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	<title>Ucrânia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Ucrânia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Zelensky e Trump discutem no domingo caminhos para encerrar a guerra na Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/zelensky-e-trump-discutem-no-domingo-caminhos-para-encerrar-a-guerra-na-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 13:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, vai se reunir no próximo domingo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir os principais impasses nas negociações de paz com a Rússia, com foco especial nas questões territoriais, consideradas o maior obstáculo para o fim do conflito que já é o mais mortal da Europa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, vai se reunir no próximo domingo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir os principais impasses nas negociações de paz com a Rússia, com foco especial nas questões territoriais, consideradas o maior obstáculo para o fim do conflito que já é o mais mortal da Europa desde a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Ao anunciar o encontro, Zelensky afirmou que o diálogo ocorre em um momento decisivo. “Muita coisa pode ser decidida antes do Ano Novo”, declarou, sinalizando expectativa de avanços concretos enquanto Washington intensifica os esforços diplomáticos para encerrar a guerra iniciada em fevereiro de 2022.</p>
<p>Em conversa com jornalistas por meio do WhatsApp, o presidente ucraniano detalhou os temas centrais da agenda. “Discutiremos Donbas e a usina nuclear de Zaporizhzhia. Certamente discutiremos outras questões também”, afirmou. A região de Donbas — que compreende Donetsk e Luhansk — é alvo de disputa desde o início do conflito, enquanto a usina de Zaporizhzhia, a maior da Europa, permanece sob controle russo e localizada em uma área sensível da linha de frente.</p>
<p>Zelensky tenta convencer Trump a abandonar uma proposta norte-americana que prevê a retirada completa das forças ucranianas de Donbas. Caso não consiga obter uma posição “firme” de Washington contra concessões territoriais, o líder ucraniano afirmou, em declarações citadas pelo site Axios, que estaria disposto a submeter o plano de paz de 20 pontos patrocinado pelos EUA a um referendo nacional — desde que a Rússia concorde com um cessar-fogo de 60 dias, tempo considerado necessário para organizar a consulta popular.</p>
<p>Moscou, por sua vez, exige que a Ucrânia se retire de áreas da região de Donetsk que as tropas russas não conseguiram ocupar totalmente ao longo de quase quatro anos de guerra. O objetivo do Kremlin é obter controle integral de Donbas, enquanto Kiev defende a interrupção dos combates nas linhas atuais de batalha, sem novas perdas territoriais.</p>
<p>Na tentativa de destravar as negociações, os Estados Unidos chegaram a propor a criação de uma zona econômica livre caso a Ucrânia abra mão da região, embora a iniciativa careça de detalhes sobre funcionamento e garantias práticas.</p>
<p>Para Zelensky, qualquer decisão envolvendo território ucraniano precisa passar pela soberania popular. “Compromissos territoriais só podem ser decididos pelo povo ucraniano”, tem reiterado o presidente, reforçando que a legitimidade de um acordo duradouro depende da participação direta da sociedade.</p>
<p>Enquanto isso, a situação da usina nuclear de Zaporizhzhia segue como um dos pontos mais sensíveis das negociações, tanto pelo risco estratégico quanto pelas implicações de segurança energética para toda a região europeia.</p>
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		<title>Zelensky anuncia novo encontro com Trump para avançar negociações de paz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/zelensky-anuncia-novo-encontro-com-trump-para-avancar-negociacoes-de-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 13:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de paz]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta sexta-feira (25) que deverá se reunir novamente, em breve, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no contexto das negociações internacionais que buscam encerrar a guerra com a Rússia. “Concordamos com uma reunião de alto nível com o presidente Trump num futuro próximo. Muitas coisas podem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta sexta-feira (25) que deverá se reunir novamente, em breve, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no contexto das negociações internacionais que buscam encerrar a guerra com a Rússia.</p>
<p>“Concordamos com uma reunião de alto nível com o presidente Trump num futuro próximo. Muitas coisas podem ser decididas antes do Ano Novo”, declarou Zelensky em mensagem publicada nas redes sociais.</p>
<p>A sinalização ocorre poucos dias após o líder ucraniano revelar, na quarta-feira, a versão mais recente do plano de paz patrocinado pelos Estados Unidos, resultado de semanas de negociações entre Washington e Kiev. O documento preliminar propõe o congelamento das atuais linhas de frente do conflito, sem, no entanto, apresentar uma solução definitiva para os cerca de 19% do território ucraniano ocupados pela Rússia desde o início da invasão, em 24 de fevereiro de 2022.</p>
<p>A nova formulação do plano norte-americano deixou de fora duas exigências históricas do Kremlin que constavam na proposta original. Entre elas, a retirada das forças ucranianas das áreas do Donbas ainda sob controle de Kiev e um compromisso juridicamente vinculante de que a Ucrânia não ingressará na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>Do lado russo, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que Moscou ainda está formulando sua posição oficial sobre a proposta, mas evitou comentar detalhes. Já a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou na quinta-feira (24) que o avanço em direção ao fim do conflito é “lento, mas constante”.</p>
<p>A expectativa em torno do novo encontro entre Zelensky e Trump reforça a possibilidade de avanços diplomáticos nas próximas semanas, em um momento considerado decisivo para o futuro do conflito no Leste Europeu.</p>
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		<title>Rússia lança novo ataque com mísseis hipersônicos e drones contra a Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/russia-lanca-novo-ataque-com-misseis-hipersonicos-e-drones-contra-a-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 12:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia voltou a atacar diversas regiões da Ucrânia nesta quinta-feira (10), utilizando mísseis hipersônicos Kinzhal, mísseis teleguiados S-300 e S-400, além de 67 drones. Segundo comunicado da Força Aérea ucraniana, 52 drones foram interceptados pelas defesas antiaéreas, enquanto 15 conseguiram atingir nove localidades diferentes. Entre os drones utilizados, 40 eram do tipo kamikaze Shahed, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia voltou a atacar diversas regiões da Ucrânia nesta quinta-feira (10), utilizando mísseis hipersônicos Kinzhal, mísseis teleguiados S-300 e S-400, além de 67 drones. Segundo comunicado da Força Aérea ucraniana, 52 drones foram interceptados pelas defesas antiaéreas, enquanto 15 conseguiram atingir nove localidades diferentes.</p>
<p>Entre os drones utilizados, 40 eram do tipo kamikaze Shahed, conhecidos por não retornarem após o ataque. As autoridades ucranianas informaram que o objetivo da ofensiva foi, novamente, destruir infraestruturas energéticas e logísticas em diversas partes do país.</p>
<p>Em contrapartida, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter abatido 71 drones ucranianos em dez regiões, incluindo a Crimeia, território anexado em 2014. De acordo com o órgão, 29 drones foram interceptados na região de Briansk, sete em Kursk, três na Crimeia e outros sete sobre o Mar Negro.</p>
<p>Os ataques ocorrem em meio à escalada de ações ofensivas dos dois lados, com a Ucrânia buscando enfraquecer o reabastecimento do Exército russo e comprometer a exportação de petróleo e derivados, uma das principais fontes de financiamento de Moscou.</p>
<p>A guerra, que começou em 24 de fevereiro de 2022, segue sem perspectivas de cessar-fogo, com as forças russas intensificando o uso de armas de alta tecnologia, como os mísseis hipersônicos, capazes de atingir velocidades superiores a Mach 10 (dez vezes a velocidade do som).</p>
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		<item>
		<title>Escalada na guerra: Rússia e Ucrânia trocam ataques com mísseis em meio a impasse diplomático</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/escalada-na-guerra-russia-e-ucrania-trocam-ataques-com-misseis-em-meio-a-impasse-diplomatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:55:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rússia e Ucrânia intensificaram os bombardeios durante a noite, com ataques de mísseis em ambos os territórios, reacendendo a tensão em meio aos esforços diplomáticos para encerrar o conflito que já ultrapassa dois anos. A nova onda de violência ocorre logo após um impasse nas negociações para uma reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rússia e Ucrânia intensificaram os bombardeios durante a noite, com ataques de mísseis em ambos os territórios, reacendendo a tensão em meio aos esforços diplomáticos para encerrar o conflito que já ultrapassa dois anos. A nova onda de violência ocorre logo após um impasse nas negociações para uma reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, prevista para as próximas semanas.</p>
<p>Segundo autoridades ucranianas, seis pessoas morreram, entre elas duas crianças, em ataques russos contra Kiev e regiões vizinhas. As explosões também provocaram apagões em várias partes do país, dificultando as operações de resgate.</p>
<p>Em resposta, as Forças Armadas da Ucrânia confirmaram o uso de mísseis franco-britânicos Storm Shadow, lançados de aeronaves, contra uma fábrica de produtos químicos na região russa de Bryansk, no sul do país.</p>
<h3>Impasse diplomático</h3>
<p>Na semana passada, Trump e Putin haviam concordado em realizar uma cúpula na Hungria, mas o plano esfriou após conversas entre diplomatas dos dois países. A Casa Branca informou que o presidente norte-americano “não tem planos imediatos” de se encontrar com o líder russo.</p>
<blockquote><p>“Trump não quer uma reunião desperdiçada”, afirmou um porta-voz do governo dos EUA. Moscou, por sua vez, diz compartilhar da mesma visão.</p></blockquote>
<p>Ainda assim, o Kremlin assegura que os preparativos continuam. O porta-voz Dmitry Peskov declarou que as datas ainda não estão definidas e que “muitas informações falsas estão circulando” sobre o tema.</p>
<h3>Pressão por acordo de paz</h3>
<p>Fontes ouvidas pela Reuters afirmam que a Rússia reiterou suas condições para um eventual acordo, exigindo que a Ucrânia ceda o controle total da região de Donbas, no sudeste do país — uma proposta prontamente rejeitada por Kiev e pela comunidade internacional.</p>
<p>Trump havia sugerido um cessar-fogo imediato nas atuais linhas de frente, mas a ideia foi descartada por ambos os lados.</p>
<blockquote><p>“É um processo difícil, mas é para isso que servem os diplomatas”, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, à agência estatal RIA.</p></blockquote>
<p>Enquanto as negociações permanecem estagnadas, o conflito segue em escalada, com ataques cada vez mais letais e um cenário diplomático cada vez mais incerto sobre o futuro da guerra no Leste Europeu.</p>
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		<item>
		<title>UE avança com acordo comercial com Mercosul apesar da oposição da França</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ue-avanca-com-acordo-comercial-com-mercosul-apesar-da-oposicao-da-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 17:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia deve apresentar nesta quarta-feira (3) o acordo de livre comércio com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), após 25 anos de negociações. O texto será submetido à aprovação do Parlamento Europeu e dos governos da União Europeia, exigindo apoio de pelo menos 15 dos 27 países, que juntos representem 65% da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia deve apresentar nesta quarta-feira (3) o acordo de livre comércio com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), após 25 anos de negociações. O texto será submetido à aprovação do Parlamento Europeu e dos governos da União Europeia, exigindo apoio de pelo menos 15 dos 27 países, que juntos representem 65% da população do bloco.</p>
<h3><strong>O que está em jogo</strong></h3>
<ul>
<li>Para países como Alemanha e Espanha, o pacto é estratégico: ajudaria a compensar perdas provocadas pelas tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, e reduziria a dependência europeia da China, sobretudo em minerais críticos como o lítio.</li>
<li>A Comissão Europeia o classifica como o maior acordo tarifário já firmado pelo bloco.</li>
</ul>
<h3><strong>Resistência francesa</strong></h3>
<p>A França, maior produtora de carne bovina da UE, lidera a oposição. Paris considera o acordo “inaceitável”, alegando que abriria espaço para importações baratas de carne sul-americana sem atender aos padrões sanitários e ambientais exigidos na Europa.</p>
<ul>
<li>Agricultores têm realizado protestos contra o pacto.</li>
<li>Grupos ambientalistas, como o Friends of the Earth, chamam o tratado de “destruidor do clima”.</li>
</ul>
<h3><strong>Risco de bloqueio</strong></h3>
<p>O texto pode enfrentar resistência no Parlamento, onde Verdes e partidos de extrema direita são críticos, ou entre os governos, caso Polônia e Itália se unam à França na rejeição.</p>
<h3><strong>O que a UE e o Mercosul ganham</strong></h3>
<ul>
<li>Para a Europa: abertura do mercado sul-americano para carros, máquinas, produtos químicos, queijos, presuntos e vinhos.</li>
<li>Para o Mercosul: acesso facilitado ao mercado europeu, com tarifas menores para commodities agrícolas e ampliação do comércio.</li>
</ul>
<p>O acordo, se aprovado, seria um marco histórico para ambos os blocos, mas enfrenta um caminho político cheio de obstáculos.</p>
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		<item>
		<title>Trump anuncia envio de mais armas para a Ucrânia para conter avanço russo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-anuncia-envio-de-mais-armas-para-a-ucrania-para-conter-avanco-russo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 15:59:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (7) que o país enviará mais armas para a Ucrânia, com foco em equipamentos de defesa, para ajudar Kiev a resistir aos recentes avanços das forças russas. A declaração foi feita na Casa Branca, no início de um jantar com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (7) que o país enviará mais armas para a Ucrânia, com foco em equipamentos de defesa, para ajudar Kiev a resistir aos recentes avanços das forças russas.</p>
<p>A declaração foi feita na Casa Branca, no início de um jantar com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Eles estão sendo atingidos com muita força agora. Teremos que enviar mais armas, principalmente armas defensivas. Eles precisam ser capazes de se defender”, disse Trump aos jornalistas.</p>
<p>Nos últimos meses, Washington havia suspendido parte das remessas militares para a Ucrânia, o que gerou críticas tanto de democratas quanto de aliados republicanos e levou Kiev a alertar para riscos à sua capacidade de defesa.</p>
<p>Em nota, o Departamento de Defesa dos EUA confirmou que a ordem de Trump prevê novos envios para garantir a resistência ucraniana “enquanto continuam os esforços para alcançar uma paz duradoura”. O Pentágono acrescentou que segue avaliando os estoques e compromissos militares globais para balancear suas operações.</p>
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		<title>Kremlin rejeita diálogo com Ucrânia após incursão em Kursk</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/kremlin-rejeita-dialogo-com-ucrania-apos-incursao-em-kursk/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 14:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Kremlin anunciou nesta segunda-feira (19) que não entrará em negociações com a Ucrânia, em resposta à ofensiva lançada por Kiev na região fronteiriça de Kursk, na Rússia, há quase duas semanas. Yuri Ushakov, conselheiro diplomático do presidente Vladimir Putin, afirmou que, diante da situação atual, iniciar qualquer processo de diálogo seria &#8220;totalmente inapropriado&#8221;. As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Kremlin anunciou nesta segunda-feira (19) que não entrará em negociações com a Ucrânia, em resposta à ofensiva lançada por Kiev na região fronteiriça de Kursk, na Rússia, há quase duas semanas.</p>
<p>Yuri Ushakov, conselheiro diplomático do presidente Vladimir Putin, afirmou que, diante da situação atual, iniciar qualquer processo de diálogo seria &#8220;totalmente inapropriado&#8221;. As declarações foram feitas à mídia russa Shot, ressaltando a postura inflexível de Moscou diante das ações ucranianas.</p>
<p>A ofensiva em Kursk, de acordo com Mykhailo Podoliak, conselheiro do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, tinha como um de seus objetivos pressionar Moscou a aceitar negociações &#8220;justas&#8221;. Embora tenha enfatizado que a Ucrânia não busca ocupar território russo, Podoliak sugeriu que, em caso de negociações, seria essencial encontrar uma forma de levar a Rússia à mesa de discussões.</p>
<p>Em discurso recente, Zelensky reforçou que a incursão em Kursk visa criar uma zona de contenção no território russo, com o objetivo de enfraquecer o potencial bélico de Moscou e maximizar as capacidades de contra-ataque ucranianas. O presidente ucraniano argumentou que qualquer dano infligido ao exército e à economia russa contribui para limitar a expansão do conflito e alcançar uma &#8220;paz justa para a Ucrânia&#8221;.</p>
<p>As negociações entre os dois países estão paralisadas desde a primavera de 2022, com Moscou insistindo na exigência de que a Ucrânia reconheça a anexação de parte de seu território. Zelensky manifestou a intenção de desenvolver um plano até novembro, antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos, que possa servir de base para uma futura cúpula de paz, para a qual o Kremlin também deve ser convidado.</p>
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		<item>
		<title>Kremlin declara cúpula sobre guerra na Ucrânia como insignificante</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/kremlin-declara-cupula-sobre-guerra-na-ucrania-como-insignificante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 13:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia afirmou nesta segunda-feira (17) que a conferência organizada pela Suíça sobre a guerra na Ucrânia produziu resultados insignificantes, destacando a futilidade de realizar discussões sem a presença de Moscou. As declarações do Kremlin foram feitas após a cúpula realizada no fim de semana, onde potências ocidentais e seus aliados denunciaram a invasão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia afirmou nesta segunda-feira (17) que a conferência organizada pela Suíça sobre a guerra na Ucrânia produziu resultados insignificantes, destacando a futilidade de realizar discussões sem a presença de Moscou.</p>
<p>As declarações do Kremlin foram feitas após a cúpula realizada no fim de semana, onde potências ocidentais e seus aliados denunciaram a invasão da Ucrânia pela Rússia. No entanto, não conseguiram convencer estados não alinhados ao Ocidente a aderir à declaração final.</p>
<p>O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que os resultados da reunião, à qual a Rússia não foi convidada, foram &#8220;próximos de zero&#8221;.</p>
<p>Em conversa com repórteres, Peskov foi questionado sobre a participação de países como Hungria, Sérvia e Turquia na cúpula e se isso prejudicaria as relações da Rússia com esses países.</p>
<p>&#8220;Não, isso não vai prejudicá-los. Levaremos em conta a posição que esses países tomaram, isso é importante para nós e continuaremos explicando nosso raciocínio a eles&#8221;, disse Peskov.</p>
<p>&#8220;Muitos desses países, e essa foi uma visão comum sobre o evento, entenderam a ausência de perspectivas para quaisquer discussões sérias e substanciais sem a presença de nosso país. Se falarmos sobre a eficácia geral dessa reunião, ela é próxima de zero.&#8221;</p>
<p>O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou na semana passada que a Rússia estava disposta a acabar com a guerra, mas estabeleceu condições para a Ucrânia &#8211; renunciar às suas ambições de ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e retirar as tropas de quatro regiões reivindicadas pelo país &#8211; condições que Kiev rejeitou como equivalentes à rendição.</p>
<p>&#8220;Entendemos perfeitamente que chegará um momento em que será necessário conversar com a Rússia&#8221;, disse o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba. &#8220;Mas nossa posição é muito clara: não permitiremos que a Rússia fale na linguagem de ultimato como está falando agora.&#8221;</p>
<p>Peskov afirmou que a chamada iniciativa de paz de Putin permanece na agenda e reafirmou a posição de Moscou de que está aberta ao diálogo.</p>
<p>No terceiro ano da guerra, a Rússia controla quase 20% da Ucrânia e tem avançado gradualmente em várias frentes desde fevereiro.</p>
<p>Mais de 90 países participaram das discussões de dois dias na Suíça. A decisão da China de não participar praticamente garantiu que a cúpula não atingiria o objetivo da Ucrânia de persuadir os principais países do &#8220;Sul Global&#8221; a se unirem para isolar a Rússia.</p>
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		<title>G7 Acorda apoio financeiro à Ucrânia com ativos russos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 23:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G7]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes do Grupo dos Sete (G7) chegaram a um acordo preliminar nesta quinta-feira (13) para fornecer US$ 50 bilhões em empréstimos à Ucrânia. Esses recursos serão provenientes dos juros de ativos soberanos russos congelados após a invasão da Ucrânia por Moscou em 2022. O acordo político foi a peça central do dia de abertura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes do Grupo dos Sete (G7) chegaram a um acordo preliminar nesta quinta-feira (13) para fornecer US$ 50 bilhões em empréstimos à Ucrânia. Esses recursos serão provenientes dos juros de ativos soberanos russos congelados após a invasão da Ucrânia por Moscou em 2022.</p>
<p>O acordo político foi a peça central do dia de abertura da cúpula anual do G7, realizada no sul da Itália, que contou com a presença do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, pelo segundo ano consecutivo. Zelenskiy também assinou um acordo de segurança de 10 anos com o Japão, que fornecerá US$ 4,5 bilhões à Ucrânia este ano, e um novo acordo de segurança de longo prazo com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.</p>
<h4><strong>Desafios Domésticos e Ambições Globais</strong></h4>
<p>Muitos líderes do G7 enfrentam dificuldades em seus países, mas estão determinados a ter impacto no cenário mundial, especialmente ao combater as ambições econômicas da China. &#8220;Há muito trabalho a ser feito, mas tenho certeza de que nesses dois dias poderemos ter discussões que levarão a resultados concretos e mensuráveis&#8221;, disse a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, no início das conversas em um resort de luxo na região de Puglia.</p>
<p>O plano do G7 para a Ucrânia envolve um empréstimo de vários anos utilizando os lucros de cerca de US$ 300 bilhões em fundos russos confiscados. Os detalhes técnicos serão finalizados nas próximas semanas, e o financiamento adicional deverá ser disponibilizado até o final do ano, segundo uma fonte diplomática do G7.</p>
<p>Uma autoridade sênior dos EUA afirmou que os Estados Unidos concordaram em fornecer até US$ 50 bilhões, mas esse valor pode diminuir à medida que outros países anunciem sua participação. O objetivo é garantir que o acordo possa ser executado por anos, independentemente das mudanças no poder político nos países do G7.</p>
<h4><strong>Outras Preocupações do G7</strong></h4>
<p>Além da situação na Ucrânia, os líderes do G7 expressaram preocupações com a situação na fronteira entre Israel e Líbano e endossaram os esforços dos EUA para garantir um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Eles também pediram a Israel que evitasse uma ofensiva em grande escala na cidade de Rafah, no sul de Gaza, conforme suas obrigações segundo a lei internacional.</p>
<p>As nações ocidentais também destacaram a preocupação com o excesso de capacidade industrial da China, que está distorcendo os mercados globais, e a determinação em ajudar os países africanos a desenvolverem suas economias.</p>
<p>A cúpula continua com a expectativa de que as discussões resultem em ações concretas que reforcem a cooperação internacional e a estabilidade global.</p>
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		<title>Rússia anuncia exercícios nucleares próximos ao território ucraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 13:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios nucleares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou a realização de exercícios nucleares que ocorrerão em breve e envolverão tropas posicionadas nas proximidades da Ucrânia. A medida, anunciada pelo Ministério da Defesa russo, é uma resposta às ameaças feitas por líderes ocidentais contra Moscou. &#8220;Durante os exercícios, serão realizadas uma série de ações para treinar a prontidão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou a realização de exercícios nucleares que ocorrerão em breve e envolverão tropas posicionadas nas proximidades da Ucrânia. A medida, anunciada pelo Ministério da Defesa russo, é uma resposta às ameaças feitas por líderes ocidentais contra Moscou.</p>
<p>&#8220;Durante os exercícios, serão realizadas uma série de ações para treinar a prontidão e o uso de armas nucleares não estratégicas&#8221;, declarou o ministério russo em comunicado divulgado na rede social Telegram.</p>
<p>De acordo com a nota, a decisão foi tomada &#8220;por instrução do comandante-em-chefe supremo das Forças Armadas da Federação Russa&#8221;, Vladimir Putin.</p>
<p>O objetivo desses exercícios é &#8220;manter a prontidão&#8221; do Exército para defender o país, &#8220;em resposta às declarações, provocações e ameaças feitas contra a Rússia por determinados líderes ocidentais&#8221;, acrescentou o ministério russo.</p>
<p>As manobras envolverão a Força Aérea, a Marinha e as forças do Distrito Militar do Sul, localizado muito próximo à Ucrânia e abrangendo as regiões que Moscou anexou.</p>
<p>A data e o local dos exercícios ainda não foram divulgados.</p>
<p>Em outubro de 2023, a Rússia anunciou que Vladimir Putin supervisionou o lançamento de mísseis balísticos durante manobras militares destinadas a simular um &#8220;ataque nuclear em massa&#8221; a Moscou.</p>
<p>Durante os exercícios, um míssil balístico intercontinental Iars foi lançado da base espacial de Plesetsk, no norte da Rússia, e outro míssil balístico Sineva foi lançado de um submarino no Mar de Barents.</p>
<p>A divulgação dessas manobras ocorreu no mesmo dia em que a câmara alta do Parlamento Russo, o Conselho da Federação, aprovou a revogação da ratificação do Tratado de Proibição de Testes Nucleares (CTBT).</p>
<p>Desde o início do conflito na Ucrânia, em fevereiro de 2022, o presidente russo tem mencionado a possibilidade de uso de armas nucleares.</p>
<p>A Rússia implantou armas nucleares táticas na Bielorrússia, seu aliado mais próximo e vizinho da União Europeia, no verão de 2023.</p>
<p>A doutrina nuclear russa prevê o uso &#8220;estritamente defensivo&#8221; de armas atômicas em caso de ataque ao país com armas de destruição em massa ou em caso de agressão com armas convencionais que ameacem a própria existência do Estado.</p>
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