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		<title>STJ anula padronização de indenizações por corte de água no caso Samarco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 14:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a padronização do valor de R$ 2,3 mil de indenização por danos morais para moradores afetados pela interrupção no fornecimento de água após o rompimento da barragem da mineradora Samarco. A decisão, tomada pela Segunda Turma do STJ, atendeu a um pedido do Ministério Público de Minas Gerais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a padronização do valor de R$ 2,3 mil de indenização por danos morais para moradores afetados pela interrupção no fornecimento de água após o rompimento da barragem da mineradora Samarco. A decisão, tomada pela Segunda Turma do STJ, atendeu a um pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e considerou inadequada a uniformização estabelecida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em 2019.</p>
<p>Em novembro de 2015, a barragem da Samarco, localizada em Mariana (MG), se rompeu, liberando 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos que impactaram o Rio Doce e diversas cidades até a foz no Espírito Santo. A tragédia interrompeu o fornecimento de água para milhares de moradores, que precisaram de abastecimento emergencial através de caminhões-pipa providenciados pela Samarco e suas acionistas, Vale e BHP Billiton.</p>
<p>Em 2019, o TJMG fixou uma indenização padrão de R$ 2,3 mil para as vítimas da interrupção do abastecimento de água, com exceções para casos específicos. No entanto, o STJ apontou a falta de participação adequada das vítimas no processo do TJMG como um dos motivos para a anulação da padronização. O ministro Herman Benjamin, relator do caso, destacou que o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) não deve ser interpretado de forma a excluir as vítimas do processo.</p>
<figure id="attachment_77138" aria-describedby="caption-attachment-77138" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-77138" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/24-Tragedia-matou-mais-de-19-pessoas-e-destruiu-casas-e-veiculos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C490&#038;ssl=1" alt="Tragédia Matou Mais De 19 Pessoas E Destruiu Casas E Veículos - Expresso Carioca" width="754" height="490" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/24-Tragedia-matou-mais-de-19-pessoas-e-destruiu-casas-e-veiculos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/24-Tragedia-matou-mais-de-19-pessoas-e-destruiu-casas-e-veiculos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/24-Tragedia-matou-mais-de-19-pessoas-e-destruiu-casas-e-veiculos-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/24-Tragedia-matou-mais-de-19-pessoas-e-destruiu-casas-e-veiculos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C487&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-77138" class="wp-caption-text">Tragédia matou mais de 19 pessoas e destruiu casas e veículos Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil/Arquivo</figcaption></figure>
<p>Além disso, o STJ criticou a Samarco por indicar casos não representativos da controvérsia para a instauração do IRDR, ressaltando que a instância deveria ter considerado processos em segunda instância envolvendo demandas de massa. A decisão do STJ implica que cada caso deve ser analisado individualmente, sem a aplicação da padronização de R$ 2,3 mil, e afeta cerca de 50 mil ações individuais que estavam tramitando no TJMG sobre a questão da interrupção do fornecimento de água, segundo o Ministério Público de Minas Gerais.</p>
<p>A Fundação Renova, entidade criada para gerenciar a reparação dos danos, afirmou que não é parte do processo do IRDR e informou que, até dezembro de 2023, destinou R$ 13,89 bilhões para indenizações. Em outra decisão recente, a Justiça Federal determinou a continuidade dos pagamentos de lucros cessantes a trabalhadores afetados pela tragédia, como pescadores, destacando a incapacidade da Renova de restabelecer as condições econômicas e ambientais pré-desastre. Além disso, o Programa de Indenização Mediada (PIM) deve ser implementado integralmente em cinco municípios do Espírito Santo, permitindo que os atingidos sejam indenizados de forma adequada.</p>
<p>Essa decisão do STJ representa uma vitória para os atingidos pela tragédia da Samarco, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e que cada caso seja tratado de forma justa e individualizada.</p>
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