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	<title>uso da força &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Novo decreto regulamenta uso da força por policiais e gera controvérsias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 12:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, defendeu o Decreto nº 12.341, publicado pelo governo federal, como uma medida destinada a oferecer segurança jurídica aos policiais em operações. A norma regulamenta o uso da força por agentes de segurança pública e prioriza o uso escalonado da força, reservando armas letais para situações extremas. Atualização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, defendeu o <strong>Decreto nº 12.341</strong>, publicado pelo governo federal, como uma medida destinada a oferecer segurança jurídica aos policiais em operações. A norma regulamenta o uso da força por agentes de segurança pública e prioriza o uso escalonado da força, reservando armas letais para situações extremas.</p>
<h3>Atualização e debate</h3>
<p>Sarrubbo explicou que o decreto atualiza parâmetros da <strong>Portaria Interministerial nº 4.226, de 2010</strong>, adaptando-a às novas realidades do crime organizado, como o uso de fuzis em áreas urbanas. Ele destacou que a norma foi construída com ampla participação de especialistas, representantes estaduais e organizações civis.</p>
<p>“O objetivo é garantir que o policial esteja preparado para atuar com segurança, respeitando os direitos humanos e reduzindo consequências físicas quando possível. A arma letal é a última opção, mas entendemos que há situações em que o policial precisa reagir para proteger sua vida e a de terceiros”, afirmou.</p>
<p>Entre as medidas do decreto, está a obrigatoriedade de treinamento anual no uso de armas não letais, como alternativa para situações envolvendo pessoas desarmadas ou em surto.</p>
<h3>Repercussão e críticas</h3>
<p>Apesar de Sarrubbo enfatizar que o decreto visa reforçar práticas já adotadas pela maioria das forças policiais, governadores de estados como Rio de Janeiro e Distrito Federal criticaram a norma como uma interferência na autonomia estadual.</p>
<p>Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, anunciou que entrará com ação no <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> para contestar o decreto, argumentando que a medida ignora a realidade enfrentada pelas polícias estaduais. Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, também apontou que a norma fere a Constituição ao restringir ações policiais.</p>
<p>Em resposta, Sarrubbo afirmou que a adesão ao decreto não é obrigatória, mas estados que não o seguirem ficarão impossibilitados de acessar recursos do <strong>Fundo Nacional de Segurança Pública</strong>.</p>
<h3>Casos recentes e necessidade de regulamentação</h3>
<p>O decreto surge em meio a debates sobre excessos na atuação policial. Sarrubbo citou casos recentes, como o de um estudante de medicina em surto psicótico e desarmado que foi alvejado por policiais, e o de uma jovem morta pela Polícia Rodoviária Federal em uma abordagem.</p>
<p>“O decreto estabelece diretrizes claras para evitar tragédias como essas, garantindo que o uso da força seja proporcional à gravidade da situação”, concluiu o secretário.</p>
<p>O Ministério da Justiça deve detalhar os procedimentos do decreto em uma portaria a ser publicada no início de 2025.</p>
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