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	<title>Tuberculose &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rio Grande do Sul intensifica medidas para prevenir doenças após enchentes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-grande-do-sul-intensifica-medidas-para-prevenir-doencas-apos-enchentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Em resposta às severas enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul nos últimos 45 dias, o estado está adotando medidas rigorosas para prevenir a disseminação de doenças como a tuberculose. A destruição de inúmeros medicamentos e a aglomeração em abrigos temporários aumentam os riscos de contágio, especialmente com a chegada do frio e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta às severas enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul nos últimos 45 dias, o estado está adotando medidas rigorosas para prevenir a disseminação de doenças como a tuberculose. A destruição de inúmeros medicamentos e a aglomeração em abrigos temporários aumentam os riscos de contágio, especialmente com a chegada do frio e a permanência de áreas alagadas.</p>
<h4><strong>Ações de Controle da Tuberculose</strong></h4>
<p>O Hospital Sanatório Partenon, referência estadual no tratamento da tuberculose, está à frente das ações de controle. Carla Jarczewski, coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, destacou as iniciativas adotadas junto aos abrigos. &#8220;Estamos intensificando a busca por pessoas com sintomas respiratórios, como tosse, suores noturnos, falta de apetite e emagrecimento. Aqueles com suspeita ou diagnóstico confirmado devem usar máscaras para evitar a propagação da doença,&#8221; explicou.</p>
<h4><strong>Desafios com a Medicação</strong></h4>
<p>As enchentes também resultaram na perda de medicamentos por muitas pessoas em tratamento domiciliar. &#8220;Muitos perderam suas casas, documentos e remédios. Estamos trabalhando para restabelecer a medicação o mais rápido possível,&#8221; afirmou Jarczewski. Ela acrescentou que a situação de aglomeração favorece o contágio e que as medidas são essenciais para evitar um aumento nos casos de tuberculose.</p>
<h4><strong>Impacto das Enchentes e Notificação de Casos</strong></h4>
<p>Ainda é cedo para avaliar se as enchentes resultaram em um aumento significativo nos casos de tuberculose. Jarczewski explicou que, devido à natureza não aguda da doença, os dados demoram a ser integrados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). &#8220;Os números mais precisos só serão conhecidos no final do ano,&#8221; disse ela.</p>
<p>Situação da População em Situação de Rua</p>
<p>O número de casos de tuberculose entre pessoas em situação de rua no estado vem crescendo desde 2017. Essas pessoas têm 56 vezes mais chances de contrair a doença do que a população em geral, devido à dificuldade de manter a continuidade do tratamento, que dura no mínimo seis meses. O Hospital Sanatório Partenon oferece suporte essencial para esse segmento da população.</p>
<figure id="attachment_77606" aria-describedby="caption-attachment-77606" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-77606" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Chuvas Desabrigaram Milhares De Pessoas No Rio Grande Do Sul - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/06/19-Chuvas-desabrigaram-milhares-de-pessoas-no-Rio-Grande-do-Sul-Expresso-Carioca.jpeg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77606" class="wp-caption-text">Chuvas desabrigaram milhares de pessoas no Rio Grande do Sul foto &#8211; Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h4><strong>Reposição de Medicamentos</strong></h4>
<p>Apesar das enchentes não terem atingido o depósito de medicamentos da Secretaria de Saúde, Porto Alegre perdeu muitos remédios. O estado recebeu apoio federal para repor os estoques e distribuiu os medicamentos conforme a necessidade dos municípios afetados. &#8220;Recebemos um reforço do Ministério da Saúde, que distribuímos rapidamente para as áreas necessitadas,&#8221; informou Carla.</p>
<h4><strong>Eficiência do Programa de Controle da Tuberculose</strong></h4>
<p>A situação epidemiológica da tuberculose no Rio Grande do Sul está sob controle, com cerca de cinco mil novos casos anuais e uma taxa de incidência de aproximadamente 42 casos por 100 mil habitantes. No entanto, a taxa de cura, que está em 58%, ainda é baixa comparada aos 85% recomendados pelo Ministério da Saúde e organismos internacionais.</p>
<h4><strong>Desafios e Preocupações Futuras</strong></h4>
<p>Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fiocruz e titular da Academia Nacional de Medicina, ressaltou que a tuberculose tem maior incidência entre pessoas em situação de rua devido à dificuldade de adesão ao tratamento prolongado. Ela também destacou a complexidade logística de tratar esses pacientes, especialmente em condições de desastre natural.</p>
<p>Além da tuberculose, há preocupação com outras doenças de transmissão respiratória e aquelas causadas pela exposição a águas contaminadas, como a leptospirose, que já resultou em algumas mortes no estado. &#8220;Sintomas respiratórios persistentes devem ser avaliados rapidamente em serviços de saúde,&#8221; alertou Dalcolmo, enfatizando a necessidade de diagnósticos rápidos e precisos para conter a disseminação dessas doenças.</p>
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		<title>Yanomami: mais de 5 mil atendimentos médicos foram feitos em um mês</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/yanomami-mais-de-5-mil-atendimentos-medicos-foram-feitos-em-um-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2023 13:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimentos Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia aguda]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Malária]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[Tuberculose]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 5 mil atendimentos médicos ao povo yanomami foram realizados desde o início da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) ter sido declarada na terra indígena localizada no oeste de Roraima e norte do Amazonas. A informação foi divulgada hoje (20) pelo Ministério da Saúde. A atenção médica a essa população está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Mais de 5 mil atendimentos médicos ao povo yanomami foram realizados desde o início da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) ter sido declarada na terra indígena localizada no oeste de Roraima e norte do Amazonas. A informação foi divulgada hoje (20) pelo Ministério da Saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A atenção médica a essa população está sendo feita em polos base localizados na própria Terra Indígena Yanomami (TIY) e em unidades de saúde localizadas em Boa Vista: o Hospital Geral, o Hospital da Criança e um hospital de campanha montado para atender à emergência humanitária.</p>
<p>A Casa de Saúde Indígena (Casai) Yanomami, centro de acolhimento para receber os indígenas durante tratamento médico em Boa Vista, também está recebendo pessoas doentes.</p>
<p>Entre os problemas de saúde enfrentados pelos yanomami estão casos de malária, diarreia aguda, pneumonia, tuberculose e desnutrição, muitos deles envolvendo crianças.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, entre as 19 crianças que estão sendo acompanhadas na Casai com quadro grave de desnutrição, 15 delas evoluíram para um quadro moderado.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou ter enviado, desde o início da situação de emergência, 103 profissionais da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender os yanomami. Também foram entregues 5,5 mil cestas de alimentos em caráter emergencial.</p>
<p>A previsão é entregar mensalmente 12,6 mil cestas, que devem atender 21 mil pessoas em 282 comunidades priorizadas por estarem em situação de insegurança alimentar.</p>
<p>Foram enviados 14,3 mil testes diagnóstico para a malária e mais de 240 mil medicamentos para tratamento da doença para a TIY. Cerca de 20 mil doses de vacina bivalente contra a covid-19 estão destinadas à população yanomami, cuja imunização deve ser iniciada no próximo sábado (25).</p>
</div>
</div>
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		<title>Sancionada lei que obriga sigilo de condição a quem tem HIV e hepatite</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sancionada-lei-que-obriga-sigilo-de-condicao-a-quem-tem-hiv-e-hepatite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2022 14:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite]]></category>
		<category><![CDATA[HIV/Aids]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 14.289/22]]></category>
		<category><![CDATA[sigilo]]></category>
		<category><![CDATA[Tuberculose]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro, sancionou nesta terça-feira (4), a Lei 14.289/22 que obriga a preservação do sigilo sobre a condição de pessoa infectada pelos vírus da imunodeficiência humana (HIV), de hepatites crônicas (HBV e HCV) e de pessoa com hanseníase e tuberculose, no âmbito dos serviços de saúde; dos estabelecimentos de ensino; dos locais de trabalho; da [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Jair Bolsonaro, sancionou nesta terça-feira (4), a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.289-de-3-de-janeiro-de-2022-371717752" target="_blank" rel="noopener">Lei 14.289/22</a> que obriga a preservação do sigilo sobre a condição de pessoa infectada pelos vírus da imunodeficiência humana (HIV), de hepatites crônicas (HBV e HCV) e de pessoa com hanseníase e tuberculose, no âmbito dos serviços de saúde; dos estabelecimentos de ensino; dos locais de trabalho; da administração pública; da segurança pública; dos processos judiciais e das mídias escrita e audiovisual.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O texto proíbe a divulgação, seja por agentes públicos ou privados, de informações que permitam a identificação dessas pessoas. Já o sigilo profissional somente poderá ser quebrado nos casos determinados por lei, por justa causa ou por autorização expressa da pessoa com o vírus. Se a pessoa for menor de idade, dependerá de autorização do responsável legal.</p>
<h2>Sigilo</h2>
<p>Os serviços de saúde, públicos ou privados, e as operadoras de planos privados de assistência à saúde estão obrigados a proteger as informações relativas a essas pessoas, bem como garantir o sigilo das informações que eventualmente permitam a identificação dessa condição.</p>
<p>A obrigatoriedade de preservação do sigilo recai sobre todos os profissionais de saúde e os trabalhadores da área de saúde.</p>
<p>A norma estabelece ainda que o atendimento nos serviços de saúde, públicos ou privados, será organizado de forma a não permitir a identificação, pelo público em geral, da condição de pessoa que vive com infecção pelos vírus da imunodeficiência humana (HIV) e das hepatites crônicas (HBV e HCV) e de pessoa com hanseníase e com tuberculose.</p>
<h2>Inquéritos</h2>
<p>Pelo texto os inquéritos ou os processos judiciais que tenham como parte pessoa que vive com as doenças citadas devem prover os meios necessários para garantir o sigilo da informação sobre essa condição.</p>
<p>Qualquer divulgação a respeito de fato objeto de investigação ou de julgamento não poderá fornecer informações que permitam a sua identificação. Em julgamento no qual não seja possível manter o sigilo sobre essa condição, o acesso às sessões somente será permitido às partes diretamente interessadas e aos respectivos advogados.</p>
<h2>Sanções</h2>
<p>O descumprimento das disposições da Lei sujeita o agente público ou privado infrator às sanções previstas no artigo 52 da Lei nº 13.709/2018, a chamada Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), bem como às demais sanções administrativas cabíveis, e obriga-o a indenizar a vítima por danos materiais e morais.</p>
</div>
</div>
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