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	<title>Tysabri &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Anvisa alerta sobre lotes falsificados de dois medicamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 14:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (3), em seu site, um alerta aos profissionais de saúde e à população sobre lotes falsificados de dois medicamentos: Tysabri® (que contém a substância ativa natalizumabe), indicado para tratamento de formas mais ativas de esclerose múltipla, e Ozempic® (o princípio ativo semaglutida), para tratar, em conjunto com dieta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (3), em seu<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2023/anvisa-alertasobre-falsificacao-dos-medicamentos-tysabri-r-e-ozempic-r" target="_blank" rel="noopener"> <em>site</em></a>, um alerta aos profissionais de saúde e à população sobre lotes falsificados de dois medicamentos: Tysabri® (que contém a substância ativa natalizumabe), indicado para tratamento de formas mais ativas de esclerose múltipla, e Ozempic® (o princípio ativo semaglutida), para tratar, em conjunto com dieta e atividades físicas, pacientes adultos com diabetes tipo 2, quando o corpo não produz insulina ou cria resistência a ela. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O alerta sobre o medicamento Tysabri ocorre após a empresa detentora do registro, Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda., comunicar à Anvisa a identificação, no país, da falsificação do produto biológico Tysabri (natalizumabe), lote FF00336, válido até janeiro de 2026.</p>
<p>De acordo com o laboratório Biogen, o lote foi produzido apenas para fins institucionais, e não comerciais, e tem características divergentes das constantes no medicamento original, vendido nas farmácias.</p>
<p>Para este caso, a Anvisa publicou no <em>Diário Oficial da União</em> a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-3.874-de-10-de-outubro-de-2023-516354263" target="_blank" rel="noopener">Resolução 3.874/2023</a>, que adota medidas preventivas, como apreensão e proibição de distribuição, comercialização e uso do produto falsificado.</p>
<p>Para identificar itens do lote em questão (FF00336), a empresa informa que há erros de ortografia do endereço da empresa responsável pela importação e distribuição do produto no país, diferença na cor da faixa laranja e azul da embalagem, formatação das letras e ausência da inscrição em braile na embalagem, tratando-se, portanto, de falsificação, conforme imagem abaixo.</p>
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<figure id="attachment_70551" aria-describedby="caption-attachment-70551" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/04-Erros-de-ortografia-e-diferenca-de-cores-e-de-fonte-evidenciam-falsificacao-do-Tysabri-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-70551" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/04-Erros-de-ortografia-e-diferenca-de-cores-e-de-fonte-evidenciam-falsificacao-do-Tysabri-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C400&#038;ssl=1" alt="Erros De Ortografia E Diferença De Cores E De Fonte Evidenciam Falsificação Do Tysabri - Expresso Carioca" width="754" height="400" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/04-Erros-de-ortografia-e-diferenca-de-cores-e-de-fonte-evidenciam-falsificacao-do-Tysabri-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/04-Erros-de-ortografia-e-diferenca-de-cores-e-de-fonte-evidenciam-falsificacao-do-Tysabri-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C159&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/04-Erros-de-ortografia-e-diferenca-de-cores-e-de-fonte-evidenciam-falsificacao-do-Tysabri-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C398&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70551" class="wp-caption-text">Erros de ortografia e diferença de cores e de fonte evidenciam falsificação do Tysabri &#8211; Avisa/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Sobre a falsificação do Ozempic, a Anvisa recebeu outro comunicado, desta vez, da empresa responsável pelo produto biológico Ozempic (semaglutida), a Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. A empresa denunciou como falso, no mercado brasileiro, o lote LP6F832, que indicaria ser válido até novembro de 2025.</p>
<p>O laboratório Novo Nordisk não considera esse lote das canetas válido e, portanto, trata-se de um produto falsificado.</p>
<p>Da mesma forma que no caso do Tysabri, a agência publicou a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-3.945-de-17-de-outubro-de-2023-517074284" target="_blank" rel="noopener">Resolução 3.945/2023</a>, que determina, igualmente, a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do medicamento falsificado.</p>
<p>Em seu<em> site</em>, A Novo Nordisk orienta o consumidor a desconfiar de preços muito baixos, pontos de vendas não tradicionais e atenta que o Ozempic é vendido apenas em canetas pré-preenchidas injetáveis. Não existe outra apresentação.</p>
<h2>Orientações</h2>
<p>A Anvisa recomenda que a população e os profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em estabelecimentos devidamente regularizados, sempre na embalagem completa (dentro da caixa) e com nota fiscal.</p>
<p>Em caso de identificação de unidades de remédios com suspeita de falsificação, a população ou os profissionais de saúde não devem usar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade.</p>
<p>Além disso, o fato deve ser comunicado imediatamente à Anvisa, preferencialmente por meio do sistema<a href="https://notivisa.anvisa.gov.br/frmLogin.asp" target="_blank" rel="noopener"> Notivisa</a>, no caso de profissional de saúde. Já os pacientes podem denunciar a existência do medicamento falsificado na ouvidoria, por meio da plataforma <a href="http://https//falabr.cgu.gov.br/web/home" target="_blank" rel="noopener">FalaBR</a>, com <em>login </em>(CPF) e senha cadastrados no portal <a href="https://sso.acesso.gov.br/login?client_id=falabr.cgu.gov.br&amp;authorization_id=18b968755f1" target="_blank" rel="noopener">Gov.br</a>.</p>
<p>A consulta do histórico de produtos irregulares já identificados no Brasil pode ser realizada no sistema de consultas da Anvisa, disponível em seu <em>website</em>.</p>
<p>Para mais informações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária tem a central de atendimento telefônico ao público (0800-6429782), disponível das 7h30 às 19h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados. A ligação é gratuita para todo o Brasil.</p>
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