<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>USP &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/usp/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sun, 16 Nov 2025 15:18:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>USP &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Hospital das Clínicas da USP terá o primeiro hospital inteligente do SUS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/hospital-das-clinicas-da-usp-tera-o-primeiro-hospital-inteligente-do-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 15:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Roussef]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[hospital inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[Ludhmila Hajjar]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86778</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde oficializou, nesta sexta-feira (14), o acordo para a implantação do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde, que será instalado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC USP). A iniciativa marca um avanço inédito na modernização da estrutura hospitalar pública, incorporando tecnologias de alta precisão, inteligência artificial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde oficializou, nesta sexta-feira (14), o acordo para a implantação do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde, que será instalado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC USP). A iniciativa marca um avanço inédito na modernização da estrutura hospitalar pública, incorporando tecnologias de alta precisão, inteligência artificial e sistemas integrados de resposta rápida em urgência e emergência.</p>
<p>O projeto inclui, além do Instituto Tecnológico de Emergência do HC, a criação de uma <strong>rede nacional de serviços de saúde de alta precisão</strong>, que irá contemplar <strong>14 novas UTIs distribuídas pelas cinco regiões do país</strong> e a modernização de centros de excelência no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.</p>
<p>Avaliado em <strong>R$ 1,7 bilhão</strong>, o investimento está em fase final de aprovação junto ao Banco do BRICS, com o terreno cedido pelo estado de São Paulo e parceria direta da USP.</p>
<h3>Tecnologia para salvar vidas</h3>
<p>Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o hospital inteligente coloca o Brasil em posição de destaque na reorganização mundial da saúde.</p>
<p>“O país entra com força na era da medicina de precisão, apoiada por inteligência artificial e inovação tecnológica. Este é um marco para o SUS e para o protagonismo do Brasil no cenário internacional”, afirmou.</p>
<p>Idealizadora do projeto, a professora Ludhmila Hajjar, da Faculdade de Medicina da USP, destacou que o foco é transformar o atendimento ao paciente grave. Ela reforça que tecnologias capazes de reduzir tempo de diagnóstico e personalizar terapias representam um avanço direto na chance de sobrevivência nas emergências.</p>
<h3>Construção de uma rede inteligente</h3>
<p>A nova rede nacional integra o <strong>Programa Agora Tem Especialistas</strong>, que visa ampliar o acesso à atenção especializada. Desde março, o governo brasileiro vem apresentando o projeto ao Banco do BRICS. Em julho, o plano ganhou destaque durante reunião do bloco no Rio de Janeiro, e, em outubro, foi reforçado em agendas oficiais na China com instituições tecnológicas do país.</p>
<p>Com a visita técnica já realizada pelo banco ao local e a assinatura formal do acordo entre Ministério da Saúde, governo de São Paulo, USP e HC, o projeto entra em fase final de avaliação para liberação do financiamento.</p>
<p>O novo hospital inteligente promete inaugurar uma nova era na saúde pública brasileira, com respostas mais rápidas, diagnósticos mais eficientes e cuidado personalizado — um passo estratégico rumo a um SUS mais moderno, seguro e capaz de atender com excelência pacientes de alta complexidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86778</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Tarifaço de Trump ameaça exportações brasileiras de café, carne, frutas e suco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tarifaco-de-trump-ameaca-exportacoes-brasileiras-de-cafe-carne-frutas-e-suco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 09:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84809</guid>

					<description><![CDATA[A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% a todos os produtos brasileiros exportados para os EUA pode afetar duramente o agronegócio nacional. Segundo estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), os maiores riscos recaem sobre as cadeias do suco de laranja, café, carne bovina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% a todos os produtos brasileiros exportados para os EUA pode afetar duramente o agronegócio nacional. Segundo estudo do <strong>Centro de Estudos </strong>Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), os maiores riscos recaem sobre as cadeias do suco de laranja, café, carne bovina e frutas frescas.</p>
<p>O suco de laranja é considerado o mais vulnerável, pois já paga hoje uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada para entrar no mercado americano. Como o Brasil responde por cerca de 80% do suco consumido nos EUA, uma sobretaxa ameaça a competitividade do produto e pode gerar excesso de estoques internos, mesmo diante da boa safra prevista para 2025/26, de 314,6 milhões de caixas, segundo a pesquisadora Margarete Boteon.</p>
<p>O café, do qual os Estados Unidos são os maiores compradores, também preocupa. “A exclusão do café do pacote tarifário é estratégica para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, ressalta Renato Ribeiro, pesquisador do Cepea. Diante da incerteza, produtores brasileiros vêm adiando negociações e vendendo apenas o necessário para manter o caixa.</p>
<p>A carne bovina, cuja exportação para os EUA corresponde a 12% do total embarcado pelo Brasil, também corre risco. Grandes volumes exportados nos últimos meses podem ter sido uma estratégia americana para formar estoques, já prevendo o tarifaço. Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo lideram as vendas de carne bovina para os Estados Unidos.</p>
<p>Já no setor de frutas frescas, o impacto imediato deve atingir a manga, que entra em sua principal janela de exportação aos EUA em agosto. A uva brasileira, cuja safra relevante para os americanos começa em setembro, também está sob risco. O receio é que o redirecionamento das frutas para a União Europeia ou o mercado interno pressione os preços pagos ao produtor.</p>
<p>O Cepea considera urgente uma ação diplomática para tentar reverter ou ao menos amenizar os impactos das novas tarifas sobre os produtos agroalimentares brasileiros. “Essa medida é estratégica não apenas para o Brasil, mas também para os EUA, cuja segurança alimentar depende do fornecimento brasileiro”, conclui a nota.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84809</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Produção Local de Alimentos pode Melhorar a Alimentação em Centros Urbanos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/producao-local-de-alimentos-pode-melhorar-a-alimentacao-em-centros-urbanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 13:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos Saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[centros urbanos]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[produção local]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76306</guid>

					<description><![CDATA[Especialistas do Instituto Escolhas e da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), alertam para a importância da produção local de alimentos como forma de melhorar a alimentação em centros urbanos. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas do Instituto Escolhas e da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), alertam para a importância da produção local de alimentos como forma de melhorar a alimentação em centros urbanos.</p>
<p>De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo mínimo recomendado de frutas, legumes e verduras é de 400 gramas por dia. No entanto, apenas 19% dos produtos alimentícios adquiridos pelos domicílios no Brasil em 2018 pertenciam a essa categoria. Esse cenário reflete a preferência por alimentos ultraprocessados, que, além de conterem aditivos químicos, representam risco à saúde quando consumidos com frequência.</p>
<p>O Conselho Nacional de Saúde (CNS) destaca a preocupação com a ingestão excessiva de alimentos ultraprocessados e propõe o aumento da carga tributária sobre esses produtos como forma de desestimular seu consumo. Entre 2006 e 2022, os preços dos alimentos saudáveis subiram quase três vezes mais que os ultraprocessados, revelando um desafio para a promoção de uma alimentação equilibrada.</p>
<p>Os pesquisadores ressaltam que uma das soluções para essa questão é o estímulo à produção local de alimentos saudáveis. Circuitos curtos de comercialização, nos quais os alimentos são vendidos diretamente pelos agricultores aos consumidores das cidades, podem reduzir custos de transporte e comercialização, refletindo em preços mais acessíveis para o consumidor final.</p>
<p>Estimativas do Instituto Escolhas indicam que a região metropolitana de São Paulo e outras cidades brasileiras teriam potencial para abastecer milhões de pessoas com legumes e verduras todos os anos, caso iniciativas de produção local fossem incentivadas. Essa estratégia não só contribuiria para uma alimentação mais saudável, mas também fortaleceria a economia local e reduziria os impactos ambientais associados ao transporte de alimentos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76306</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores fazem expedição em busca de peixes-elétricos na Amazônia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisadores-fazem-expedicao-em-busca-de-peixes-eletricos-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 14:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[expedição]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Iracema Caiana]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[poraquê]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=74318</guid>

					<description><![CDATA[Um grupo de pesquisadores inicia nesta terça-feira (20) expedição para buscar no fundo do Rio Negro, no Amazonas, em igarapés e outros ambientes na região, espécies pertencentes à ordem dos Gymnotiformes, conhecidos como peixes-elétricos. Além de identificar novas espécies, os pesquisadores pretendem contribuir para a conscientização e preservação da biodiversidade local. A expedição é parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de pesquisadores inicia nesta terça-feira (20) expedição para buscar no fundo do Rio Negro, no Amazonas, em igarapés e outros ambientes na região, espécies pertencentes à ordem dos Gymnotiformes, conhecidos como peixes-elétricos. Além de identificar novas espécies, os pesquisadores pretendem contribuir para a conscientização e preservação da biodiversidade local.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A expedição é parte do projeto Diversidade e Evolução de Gymnotiformes, que existe desde 2017 e é coordenado por Naercio Menezes, professor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP). Ao longo desses anos, um dos resultados foi a descoberta e descrição de duas espécies de poraquê, em 2019.</p>
<p>“Em uma das coletas efetuadas, um dos nossos pesquisadores descobriu duas espécies novas, uma das quais produz através do órgão elétrico 650 volts, o suficiente para derrubar uma pessoa, vamos dizer assim. Essa descoberta provocou uma repercussão muito grande”, contou Menezes, ao relatar que o feito foi publicado pelo jornal<em> New York Times</em>.</p>
<p>Ele ressalta que o Museu de Zoologia tem uma representatividade muito grande dos peixes de água doce de todo o Brasil e de parte da América do Sul e que o trabalho tem um cunho voltado também para preservação. “A nossa intenção é mostrar a diversidade que existe e a ameaça que paira sobre o desaparecimento de espécies devido à construção de usinas hidrelétricas, queimadas, mineração, destruição da floresta”, disse.</p>
<p>Um dos exemplos que os pesquisadores vão procurar é a espécie Iracema caiana, coletada apenas uma vez em 1968 na região da expedição, além de outros que possam contribuir com estudos em andamento ou até a originar a descrição de novas espécies. Na embarcação, estarão cerca de 20 pessoas, incluindo tripulação e pesquisadores, que vão subir o rio partindo de Manaus até Santa Isabel do Rio Negro, durante a expedição, que deve durar até 2 de março.</p>
<p>Segundo Menezes, a possibilidade de coletar exemplares é muito grande porque a expedição reúne condições propícias como o uso de uma rede que vai arrastando no fundo do rio, uma equipe grande de pesquisadores, além do período específico em que vai acontecer.</p>
<p>“A expectativa é muito grande. Nós vamos tentar coletar numa época propícia porque houve uma seca muito grande na bacia amazônica no ano passado e isso fez com que as águas do Rio Negro e do Rio Branco, onde nós vamos coletar, ficassem empoçadas de tal forma que os peixes – a gente espera – ficaram concentrados em [algumas] áreas”, disse.</p>
<p>Os pesquisadores usarão também estudos moleculares, em que uma amostra de tecido passa por análise de DNA. Isso permite distinguir as espécies de forma mais precisa e auxilia no trabalho morfológico e anatômico.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<figure id="attachment_74320" aria-describedby="caption-attachment-74320" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-74320" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Peixes-eletricos-usam-eletricidade-produzida-para-alimentacao-e-para-comunicacao-entre-eles-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Peixes Elétricos Usam Eletricidade Produzida Para Alimentação E Para Comunicação Entre Eles - Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Peixes-eletricos-usam-eletricidade-produzida-para-alimentacao-e-para-comunicacao-entre-eles-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Peixes-eletricos-usam-eletricidade-produzida-para-alimentacao-e-para-comunicacao-entre-eles-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Peixes-eletricos-usam-eletricidade-produzida-para-alimentacao-e-para-comunicacao-entre-eles-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Peixes-eletricos-usam-eletricidade-produzida-para-alimentacao-e-para-comunicacao-entre-eles-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74320" class="wp-caption-text">Peixes-elétricos usam eletricidade produzida para alimentação e para comunicação entre eles &#8211; Acervo dos Pesquisadores</figcaption></figure>
<p>Menezes explica que os peixes-elétricos usam a eletricidade que produzem para alimentação e para comunicação entre eles. O projeto Diversidade e Evolução de Gymnotiformes descobriu  também que uma das espécies, os poraquês, fazem predação social, que é a captura de presas em grupo.</p>
<p>“No passado, pensava-se que ele se alimentava isoladamente, [mas] eles têm a capacidade de cercar as piabinhas, os peixes pequenos, e vão emitindo choques contínuos. As espécies pulam fora da água e eles abocanham. Este é um comportamento que era desconhecido nos peixes”, destacou.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">74318</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estudantes da USP entram em greve e fazem ato em frente à reitoria</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudantes-da-usp-entram-em-greve-e-fazem-ato-em-frente-a-reitoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 23:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[greve de estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69565</guid>

					<description><![CDATA[Os estudantes da Universidade de São Paulo entraram em greve nesta quinta-feira (21) e, em frente à reitoria, pediram a contratação de professores, a permanência estudantil na universidade com o auxílio das bolsas e a reformulação das políticas para a permanência dos alunos. Os funcionários da instituição também aderiram ao movimento. “A pauta central é pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes da Universidade de São Paulo entraram em greve nesta quinta-feira (21) e, em frente à reitoria, pediram a contratação de professores, a permanência estudantil na universidade com o auxílio das bolsas e a reformulação das políticas para a permanência dos alunos. Os funcionários da instituição também aderiram ao movimento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A pauta central é pela contratação de mais professores. Algumas unidades, institutos, faculdades e cursos estão em situação precária. Nós precisamos repor, não para chegar ao patamar ideal, mas só para repor as perdas que tivemos nos últimos nove anos, que chegam a, pelo menos, 100 professores””, disse Mandi Coelho, uma das diretoras do Centro Acadêmico de Letras.</p>
<p>Em reunião entre representantes dos estudantes e da reitoria, ficou combinado novo encontro para até o dia 28, nos moldes de mesa de negociação, para tratar de todos os temas reivindicados pelos alunos.</p>
<h2>Melhores condições de trabalho</h2>
<p>O diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), Reinaldo Santos de Souza, disse os funcionários estão mobilizados por melhores condições de trabalho e pela renovação do acordo coletivo. “A questão do nosso acordo coletivo está ligada à organização e condições de trabalho, principalmente pelo acúmulo de horas que temos de compensação no final do ano”, afirmou.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<figure id="attachment_69566" aria-describedby="caption-attachment-69566" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Estudantes-fazem-manifestacao-em-frente-a-reitoria-na-Universidade-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-69566" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Estudantes-fazem-manifestacao-em-frente-a-reitoria-na-Universidade-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Ato Dos Estudantes Da USP - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Estudantes-fazem-manifestacao-em-frente-a-reitoria-na-Universidade-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Estudantes-fazem-manifestacao-em-frente-a-reitoria-na-Universidade-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/21-Estudantes-fazem-manifestacao-em-frente-a-reitoria-na-Universidade-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69566" class="wp-caption-text">Estudantes fazem manifestação em frente à reitoria, na Universidade de São Paulo. &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Segundo Souza, os funcionários decidiram se juntar aos estudantes, já que as pautas são interligadas. “Um dos problemas mais graves é a falta de funcionários e a necessidade de contratação. Perdemos, desde 2014 até agora, cerca de 4 mil funcionários na USP. Se tínhamos mais de 17 mil, hoje temos aproximadamente 13 mil funcionários”, afirmou o diretor.</p>
<h2>Reitoria</h2>
<p>Por meio de nota, a reitoria informou que, em 2022, a universidade disponibilizou 879 vagas para a contratação de professores para a universidade. As vagas foram concedidas a partir das demandas apresentadas pelas próprias unidades. No caso da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas foram concedidas 70 vagas. “Importante ressaltar que cabe às unidades realizarem os concursos públicos para essas contratações”, diz a nota.</p>
<p>Em relação à permanência estudantil em 2023, a USP mudou sua política de auxílio. Os investimentos na área tiveram aumento de 58%. Ao todo, a USP investe R$ 188 milhões em ações voltadas a estudantes de graduação e de pós-graduação com necessidades socioeconômicas.</p>
<p>Segundo a reitoria, o valor do auxílio aumentou de R$ 500,00 para R$ 800,00, sendo que os beneficiados com vaga no Conjunto Residencial da USP (Crusp) passaram a receber auxílio adicional de R$ 300,00.</p>
<p>“Além disso, os auxílios têm vigência durante todo o curso e todos os alunos têm direito à gratuidade nos restaurantes universitários. Por fim, foram concedidos, pela primeira vez, auxílios também para discentes de pós-graduação.  A USP distribuiu, neste ano, 15 mil auxílios”, informou a reitoria.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69565</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estudo identifica substância que pode conter avanço de Parkinson</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-identifica-substancia-que-pode-conter-avanco-de-parkinson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=48973</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificaram substância capaz de barrar o avanço da doença de Parkinson. A AG-490, constituída à base da molécula tirfostina, foi testada em camundongos e impediu 60% da morte celular. Ela inibiu um dos canais de entrada de cálcio nas células do cérebro, um dos mecanismos pelos quais a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificaram substância capaz de barrar o avanço da doença de Parkinson. A AG-490, constituída à base da molécula tirfostina, foi testada em camundongos e impediu 60% da morte celular. Ela inibiu um dos canais de entrada de cálcio nas células do cérebro, um dos mecanismos pelos quais a doença causa a morte de neurônios. Não há cura para o Parkinson, apenas controle dos sintomas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Estamos sugerindo que é esse composto que pode um dia, depois de muita pesquisa, que inclusive estamos continuando, ser usado na medicina humana”, explica o professor Luiz Roberto Britto, que coordena o projeto em conjunto com pesquisadores do Instituto de Química da USP e da Universidade de Toronto, no Canadá. Os resultados foram publicados na revista <em>Molecular Neurobiology</em>.</p>
<p>A doença de Parkinson é caracterizada pela morte precoce ou degeneração das células da região responsável pela produção de dopamina, um neurotransmissor. A ausência ou diminuição da dopamina afeta o sistema motor, causando tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita. A doença pode provocar também alterações gastrointestinais, respiratórias e psiquiátricas.</p>
<p>“A doença é progressiva, os neurônios continuam morrendo, esse é o grande problema. Morrem no começo 10%, depois 20%, mais um pouco, aliás o diagnóstico só é feito praticamente quando morrem mais de 60% naquela região específica do cérebro”, explica Britto. A identificação dessa substância pode estabilizar a doença em certo nível. “Não seria ainda a cura, mas seria, pelo menos, impedir que ela avance ao longo dos anos e fique cada vez mais complicado. O indivíduo acaba morrendo depois por complicações desses quadros.”</p>
<h2>Substância</h2>
<p>Britto explica que a AG-490 é uma substância sintética já conhecida da bioquímica. A inspiração para o trabalho veio de um modelo aplicado no Canadá, que mostrou que a substância teve efeito protetor em AVC, também em estudos com animais. Ele acrescenta que não são conhecidos ao certo os mecanismos que causam a doença, mas há alguns que favorecem a morte de neurônios. “Acúmulo de radicais livres, inflamação no sistema nervoso, erros em algumas proteínas e excesso de entrada de cálcio nas células”, cita.</p>
<p>O estudo, portanto, começou a investigar esse canal de entrada de cálcio que se chama TRPM2. Pode-se concluir, com a pesquisa, que quando o canal é bloqueado, a degeneração de neurônios, especificamente nas regiões onde eles são mortos pela doença, diminuiu bastante. “A ideia é que, talvez, se bloquearmos esses canais com a substância, ou outras que apareçam, poderemos conseguir, pelo menos, evitar a progressão da doença depois que ela se instala”, diz o pesquisador.</p>
<p>As análises seguem e agora um dos primeiros passos é saber como a substância se comporta com uma aplicação posterior à toxina que induz à doença. Britto explica que no modelo utilizado, a toxina e o composto foram aplicados quase simultaneamente. Os pesquisadores querem saber ainda se o composto administrado dias depois da toxina levará à proteção dos neurônios.</p>
<p>“Outra coisa que a gente precisa fazer, e já conseguiu os animais para isso, é usar um modelo de camundongo geneticamente modificado, que não tem esse canal TRTM2. Esperamos que os animais que não têm, geneticamente, esses canais para cálcio, sejam teoricamente mais resistentes a esse modelo de doença de Parkinson”, acrescenta.</p>
<p>Também será necessário avaliar possíveis efeitos colaterais. “Esses canais de cálcio estão em muitos lugares do sistema nervoso e fora do sistema nervoso também. Bloqueando os canais, pode ser que se tenha alguma repercussão em outros lugares. Precisamos avaliar isso”. As análises seguem com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48973</post-id>	</item>
		<item>
		<title>USP promove escola de verão para garotas criarem aplicativo de celular</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/usp-promove-escola-de-verao-para-garotas-criarem-aplicativo-de-celular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Feb 2022 13:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Verão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=45627</guid>

					<description><![CDATA[O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) terá uma escola de verão gratuita e online para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular. O link para as inscrições será divulgado durante um evento ao vivo, que ocorre hoje (12), às 14h. O evento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) terá uma escola de verão gratuita e <em>online</em> para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O link para as inscrições será divulgado durante um evento ao vivo, que ocorre hoje (12), às 14h. O evento será transmitido <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rsRmKT4MA2M" target="_blank" rel="noopener">pelo YouTube</a>.</p>
<p>Para se inscrever, não é necessário ter experiência prévia na área de tecnologia. As participantes precisam se identificar com o gênero feminino (englobando transexuais e não-binários), ter uma conta do Gmail e acesso à internet, além de um computador e um smartphone.</p>
<p>Também é preciso ter disponibilidade para participar dos encontros <em>online</em> da escola de verão e interagir de forma remota (via Whatsapp e por meio de reuniões).</p>
<p>As atividades vão ser realizadas de forma remota entre os dias 5 de março e 23 de abril.</p>
<p>Serão oferecidas 60 vagas para estudantes de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. O objetivo da escola é ensinar as garotas a transformar ideias em aplicativos, estimulando habilidades relacionadas ao empreendedorismo, ao trabalho em equipe e à arte de falar em público.</p>
<p>Mais informações podem ser <a href="http://grace.icmc.usp.br/TechSchool/Programacao.html" target="_blank" rel="noopener">obtidas no <em>site</em></a>.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">45627</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Máscaras não afetam respiração ou trazem risco à prática de exercícios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mascaras-nao-afetam-respiracao-ou-trazem-risco-a-pratica-de-exercicios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 22:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=44398</guid>

					<description><![CDATA[Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo aponta que o uso de máscaras não afeta a respiração ou traz riscos para pessoas saudáveis na prática de exercícios físicos. Para o estudo foram avaliados 17 homens com idade média de 30 anos e 18 mulheres com faixa etária média de 28 anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo aponta que o uso de máscaras não afeta a respiração ou traz riscos para pessoas saudáveis na prática de exercícios físicos. Para o estudo foram avaliados 17 homens com idade média de 30 anos e 18 mulheres com faixa etária média de 28 anos, todos saudáveis.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A gente fez com o objetivo de investigar se o uso das máscaras durante o exercício atrapalhava o desempenho, o funcionamento do corpo em pessoas que fazem atividade física regular, mas não são atletas”, explica o professor Bruno Gualano, responsável pelo estudo. Para isso, os participantes da pesquisa correram em uma esteira com e sem máscara de proteção, com monitoramento da respiração, oxigenação do sangue e função cardíaca.</p>
<p>Para o trabalho, os participantes usaram uma máscara de pano com três camadas, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Os exercícios foram realizados em diversas intensidades.</p>
<p>Nos níveis de esforço moderado e intenso foi verificada apenas uma pequena alteração no esforço de inspiração. “Nós observamos, especificamente, com o uso da máscara um aumento na capacidade inspiratória. O indivíduo tinha que inspirar mais com a máscara do que sem ela”, explica Gualano. Fora isso, porém, o corpo se adapta ao item de proteção e não houve mudanças na resposta do corpo das pessoas. “Não alterou débito cardíaco ou saturação de oxigênio, que era uma preocupação que se tinha”, acrescenta o professor.</p>
<p>No esforço considerado crítico, que é a máxima carga de exercício que a pessoa consegue desenvolver, o estudo apontou que houve perda de desempenho. De acordo com Gualano, ao contrário do que acontece nas outras intensidades, o corpo não consegue compensar a dificuldade adicional que a máscara impõe à respiração. Assim, as pessoas acabam chegando ao limite mais rápido do que chegariam sem o uso da proteção facial.</p>
<p>Porém, nem mesmo nesse nível de esforço foram constatadas alterações significativas na oxigenação do sangue ou na função cardíaca. “Não tem nenhuma alteração fisiológica sugestiva que possa incorrer em risco à saúde do praticante”, enfatiza o professor da Faculdade de Medicina.</p>
<p>O nível chamado de crítico de esforço é quando, explica Gualano, a pessoa que está se exercitando é incapaz de falar durante a tarefa. Nos níveis moderado e intenso, o praticante conseguiria falar, ainda que ofegante.</p>
<p>Para manter a boa saúde e até por razões estéticas, os níveis moderado e intenso são, segundo o professor suficientes. “Essa intensidade é suficiente para promover todos os benefícios que a gente conhece do exercício físico”, ressalta.</p>
<p>Apesar dos resultados dos testes mostrarem que o uso de máscara afeta pouco fisicamente os praticantes de exercício, no questionário aplicado aos participantes foram registradas diversas queixas em relação ao item de proteção.</p>
<p>“No geral eles se sentiam muito mal com o uso da máscara. As pessoas reclamavam que com a máscara sentiam mais calor, desconforto, maior fadiga, resistência”, enumera o pesquisador.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">44398</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
