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	<title>UFRRJ &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Projeto amplia Hortas Comunitárias em Xerém com parceria inédita</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-amplia-hortas-comunitarias-em-xerem-com-parceria-inedita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 15:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[embrapa]]></category>
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					<description><![CDATA[As hortas comunitárias de Xerém, no distrito de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, serão significativamente ampliadas graças a uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Instituto Zeca Pagodinho (IZP) e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Este projeto visa capacitar a comunidade local em agricultura urbana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As hortas comunitárias de Xerém, no distrito de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, serão significativamente ampliadas graças a uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Instituto Zeca Pagodinho (IZP) e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Este projeto visa capacitar a comunidade local em agricultura urbana e periurbana, beneficiando diretamente cerca de 100 famílias.</p>
<p>O projeto &#8220;Formação e Implantação de Unidades Pedagógicas e Solidárias em Agricultura Urbana e Periurbana&#8221;, conduzido pela UFRRJ em parceria com o IZP, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Organização Cidades Sem Fome, pretende formalizar a cooperação dessas instituições para fortalecer a agricultura urbana na região. O termo de intenções foi assinado na última semana.</p>
<p>Durante a cerimônia de assinatura, o ministro Paulo Teixeira enfatizou a importância das parcerias no combate à fome no Brasil. &#8220;O Zeca Pagodinho empresta seu prestígio para que todo o país possa replicar experiências como esta e, em breve, possamos tirar o povo brasileiro do mapa da fome, garantindo comida de qualidade na mesa de todos e recuperando a cultura alimentar brasileira&#8221;, afirmou.</p>
<h4><strong>Expansão e Impacto Social</strong></h4>
<p>A professora Betty Rocha, coordenadora-geral do projeto e docente do Departamento de Ciências Econômicas do Instituto Multidisciplinar da UFRRJ, destacou a ambição de expandir a iniciativa para outros municípios da Baixada Fluminense, visando torná-la um modelo nacional. &#8220;Nossa intenção é trabalhar em parceria com a Embrapa para fortalecer a produção agroecológica e promover a segurança alimentar através da economia solidária&#8221;, explicou.</p>
<p>O reitor da UFRRJ, Roberto Rodrigues, salientou o impacto social do projeto. &#8220;Para a universidade, é uma oportunidade de envolver alunos em atividades práticas que complementam o aprendizado teórico, integrando pesquisa, ensino e extensão&#8221;, comentou Rodrigues.</p>
<h4><strong>Combate à Insegurança Alimentar</strong></h4>
<p>Segundo dados da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Penssan), quase 3 milhões de pessoas estão em situação de insegurança alimentar no Rio de Janeiro. O projeto da UFRRJ foca na população vulnerável de Xerém, maior distrito de Duque de Caxias, onde 40 famílias vinculadas ao IZP já mantinham hortas desde a pandemia, utilizando-as para suprir carências alimentares, como terapia ocupacional e para o uso de plantas medicinais.</p>
<p>A parceria permitirá que a UFRRJ execute ações voltadas para o desenvolvimento da agricultura urbana na região, descentralizando parte dos recursos do MDA. A primeira meta é diagnosticar as experiências locais através de oficinas e pesquisas de campo, seguida pela oferta de cursos de capacitação e implementação de Unidades Pedagógicas e Solidárias de Agricultura Urbana e Periurbana.</p>
<h4><strong>Instituto Zeca Pagodinho e Sustentabilidade</strong></h4>
<p>O Instituto Zeca Pagodinho (IZP), fundado pelo cantor e compositor em 1999, promove atividades culturais e sociais para a comunidade de Xerém e, recentemente, ações socioambientais. Louiz da Silva, presidente do IZP, ressaltou a importância do apoio institucional para expandir as ações ambientais e combater a insegurança alimentar. &#8220;Este projeto é essencial para enfrentar a fome no Brasil. Planejamos distribuir parte da produção agrícola às famílias cadastradas no IZP e às escolas municipais, em parceria com a prefeitura de Duque de Caxias&#8221;, avaliou.</p>
<p>Com essa colaboração, espera-se que Xerém se torne um exemplo de agricultura urbana sustentável, contribuindo significativamente para a segurança alimentar e o bem-estar da comunidade.</p>
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		<title>Descoberta de nova Begônia na Ilha Grande reforça a importância da conservação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/descoberta-de-nova-begonia-na-ilha-grande-reforca-a-importancia-da-conservacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Begonia isadorae]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[Eliane Jacques]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha Grande]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) revelaram que uma nova espécie de begônia, a “Begonia isadorae”, foi identificada no Parque Estadual da Ilha Grande. Gerida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e localizada em Angra dos Reis, a unidade de conservação é agora lar de uma planta que não se encontra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) revelaram que uma nova espécie de begônia, a “Begonia isadorae”, foi identificada no Parque Estadual da Ilha Grande. Gerida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e localizada em Angra dos Reis, a unidade de conservação é agora lar de uma planta que não se encontra em nenhum outro lugar do mundo.</p>
<p>A Begonia isadorae destaca-se por suas características únicas, que a diferenciam das mais de 100 espécies de begônias já catalogadas no estado do Rio de Janeiro. Sua descoberta foi fruto de um trabalho minucioso de campo, liderado pela professora Eliane Jacques, da UFRRJ.</p>
<p>A façanha foi recentemente publicado na renomada revista científica Phytotaxa, no artigo intitulado “Begonia isadorae (Begoniaceae), a new endemic species from Ilha Grande, an island in southeastern Brazil, with notes on leaf anatomy”.</p>
<h4><strong>A Importância</strong></h4>
<figure id="attachment_78025" aria-describedby="caption-attachment-78025" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-78025" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Descoberta-de-Nova-Begonia-na-Ilha-Grande-Reforca-a-Importancia-da-Conservacao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C445&#038;ssl=1" alt="Descoberta De Nova Begônia Na Ilha Grande Reforça A Importância Da Conservação - Expresso Carioca" width="400" height="445" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Descoberta-de-Nova-Begonia-na-Ilha-Grande-Reforca-a-Importancia-da-Conservacao-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Descoberta-de-Nova-Begonia-na-Ilha-Grande-Reforca-a-Importancia-da-Conservacao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=270%2C300&amp;ssl=1 270w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Descoberta-de-Nova-Begonia-na-Ilha-Grande-Reforca-a-Importancia-da-Conservacao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C167&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-78025" class="wp-caption-text">Begonia isadorae &#8211; Foto: Eliane Jacques/Divulgação/Inea</figcaption></figure>
<p>A nova begônia é um exemplo impressionante da biodiversidade da Mata Atlântica e da importância das áreas de conservação para proteger espécies únicas. O secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, destacou a relevância desta descoberta para a ciência e a preservação ambiental. <em>&#8220;Descobertas como esta destacam a riqueza e a diversidade da nossa Mata Atlântica e sublinham a importância das nossas unidades de conservação para a preservação da biodiversidade,&#8221; afirmou Rossi.</em></p>
<p>A Begonia isadorae cresce em ambientes úmidos e sombreados, preferindo as rochas cobertas de musgo nas áreas mais preservadas da ilha. A planta foi nomeada em homenagem à Isadora Jacques, filha da pesquisadora principal, um gesto que destaca a tradição científica de homenagear indivíduos importantes na área de estudo.</p>
<h4><strong>Comparações e Classificação</strong></h4>
<p>Comparada a outras espécies de begônias da mesma região, a Begonia isadorae possui características distintas que a tornam facilmente identificável. Ao contrário de muitas de suas congêneres, que podem ser encontradas em ambientes mais variados, esta nova espécie é restrita a áreas muito específicas da Ilha Grande, o que a coloca em uma posição vulnerável. Devido à sua população limitada e distribuição restrita, a Begonia isadorae foi classificada provisoriamente como Vulnerável (VU), uma medida que ressalta a necessidade urgente de conservação.</p>
<p>&#8220;Begonia isadorae é uma nova espécie endêmica da ilha da Mata Atlântica brasileira, um bioma notável por seu alto nível de endemismo e diversidade de espécies. Descrita e ilustrada recentemente a Begonia isadorae pertence à seção Pritzelia (Klotzsch) A.DC. e é morfologicamente semelhante à B. rubropilosa A.DC., compartilhando o mesmo formato e hábito da lâmina foliar. No entanto, difere nas lâminas foliares adaxiais, que são puberulosas a glabrescentes (vs. escabrosas), nas tépalas puberulosas (vs. escamulosas) e no ovário com placentas inteiras (vs. bilameladas). Foram fornecidos um diagnóstico, descrição, comentários ecológicos, notas taxonômicas e de anatomia foliar, além de ilustrações e fotografias coloridas. Begonia isadorae foi preliminarmente classificada como Vulnerável (VU) devido às suas populações muito pequenas e distribuição restrita&#8221;. &#8211; Informações acadêmicas, tendo como fonte: <a href="https://phytotaxa.mapress.com/pt/article/view/phytotaxa.650.3.4" target="_blank" rel="noopener">https://phytotaxa.mapress.com/pt/article/view/phytotaxa.650.3.4</a></p>
<h4><strong>Curiosidade</strong></h4>
<p>Em 2023 a professora Eliane Jacques, do Departamento de Botânica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em colaboração com a Fiocruz Mata Atlântica, já havia descorto uma nova espécie de begônia, a &#8220;begonia pedrabrancesis&#8221; nome científico para a nova espécie de begônia endêmica, que foi encontrada na unidade de conservação da Fiocruz Mata Atlântica (FMA) naquela época.</p>
<figure id="attachment_78028" aria-describedby="caption-attachment-78028" style="width: 888px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-78028" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?resize=888%2C634&#038;ssl=1" alt="Begonia Pedrabrancesis Professora Eliane Jacques - Expresso Carioca" width="888" height="634" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?w=888&amp;ssl=1 888w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?resize=768%2C548&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?resize=350%2C250&amp;ssl=1 350w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/03-Begonia-pedrabrancesis-professora-Eliane-Jacques-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C535&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /><figcaption id="caption-attachment-78028" class="wp-caption-text">Nova Espécie de begônia (Begonia pedrabrancesis) é descoberta em 2023 pela professora Eliane Jacques — Foto: Reprodução/Agência Fiocruz</figcaption></figure>
<h4><strong>Implicações para a Conservação</strong></h4>
<p>A descoberta não apenas enriquece o conhecimento científico, mas também reforça a necessidade de políticas de conservação rigorosas. A Ilha Grande, com suas áreas protegidas, oferece um refúgio vital para esta e outras espécies endêmicas. No entanto, as pressões urbanas e turísticas continuam a ameaçar estes habitats sensíveis.</p>
<p>A presença da Begonia isadorae é um lembrete poderoso de que ainda há muito a descobrir e proteger na Mata Atlântica, Cada nova espécie descoberta é um testemunho da complexidade e beleza do nosso ecossistema, e uma chamada à ação para garantir que essas maravilhas naturais sejam preservadas para as futuras gerações.</p>
<p>A identificação da Begonia isadorae no Parque Estadual da Ilha Grande é uma vitória para a botânica e a conservação ambiental. Ela ilustra a rica tapeçaria de vida que compõe a Mata Atlântica e reforça a importância das unidades de conservação como bastiões da biodiversidade. Enquanto os pesquisadores continuam a explorar e documentar novas espécies, a Begonia isadorae serve como um símbolo da incrível diversidade natural que ainda espera ser descoberta e protegida.</p>
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