<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>União Europeia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/uniao-europeia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 May 2026 14:29:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>União Europeia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>União Europeia destina € 285 milhões para apoiar Cuba após destruição causada pelo furacão Melissa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uniao-europeia-destina-e-285-milhoes-para-apoiar-cuba-apos-destruicao-causada-pelo-furacao-melissa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[furacão Melissão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Alimentação Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90312</guid>

					<description><![CDATA[A União Europeia anunciou um pacote de ajuda no valor de € 285 milhões destinado a Cuba, em resposta aos impactos provocados pelo Furacão Melissa. O recurso integra um esforço internacional para apoiar a recuperação do país caribenho, duramente atingido pela passagem da tempestade, considerada uma das mais intensas da história recente do Atlântico. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia anunciou um pacote de ajuda no valor de € 285 milhões destinado a Cuba, em resposta aos impactos provocados pelo Furacão Melissa. O recurso integra um esforço internacional para apoiar a recuperação do país caribenho, duramente atingido pela passagem da tempestade, considerada uma das mais intensas da história recente do Atlântico.</p>
<p>A iniciativa europeia tem como foco principal a reconstrução de infraestrutura danificada, além da retomada de serviços básicos como energia elétrica, abastecimento de água e assistência médica. Parte dos recursos também será destinada ao reforço da ajuda humanitária, com envio de suprimentos e apoio direto às populações mais afetadas.</p>
<p>O furacão provocou destruição significativa em diversas regiões de Cuba, especialmente no leste do país, onde foram registrados danos em moradias, colapso de sistemas elétricos e perdas expressivas na agricultura. Antes da chegada da tempestade, autoridades locais mobilizaram a retirada de centenas de milhares de pessoas, medida que contribuiu para reduzir o número de vítimas fatais, apesar dos prejuízos materiais elevados.</p>
<p>Além do impacto em território cubano, o Melissa deixou um rastro de devastação em outros países do Caribe, com dezenas de mortes confirmadas e prejuízos bilionários. A magnitude do desastre mobilizou uma resposta internacional coordenada, envolvendo governos, organismos multilaterais e entidades humanitárias.</p>
<p>O apoio anunciado pela União Europeia reforça sua atuação em ações de cooperação internacional e resposta a emergências, especialmente em regiões vulneráveis a eventos climáticos extremos. O bloco, formado por 27 países, mantém políticas voltadas ao desenvolvimento e à assistência humanitária em diversas partes do mundo, incluindo a América Latina.</p>
<p>Com o novo pacote financeiro, a expectativa é acelerar o processo de recuperação em Cuba, reduzindo os impactos sociais e econômicos causados pelo desastre e contribuindo para restabelecer condições básicas de vida à população afetada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90312</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil e União Europeia firmam acordo de equivalência em proteção de dados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-e-uniao-europeia-firmam-acordo-de-equivalencia-em-protecao-de-dados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 00:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88310</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil e a União Europeia (UE) firmaram, nesta terça-feira (27), um acordo de reconhecimento mútuo dos padrões de tratamento e proteção de dados pessoais e empresariais entre os dois territórios. A medida representa um marco para a economia digital e para as relações comerciais entre as partes, ao validar a equivalência entre a Lei [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil e a União Europeia (UE) firmaram, nesta terça-feira (27), um acordo de reconhecimento mútuo dos padrões de tratamento e proteção de dados pessoais e empresariais entre os dois territórios. A medida representa um marco para a economia digital e para as relações comerciais entre as partes, ao validar a equivalência entre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) brasileira e o regime europeu de proteção de dados.</p>
<p>A cerimônia de oficialização ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença do presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e do comissário europeu para Democracia, Justiça, Estado de Direito e Proteção ao Consumidor, Michael McGrath. Alckmin representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre agenda oficial no Panamá.</p>
<p>Durante o evento, Alckmin destacou que o acordo traz ganhos diretos para cidadãos e empresas. “Vai trazer mais segurança jurídica, facilitar a vida das pessoas e das empresas, reduzir custos, melhorar a competitividade e estimular investimentos recíprocos. Estudos indicam que o comércio digital pode crescer de 7% a 9% com essa decisão”, afirmou.</p>
<p>O vice-presidente ressaltou ainda a relevância estratégica da União Europeia para o Brasil, lembrando que o bloco é o segundo maior parceiro comercial do país, atrás apenas da China, além de figurar entre os principais investidores diretos em território brasileiro. Segundo ele, este é o primeiro acordo bilateral do Brasil especificamente voltado à proteção de dados.</p>
<p>Com a decisão, a Comissão Europeia reconhece que o Brasil oferece um nível adequado de proteção de dados pessoais. Em contrapartida, por meio da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Estado brasileiro atesta que a União Europeia mantém padrões equivalentes aos previstos na LGPD.</p>
<p>Para o comissário Michael McGrath, o reconhecimento recíproco cria uma ampla área de confiança envolvendo mais de 670 milhões de pessoas. “Essa decisão de adequação é muito abrangente, cobre os setores público e privado e pavimenta o caminho para o fluxo livre de dados, para o comércio e para os cidadãos. Os dados estarão protegidos, independentemente de onde circulem na Europa”, afirmou.</p>
<p>A ANPD classificou o acordo como um marco histórico para a proteção de dados pessoais, a economia digital e a consolidação de direitos fundamentais em um cenário cada vez mais orientado pelo uso de informações. O presidente da agência, Waldemar Gonçalves Ortunho Júnior, explicou que o reconhecimento recíproco permite transferências internacionais de dados de forma direta, segura e simplificada, sem a necessidade de mecanismos adicionais.</p>
<p>“A decisão de adequação assegura que os dados pessoais de brasileiros e brasileiras, quando transferidos para a União Europeia, recebam proteção equivalente à garantida aos cidadãos europeus”, destacou.</p>
<p>Prevista na LGPD, a decisão de adequação autoriza a transferência internacional de dados quando o país ou organismo de destino oferece nível de proteção considerado adequado. Segundo a ANPD, o acordo não se aplica a transferências realizadas exclusivamente para fins de segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado ou investigação criminal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88310</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Trump ameaça impor tarifas extras a países europeus que rejeitam venda da Groenlândia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-ameaca-impor-tarifas-extras-a-paises-europeus-que-rejeitam-venda-da-groenlandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 21:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Groenlândia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88014</guid>

					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou neste sábado (17) o tom contra aliados europeus ao anunciar que pretende aplicar tarifas adicionais sobre produtos de países que se opõem à compra da Groenlândia pelos EUA. A medida, segundo ele, faz parte de uma estratégia de pressão para forçar negociações envolvendo o futuro do território [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou neste sábado (17) o tom contra aliados europeus ao anunciar que pretende aplicar tarifas adicionais sobre produtos de países que se opõem à compra da Groenlândia pelos EUA. A medida, segundo ele, faz parte de uma estratégia de pressão para forçar negociações envolvendo o futuro do território autônomo pertencente à Dinamarca.</p>
<p>Em publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que uma taxa extra de 10% sobre importações provenientes de Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido entrará em vigor em 1º de fevereiro. Esses países já são alvo de tarifas impostas anteriormente por seu governo. De acordo com o presidente norte-americano, o percentual subiria para 25% a partir de 1º de junho, permanecendo em vigor até que os Estados Unidos obtenham autorização para adquirir a Groenlândia.</p>
<p>O anúncio ocorre em meio a um contexto internacional sensível, no mesmo dia em que Mercosul e União Europeia formalizaram um acordo de livre comércio negociado ao longo de 25 anos. Durante a cerimônia de assinatura, realizada em Assunção, no Paraguai, líderes europeus defenderam o multilateralismo e criticaram políticas comerciais baseadas em sanções e tarifas, ainda que sem citar Trump nominalmente.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacou que o acordo com o Mercosul simboliza uma escolha clara por cooperação internacional. “Optamos por comércio justo em vez de tarifas e por parcerias de longo prazo em vez do isolamento”, afirmou. Em tom semelhante, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, classificou o tratado como uma aposta na abertura econômica frente ao uso do comércio como instrumento de pressão geopolítica.</p>
<p>As declarações de Trump também provocaram reações firmes dentro da Europa. Países influentes da União Europeia manifestaram apoio à Dinamarca e alertaram que qualquer tentativa de tomada militar da Groenlândia por parte dos EUA poderia abalar seriamente a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O Reino Unido acompanhou o posicionamento, reforçando a defesa da soberania dinamarquesa.</p>
<p>Na Dinamarca e na própria Groenlândia, grupos da sociedade civil foram às ruas neste sábado para protestar contra as exigências do presidente norte-americano e defender o direito do território de decidir seu próprio futuro político.</p>
<p>Trump, por sua vez, voltou a justificar seu interesse pela Groenlândia com base em argumentos estratégicos. Segundo ele, a ilha é fundamental para a segurança nacional dos Estados Unidos, tanto por sua localização no Ártico quanto por seus vastos recursos minerais. O presidente não descartou, em declarações anteriores, o uso da força para assumir o controle da região — possibilidade que aumentou a preocupação entre aliados europeus, especialmente após o envio recente de contingentes militares à ilha a pedido do governo dinamarquês.</p>
<p>Apesar do tom confrontacional, Trump afirmou que Washington segue disposto a negociar. “Os Estados Unidos estão imediatamente abertos a conversas com a Dinamarca e com qualquer um desses países, apesar de tudo o que fizemos por eles ao longo de décadas”, escreveu, reforçando que a pressão tarifária continuará enquanto não houver avanço em direção a um acordo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88014</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mercosul amplia agenda internacional e sinaliza novos acordos comerciais, afirma presidente do Paraguai</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercosul-amplia-agenda-internacional-e-sinaliza-novos-acordos-comerciais-afirma-presidente-do-paraguai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 20:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de livre comércio]]></category>
		<category><![CDATA[acordo Mercosul-União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago Peña]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=88011</guid>

					<description><![CDATA[Logo após a assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, realizada neste sábado (17), em Assunção, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmou que o bloco sul-americano está aberto a aprofundar sua inserção internacional por meio de novos tratados com outros países e blocos econômicos. Segundo ele, a conclusão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Logo após a assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, realizada neste sábado (17), em Assunção, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmou que o bloco sul-americano está aberto a aprofundar sua inserção internacional por meio de novos tratados com outros países e blocos econômicos. Segundo ele, a conclusão do acordo com os europeus marca apenas o início de uma estratégia mais ampla de integração comercial.</p>
<p>Anfitrião da cerimônia por exercer a presidência temporária do Mercosul, Peña destacou que as negociações com os Emirados Árabes Unidos avançam de forma consistente e já figuram entre as prioridades do bloco. Além disso, os mercados asiáticos ocupam posição central no planejamento estratégico, diante do potencial econômico e da crescente relevância geopolítica da região.</p>
<p>De acordo com o presidente paraguaio, países como Japão, Coreia do Sul, Indonésia e Vietnã estão no radar das negociações, ao lado da China, apontada por ele como parceira estratégica não apenas do Mercosul, mas de toda a América Latina. A diversificação de parceiros, segundo Peña, é vista como essencial para fortalecer as economias do bloco e ampliar oportunidades comerciais para seus integrantes.</p>
<p>O presidente também ressaltou o avanço de um acordo de complementação econômica com o Canadá, reforçando a disposição do Mercosul em ampliar sua rede de parcerias internacionais. Para Peña, esse movimento reflete uma convicção compartilhada entre os países-membros — Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia, esta última em fase final de adesão — de que a integração econômica e o multilateralismo são caminhos estratégicos para o desenvolvimento regional.</p>
<p>“A integração econômica, a colaboração entre países e o fortalecimento do multilateralismo são essenciais para o futuro do Mercosul”, afirmou Peña, ao reforçar que o bloco busca consolidar sua presença no comércio global de forma ativa e diversificada.</p>
<div class="compartilhamento-footer rowflex"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">88011</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Macron diz que vai votar contra acordo entre União Europeia e Mercosul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/macron-diz-que-vai-votar-contra-acordo-entre-uniao-europeia-e-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 19:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87782</guid>

					<description><![CDATA[O presidente francês Emmanuel Macron declarou em suas redes sociais nesta quinta-feira (8) que votará contra a assinatura do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul. “A França decidiu votar contra a assinatura do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul”, escreveu o político. E continuou: “A França apoia o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="titulo-materia">O presidente francês Emmanuel Macron declarou em suas redes sociais nesta quinta-feira (8) que votará contra a assinatura do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="color: #333333; font-size: 15px;" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="color: #333333; font-size: 15px;" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<div class="linha-fina-noticia">
<p>“A França decidiu votar contra a assinatura do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul”, escreveu o político. E continuou: “A França apoia o comércio internacional, mas o acordo UE-Mercosul está desatualizado, negociado por muito tempo em termos obsoletos [mandato de 1999]. Embora a diversificação comercial seja necessária, os benefícios econômicos do acordo UE-Mercosul serão limitados para o crescimento francês e europeu”.</p>
<p>A França se opõe ao acordo há bastante tempo. O governo local sofre uma forte pressão, principalmente dos agricultores franceses, que rejeitam totalmente a parceria com o bloco sul-americano, temendo a concorrência.</p>
<p>Macron levará sua decisão à reunião de Conselho da União Europeia, que acontece nesta sexta (9), em Bruxelas.</p>
<p>Além da França, Irlanda, Polônia e Hungria também são contra o acordo. Alemanha e Espanha são favoráveis à assinatura. A Itália ainda não se definiu, mas indicou que deve apoiar.</p>
<p>A assinatura do documento pode ocorrer na próxima semana.</p>
<p><em>Por Agência Brasil</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87782</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Agricultores bloqueiam acessos e pontos turísticos de Paris contra acordo UE–Mercosul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agricultores-bloqueiam-acessos-e-pontos-turisticos-de-paris-contra-acordo-ue-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 14:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87772</guid>

					<description><![CDATA[Agricultores franceses iniciaram, antes do amanhecer desta quinta-feira (8), uma série de bloqueios em rodovias estratégicas que dão acesso a Paris e em pontos emblemáticos da capital, em protesto contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, cuja votação pelos Estados-membros está prevista para esta sexta-feira. A mobilização também incorpora queixas domésticas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agricultores franceses iniciaram, antes do amanhecer desta quinta-feira (8), uma série de bloqueios em rodovias estratégicas que dão acesso a Paris e em pontos emblemáticos da capital, em protesto contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, cuja votação pelos Estados-membros está prevista para esta sexta-feira. A mobilização também incorpora queixas domésticas, entre elas a condução do governo diante de uma doença que afeta o rebanho bovino.</p>
<p>Convocados por diferentes sindicatos do setor, os atos refletem o temor de que o acordo de livre comércio com o bloco sul-americano resulte em um aumento significativo de importações de alimentos a preços mais baixos, pressionando produtores locais e reduzindo a competitividade da agricultura francesa. “Estamos entre o ressentimento e o desespero. Há um sentimento de abandono, e o Mercosul é um exemplo claro disso”, afirmou Stephane Pelletier, dirigente do sindicato <strong>Coordination Rurale</strong>, em declaração à Reuters aos pés da Torre Eiffel.</p>
<p>Ao longo da manhã, agricultores romperam barreiras policiais, avançaram pela avenida Champs-Élysées e bloquearam o entorno do Arco do Triunfo, um dos principais cartões-postais de Paris. A ação ocorreu sob forte esquema de segurança, com a polícia cercando os manifestantes para evitar confrontos diretos.</p>
<p>Dezenas de tratores também foram posicionados em rodovias de acesso à capital, como a A13 — que liga Paris aos subúrbios do oeste e à Normandia — provocando cerca de 150 quilômetros de congestionamentos, segundo o ministro dos Transportes, Philippe Tabarot. O impacto foi sentido já nas primeiras horas do dia, às vésperas do horário de pico.</p>
<h3>Pressão política e impasse europeu</h3>
<p>Os protestos ampliam a pressão sobre o presidente Emmanuel Macron em um momento de fragilidade política. Sem maioria no Parlamento, o governo francês enfrenta um cenário delicado, no qual qualquer cálculo malfeito pode abrir espaço para um voto de desconfiança na Assembleia Nacional.</p>
<p>Historicamente, a França figura entre os principais opositores ao acordo UE–Mercosul. Apesar de concessões de última hora negociadas em Bruxelas, a posição final de Macron permanece incerta. Nesta semana, a Comissão Europeia propôs antecipar € 45 bilhões em recursos do orçamento plurianual de sete anos para apoiar agricultores do bloco e concordou em reduzir tarifas de importação sobre alguns fertilizantes, numa tentativa de conquistar países ainda indecisos.</p>
<p>Enquanto Alemanha e Espanha defendem abertamente o tratado, a Comissão Europeia avalia que está próxima de obter o apoio da Itália. Caso Roma se alinhe, a União Europeia alcançaria os votos necessários para aprovar o acordo, mesmo sem o respaldo francês — um cenário que ampliaria o isolamento político de Paris no tema.</p>
<h3>Doença no gado intensifica insatisfação</h3>
<p>Além do acordo comercial, os agricultores protestam contra a política do governo francês de abate preventivo de vacas para conter a dermatite nodular contagiosa, doença altamente transmissível entre bovinos. Os manifestantes consideram a medida excessiva e defendem a adoção da vacinação como alternativa mais equilibrada.</p>
<p>Em tom conciliador, o ministro dos Transportes afirmou que as forças de segurança buscavam evitar confrontos. “Os agricultores não são nossos inimigos”, declarou, sinalizando a tentativa do governo de conter a escalada da tensão social enquanto o debate sobre o acordo UE–Mercosul entra em sua fase decisiva.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87772</post-id>	</item>
		<item>
		<title>União Europeia recua e define meta climática menos ambiciosa para a COP30</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uniao-europeia-recua-e-define-meta-climatica-menos-ambiciosa-para-a-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Estufa]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão de Gases]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gases de Efeito Estufa]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86591</guid>

					<description><![CDATA[Após intensas negociações que avançaram pela madrugada desta quarta-feira (5), os ministros responsáveis pelas políticas climáticas da União Europeia (UE) chegaram a um acordo sobre a meta de redução de emissões para 2040 — mas com um nível de ambição menor do que o esperado. O compromisso, alcançado às vésperas da COP30, prevê uma redução [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após intensas negociações que avançaram pela madrugada desta quarta-feira (5), os ministros responsáveis pelas políticas climáticas da União Europeia (UE) chegaram a um acordo sobre a meta de redução de emissões para 2040 — mas com um nível de ambição menor do que o esperado. O compromisso, alcançado às vésperas da COP30, prevê uma redução de 90% das emissões de gases de efeito estufa em relação aos níveis de 1990, mas inclui flexibilidades que, na prática, tornam o objetivo menos rigoroso.</p>
<p>O texto aprovado permite que os países do bloco comprem créditos de carbono estrangeiros para cobrir até 5% da meta de redução, o que reduz a exigência real para cerca de 85% de cortes domésticos. Além disso, a UE deixou aberta a possibilidade de usar mais 5% em créditos internacionais no futuro, o que poderia diminuir ainda mais o esforço interno.</p>
<p>Os ministros também concordaram com uma meta intermediária para 2035, que estabelece uma redução de entre 66,25% e 72,5% das emissões. O intervalo reflete a dificuldade em conciliar as posições dos países mais industrializados, que defendem metas mais rigorosas, e das nações do Leste Europeu, preocupadas com os impactos econômicos da transição energética.</p>
<p>A decisão foi tomada às pressas, em meio à pressão para que os países apresentem seus planos climáticos revisados antes da reunião de chefes de Estado da COP30, que começa nesta quinta-feira (6).</p>
<h3>Pressão global às vésperas da COP30</h3>
<p>A 30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas será realizada de 10 a 21 de novembro em Belém (PA), no Brasil, e deve reunir cerca de 50 mil participantes, incluindo delegações oficiais, jornalistas e representantes de movimentos sociais.</p>
<p>A expectativa é de que o evento sirva como palco para discussões sobre financiamento climático, transição energética e justiça ambiental — temas que ganham ainda mais relevância diante da decisão europeia de flexibilizar suas metas.</p>
<p>Com o novo acordo, a União Europeia mantém formalmente seu papel de liderança no combate às mudanças climáticas, mas o recuo em suas metas domésticas é visto por analistas como um sinal de cautela política em meio às pressões econômicas e sociais internas, especialmente diante da desaceleração industrial e do aumento dos custos de energia no continente.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86591</post-id>	</item>
		<item>
		<title>EUA e União Europeia ampliam sanções contra Rússia e miram setor energético</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-e-uniao-europeia-ampliam-sancoes-contra-russia-e-miram-setor-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[invasão da Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[sanções]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86430</guid>

					<description><![CDATA[Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) anunciaram, nesta quarta (22) e quinta-feira (23), novas rodadas de sanções contra a Rússia, em resposta à continuidade da guerra na Ucrânia. As medidas, que atingem diretamente o setor energético e financeiro russo, ampliam a pressão sobre o governo de Vladimir Putin. O governo norte-americano, sob a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) anunciaram, nesta quarta (22) e quinta-feira (23), novas rodadas de sanções contra a Rússia, em resposta à continuidade da guerra na Ucrânia. As medidas, que atingem diretamente o setor energético e financeiro russo, ampliam a pressão sobre o governo de Vladimir Putin.</p>
<p>O governo norte-americano, sob a administração de Donald Trump, impôs sanções à Rosneft e à Lukoil, as duas maiores companhias petrolíferas da Rússia, além de dezenas de subsidiárias. Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, a decisão busca cortar fontes de financiamento da “máquina de guerra do Kremlin”.</p>
<blockquote><p>“É hora de cessar o derramamento de sangue e estabelecer um cessar-fogo imediato”, declarou Bessent, ao afirmar que novas medidas poderão ser tomadas se Moscou não encerrar o conflito.</p></blockquote>
<h3>Europa reforça isolamento de Moscou</h3>
<p>Poucas horas depois, a União Europeia confirmou o 19º pacote de sanções contra a Rússia, que inclui restrições a bancos, bolsas de criptomoedas e empresas ligadas a Índia e China.</p>
<p>A alta representante da UE, Kaja Kallas, afirmou que o novo conjunto de medidas representa um avanço decisivo na tentativa de restringir os fluxos financeiros e energéticos russos.</p>
<blockquote><p>“É cada vez mais difícil para Putin financiar esta guerra”, disse Kallas ao anunciar a proibição total das importações de gás natural liquefeito (GNL) russo a partir de 1º de janeiro de 2027.</p></blockquote>
<p>O pacote europeu também inclui:</p>
<ul>
<li>Bloqueio de transações com bancos russos e intermediários estrangeiros;</li>
<li>Sanções a 118 navios da chamada “frota fantasma” usada para driblar embargos;</li>
<li>Restrições à exportação de tecnologias sensíveis, como inteligência artificial e componentes metálicos críticos.</li>
</ul>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou a medida como um “golpe no coração da economia de guerra da Rússia” e reafirmou o compromisso da UE com uma “paz justa e duradoura para o povo ucraniano”.</p>
<h3>Contexto da guerra</h3>
<p>A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, e desde então vem enfrentando sucessivas sanções econômicas e diplomáticas. Apesar do impacto sobre o comércio russo, Moscou mantém operações militares, enquanto Kiev continua a depender do apoio internacional, especialmente dos Estados Unidos e da União Europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86430</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil assume comando do Mercosul com foco em integração, clima e combate ao crime</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-assume-comando-do-mercosul-com-foco-em-integracao-clima-e-combate-ao-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 21:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordos comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[integração regional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[presidência pro tempore]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84573</guid>

					<description><![CDATA[Na abertura da 66ª Cúpula do Mercosul, realizada nesta quinta-feira (3) em Buenos Aires, o Brasil assumiu a presidência rotativa do bloco com uma ampla agenda voltada à integração regional, transição energética, combate às desigualdades, inovação tecnológica e combate ao crime organizado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o cargo do argentino Javier [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na abertura da 66ª Cúpula do Mercosul, realizada nesta quinta-feira (3) em Buenos Aires, o Brasil assumiu a presidência rotativa do bloco com uma ampla agenda voltada à integração regional, transição energética, combate às desigualdades, inovação tecnológica e combate ao crime organizado.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o cargo do argentino Javier Milei e afirmou que o Mercosul é um “refúgio para a região em um mundo instável”. No discurso, ele defendeu o fortalecimento do comércio intra e extrabloco, a conclusão do acordo Mercosul-União Europeia e a aproximação com mercados asiáticos como Japão, China e Índia.</p>
<figure id="attachment_84575" aria-describedby="caption-attachment-84575" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84575" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C555&#038;ssl=1" alt="Presidente Luiz Inácio Lula Da Silva Na Cerimônia De Transmissão Da Presidência Pro Tempore Do Mercosul Ao Brasil Com O Presidente Da Argentina, Javier Milei - Expresso Carioca" width="754" height="555" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/03-Presidente-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-na-cerimonia-de-transmissao-da-Presidencia-Pro-Tempore-do-Mercosul-ao-Brasil-com-o-presidente-da-Argentina-Javier-Milei-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C552&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84575" class="wp-caption-text">Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia de transmissão da Presidência Pro Tempore do Mercosul ao Brasil com o presidente da Argentina, Javier Milei &#8211; Foto: Ricardo Stuckert / PR</figcaption></figure>
<p>Outras pautas anunciadas para o semestre incluem:</p>
<ul>
<li>modernização da Tarifa Externa Comum (TEC), com exceções negociadas com a Argentina;</li>
<li>criação de um programa Mercosul Verde para agricultura sustentável e valorização de minerais estratégicos como lítio e cobre;</li>
<li>lançamento de uma nova edição do Fundo para a Convergência Estrutural (Focem) para financiar infraestrutura;</li>
<li>estímulo à inclusão social por meio do Instituto Social e da Cúpula Sindical do bloco;</li>
<li>maior apoio a pequenas e médias empresas e reativação do Fórum Empresarial;</li>
<li>implementação de um sistema de pagamentos digitais em moedas locais para reduzir custos transacionais.</li>
</ul>
<p>Lula também prometeu apoiar a proposta argentina de criar uma agência regional para enfrentar o crime organizado, destacando o papel do Comando Tripartite da Tríplice Fronteira e do Centro de Cooperação da Amazônia.</p>
<p>Em temas globais, o presidente ressaltou a importância de a região se preparar para a COP30, no Pará, em 2025, e criticou a concentração mundial de tecnologias estratégicas, propondo soberania digital com data centers e inteligência artificial adaptada às culturas latino-americanas.</p>
<p>Por fim, Lula enfatizou que o Mercosul só será forte se incluir todos os cidadãos. “Sem inclusão social e enfrentamento das desigualdades, não haverá progresso duradouro”, disse.</p>
<p>Sob liderança brasileira, o bloco também pretende avançar acordos com Canadá, Emirados Árabes Unidos, Panamá, República Dominicana e atualizar pactos com Colômbia e Equador.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84573</post-id>	</item>
		<item>
		<title>União Europeia aprova 17º pacote de sanções contra a Rússia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uniao-europeia-aprova-17o-pacote-de-sancoes-contra-a-russia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 16:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[embaixadores]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[sanções]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83564</guid>

					<description><![CDATA[Os embaixadores dos Estados-membros da União Europeia (UE) aprovaram nesta quarta-feira (14) o 17º pacote de sanções contra a Rússia, em resposta à continuidade da guerra na Ucrânia. A decisão política foi tomada em Bruxelas e deve ser ratificada oficialmente na próxima terça-feira (20), durante a reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do bloco. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os embaixadores dos Estados-membros da União Europeia (UE) aprovaram nesta quarta-feira (14) o 17º pacote de sanções contra a Rússia, em resposta à continuidade da guerra na Ucrânia. A decisão política foi tomada em Bruxelas e deve ser ratificada oficialmente na próxima terça-feira (20), durante a reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do bloco.</p>
<p>Segundo fontes ouvidas pela agência Lusa, o novo pacote reforça o cerco a navios da chamada &#8220;frota fantasma&#8221;, usados por Moscou para driblar as restrições ao comércio de petróleo, além de incluir novas penalidades contra indivíduos e entidades associadas ao regime russo.</p>
<p>A UE tem adotado sanções sucessivas desde fevereiro de 2022, quando a Rússia iniciou a invasão da Ucrânia. Até agora, cerca de 2.400 pessoas e organizações já foram alvo das medidas, incluindo o presidente Vladimir Putin e o chanceler Sergey Lavrov. As ações incluem congelamento de bens, bloqueio de ativos e restrições de viagem.</p>
<p>No total, a UE bloqueou 24,9 bilhões de euros em bens privados e 210 bilhões de euros do Banco Central russo. Em termos comerciais, 48 bilhões de euros em exportações para a Rússia foram proibidos, assim como 91,2 bilhões de euros em importações.</p>
<p>As sanções se somam ao apoio financeiro e militar fornecido à Ucrânia pelos países ocidentais, que buscam enfraquecer a capacidade de Moscou de sustentar seu esforço de guerra. O conflito, prestes a completar três anos, continua provocando devastação em áreas estratégicas da Ucrânia e um número elevado — porém ainda incerto — de vítimas civis e militares.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83564</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
