas. Esses resultados têm norteado as campanhas de multivacinação que devem chegar a todos os estados até o fim do ano.</p>
<p>&#8220;Já vejo melhora, mas não para todas as vacinas. Sou otimista e acredito que vamos conseguir recuperar nossa cobertura vacinal e voltar a ser como éramos antes. Já tivemos uma melhora em 2022, mas ainda não estamos perto de atingir o que a gente precisa. Ainda tem muito trabalho pela frente&#8221;.</p>
<p><em>Colaborou Tâmara Freire, da Rádio Nacional</em></p>
</div>
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		<title>Após caso de pólio no Peru, Acre e Amazonas anteciparão vacinação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-caso-de-polio-no-peru-acre-e-amazonas-anteciparao-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 20:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde prevê para o segundo semestre deste ano uma campanha nacional de multivacinação, numa tentativa de recuperar coberturas vacinais em todo o país, sobretudo entre crianças. O calendário está sendo pactuado com estados e municípios. A imunização, entretanto, será antecipada para maio no Acre e no Amazonas, em razão de um caso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Ministério da Saúde prevê para o segundo semestre deste ano uma campanha nacional de multivacinação, numa tentativa de recuperar coberturas vacinais em todo o país, sobretudo entre crianças. O calendário está sendo pactuado com estados e municípios. A imunização, entretanto, será antecipada para maio no Acre e no Amazonas, em razão de um caso recente de poliomielite na fronteira com o Peru.</p>
<p>O diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Imunopreveníveis do Ministério da Saúde, Éder Gatti, disse, nesta quarta-feira (26), em Brasília, que, “por conta desse cenário epidemiológico, adiantaremos a multivacinação em dois estados: Acre e Amazonas, para o mês de maio. [É] para recuperar as coberturas vacinais por lá e não corrermos o risco de introdução da poliomielite pela fronteira, doença que não vemos mais em território nacional. Já estamos em tratativa com esses dois estados. Começaremos em maio”.</p>
<p>Em audiência pública na Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, Éder lembrou que, desde 2016, o Brasil registra quedas progressivas em praticamente todas as doses do Programa Nacional de Imunizações (PNI). “Fechamos o ano de 2022 com os piores indicadores de cobertura vacinal. Praticamente todas as vacinas que são oferecidas para as nossas crianças registram baixas coberturas. Isso é um problema” opinou.</p>
<p><em>“Tivemos, recentemente, a identificação de um poliovírus com características patogênicas na fronteira com o Peru e os estados do Amazonas e do Acre. Tivemos a identificação de casos suspeitos de difteria na fronteira entre Roraima e Venezuela”</em>, acrescentou.</p>
<p>“Temos epizootia de febre amarela no Rio Grande do Norte. Temos febre amarela em humanos na Bolívia, fronteira com Mato Grosso do Sul. Isso abre um cenário muito perigoso pois, ao mesmo tempo em que temos o risco de introdução dessas doenças no nosso território, as nossas coberturas vacinais estão baixas,” afirmou.</p>
<h2>Programa robusto</h2>
<p>Durante a audiência, o diretor analisou o PNI, que este completa 50 anos, como um programa robusto, forte e que ganhou reconhecimento ao longo das últimas décadas.</p>
<p><em>“Consolidamos nosso programa ao longo dos anos 80 e 90 e eliminamos doenças como poliomielite, sarampo, difteria e coqueluche. Fizemos várias doenças, que atacavam principalmente crianças, diminuir a incidência de forma significativa”</em>, disse.</p>
<p>“Fizemos uma reflexão muito importante sobre o que aconteceu com a covid-19, mas, agora, a gente precisa olhar para a rotina. Para isso, precisamos ajustar os sistemas de informação que registram doses aplicadas, algo que está muito desorganizado e precisa ser ajustado para que os dados tenham melhor qualidade. Precisamos organizar os nossos estoques e, a partir daí, faremos uma campanha de multivacinação nacional,” acentuou.</p>
<p>Por fim, Éder Gatti disse que “a multivacinação vai ter que trabalhar numa lógica de ampliar o acesso, ou seja, a gente vai precisar diversificar as estratégias de vacinação. Aplicaremos nos estados e municípios a lógica do microplanejamento, algo idealizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e precisaremos diversificar as estratégias, fazer com que a vacina vá até a população e não apenas esperar que a população vá até a vacina. Para isso, precisaremos fazer vacinação nas escolas, vacinação extramuro [alcançar usuários que, muitas vezes, não têm disponibilidade de se dirigir a uma unidade de saúde].”</p>
</div>
</div>
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		<title>Anvisa define composição de vacinas contra influenza para 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-define-composicao-de-vacinas-contra-influenza-para-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou ontem (26) a composição de vacinas trivalentes e quadrivalentes contra a influenza que serão usadas no país em 2023. Para o próximo ano, as doses produzidas a partir de ovos de galinha devem usar as seguintes cepas: Influenza A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09; Influenza A/Darwin/9/2021 (H3N2); e Influenza B/Áustria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria). Já nas vacinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou ontem (26) a composição de vacinas trivalentes e quadrivalentes contra a influenza que serão usadas no país em 2023.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para o próximo ano, as doses produzidas a partir de ovos de galinha devem usar as seguintes cepas: Influenza A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09; Influenza A/Darwin/9/2021 (H3N2); e Influenza B/Áustria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria).</p>
<p>Já nas vacinas não baseadas em ovos, a cepa do vírus A (H3N2) deve ser um vírus similar ao Influenza A/Darwin/9/2021 (H3N2), juntamente com as demais cepas A (H1N1) e B.</p>
<p>As vacinas quadrivalentes, que abarcam dois tipos de cepas do vírus Influenza B, deverão conter um vírus similar ao vírus Influenza B/Phuket/3073/2013 (B/linhagem Yamagata), além dos três tipos de cepas obrigatórias para as vacinas trivalentes.</p>
<p>A partir da publicação da composição das doses pela agência, as farmacêuticas detentoras de registro devem ajustar seus produtos para a fabricação do insumo visando ao exercício de 2023.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Todos os anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) analisa todos os subtipos de gripe que circulam no planeta e define os que ocorrem com maior intensidade para que a eficiência das doses possa melhorar.</p>
<p>“Em conformidade com as determinações da OMS, todos os anos, a Anvisa publica a composição das vacinas influenza que serão utilizadas no ano seguinte”, informou a agência.</p>
<p>“A mudança da composição de cepas (tipos de vírus) das vacinas de influenza é fundamental para a eficiência da vacina, já que os vírus se adaptam e sofrem mutações”, completou.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Covid-19: Brasil tem 38,7 mil novos casos e 140 óbitos em 24 horas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-brasil-tem-387-mil-novos-casos-e-140-obitos-em-24-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2022 01:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado hoje (25) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 38,793 novos casos de covid-19. No total, o país contabiliza 32.061.959 registros da doença. Destes, 806.062 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos. As secretarias estaduais de saúde registraram 140 mortes por covid-19 em 24 horas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado hoje (25) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 38,793 novos casos de covid-19.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No total, o país contabiliza 32.061.959 registros da doença. Destes, 806.062 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.</p>
<p>As secretarias estaduais de saúde registraram 140 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670.369 óbitos no país.</p>
<p>O percentual de recuperados é 95,4% &#8211; 30,5 milhões de brasileiros são considerados curados.</p>
<p>O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do <em>ranking </em>de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.600), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.651) e Rio Grande do Sul (39.966).</p>
<p>Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.355).</p>
<figure id="attachment_50681" aria-describedby="caption-attachment-50681" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-50681" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/25-Covid-19-cerca-de-2-milhoes-de-pessoas-no-Rio-nao-tomaram-1a-dose-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C421&#038;ssl=1" alt="Covid-19: Cerca De 2 Milhões De Pessoas No Rio Não Tomaram 1ª Dose - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="421" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/25-Covid-19-cerca-de-2-milhoes-de-pessoas-no-Rio-nao-tomaram-1a-dose-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/25-Covid-19-cerca-de-2-milhoes-de-pessoas-no-Rio-nao-tomaram-1a-dose-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/25-Covid-19-cerca-de-2-milhoes-de-pessoas-no-Rio-nao-tomaram-1a-dose-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/25-Covid-19-cerca-de-2-milhoes-de-pessoas-no-Rio-nao-tomaram-1a-dose-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C419&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-50681" class="wp-caption-text">Divulgação/Ministério da Saúde</figcaption></figure>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<h2>Vacinação</h2>
<p>Até este sábado, foram aplicadas 449,3 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,6 milhões relativas à 2ª dose. Outras 92,8 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,7 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única &#8211; protocolo que já não é mais usado &#8211; foram 4,9 milhões.</p>
</div>
</div>
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		<title>Cobertura vacinal infantil caiu no Rio de Janeiro nos últimos 5 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cobertura-vacinal-infantil-caiu-no-rio-de-janeiro-nos-ultimos-5-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 21:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura vacinal]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A cobertura vacinal infantil em todo o estado do Rio de Janeiro registrou queda significativa nos últimos cinco anos. De acordo com o levantamento da Gerência de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado hoje (25) pela pasta, e que traz um panorama &#8220;alarmante&#8221;, os índices são os menores desde 2002.  A exceção é para a vacina BCG, oferecida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A cobertura vacinal infantil em todo o estado do Rio de Janeiro registrou queda significativa nos últimos cinco anos. De acordo com o levantamento da Gerência de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado hoje (25) pela pasta, e que traz um panorama &#8220;alarmante&#8221;, os índices são os menores desde 2002.  A exceção é para a vacina BCG, oferecida nas maternidades. O estudo apontou que o maior impacto foi em 2020, em consequência da pandemia da covid-19. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /></p>
<p>A necessidade de isolamento social dificultou o acesso aos postos de vacinação. Conforme o levantamento, naquele ano aproximadamente 40% dos bebês do estado deixaram de ser imunizados.</p>
<p>O secretário municipal de Saúde, Alexandre Chieppe, alertou que muitas doenças graves como o sarampo e a poliomielite podem ser evitadas com a vacinação das crianças. “Por isso, é extremamente importante que os pais procurem os postos com a caderneta vacinal das crianças para que elas recebam todos os imunizantes da rotina infantil”, disse. Além disso, os agentes comunitários do Rio de Janeiro estão fazendo o monitoramento nas residências.</p>
<p>Para o secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, a queda da vacinação é uma realidade do pós-covid, porque muitas doenças no período foram negligenciadas. Ele considera que não fazia sentido uma mãe levar a criança para tomar a vacina quando todos estavam ficando doentes, no momento crítico da covid-19, o que não ocorre agora. “Agora temos um momento muito diferente, uma baixa taxa de transmissão, a menor desde o início da pandemia. As unidades são seguras para as mães levarem os filhos para se vacinar”, disse.</p>
<p>Conforme Soranz, todos os 4600 agentes comunitários de saúde da cidade do Rio de Janeiro, estão analisando as listas de cadastro de cada criança e conferindo a caderneta de vacina. A secretaria está fazendo busca ativa nas escolas não só para covid, mas para outras doenças. Soranz considera que o trabalho é fundamental. Além disso, os agentes comunitários do Rio estão fazendo o monitoramento nas residências.</p>
<p>“Hoje temos muitas doenças que já foram erradicadas como rubéola, sarampo e várias outras doenças, que estão com cobertura muito baixa. Estamos em um momento de menor cobertura vacinal para outras doenças. É muito importante que os pais levem seus filhos para vacinar”, disse, acrescentando que são 240 unidades de saúde na cidade do Rio de Janeiro abastecidas com os imunizantes.</p>
<p>“A gente precisa muito do apoio dos pais e da sociedade para que mantenham seus filhos imunizados não só para a covid-19, mas para todas as doenças. Hoje nos preocupa muito a reintrodução de doenças que já tinham erradicadas há muito tempo”, completou.</p>
<p>A primeira dose da vacina tríplice viral para sarampo, caxumba e rubéola teve queda de aproximadamente 40%, se comparados os anos de 2017, que atingiu 94,29% de imunização e 2021, quando caiu para 55,97%. Na etapa de reforço, a redução é ainda maior, cerca de 46%. Em 2017, a cobertura vacinal era 67,96% e, em 2021, de 36,25%. “A segunda dose deve ser aplicada em crianças de 15 meses a 4 anos de idade. A meta preconizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) é a imunização de 95% do público-alvo”, informou a SES.</p>
<p>Segundo a secretaria, em 2020, o estado do Rio registrou 1.302 casos de sarampo. O número equivale a um aumento de 147% em relação a 2019. Naquele ano, foram anotados 526 casos.</p>
<h2>Poliomielite</h2>
<p>A cobertura vacinal recuou também para a poliomielite. A queda na aplicação da primeira dose da vacina é de aproximadamente 41%, na mesma comparação. Em 2017, era de 88,76% e, em 2021, de 52,26%. Outra redução que chamou atenção foi nas doses de reforço, aplicadas entre 15 meses e 4 anos. No primeiro reforço, a cobertura passou de 77,20%, em 2017, para 43,24%, em 2021. A diferença corresponde a um recuo de 43,98%. Na última dose, aplicada aos 4 anos, em 2017, ficou em 65,59%, mas em 2021 caiu para 38,07%. “A baixa na cobertura vacinal foi de 41,95%”, completou a SES.</p>
<p>A secretaria informou que o último caso de infecção por poliomielite no Brasil foi registrado na cidade de Souza, na Paraíba, em 1989. Em 1994, o país recebeu o certificado de eliminação da pólio. A erradicação da doença, também conhecida como paralisia infantil, é resultado do sucesso do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que prevê um calendário para aplicação de forma gratuita de mais de 12 vacinas em crianças de até 5 anos.</p>
<p>Entre as vacinas previstas no calendário do PNI para crianças de até 5 anos de idade, estão a BCG; a hepatite A e B; a penta para difteria, tétano, coqueluche, <em>Haemophilus influenzae</em> B e hepatite B; a pneumocócica 10 valente; a vacina inativada poliomielite (VIP); a vacina rotavírus Humano (VRH); a meningocócica C (conjugada); a vacina oral poliomielite (VOP ); a de febre amarela; a tríplice viral; a DTP para difteria, tétano e coqueluche; e varicela para catapora.</p>
<p>Para os adolescentes, estão disponíveis das vacinas HPV quadrivalente (papilomavírus humano); a dTpa para gestantes adolescentes e contra difteria, tétano e coqueluche; a meningocócica ACWY (conjugada) e a dT (difteria e tétano). “Embora o Calendário Nacional de Imunizações preveja faixas etárias para aplicação das vacinas, é importante reforçar que os imunobiológicos ficam disponíveis nas salas de vacinação dos municípios para que os esquemas vacinais sejam completados em qualquer idade”, informou a secretaria.</p>
<h2>Covid-19</h2>
<p>A aplicação da vacina da Pfizer contra covid-19 em crianças de 5 a 11 anos e da CoronaVac para crianças de 6 a 11 anos está autorizada pelo Ministério da Saúde desde janeiro deste ano. “O esquema vacinal prevê duas doses: no caso da Pfizer, o intervalo é de oito semanas; e para a CoronaVac, 28 dias. A cobertura vacinal nesta faixa etária em todo o estado está em 32%, com mais de 500 mil doses já aplicadas”, afirmou.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Cientistas estudarão efeitos de variantes da covid-19 na gravidez</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cientistas-estudarao-efeitos-de-variantes-da-covid-19-na-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 19:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Ômicron]]></category>
		<category><![CDATA[Oxford]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[Variantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Cientistas da Universidade de Oxford informaram hoje (15) que vão avaliar os efeitos das novas variantes do novo coronavírus em mulheres grávidas e recém-nascidos, bem como da vacinação contra a covid-19 em complicações durante a gravidez e após o parto. O estudo será feito menos de um ano depois que a universidade concluiu que mulheres grávidas com covid-19 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Cientistas da Universidade de Oxford informaram hoje (15) que vão avaliar os efeitos das novas variantes do novo coronavírus em mulheres grávidas e recém-nascidos, bem como da vacinação contra a covid-19 em complicações durante a gravidez e após o parto.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O estudo será feito menos de um ano depois que a universidade concluiu que mulheres grávidas com covid-19 e seus filhos recém-nascidos enfrentavam maiores riscos de complicações, como parto prematuro e risco de falência de órgãos, do que se sabia anteriormente.</p>
<p>Os pesquisadores disseram que o estudo visa preencher lacunas, incluindo os efeitos de novas variantes do vírus, como a Ômicron, em um grupo de alto risco que registrou taxas baixas &#8220;alarmantes&#8221; de vacinação.</p>
<p>“Os efeitos da covid-19 na gravidez foram subestimados e insuficientemente estudados”, disse o professor da Universidade de Oxford José Villar, um dos autores do estudo.</p>
<p>&#8220;As mulheres grávidas nem foram incluídas nos testes de vacinas, o que permitiu que &#8216;informações&#8217; não científicas e assustadoras fossem amplamente divulgadas.&#8221;</p>
<p>Muitas autoridades de saúde globais disseram que as vacinas durante a gravidez são seguras. Estudo divulgado nos Estados Unidos no mês passado mostrou que elas não estavam associadas a parto prematuro ou recém-nascidos com baixo peso.</p>
<p><em><strong>Por: Reuters</strong></em></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Brasil recebe primeiro lote de vacinas contra covid-19 para crianças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-recebe-primeiro-lote-de-vacinas-contra-covid-19-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 17:05:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Chegaram ao Brasil, às 4h45 desta quinta-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo). O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<div>Chegaram ao Brasil, às 4h45 desta <span id="OBJ_PREFIX_DWT169_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT186_com_zimbra_date" role="link">quinta</span></span>-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo).</div>
<div></div>
<div>O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.</div>
<div></div>
<div>Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.</div>
<div></div>
<div>Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).</div>
<div></div>
<div>Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.</div>
<div></div>
<div>A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado):</div>
<div></div>
<div><strong>Região Centro-Oeste (8,17%)</strong></div>
<div></div>
<div>Distrito Federal &#8211; 1,30%<br />
Goiás &#8211; 3,55%<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /><br />
Mato Grosso do Sul &#8211; 1,47%<br />
Mato Grosso &#8211; 1,85%</div>
<div>
<p><strong>Região Sudeste (39,18%)</strong></p>
<p>Espírito Santo &#8211; 1,93%<br />
Minas Gerais &#8211; 9,02%<br />
Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT171_com_zimbra_date"> de Janeiro</span> &#8211; 7,49%<br />
São Paulo &#8211; 20,73%</p>
<p><strong>Região Sul (13,17%)</strong></p>
<p>Paraná &#8211; 5,25%<br />
Rio Grande do Sul &#8211; 4,73%<br />
Santa Catarina &#8211; 3,19%</p>
<p><strong>Região Nordeste (28,43%)</strong></p>
<p>Alagoas &#8211; 1,77%<br />
Bahia &#8211; 7,07%<br />
Ceará &#8211; 4,42%<br />
Maranhão &#8211; 4,02%<br />
Paraíba &#8211; 1,89%<br />
Pernambuco &#8211; 4,80%<br />
Piauí &#8211; 1,62%<br />
Rio Grande do Norte &#8211; 1,67%<br />
Sergipe &#8211; 1,17%</p>
<p><strong>Região Norte (11,05%)</strong></p>
<p>Acre &#8211; 0,57%<br />
Amazonas &#8211; 2,77%<br />
Amapá &#8211; 0,55%<br />
Pará &#8211; 4,99%<br />
Rondônia &#8211; 0,93%<br />
Roraima &#8211; 0,38%<br />
Tocantins &#8211; 0,86%</p>
</div>
</div>
</div>
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