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	<title>vacina brasileira &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Vacina 100% brasileira contra covid entra na fase final de estudos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 10:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está mais próximo de contar com uma vacina contra a covid-19 totalmente nacional. A SpiN-TEC, imunizante desenvolvido pelo Centro de Tecnologia de Vacinas da UFMG em parceria com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), avançou para a fase final de estudos clínicos após a publicação do primeiro artigo científico que confirma a segurança do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está mais próximo de contar com uma vacina contra a covid-19 totalmente nacional. A SpiN-TEC, imunizante desenvolvido pelo Centro de Tecnologia de Vacinas da UFMG em parceria com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), avançou para a fase final de estudos clínicos após a publicação do primeiro artigo científico que confirma a segurança do produto.</p>
<p>Segundo o coordenador do CT-Vacinas, Ricardo Gazzinelli, a vacina apresentou desempenho promissor, com menos efeitos colaterais do que o imunizante da norte-americana Pfizer.</p>
<blockquote><p>“A SpiN-TEC se mostrou imunogênica, capaz de induzir resposta imune em humanos, e com perfil de segurança elevado. Nos estudos, apresentou até menos efeitos adversos que a vacina da Pfizer”, explicou o pesquisador.</p></blockquote>
<h3>Imunidade celular contra variantes</h3>
<p>A vacina adota uma estratégia inovadora baseada na imunidade celular. Em vez de apenas estimular a produção de anticorpos, ela prepara as células de defesa do organismo para atacar especificamente aquelas que forem infectadas, destruindo-as e reduzindo a propagação do vírus. Esse método se mostrou mais eficaz contra variantes em testes com animais e em análises preliminares com humanos.</p>
<h3>Caminho até o SUS</h3>
<p>O desenvolvimento da SpiN-TEC contou com R$ 140 milhões em investimentos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da RedeVírus. O processo envolveu desde os ensaios pré-clínicos até as fases clínicas 1 e 2.</p>
<ul>
<li>Fase 1: 36 voluntários, entre 18 e 54 anos, avaliaram a segurança em diferentes dosagens.</li>
<li>Fase 2: 320 voluntários participaram da análise de resposta imunológica.</li>
<li>Fase 3 (aguardando Anvisa): será a etapa decisiva, com 5,3 mil voluntários de todas as regiões do Brasil, para confirmar eficácia e segurança em larga escala.</li>
</ul>
<p>Se aprovado em todas as etapas, o imunizante poderá ser distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) já no início de 2027, representando um marco de autonomia científica e tecnológica para o país.</p>
<h3>Soberania científica</h3>
<p>Para Gazzinelli, o avanço da SpiN-TEC simboliza um passo histórico.</p>
<blockquote><p>“Normalmente, os ensaios clínicos no Brasil são feitos com vacinas desenvolvidas fora. Desta vez, temos um produto idealizado aqui, desde a universidade até o estudo clínico. Isso agrega expertise e fortalece a inovação em saúde no país”, destacou.</p></blockquote>
<p>O CT-Vacinas, criado em 2016, reúne cerca de 120 pesquisadores e também desenvolve vacinas contra malária, leishmaniose, chagas e monkeypox.</p>
<p>O pesquisador lembra ainda o legado da pandemia:</p>
<blockquote><p>“Aprendemos o caminho para levar um imunizante até a Anvisa e conduzir os testes clínicos. Essa experiência abre portas para que o Brasil seja protagonista em vacinas e outros insumos da saúde”.</p></blockquote>
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