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	<title>Unicamp &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Universidade Estadual de Campinas abre sindicância após furto de material biológico em laboratório</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/universidade-estadual-de-campinas-abre-sindicancia-apos-furto-de-material-biologico-em-laboratorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Estadual de Campinas instaurou uma investigação interna para apurar o furto de material biológico em um de seus laboratórios, localizado no Instituto de Biologia. O caso ocorreu no último fim de semana e passou a ser tratado como grave devido à natureza do material envolvido. A apuração também é conduzida pela Polícia Federal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual de Campinas instaurou uma investigação interna para apurar o furto de material biológico em um de seus laboratórios, localizado no Instituto de Biologia. O caso ocorreu no último fim de semana e passou a ser tratado como grave devido à natureza do material envolvido.</p>
<p>A apuração também é conduzida pela Polícia Federal, que prendeu em flagrante uma professora da instituição, identificada como Soledad Palameta Miller, vinculada à Faculdade de Engenharia de Alimentos. A docente foi localizada com o material e liberada no dia seguinte, devendo responder ao processo em liberdade.</p>
<p>Segundo as autoridades, as amostras teriam sido retiradas do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada. O material foi recuperado após cumprimento de mandado de busca e apreensão, com apoio técnico da Anvisa, que acompanha o caso devido aos riscos sanitários envolvidos.</p>
<p>A universidade informou que adotou medidas imediatas ao tomar conhecimento do ocorrido, colaborando com as investigações e instaurando procedimento administrativo para apurar responsabilidades. A sindicância deverá avaliar as circunstâncias do episódio e possíveis falhas nos protocolos de segurança.</p>
<p>A professora poderá responder por crimes como furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado, conforme indicaram as autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p>O caso ocorre em um contexto de preocupação com a segurança de materiais científicos sensíveis, especialmente aqueles utilizados em pesquisas biológicas. A instituição não divulgou detalhes sobre o conteúdo das amostras, alegando necessidade de preservar o andamento das investigações.</p>
<p>As apurações seguem em curso, tanto no âmbito administrativo quanto criminal, com possibilidade de responsabilização dos envolvidos conforme a legislação vigente.</p>
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		<title>Canabinoides podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/canabinoides-podem-auxiliar-no-tratamento-de-doencas-neurologicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 14:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[canabinóides]]></category>
		<category><![CDATA[doenças neurológicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que o canabinoide, substância que pode ser encontrada em plantas do gênero cannabis, podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas. A descoberta foi feita por pesquisadores do Laboratório de Neuroproteômica, do Instituto de Biologia (IB), e publicada hoje (27) na revista European Archives of Psychiatry and Clinical [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que o canabinoide, substância que pode ser encontrada em plantas do gênero <em>cannabis</em>, podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas. A descoberta foi feita por pesquisadores do Laboratório de Neuroproteômica, do Instituto de Biologia (IB), e publicada hoje (27) na revista <em>European Archives of Psychiatry and Clinical Neurosciences</em>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A gente sabe muito sobre o efeito dos canabinoides, endocanabinoides ou sintéticos sobre os neurônios. Estamos aprendendo agora que essas substâncias também atuam sobre as células da glia”, diz Daniel Martins-de-Souza, um dos pesquisadores. Ele explica que o nome glia significa cola em grego, porque, no passado, os pesquisadores achavam que essas células ligavam os neurônios uns nos outros, funcionando apenas como células de suporte.</p>
<p>Nas últimas duas décadas, no entanto, estudos mostraram que elas praticam funções importantes no cérebro. A pesquisa analisou a interação de uma dessas células da glia, chamada oligodendrócito, com os canabinoides. O oligodendrócito é responsável por produzir a bainha de mielina, que faz o “encapamento” dos axônios, que são o meio de comunicação entre os neurônios. “Para o neurônio conseguir conversar com outro por meio de impulsos elétricos, ele precisa de um encapamento no fio, vamos assim dizer”, explica o estudioso, comparando com os fios de um poste de energia elétrica.</p>
<p>Falhas nas células da glia podem causar doenças. “A bainha de mielina é destruída, por exemplo, na esclerose múltipla, eventualmente até na doença de Alzheimer. Então, a bainha de mielina é bastante importante para que o neurônio funcione. A gente sempre teve uma visão muito neurocêntrica, ou seja, muito da importância do neurônio no cérebro, mas ele não vai funcionar bem se as células acessórias dele também não funcionarem, como é o caso do oligodendrócito”, acrescenta Martins-de-Souza.</p>
<p>Com a análise <em>in vitro</em>, os pesquisadores viram que os canabinoides promovem a proliferação dos oligodendrócitos. “Todas as eventuais doenças que têm perda de oligodendrócitos poderiam se beneficiar”, afirma o especialista. Ele destaca que estudos com animais e humanos devem confirmar esses dados. A pesquisa também mostrou que, com os canabinoides, os oligodendrócitos amadurecem melhor. “Isso abre novas avenidas pra gente investigar potenciais tratamentos de doenças.”</p>
<p>Depressão e esquizofrenia são outras doenças que podem se beneficiar dessa descoberta.</p>
<h2>O que são canabinoides</h2>
<p>Além do canabinoide extraído de plantas do gênero <em>cannabis</em>, o canabidiol, o próprio organismo humano produz a substância, chamada endocanabinoide. “Foi descoberto que os compostos da <em>cannabis</em> se ligam a receptores no cérebro, que passaram a ser conhecidos como receptores canabinoides. O que a gente descobriu a posteriori é que o nosso organismo produz substâncias que interagem com esses mesmos receptores. Tudo isso é chamado de canabinoide”, explica o pesquisador.</p>
<p>O estudo, portanto, utilizou tanto compostos extraídos de plantas do gênero <em>cannabis</em>, como o canabidiol, o endocanabinoide, quanto sintéticos.</p>
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		<title>Estudantes da Unicamp homenageiam corpos negros usados em estudos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudantes-da-unicamp-homenageiam-corpos-negros-usados-em-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 13:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cadáveres negros]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[A 59ª turma de medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Coletivo Quilombo Ubuntu homenageiam, nesta sexta-feira (8), no Teatro de Arena da instituição, cadáveres negros usados para estudos no Laboratório de Anatomia. Iniciativa dos estudantes negros da turma, a homenagem é apoiada pela Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da instituição e pelo Centro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A 59ª turma de medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Coletivo Quilombo Ubuntu homenageiam, nesta sexta-feira (8), no Teatro de Arena da instituição, cadáveres negros usados para estudos no Laboratório de Anatomia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Iniciativa dos estudantes negros da turma, a homenagem é apoiada pela Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da instituição e pelo Centro Acadêmico Adolfo Lutz, que reúne estudantes de medicina. No evento, será inaugurada uma placa, que deverá posteriormente ser afixada no Laboratório de Anatomia do Instituto de Biologia (IB).</p>
<p>A diretora executiva de Direitos Humanos da Unicamp, professora Silvia Maria Santiago, afirmou que a ação traz à discussão o papel do negro na universidade. “Negro é aquele que constrói as paredes ou que depois limpa os espaços, ou aquele que está na mesa fria de uma sala de anatomia? Ou o lugar do negro pode ser o lugar do estudante, o lugar do pesquisador, o lugar do docente, o lugar do técnico especializado?”, questionou.</p>
<p>“Nós estamos reverenciando esse anônimo cadáver da anatomia patológica, o negro, mas apontando para a frente, que é a defesa de que o negro possa ocupar um lugar de destaque dentro das universidades”, disse. Os cadáveres usados no laboratório da instituição são, em sua maioria, de pessoas negras. Em geral, segundo Silvia, os corpos destinados a estudos correspondem a pessoas consideradas indigentes.</p>
<p>A professora contou que essa turma de medicina despertou para a questão dos cadáveres negros do laboratório no ano passado, primeiro ano na universidade, durante aula sobre ética médica, em que Silvia falou sobre racismo na universidade e na sociedade. “Foi chocante para o estudante negro, quando começou os seus estudos na anatomia, perceber que a maior parte dos cadáveres era de negros, então eles questionaram por que a maioria tem que ser de corpos negros.”</p>
<p>Neste ano, surgiu a proposta da homenagem, iniciativa dos estudantes negros da turma, que contou com o apoio dos colegas, professores e da universidade. Estão previstas ainda para o evento apresentações musicais de Fabiana Cozza, cantora e doutoranda pelo Instituto de Artes (IA); Ilessi, cantora, compositora e doutoranda pelo IA; Douglas Alonso, percussionista e professor, e Marília Corrêa, cantora e compositora.</p>
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