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	<title>Unesco &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Unesco cobra mais qualidade nas refeições escolares e alerta para impacto na saúde infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 14:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
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					<description><![CDATA[A Unesco divulgou em setembro um relatório que reforça a urgência de melhorar a qualidade da alimentação escolar em todo o mundo. Embora quase metade das crianças já tenha acesso a refeições nas escolas, o estudo revela que o valor nutricional dos alimentos ainda recebe pouca atenção. A publicação “Educação e nutrição: aprender a comer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Unesco divulgou em setembro um relatório que reforça a urgência de melhorar a qualidade da alimentação escolar em todo o mundo. Embora quase metade das crianças já tenha acesso a refeições nas escolas, o estudo revela que o valor nutricional dos alimentos ainda recebe pouca atenção.</p>
<p>A publicação “Educação e nutrição: aprender a comer bem” mostra que refeições equilibradas podem aumentar em até 9% as matrículas, em 8% a frequência escolar e melhorar o desempenho pedagógico. Em contrapartida, a falta de monitoramento está associada ao avanço da obesidade infantil, que mais do que dobrou desde 1990, ao mesmo tempo em que cresce a insegurança alimentar.</p>
<p>Em 2022, quase um terço das refeições escolares no mundo foi planejado sem a participação de nutricionistas. Apenas 93 dos 187 países avaliados tinham normas para regular os alimentos em escolas, e só 65% controlavam a venda de produtos em cantinas e máquinas automáticas.</p>
<p>Segundo a Unesco, a adoção de alimentos frescos e in natura, valorizando a agricultura familiar e a cultura local, fortalece a identidade regional, gera renda e contribui para uma economia mais sustentável.</p>
<h3>Exemplos positivos</h3>
<ul>
<li><strong>Brasil</strong>: o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) reduziu ultraprocessados, mas a Unesco pede maior fiscalização.</li>
<li><strong>China</strong>: inclusão de vegetais, leite e ovos aumentou a frequência escolar em áreas rurais.</li>
<li><strong>Nigéria</strong>: uso de produção local elevou em 20% as matrículas no ensino primário.</li>
<li><strong>Índia</strong>: refeições com milheto fortificado melhoraram memória e atenção de adolescentes.</li>
</ul>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A Unesco recomenda que governos priorizem alimentos frescos e locais, reduzam ultraprocessados e incluam educação alimentar nos currículos. Em 2025, a entidade lançará ferramentas e programas de capacitação para gestores públicos e educadores.</p>
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		<title>Desinformação é o maior risco global de 2025, alerta diretor da Unesco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desinformacao-e-o-maior-risco-global-de-2025-alerta-diretor-da-unesco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 13:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[risco global]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
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					<description><![CDATA[A desinformação supera as mudanças climáticas, os fluxos migratórios e até o terrorismo como o principal risco global para 2025, segundo o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Tawfik Jelassi. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o especialista defendeu um pacto global contra a propagação de notícias falsas e cobrou maior responsabilidade das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desinformação supera as mudanças climáticas, os fluxos migratórios e até o terrorismo como o principal risco global para 2025, segundo o diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Tawfik Jelassi. Em entrevista exclusiva à <em>Agência Brasil</em>, o especialista defendeu um pacto global contra a propagação de notícias falsas e cobrou maior responsabilidade das plataformas digitais.</p>
<p>“O mundo não está preparado para lidar com o impacto negativo da desinformação. Todos os países são vulneráveis”, alertou Jelassi, que esteve no Brasil para o seminário internacional do Cetic.br. Ele reforçou que o combate às fake news deve começar pelas próprias empresas de tecnologia, uma vez que “as plataformas são globais, não reconhecem fronteiras, e só com união internacional será possível frear esse problema”.</p>
<p>Segundo Jelassi, estudos da Unesco e de instituições como o MIT revelam que notícias falsas se espalham até dez vezes mais rápido que as verdadeiras. Para ele, o dano causado é irreversível: “Mesmo que você corrija depois, o estrago já está feito. Por isso, precisamos agir antes, com prevenção”.</p>
<p>A Unesco organiza para junho uma conferência global sobre inteligência artificial e transformação digital no setor público. O evento deve destacar a urgência de capacitar servidores e promover o uso ético das novas tecnologias. “Estamos vivendo um momento de transformação, não apenas de reforma. A educação, os serviços públicos e até a agricultura estão sendo profundamente impactados pela inteligência artificial”, afirmou o especialista.</p>
<p>Jelassi também destacou o LinkedIn como exemplo de rede social que consegue manter um ambiente digital mais seguro, sem desinformação ou discurso de ódio. Isso, segundo ele, prova que é possível implementar curadoria de conteúdo eficiente — desde que haja vontade política e ética por parte das empresas.</p>
<p>“O modelo de negócios atual favorece o engajamento, e a desinformação gera cliques. Isso atrai anunciantes e gera lucro. Mas não podemos aceitar que isso ocorra às custas da verdade e da coesão social”, concluiu.</p>
<p>A Unesco já tem 70 países implementando suas Recomendações sobre Ética na Inteligência Artificial, aprovadas em 2021 por unanimidade. O Brasil está entre eles e, segundo Jelassi, é um dos países que mais avançaram nesse tema.</p>
<blockquote><p>“Sem fatos, não há verdade. Sem verdade, não há confiança. E sem confiança, não temos uma realidade compartilhada.” — <em>Maria Ressa, Nobel da Paz (2021)</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil lidera e se torna o 1º país a incluir cultura oceânica no currículo escolar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-lidera-e-se-torna-o-1o-pais-a-incluir-cultura-oceanica-no-curriculo-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 14:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura oceânica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura oceânica no currículo escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil acaba de entrar para a história ao se tornar o primeiro país do mundo a oficializar a inclusão da cultura oceânica nos currículos escolares nacionais. A decisão foi formalizada por meio de um Protocolo de Intenções assinado em Brasília, durante o Fórum Internacional Currículo Azul, com participação de representantes da Unesco. A ministra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil acaba de entrar para a história ao se tornar o primeiro país do mundo a oficializar a inclusão da cultura oceânica nos currículos escolares nacionais. A decisão foi formalizada por meio de um Protocolo de Intenções assinado em Brasília, durante o Fórum Internacional Currículo Azul, com participação de representantes da Unesco.</p>
<p>A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, celebrou a medida como um passo estratégico para o futuro:</p>
<blockquote><p>“O lançamento do Currículo Azul não é um ponto de partida, é a consolidação de um processo vivo, coletivo e comprometido com o futuro. É também um gesto de soberania e visão estratégica: um país que compreende a importância do oceano para o clima, a biodiversidade e o desenvolvimento sustentável está mais preparado para enfrentar os desafios do século 21”, disse a ministra.</p></blockquote>
<figure id="attachment_82907" aria-describedby="caption-attachment-82907" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82907" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-A-ministra-da-Ciencia-e-Tecnologia-Luciana-Santos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="A Ministra Da Ciência E Tecnologia, Luciana Santos - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-A-ministra-da-Ciencia-e-Tecnologia-Luciana-Santos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-A-ministra-da-Ciencia-e-Tecnologia-Luciana-Santos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-A-ministra-da-Ciencia-e-Tecnologia-Luciana-Santos-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-A-ministra-da-Ciencia-e-Tecnologia-Luciana-Santos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82907" class="wp-caption-text">A ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, disse que o ministério tem promovido muitas ações relacionadas com o tema oceano. &#8211; Foto: Jose Cruz/Arquivo Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A iniciativa integra o Programa Escola Azul, que promove formação científica, jovens embaixadores do oceano, olimpíadas temáticas e parcerias universitárias.</p>
<p>Representantes da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da Unesco elogiaram o protagonismo brasileiro.</p>
<p>“O Brasil é hoje uma referência global em educação oceânica. O Currículo Azul mostra que é possível transformar conhecimento científico em políticas públicas concretas, com participação de educadores, estudantes e comunidades. Essa é a essência da Década do Oceano: ação com base na ciência e na colaboração”, disse Francesca Santoro, oficial sênior de programas da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da Unesco e coordenadora do Escritório de Coordenação da Década do Oceano da ONU sobre Conexões entre as Pessoas e o Oceano.</p>
<p>“O Currículo Azul nasce da escuta ativa e plural da sociedade brasileira. Durante as oficinas regionais para a Década do Oceano, realizadas em 2020 nas cinco regiões do país, a inclusão da Cultura Oceânica na educação foi apontada como prioridade por todos os grupos participantes. Esse passo é, portanto, uma resposta direta à voz do povo&#8221;, afirmou Ronaldo Christofoletti, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>&#8220;É dar vida a um desejo coletivo de formar cidadãos que compreendam a importância do oceano para o Brasil e para a resiliência climática global. Ao mesmo tempo, representa um retorno à essência de um país que é, por geografia, história e cultura, profundamente ligado ao mar”, completou Christofoletti, que é co-presidente do Grupo de Especialistas em Cultura Oceânica da Unesco.</p>
<p>Segundo especialistas, a iniciativa é fruto de uma escuta ativa da sociedade civil, iniciada em 2020, que apontou a cultura oceânica como prioridade nacional.</p>
<p>Além da educação, o Fórum também reforçou a ligação entre oceano e temas como segurança alimentar, economia azul sustentável e resiliência climática — mostrando que conhecer o mar é proteger o futuro.</p>
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		<title>Relatório sobre oceano aponta aquecimento, acidificação e queda de O₂</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/relatorio-sobre-oceano-aponta-aquecimento-acidificacao-e-queda-de-o%e2%82%82/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 14:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acidificação]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório sobre o Estado do Oceano]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo relatório divulgado pela Unesco revela preocupantes tendências sobre o estado atual dos oceanos, destacando aquecimento, acidificação e diminuição das taxas de oxigênio. A publicação reúne informações científicas abrangentes sobre aspectos físicos, químicos, ecológicos e socioeconômicos dos oceanos. Aquecimento dos Oceanos O relatório indica um aquecimento significativo não apenas nas águas superficiais, mas também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo relatório divulgado pela Unesco revela preocupantes tendências sobre o estado atual dos oceanos, destacando aquecimento, acidificação e diminuição das taxas de oxigênio. A publicação reúne informações científicas abrangentes sobre aspectos físicos, químicos, ecológicos e socioeconômicos dos oceanos.</p>
<p><strong>Aquecimento dos Oceanos</strong></p>
<p>O relatório indica um aquecimento significativo não apenas nas águas superficiais, mas também em zonas mais profundas. Este processo tem acelerado, com 2023 registrando recordes de temperaturas oceânicas. As consequências incluem a elevação do nível do mar, mudanças nas correntes oceânicas e transformações drásticas nos ecossistemas marinhos.</p>
<p>Segundo a Nasa, nos últimos 30 anos, o nível dos oceanos subiu em média nove centímetros, uma tendência que o relatório prevê que se acelerará devido ao aquecimento global e ao derretimento de massas de gelo na Groenlândia e na Antártica Ocidental.</p>
<p><strong>Acidificação e Queda de Oxigênio</strong></p>
<p>O relatório também destaca a crescente acidificação dos oceanos, resultante da maior absorção de gás carbônico. Este processo tem efeitos adversos significativos nos ecossistemas marinhos, exigindo medidas de mitigação. Além disso, a poluição contribui para a redução da disponibilidade de oxigênio no ambiente marinho, afetando a biodiversidade.</p>
<p><strong>Impactos Socioeconômicos e Climáticos</strong></p>
<p>O documento alerta para a maior frequência de eventos climáticos extremos, como tsunamis, que podem ter impactos mais catastróficos devido à elevação do nível do mar. A Unesco enfatiza a necessidade de estratégias de mitigação para enfrentar esses desafios crescentes.</p>
<p><strong>Pesquisa e Desenvolvimento</strong></p>
<p>Apesar de apresentar um panorama abrangente, o relatório sublinha a necessidade de novas pesquisas para aumentar o conhecimento sobre as mudanças em curso e prever as consequências. A cooperação global e o compartilhamento de dados são essenciais para enfrentar a crise oceânica de forma eficaz.</p>
<p>O relatório faz parte dos esforços da Unesco para promover os compromissos da Agenda 2030, especialmente o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14, que visa a conservação e utilização sustentável dos oceanos, mares e recursos marinhos.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A nova edição do Relatório sobre o Estado do Oceano, que contou com a participação de 98 autores de 25 países, destaca a importância crítica dos oceanos no controle climático do planeta e a necessidade urgente de ações para proteger e preservar esses ecossistemas vitais.</p>
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