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	<title>Vacina bivalente &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Vacina bivalente &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Covid-19: Anvisa reitera segurança das doses da vacina bivalente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 17:51:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com a Anvisa, as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela Pfizer, estão seguras para uso, já que estão dentro do prazo de validade. A agência reguladora afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (17) que os imunizantes possuem validade de 18 meses, a contar da data de fabricação. &#8220;Anteriormente aprovadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a Anvisa, as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela Pfizer, estão seguras para uso, já que estão dentro do prazo de validade. A agência reguladora afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (17) que os imunizantes possuem validade de 18 meses, a contar da data de fabricação.</p>
<p>&#8220;Anteriormente aprovadas para uso em até 12 meses, essas vacinas passaram por um rigoroso processo de avaliação técnica da Agência de estudos de estabilidade, antes da aprovação da ampliação do prazo de validade&#8221;, diz a nota.</p>
<p>De acordo com a Anvisa, a análise dos dados dos estudos também demonstrou que não houve alteração nas especificações de qualidade das vacinas durante o período adicional ao prazo anteriormente autorizado.</p>
<blockquote><p>“As vacinas são seguras, eficazes e podem ser utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, conforme os estudos de estabilidade avaliados e aprovados pela Agência”, garante a diretora Meiruze Sousa Freitas.</p></blockquote>
<p>A Anvisa destaca que a ampliação do prazo de validade das vacinas bivalentes da Pfizer foi permitida mediante a adoção de medidas de comunicação e rastreabilidade dos lotes. Entre essas medidas, a empresa incluiu em seu portal eletrônico e no Comirnaty Education a listagem de todos os lotes disponíveis no Brasil e seus respectivos prazos de validade para consulta dos profissionais de saúde e cidadãos. A agência reforça que os cuidados de conservação das vacinas permanecem os mesmos e que a empresa Pfizer é responsável pela qualidade e segurança dos produtos.</p>
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<h2>Variantes</h2>
<p>As vacinas bivalentes da Pfizer oferecem proteção contra a variante original do vírus causador da Covid-19 e contra as cepas que surgiram posteriormente, incluindo a Ômicron, variante de preocupação no momento.</p>
<p>Essas vacinas foram autorizadas para uso como dose de reforço na população a partir de 12 anos. A Anvisa reforça que a imunização continua sendo essencial no combate à covid-19, especialmente na prevenção de casos graves e mortes.</p>
<h2>Desperdício</h2>
<p>Essa semana o Ministério da Saúde divulgou nota informando que perdeu de milhões doses de vacinas contra a covid-19. Segundo a pasta, isso aconteceu pelo fato de o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro ter negado à equipe de transição informações sobre estoques e validade de vacinas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao todo, incluindo o quantitativo perdido em 2023, o desperdício de vacinas contra a covid-19 chegou a 38,9 milhões de doses desde 2021. Um prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões aos cofres públicos&#8221;, informou a pasta.</p></blockquote>
<p>Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro não compartilhou dados sobre os estoques com a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a transição de governo.</p>
</div>
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		<title>Brasil começa a aplicar vacina bivalente contra covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-comeca-a-aplicar-vacina-bivalente-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 16:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa a ser aplicada hoje (27) em todo o país a vacina bivalente contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron e tem perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes. “A vacina monovalente, como o próprio nome [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começa a ser aplicada hoje (27) em todo o país a vacina bivalente contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron e tem perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“A vacina monovalente, como o próprio nome diz, tem um tipo só do vírus que causa a covid. Ela foi originalmente desenhada com aquele chamado vírus ancestral, o primeiro que apareceu na China no fim de 2019. Então, todas as vacinas que a gente tinha e usou até agora eram monovalentes, independentemente do laboratório fabricante”</em>, explicou o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha.</p>
<p>Inicialmente, a vacina será aplicada somente nos chamados grupos de risco. Conforme divisão anunciada pelo ministério, a imunização será feita da seguinte forma: na fase 1, pessoas acima de 70 anos, imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas; na fase 2, pessoas com idade entre 60 e 69 anos; na fase 3, gestantes e puérperas; e na fase 4, profissionais de saúde.</p>
<p><em>“Essas populações, do que a gente tem nesses três anos de pandemia, são as pessoas que mais sofreram e mais sofrem com a doença. É importante termos um planejamento porque não tem vacina suficiente para incluir toda a população com a bivalente. A tendência é que, com o passar do tempo, a gente vá aumentando os grupos que vão receber.”</em></p>
<p>No Brasil, duas vacinas bivalentes, ambas produzidas pelo laboratório Pfizer, receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. Elas são indicadas como dose única de reforço para crianças e adultos, após dois meses da conclusão do esquema vacinal primário, ou como última dose de reforço.</p>
<p><em>“Para quem é recomendada a bivalente? Só como reforço. Para pessoas que foram plenamente vacinadas com o esquema primário que, em geral, são duas doses ou dose única. Mesmo para aquelas que já fizeram a terceira e a quarta doses, dois reforços”, disse Juarez. “Essas pessoas que têm essa vacinação já feita, desde que tenham se passado quatro meses da última dose, podem receber a bivalente.”</em></p>
<p>O ministério reforça que as vacinas monovalentes contra a covid-19 seguem disponíveis em unidades básicas de Saúde (UBS) para a população em geral e são classificadas como “altamente eficazes contra a doença”, garantindo grau elevado de imunidade e evitando casos leves, graves e óbitos pela doença.</p>
<p><em>“A aplicação da bivalente não significa que as vacinas monovalentes não continuam protegendo. Elas continuam protegendo, mesmo para a variante Ômicron, mas, claro, tendo a possibilidade de uma vacina desenhada mais especificamente para a variante circulante, a tendência é termos melhor resposta.”</em></p>
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