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	<title>UE-Mercosul &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Assinatura do acordo UE–Mercosul é adiada para janeiro após resistência interna na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 23:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UE-Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[A assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul foi oficialmente adiada para janeiro, informou nesta quinta-feira (18) a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, aos líderes dos 27 Estados-membros reunidos em Bruxelas. A formalização estava prevista para este sábado (20), durante a cúpula do Mercosul em Foz do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul foi oficialmente adiada para janeiro, informou nesta quinta-feira (18) a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, aos líderes dos 27 Estados-membros reunidos em Bruxelas. A formalização estava prevista para este sábado (20), durante a cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu (PR), mas esbarrou na falta de consenso interno no bloco europeu.</p>
<p>Para que o acordo fosse assinado, era necessária a aprovação prévia da maioria qualificada dos países da UE — o que não ocorreu, sobretudo devido à resistência de França e Itália. Os dois países enfrentam forte pressão política de seus setores agrícolas, que temem prejuízos com a ampliação do acesso de produtos sul-americanos ao mercado europeu.</p>
<p>O novo adiamento representa um revés para a Comissão Europeia e para governos favoráveis ao avanço do tratado, como Alemanha e Espanha, que defendiam a assinatura ainda neste ano. Segundo a emissora portuguesa RTP, esses países trabalhavam para concluir o processo nos próximos dias, mas não conseguiram reunir apoio suficiente.</p>
<p>Considerado estratégico por ambos os blocos, o acordo Mercosul–União Europeia criaria uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, abrangendo cerca de 722 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) combinado estimado em US$ 22 trilhões. Pelo texto negociado, a UE ampliaria exportações de veículos, máquinas, vinhos e bebidas alcoólicas para Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Em contrapartida, o Mercosul teria maior acesso ao mercado europeu para produtos como carne, açúcar, arroz, mel e soja.</p>
<p>Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter conversado por telefone com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. Segundo Lula, a líder italiana não se opõe diretamente ao acordo, mas enfrenta dificuldades políticas internas e solicitou um prazo de até um mês para dialogar com os agricultores do país e tentar reduzir as resistências.</p>
<p>A França, por sua vez, permanece como a principal articuladora da oposição ao tratado e, nos últimos dias, buscou apoio de outros países para adiar a assinatura. O governo francês sustenta que o acordo, nos moldes atuais, ameaça a competitividade do setor agrícola europeu e não oferece garantias ambientais suficientes.</p>
<p>No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou que o adiamento pode, paradoxalmente, contribuir para a conclusão do tratado. Segundo ele, o tempo adicional pode permitir ajustes políticos e técnicos capazes de destravar um acordo negociado há mais de duas décadas e considerado fundamental para a integração econômica entre os dois blocos.</p>
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		<title>Lula: exigências da União Europeia para acordo com Mercosul são ameaça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-exigencias-da-uniao-europeia-para-acordo-com-mercosul-sao-ameaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 18:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula para Novo Pacto Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[UE-Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de ameaça as exigências feitas pela União Europeia (UE) para a finalização de um acordo com o Mercosul. Ao discursar na Cúpula para um Novo Pacto Financeiro Global, em Paris, Lula cobrou que os acordos comerciais passem a ser mais justos.  “Estou doido para fazer um acordo [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de ameaça as exigências feitas pela União Europeia (UE) para a finalização de um acordo com o Mercosul. Ao discursar na Cúpula para um Novo Pacto Financeiro Global, em Paris, Lula cobrou que os acordos comerciais passem a ser mais justos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Estou doido para fazer um acordo com a União Europeia, mas não é possível. A carta adicional que foi feita pela UE não permite que se faça um acordo. Nós vamos fazer a resposta e vamos mandar a resposta. Mas é preciso que a gente comece a discutir.”</p>
<p>“Não é possível que tenhamos uma parceria estratégica e haja uma carta adicional fazendo ameaça a um parceiro estratégico. Como é que a gente vai resolver isso?”, questionou Lula, sentado ao lado do anfitrião do evento, o presidente francês Emmanuel Macron.</p>
<p>Em seu discurso, Lula se referiu à construção da UE como patrimônio democrático da humanidade. “Depois de duas guerras mundiais, vocês conseguirem construir a União Europeia, conseguirem fazer um Parlamento, conseguirem viver com divergência, mas discutindo as coisas democraticamente. É uma coisa que eu quero para a América do Sul”.</p>
<p>“Queremos criar novos blocos para negociar com a UE. E aí, me desculpem Banco Mundial e FMI [Fundo Monetário Internacional], precisamos rever o funcionamento. É preciso ter mais dinheiro, é preciso ter novas direções, mais gente participando da direção. Não podem ser os mesmos.”</p>
<p>“Querido companheiro Macron, obrigado por essa reunião. E se prepare porque estou com mais vontade de brigar nesses próximos três anos em que vou presidir o Brasil. Obrigado e boa sorte”, finalizou.</p>
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