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	<title>TSE &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Moradores da Maré fazem mobilização para orientar eleitores antes do segundo turno</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moradores-da-mare-fazem-mobilizacao-para-orientar-eleitores-antes-do-segundo-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:03:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Moradores do Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, estão mobilizados para divulgar os locais de votação e incentivar a participação dos eleitores no segundo turno das eleições gerais, marcado para domingo (25). A iniciativa é conduzida pela organização Redes da Maré, que promove ações nas ruas e nas redes sociais para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Moradores do Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, estão mobilizados para divulgar os locais de votação e incentivar a participação dos eleitores no segundo turno das eleições gerais, marcado para domingo (25). A iniciativa é conduzida pela organização Redes da Maré, que promove ações nas ruas e nas redes sociais para orientar a população após alterações nos endereços de votação determinadas pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>A mobilização ocorre depois que 16.907 eleitores da região precisaram votar em outros endereços no primeiro turno, realizado em 4 de outubro. As mudanças foram determinadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) com o objetivo de retirar seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou sob influência do crime organizado.</p>
<p>O deslocamento, no entanto, trouxe dificuldades para parte dos moradores, que relataram longas filas, necessidade de utilizar transporte e maior tempo para chegar às urnas. A Redes da Maré realiza entre terça-feira (20) e sexta-feira (23) a mobilização Esquinas por Direitos, com atividades de orientação sobre o direito ao voto e a importância da participação democrática.</p>
<h3>Mudanças afetaram milhares de eleitores</h3>
<p>O Complexo da Maré reúne 16 comunidades e aproximadamente 140 mil habitantes. Na eleição deste ano, 16.907 eleitores vinculados a 41 seções da 161ª Zona Eleitoral tiveram seus locais de votação transferidos em relação ao pleito municipal de 2024.</p>
<p>Em todo o estado do Rio de Janeiro, 72 locais foram alterados por questões de segurança, em 20 municípios. As mudanças atingiram cerca de 202 mil eleitores, segundo informações do TRE-RJ divulgadas à Agência Brasil.</p>
<p>Na Maré, os eleitores que votavam na Escola Municipal Professor Josué de Castro foram direcionados ao Centro Educacional Gama E Souza. Quem utilizava a Escola Municipal Teotônio Vilela passou a votar no Bonsucesso Futebol Clube. Já os eleitores da Escola Municipal Professor Paulo Freire foram transferidos para a Igreja Nossa Senhora de Bonsucesso de Inhaúma.</p>
<p>A alteração provocou insatisfação entre moradores que estavam acostumados a votar perto de casa. O fotógrafo Marlon Soares, residente na região, relatou dificuldades para exercer o direito ao voto no primeiro turno.</p>
<p>“Me jogaram para outro bairro. Tive que pegar condução para chegar e fiquei mais de duas horas na fila para conseguir votar”, contou à Agência Brasil.</p>
<p>Rejane Barcelos, moradora da Vila do João, também relatou obstáculos para chegar ao novo endereço. Segundo ela, o local ficava longe de pontos de ônibus, o que a levou a recorrer a um transporte por aplicativo.</p>
<p>“Lá não passa ônibus perto, não passa nada perto. Ainda bem que eu tinha um dinheirinho para pedir Uber”, afirmou.</p>
<h3>Abstenção supera média nacional</h3>
<p>Levantamento da Agência Brasil com base nos boletins de urna apontou que a abstenção nas 41 seções eleitorais da Maré que tiveram os endereços alterados chegou a 31,07% no primeiro turno. O índice ficou acima da média nacional, de 21,08%.</p>
<p>O estudo <em>Como Vota a Maré</em>, elaborado pela Redes da Maré, alerta para as dificuldades de acesso provocadas pelos deslocamentos para fora do território. A organização ressalta, porém, que os dados disponíveis não permitem estabelecer uma relação direta de causa e efeito entre as transferências e o aumento da abstenção.</p>
<p>A entidade aponta que as mudanças podem ampliar o tempo de caminhada, exigir a travessia de vias expressas, dificultar o acesso ao transporte público e levar eleitores a percorrer trajetos considerados inseguros. Os obstáculos podem afetar especialmente idosos, pessoas com deficiência, mulheres responsáveis pelo sustento familiar e jovens.</p>
<p>Segundo a organização, cerca de 62% dos moradores do Complexo da Maré são pretos ou pardos. A instituição também destaca que, em quatro anos, aproximadamente metade dos eleitores da região passou a ter novos locais de votação.</p>
<p>O TRE-RJ, por sua vez, não atribuiu o aumento da abstenção às mudanças de endereço. O tribunal informou que o transporte público é gratuito nos dias de votação, conforme a regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e que ofereceu transporte especial adaptado para pessoas com mobilidade reduzida na Maré, mas não houve procura pelo serviço.</p>
<h3>Campanha reforça orientações para o segundo turno</h3>
<p>A mobilização Esquinas por Direitos pretende esclarecer dúvidas e facilitar o acesso dos moradores às informações necessárias para votar no próximo domingo. Além das atividades presenciais, a Redes da Maré utiliza as redes sociais para divulgar orientações sobre os locais de votação e a situação do título eleitoral.</p>
<p>A organização também lembra que quem não compareceu ao primeiro turno pode votar normalmente no segundo, desde que esteja apto a exercer o direito. O mesmo vale para eleitores que ainda não realizaram o cadastramento biométrico, conforme as regras aplicáveis à situação eleitoral de cada pessoa.</p>
<p>No Rio de Janeiro, os eleitores votarão apenas para presidente da República, já que não haverá segundo turno para o governo estadual. A expectativa é que a votação para um único cargo contribua para reduzir o tempo de atendimento, embora isso não elimine a necessidade de consultar previamente o endereço correto.</p>
<p>A analista de Incidência Política da Redes da Maré, Lia Manso, afirma que o trabalho busca aproximar a população das informações eleitorais e reforçar o papel da participação democrática.</p>
<p>“O trabalho da Redes da Maré neste momento é estar nas ruas, trazer a dinâmica do debate sobre o voto e a importância da participação democrática, exercendo o direito ao voto, dizendo que o nosso voto importa, não só porque é um direito individual, mas porque impacta coletivamente o território e a vida de todas nós”, declarou.</p>
<p>A organização defende que a garantia do acesso à informação e a condições adequadas de deslocamento são fundamentais para que os moradores possam participar das eleições.</p>
<h3>Como consultar o local de votação</h3>
<p>Os eleitores devem verificar o endereço e a seção eleitoral antes de sair de casa. A consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Título ou pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral.</p>
<p>A recomendação é conferir também a situação do título e planejar o trajeto com antecedência, considerando possíveis deslocamentos para outros bairros.</p>
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		<title>TSE reúne campanhas de Lula e Flávio para conter avanço de disputas judiciais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-reune-campanhas-de-lula-e-flavio-para-conter-avanco-de-disputas-judiciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 23:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Kassio Nunes Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, reuniu nesta terça-feira (13) representantes das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para discutir o crescimento das disputas judiciais durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O ministro demonstrou preocupação com o volume de processos apresentados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, reuniu nesta terça-feira (13) representantes das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para discutir o crescimento das disputas judiciais durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O ministro demonstrou preocupação com o volume de processos apresentados à Corte e defendeu um entendimento entre as candidaturas para reduzir a judicialização da campanha.</p>
<p>De acordo com os números apresentados no encontro, o TSE recebeu 162 processos de representação e direito de resposta nos nove dias seguintes ao primeiro turno deste ano. No mesmo intervalo das eleições de 2022, foram registrados 51 casos, o que representa um aumento de 217,65%. A quantidade de ações pode crescer ainda mais até a votação do segundo turno.</p>
<p>“Tratamos da judicialização excessiva, buscando entendimento para a diminuição do número de ações no TSE”, afirmou Nunes Marques após a reunião.</p>
<h3>Campanha de Lula cobra tratamento igualitário</h3>
<p>Após o encontro, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, declarou que a campanha de Lula está disposta a colaborar para diminuir o número de processos, mas ressaltou que a redução das ações depende também de condições equilibradas na disputa eleitoral.</p>
<p>“Nós temos a postura de colaborar, de impedir a judicialização, de impedir o volume de medidas tomadas, mas isso precede a campanha não ser agredida e que não haja o desequilíbrio da disputa”, afirmou.</p>
<p>A reunião contou com a participação de representantes das duas candidaturas. Pelo lado de Flávio Bolsonaro, estiveram presentes o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha, e a advogada Maria Claudia Bucchianeri. Eles não falaram com a imprensa após o encontro.</p>
<p>O aumento de processos ocorre em meio a uma sequência de representações relacionadas à propaganda eleitoral, publicações nas redes sociais, acusações de desinformação e pedidos para retirada de conteúdos considerados irregulares pelas campanhas.</p>
<h3>Canal “Exército do Lula” esteve no centro da controvérsia</h3>
<p>Um dos episódios que antecederam a reunião envolveu o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, criado para divulgar conteúdos de apoio ao presidente e candidato à reeleição. A campanha de Flávio Bolsonaro pediu à Justiça Eleitoral a suspensão do canal.</p>
<p>Nunes Marques determinou inicialmente a retirada do espaço do ar. A decisão, no entanto, foi alvo de uma nova análise dentro do próprio TSE, depois que o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, também atuou no caso. Posteriormente, o canal foi autorizado a voltar a funcionar após o registro junto à Justiça Eleitoral.</p>
<p>A controvérsia evidenciou divergências sobre a condução do processo e ampliou a tensão entre as equipes jurídicas das candidaturas. O episódio também passou a integrar o contexto das discussões sobre os limites da propaganda política em plataformas digitais e os critérios utilizados para determinar a remoção de conteúdos.</p>
<h3>Tribunal alerta para risco de decisões conflitantes</h3>
<p>O crescimento do número de ações preocupa a Justiça Eleitoral porque a multiplicação de processos pode levar a decisões divergentes sobre situações semelhantes e restringir o debate entre os candidatos durante a campanha.</p>
<p>Entre os assuntos discutidos estão a circulação de conteúdos falsos, a exposição de dados pessoais, as agressões contra servidores da Justiça Eleitoral e a necessidade de prevenir confrontos entre grupos de apoiadores durante o período eleitoral.</p>
<p>A Corte também destacou a importância de orientar as campanhas e suas militâncias para evitar condutas que possam comprometer a segurança no dia da votação.</p>
<p>Com a aproximação do segundo turno, o TSE busca reduzir os conflitos judiciais e estabelecer condições para que a disputa ocorra dentro das regras eleitorais. A reunião, contudo, não encerra os processos em andamento nem impede que novas representações sejam apresentadas caso as campanhas identifiquem possíveis irregularidades.</p>
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		<title>Presidente do TSE reforça importância do voto e segurança das urnas na véspera da eleição</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-do-tse-reforca-importancia-do-voto-e-seguranca-das-urnas-na-vespera-da-eleicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Kassio Nunes Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Na véspera do primeiro turno das Eleições 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, fez um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão neste sábado (3). Na mensagem, ele destacou o voto como instrumento de participação dos brasileiros na vida pública, ressaltou mecanismos de segurança da urna eletrônica e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na véspera do primeiro turno das Eleições 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, fez um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão neste sábado (3). Na mensagem, ele destacou o voto como instrumento de participação dos brasileiros na vida pública, ressaltou mecanismos de segurança da urna eletrônica e orientou o eleitorado a buscar informações em canais oficiais da Justiça Eleitoral.</p>
<p>Durante o pronunciamento, o ministro afirmou:</p>
<blockquote><p>&#8220;O voto é direito fundamental e o principal instrumento de participação na vida pública. Por meio dele, cada cidadã e cada cidadão dá a sua contribuição para definir os rumos do país&#8221;</p></blockquote>
<p>A manifestação ocorreu poucas horas antes da abertura das seções eleitorais para o primeiro turno, marcado para este domingo (4).</p>
<h3>TSE destaca mecanismos de segurança das urnas</h3>
<p>Nunes Marques também falou sobre a utilização da urna eletrônica nas eleições brasileiras. Segundo o presidente do TSE, o equipamento faz parte do processo eleitoral do país há três décadas e reúne mecanismos destinados à segurança, transparência e auditabilidade da votação.</p>
<p>&#8220;A urna eletrônica, que há 30 anos integra a experiência democrática brasileira, garantirá mais uma vez esse direito. Nosso sistema de votação, que se atualiza a cada pleito, reúne mecanismos de segurança, transparência e auditabilidade únicos no mundo.&#8221;</p>
<p>O ministro destacou que os sistemas eleitorais passam por atualizações a cada eleição e que diferentes procedimentos de fiscalização e auditoria fazem parte da preparação do pleito.</p>
<h3>Ameaças e interferências serão reprimidas</h3>
<p>Outro ponto abordado no pronunciamento foi a proteção da liberdade de escolha do eleitor. Nunes Marques afirmou que ameaças, assédio ou tentativas de interferência na vontade dos cidadãos serão combatidas pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>A declaração ocorre no momento em que os eleitores se preparam para comparecer às urnas em todo o país. O ministro também pediu atenção à circulação de informações durante o período eleitoral.</p>
<p>&#8220;Peço ainda o compromisso de todas as brasileiras e de todos os brasileiros com a qualidade das informações que circulam neste momento. Em caso de dúvida, recorram aos canais oficiais da Justiça Eleitoral. Checar antes de compartilhar é uma atitude simples e eficaz, e que está ao alcance de todos&#8221;, disse.</p>
<p>A orientação foi acompanhada de um alerta para que o eleitorado tenha cuidado com conteúdos recebidos e compartilhados, especialmente aqueles relacionados ao processo de votação.</p>
<h3>Agradecimento a mesários e servidores</h3>
<p>Durante a fala, o presidente do TSE também agradeceu a participação de magistrados, promotores, servidores da Justiça Eleitoral e, especialmente, dos mesários e mesárias que atuarão durante o domingo.</p>
<p>A atuação dos mesários integra a estrutura necessária para o funcionamento das seções eleitorais durante a votação. Eles são responsáveis por atividades como identificação dos eleitores, organização do fluxo de votação e procedimentos relacionados ao encerramento dos trabalhos.</p>
<p>O pronunciamento ocorreu no mesmo fim de semana em que os Tribunais Regionais Eleitorais concluíram a distribuição das urnas e a preparação dos locais de votação para o primeiro turno.</p>
<h3>Eleitor deve levar documento com foto</h3>
<p>Ao final da mensagem, Kassio Nunes Marques reforçou o convite para que os brasileiros compareçam às respectivas seções eleitorais neste domingo.</p>
<p>&#8220;A você, eleitora e eleitor, reitero o convite para comparecer amanhã à sua seção de votação com o seu documento de identificação com foto e a cola eleitoral de papel preenchida.&#8221;</p>
<p>A cola eleitoral é permitida para auxiliar o eleitor a lembrar os números dos candidatos no momento da votação. O uso de celular dentro da cabine, porém, não é permitido, e o eleitor deve seguir as orientações dos mesários e da Justiça Eleitoral.</p>
<p>Com a abertura das seções neste domingo (4), terá início o primeiro turno das Eleições 2026, encerrando uma etapa de preparação que envolveu a Justiça Eleitoral em todo o país.</p>
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		<title>Quem pode entrar na cabine de votação com o eleitor nas Eleições 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quem-pode-entrar-na-cabine-de-votacao-com-o-eleitor-nas-eleicoes-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 21:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a votação das Eleições 2026 marcada para este domingo (4), uma das dúvidas que podem surgir entre os eleitores é sobre a possibilidade de entrar acompanhado na cabine de votação. A regra geral é que o cidadão vote sozinho, mas a legislação estabelece situações específicas em que outra pessoa pode permanecer ao lado do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a votação das Eleições 2026 marcada para este domingo (4), uma das dúvidas que podem surgir entre os eleitores é sobre a possibilidade de entrar acompanhado na cabine de votação. A regra geral é que o cidadão vote sozinho, mas a legislação estabelece situações específicas em que outra pessoa pode permanecer ao lado do eleitor durante o procedimento.</p>
<p>O principal caso envolve pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Nessas situações, o eleitor pode contar com alguém de sua confiança para auxiliá-lo durante a votação, inclusive dentro da cabine. A autorização está prevista nas normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não depende de solicitação antecipada à Justiça Eleitoral.</p>
<h3>Acompanhante pode ajudar a digitar os votos</h3>
<p>A pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida pode escolher quem prestará o auxílio. Cabe ao presidente da mesa receptora avaliar a necessidade da assistência e autorizar a entrada do acompanhante na cabine.</p>
<p>Quando o auxílio for considerado necessário, o acompanhante poderá inclusive digitar os números dos candidatos na urna eletrônica, sempre seguindo as orientações e a vontade do eleitor. A medida vale independentemente do tipo ou da causa da deficiência ou limitação.</p>
<p>Não é necessário fazer um cadastro ou apresentar um pedido prévio à Justiça Eleitoral para ter acesso a esse direito. A avaliação ocorre no próprio local de votação.</p>
<p>O acompanhante, porém, precisa apresentar documento de identificação aos mesários. Também não pode estar trabalhando para a Justiça Eleitoral, nem atuar a serviço de partido político, federação ou coligação. O atendimento deverá ser registrado na ata da seção, com o nome completo e o número do documento da pessoa que prestou o auxílio.</p>
<h3>Crianças podem acompanhar os pais</h3>
<p>Eleitores que estiverem com crianças de colo ou filhos pequenos também podem entrar na cabine acompanhados. Entretanto, há uma diferença importante em relação ao atendimento destinado às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.</p>
<p>A criança não pode digitar os números na urna eletrônica nem participar da escolha do eleitor. A responsabilidade pelo voto continua sendo exclusivamente do cidadão que está registrado para votar.</p>
<p>A presença da criança também não pode comprometer o sigilo do voto. O TSE orienta que qualquer situação que permita a terceiros conhecer a opção escolhida deve ser evitada.</p>
<h3>Recursos de acessibilidade estão disponíveis</h3>
<p>As pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida também podem utilizar recursos específicos oferecidos pela Justiça Eleitoral para facilitar a votação e ampliar a autonomia.</p>
<p>Para eleitores com deficiência visual, por exemplo, é possível utilizar a assinatura em alfabeto comum ou Braille no caderno de votação. Também está disponível o sistema de áudio da urna, com fone de ouvido individual fornecido pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>Outro recurso é a marca tátil existente na tecla 5 do teclado numérico da urna, que funciona como referência para a localização das demais teclas.</p>
<p>As urnas também contam com recursos de acessibilidade como teclado em Braille, áudio com voz sintetizada e intérprete de Libras exibido na tela.</p>
<h3>Cão-guia também é permitido</h3>
<p>Eleitores com deficiência visual que utilizam cão-guia têm assegurado o direito de entrar e permanecer na seção eleitoral acompanhados do animal durante o processo de votação.</p>
<p>A medida integra as regras de acessibilidade destinadas a garantir que pessoas com deficiência possam exercer o direito ao voto com segurança e autonomia.</p>
<h3>Cadastro pode ser atualizado no dia da eleição</h3>
<p>Outra possibilidade prevista pela Justiça Eleitoral é a atualização do cadastro de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no próprio dia da eleição.</p>
<p>Para isso, o eleitor pode preencher, datar e assinar o Formulário para Identificação de Eleitora e Eleitor com Deficiência. O documento será encaminhado ao cartório eleitoral do município ou do Distrito Federal pelos integrantes da seção de votação.</p>
<p>Segundo dados divulgados pelo TSE, as Eleições 2026 contam com 1.970.165 eleitores com deficiência, número 42% superior ao registrado nas eleições gerais de 2022. O número de seções eleitorais principais com acessibilidade também aumentou, passando de 156.296 em 2022 para 220.577 neste ano.</p>
<h3>Regra busca preservar o sigilo do voto</h3>
<p>A possibilidade de acompanhamento é uma medida de acessibilidade e assistência, mas não altera a responsabilidade do eleitor pela escolha registrada na urna.</p>
<p>Para os demais eleitores, a votação continua sendo individual e o sigilo deve ser preservado. Por isso, pessoas que acompanham crianças ou prestam auxílio não podem interferir na manifestação da vontade do eleitor nem revelar a opção escolhida.</p>
<p>Nas situações previstas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, o acompanhante autorizado pelo presidente da mesa pode auxiliar diretamente no procedimento, inclusive digitando os números, sempre sob orientação do próprio eleitor.</p>
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		<title>Urnas eletrônicas são distribuídas pelo país na véspera do primeiro turno das Eleições 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/urnas-eletronicas-sao-distribuidas-pelo-pais-na-vespera-do-primeiro-turno-das-eleicoes-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<category><![CDATA[Urna Eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Eleitoral concluiu neste sábado (3) uma das últimas etapas de preparação para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para este domingo (4). Em todo o país, os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) organizaram a distribuição das urnas eletrônicas e a montagem dos locais que receberão os eleitores. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Eleitoral concluiu neste sábado (3) uma das últimas etapas de preparação para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para este domingo (4). Em todo o país, os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) organizaram a distribuição das urnas eletrônicas e a montagem dos locais que receberão os eleitores.</p>
<p>Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estão disponíveis 563.910 urnas eletrônicas para o pleito. Desse total, 499.248 equipamentos serão utilizados diretamente na votação, enquanto 64.662 permanecem como reserva técnica e urnas de contingência, destinadas à substituição de equipamentos caso seja necessário.</p>
<p>Ao longo deste sábado, os equipamentos foram transportados para os locais de votação, onde serão posicionados e preparados pelas equipes da Justiça Eleitoral. Depois da montagem, as urnas permanecem sob guarda até a abertura das seções no domingo.</p>
<p>A operação envolve diferentes estratégias de transporte de acordo com as características de cada região. Em áreas urbanas, os equipamentos são levados por veículos, enquanto localidades de difícil acesso podem exigir o uso de barcos, aeronaves e helicópteros.</p>
<h3>Estrutura das seções é preparada antes da votação</h3>
<p>Além da entrega das urnas, servidores da Justiça Eleitoral e colaboradores convocados trabalham na organização dos espaços onde ocorrerá a votação. As equipes posicionam os equipamentos, organizam o fluxo dos eleitores e instalam materiais de orientação.</p>
<p>No Rio de Janeiro, parte das urnas foi transportada utilizando ônibus escolares, enquanto profissionais da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) participaram do apoio à operação logística.</p>
<p>O trabalho ocorre em meio a uma estrutura nacional que envolve 516.785 seções eleitorais, distribuídas por 2.641 zonas eleitorais. A organização leva em conta a quantidade de eleitores e as características de cada região.</p>
<h3>Zerésima antecede abertura das urnas</h3>
<p>Antes do início da votação, outro procedimento será realizado para demonstrar que as urnas não possuem votos registrados. Trata-se da emissão da zerésima, relatório que comprova que não há votos contabilizados nos equipamentos antes da abertura da votação.</p>
<p>Procedimento semelhante foi realizado neste sábado pelo TSE em Brasília. A Corte também promoveu testes para verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas que serão utilizados na eleição. Foram conferidos quatro sistemas relacionados ao transporte, recebimento, armazenamento e totalização dos arquivos das urnas.</p>
<p>A verificação utiliza assinaturas digitais e os chamados <em>hashes</em>, identificadores que permitem conferir se os arquivos dos sistemas permanecem iguais aos que foram previamente assinados e lacrados pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>Nas seções eleitorais, a zerésima será emitida pelos responsáveis pela votação antes que o primeiro eleitor registre seu voto.</p>
<h3>Urnas também passam por auditorias</h3>
<p>A preparação inclui ainda procedimentos de auditoria realizados pela Justiça Eleitoral. Parte das urnas será submetida a testes de autenticidade dos sistemas instalados. Nesses casos, os equipamentos permanecem nos locais de votação e são verificados para confirmar que os programas utilizados correspondem aos sistemas desenvolvidos, assinados digitalmente e lacrados pelo TSE.</p>
<p>Outra parcela das urnas sorteadas participa do Teste de Integridade, realizado antes do início da votação. Os equipamentos são retirados das seções e levados para locais previamente definidos, onde os votos registrados em cédulas de papel são posteriormente comparados com os resultados registrados pelas urnas eletrônicas.</p>
<p>No Rio de Janeiro, parte desses procedimentos será realizada em locais como o Tribunal de Justiça e a sede da Fundação Getulio Vargas, com acompanhamento de fiscais e acesso ao público, conforme a organização do TRE-RJ.</p>
<h3>Preparação envolve diferentes regiões do país</h3>
<p>A logística da eleição considera também as condições geográficas e climáticas encontradas pelos tribunais. Em setembro, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, informou que a Justiça Eleitoral havia criado uma sala de situação climática para auxiliar os TREs diante de possíveis dificuldades no transporte das urnas e na instalação das seções.</p>
<p>Entre os desafios mencionados estavam a seca em municípios da região Norte, onde os rios são utilizados como vias de acesso, e as chuvas intensas no Rio Grande do Sul, que poderiam provocar alterações em locais de votação.</p>
<p>A distribuição dos equipamentos faz parte de uma operação iniciada meses antes do primeiro turno. Conforme o TSE, as urnas passam por etapas como preparação dos sistemas, carga, testes e lacração antes de serem encaminhadas às zonas eleitorais e, posteriormente, aos locais onde serão utilizadas.</p>
<p>Neste domingo (4), os equipamentos serão ligados e utilizados para o registro dos votos dos eleitores em todo o país.</p>
<blockquote><p>&#8220;mais uma prova pública e verificável de que o voto de cada cidadão será recebido, registrado e contado exatamente como foi manifestado&#8221;</p></blockquote>
<p>A declaração foi feita pelo presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, ao comentar os procedimentos realizados antes da abertura da votação.</p>
<p>&#8220;A eleição não começa quando o eleitor aperta a tecla &#8220;Confirma&#8221;. Ela começa muito antes, na preparação dos sistemas, na carga e na lacração das urnas, na fiscalização permanente dos partidos e das instituições&#8221;, acrescentou.</p>
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		<title>Eleições 2026: candidatos publicam conteúdos feitos com IA sem informar eleitores</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eleicoes-2026-candidatos-publicam-conteudos-feitos-com-ia-sem-informar-eleitores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[deepfake]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[IAeleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento realizado pelo Observatório Lupa identificou ao menos 37 conteúdos produzidos com inteligência artificial (IA) publicados em contas oficiais de candidatos nas redes sociais. Segundo a pesquisa, nenhuma dessas publicações apresentava informação de que havia ocorrido manipulação ou geração digital do material. A análise considerou 314 conteúdos suspeitos coletados entre os dias 16 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pelo Observatório Lupa identificou ao menos 37 conteúdos produzidos com inteligência artificial (IA) publicados em contas oficiais de candidatos nas redes sociais. Segundo a pesquisa, nenhuma dessas publicações apresentava informação de que havia ocorrido manipulação ou geração digital do material.</p>
<p>A análise considerou 314 conteúdos suspeitos coletados entre os dias 16 e 26 de agosto em redes sociais e aplicativos de mensagens. Desse total, 282 apresentaram algum tipo de utilização de inteligência artificial, sendo que a maior parte foi classificada como deepfake, tecnologia capaz de criar ou modificar imagens, vozes e identidades de pessoas reais.</p>
<h2>Lula aparece como principal alvo dos conteúdos falsos</h2>
<p>Entre as pessoas identificadas nas peças manipuladas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, foi o principal alvo dos conteúdos falsos produzidos com IA. O levantamento registrou sua presença em 115 publicações.</p>
<p>Na sequência aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), citado ou representado em 56 conteúdos identificados pela pesquisa.</p>
<p>O Facebook concentrou a maior quantidade de ocorrências, com 202 registros. O Instagram apareceu em segundo lugar, com 62 casos.</p>
<p>Para Cristina Tardáguila, gerente de inovação e formação e fundadora da Agência Lupa, um dos principais pontos de preocupação é que parte dos conteúdos não foi disseminada por perfis anônimos.</p>
<p>Segundo ela, as 37 publicações foram feitas por contas oficiais de candidatos e partidos, que possuem a responsabilidade de informar ao eleitor quando utilizam inteligência artificial em seus materiais de campanha.</p>
<h2>Regras do TSE para uso de inteligência artificial</h2>
<p>O levantamento ocorre em um cenário no qual a Justiça Eleitoral já estabeleceu regras específicas para o emprego de inteligência artificial durante as eleições.</p>
<p>Em março deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou restrições relacionadas ao uso da tecnologia, incluindo modificações que envolvam imagens e vozes de candidatos ou de outras pessoas públicas.</p>
<p>A regulamentação também prevê a possibilidade de responsabilização dos provedores de internet pela Justiça caso não removam perfis falsos ou conteúdos considerados ilegais publicados por seus usuários.</p>
<p>Com o avanço das ferramentas de geração e manipulação de imagens, vídeos e áudios, o uso da IA passou a representar um novo desafio para o processo eleitoral, especialmente diante da dificuldade de diferenciar conteúdos reais de materiais artificialmente produzidos.</p>
<p>O levantamento da Lupa reforça a preocupação com a transparência durante a campanha eleitoral, principalmente quando conteúdos produzidos ou modificados digitalmente são publicados em canais oficiais sem que o eleitor seja informado sobre a utilização da tecnologia.</p>
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		<title>TSE valida seis chapas para a disputa presidencial de 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-valida-seis-chapas-para-a-disputa-presidencial-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 00:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos a presidentef]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, nesta quarta-feira (2), o registro de seis chapas que disputarão a Presidência da República nas eleições de outubro. As decisões foram tomadas por unanimidade pelos sete ministros da Corte durante uma sessão virtual. Com a aprovação, estão oficialmente aptos a concorrer os seguintes candidatos e seus respectivos vices: Edmilson [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, nesta quarta-feira (2), o registro de seis chapas que disputarão a Presidência da República nas eleições de outubro. As decisões foram tomadas por unanimidade pelos sete ministros da Corte durante uma sessão virtual.</p>
<p>Com a aprovação, estão oficialmente aptos a concorrer os seguintes candidatos e seus respectivos vices:</p>
<ul>
<li><strong>Edmilson Costa (PCB)</strong>, com Cleusa Santos;</li>
<li><strong>Flávio Bolsonaro (PL)</strong>, com Alfredo Gaspar;</li>
<li><strong>Hertz Dias (PSTU)</strong>, com Vanessa Portugal;</li>
<li><strong>Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</strong>, com Geraldo Alckmin (PSB);</li>
<li><strong>Romeu Zema (Novo)</strong>, com Eduardo Girão;</li>
<li><strong>Samara Martins (UP)</strong>, com Raquel Brício.</li>
</ul>
<p>Segundo o TSE, os ministros concluíram que as seis chapas apresentaram a documentação exigida e atendem aos requisitos para participar do pleito. Como a análise ocorreu em ambiente virtual, os votos foram registrados diretamente no sistema da Corte, sem sessão presencial.</p>
<h3>Sete candidaturas ainda serão analisadas</h3>
<p>Ao todo, o TSE recebeu 13 pedidos de registro para a eleição presidencial. Com as seis decisões desta quarta-feira, permanecem pendentes de julgamento sete chapas.</p>
<p>Ainda aguardam análise os registros de Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante); Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC); Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB); Renan Santos e Coronel Medina (Missão); Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD); Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO); e Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata).</p>
<p>Entre os pedidos pendentes está o de Pablo Marçal. O candidato já está temporariamente impedido de realizar campanha, participar de debates e aparecer no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão por determinação do próprio TSE.</p>
<p>A restrição foi determinada após os ministros acolherem uma liminar apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que pediu a suspensão da campanha até que o registro seja analisado definitivamente.</p>
<p>De acordo com o MPE, Marçal está inelegível até 2032 após uma condenação da Justiça Eleitoral de São Paulo. O caso está relacionado às eleições municipais de 2024, quando ele teria oferecido gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações financeiras.</p>
<h3>Eleição acontece em outubro</h3>
<p>O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Na mesma data, os eleitores escolherão presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.</p>
<p>Caso nenhum candidato à Presidência ou ao governo estadual alcance mais de 50% dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro. Para esse cálculo, votos brancos e nulos não são considerados.</p>
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		<title>Candidaturas negras chegam a 49,8% nas eleições de 2026, mas ainda ficam abaixo da proporção da população</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/candidaturas-negras-chegam-a-498-nas-eleicoes-de-2026-mas-ainda-ficam-abaixo-da-proporcao-da-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[As candidaturas de pessoas negras — pretas e pardas — representam 49,8% dos candidatos válidos nas eleições de 2026, segundo levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e da consultoria CommonData. Apesar do crescimento em relação a 2022, quando o percentual era de 35,5%, a participação ainda está abaixo da proporção de pessoas negras na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As candidaturas de pessoas negras — pretas e pardas — representam 49,8% dos candidatos válidos nas eleições de 2026, segundo levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e da consultoria CommonData. Apesar do crescimento em relação a 2022, quando o percentual era de 35,5%, a participação ainda está abaixo da proporção de pessoas negras na população brasileira, estimada em 55,5%.</p>
<p>A análise considera 20.448 candidaturas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 16 de agosto. Desse total, 2.789 candidatos se autodeclararam pretos e 7.402, pardos.</p>
<p>O levantamento também aponta diferenças no acesso aos recursos eleitorais. Segundo o Inesc, mudanças nas regras de distribuição das verbas destinadas às candidaturas negras fizeram com que a proporção de recursos não acompanhasse necessariamente o percentual de candidatos negros. A entidade defende que a representatividade seja analisada também a partir do financiamento, da estrutura de campanha e do tempo de propaganda.</p>
<h3>Mulheres negras avançam pouco</h3>
<p>A participação feminina cresceu 1% entre as candidaturas, enquanto o avanço entre mulheres negras foi de apenas 0,5%. Elas representam 18,2% do total de candidaturas em 2026, contra 17,3% em 2022.</p>
<p>Entre as 7.116 mulheres que disputam as eleições, 52,2% são negras: 2.485 pardas e 1.234 pretas. Já os homens negros passaram de 32,3% para 31,7% das candidaturas.</p>
<p>O levantamento ainda registra 191 candidaturas indígenas, equivalentes a 0,9% do total, e 212 candidaturas quilombolas, que correspondem a 1%. Os dados completos sobre gênero devem ser divulgados no fim de setembro.</p>
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		<item>
		<title>TSE promove demonstrações públicas de urnas e reforça transparência do sistema eleitoral</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-promove-demonstracoes-publicas-de-urnas-e-reforca-transparencia-do-sistema-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida pela Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Kassio Nunes Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou neste domingo (9) a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, iniciativa criada para aproximar a população da Justiça Eleitoral e apresentar, de forma prática, como funciona o sistema utilizado nas eleições brasileiras. Durante a programação, o tribunal e os 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizaram atividades em diferentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou neste domingo (9) a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, iniciativa criada para aproximar a população da Justiça Eleitoral e apresentar, de forma prática, como funciona o sistema utilizado nas eleições brasileiras. Durante a programação, o tribunal e os 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizaram atividades em diferentes estados, incluindo demonstrações do funcionamento interno das urnas eletrônicas.</p>
<p>A iniciativa foi destacada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, durante a abertura da Corrida pela Democracia, realizada neste domingo no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. Para o ministro, as ações realizadas ao longo da semana ajudaram a ampliar o acesso da sociedade às informações sobre segurança, funcionamento e fiscalização do processo de votação.</p>
<p>&#8220;Durante toda essa semana, não só o TSE, como os 27 TREs [Tribunais Regionais Eleitorais], se empenharam, não só no desmonte de urnas, mas também na tentativa de dar transparência de como funciona todo o nosso processo de votação. Fizemos exposições, votações simuladas em shopping centers, escolas públicas, logradouros e eventos como a Rio Innovation Week&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Entre as atividades realizadas estiveram as demonstrações públicas de desmontagem das urnas. A proposta foi permitir que eleitores conhecessem componentes do equipamento e recebessem explicações sobre as etapas que envolvem a votação eletrônica.</p>
<figure id="attachment_91958" aria-describedby="caption-attachment-91958" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91958" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/09-Presidente-do-TSE-esteve-na-Corrida-pela-Democracia-evento-que-marca-o-fim-da-Semana-Nacional-do-Sistema-Eletronico-de-Votacao-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Do TSE Esteve Na Corrida Pela Democracia, Evento Que Marca O Fim Da Semana Nacional Do Sistema Eletrônico De Votação - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/09-Presidente-do-TSE-esteve-na-Corrida-pela-Democracia-evento-que-marca-o-fim-da-Semana-Nacional-do-Sistema-Eletronico-de-Votacao-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/09-Presidente-do-TSE-esteve-na-Corrida-pela-Democracia-evento-que-marca-o-fim-da-Semana-Nacional-do-Sistema-Eletronico-de-Votacao-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/09-Presidente-do-TSE-esteve-na-Corrida-pela-Democracia-evento-que-marca-o-fim-da-Semana-Nacional-do-Sistema-Eletronico-de-Votacao-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/09-Presidente-do-TSE-esteve-na-Corrida-pela-Democracia-evento-que-marca-o-fim-da-Semana-Nacional-do-Sistema-Eletronico-de-Votacao-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91958" class="wp-caption-text">Presidente do TSE esteve na Corrida pela Democracia, evento que marca o fim da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação &#8211; Jamile Ferraris/TSE</figcaption></figure>
<p>&#8220;A Justiça Eleitoral abriu urnas diante da população de diversos estados para mostrar o que existe por trás do equipamento e explicar o caminho do voto. O TSE promoveu visitas ao Museu do Voto, exposições, simulações de votação, além de ações de acessibilidade e de combate à desinformação&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Além da apresentação dos equipamentos, a programação incluiu experiências de votação simulada e atividades educativas em locais de circulação pública. A estratégia adotada pelo TSE buscou levar informações para ambientes fora das sedes da Justiça Eleitoral, permitindo que pessoas que não costumam acompanhar as atividades dos tribunais também tivessem contato com o funcionamento das eleições.</p>
<p>A semana também teve como foco a auditabilidade do processo eleitoral, conceito relacionado à possibilidade de verificar e acompanhar diferentes etapas da votação por meio dos mecanismos previstos pela Justiça Eleitoral. A iniciativa procurou esclarecer dúvidas sobre o sistema e ampliar o conhecimento da população sobre os procedimentos utilizados antes, durante e depois das eleições.</p>
<p>Nunes Marques já havia defendido a importância da urna eletrônica no início da semana, quando classificou o equipamento como &#8220;patrimônio da democracia&#8221;. As manifestações ocorrem em um momento de preparação para as eleições de 2026, marcadas para outubro.</p>
<p>Paralelamente às ações de esclarecimento sobre as urnas, o TSE também adotou novas medidas relacionadas à integridade das informações no período eleitoral. Na sexta-feira (7), o tribunal instituiu o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, que terá a função de assessorar a Presidência do TSE diante de questões envolvendo o uso inadequado de inteligência artificial e a circulação de conteúdos falsos durante a campanha.</p>
<p>O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro. Na data, os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Caso seja necessário segundo turno para as disputas de presidente ou governador, a nova votação ocorrerá em 25 de outubro.</p>
<p>A segunda etapa será realizada quando nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, desconsiderados os votos brancos e nulos.</p>
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		<title>TSE reforça mecanismos que garantem sigilo e integridade do voto nas urnas eletrônicas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-reforca-mecanismos-que-garantem-sigilo-e-integridade-do-voto-nas-urnas-eletronicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Júlio Valente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<category><![CDATA[Urna Eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[Com pouco mais de dois meses para as Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a destacar os mecanismos que garantem a segurança e o sigilo do voto nas urnas eletrônicas. Utilizado no Brasil há 30 anos, o sistema passa por cerca de 40 etapas de fiscalização, auditoria e verificação, envolvendo representantes da Justiça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com pouco mais de dois meses para as Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a destacar os mecanismos que garantem a segurança e o sigilo do voto nas urnas eletrônicas. Utilizado no Brasil há 30 anos, o sistema passa por cerca de 40 etapas de fiscalização, auditoria e verificação, envolvendo representantes da Justiça Eleitoral, partidos políticos, Ministério Público, universidades, Polícia Federal e entidades da sociedade civil.</p>
<p>Segundo o TSE, a estrutura foi desenvolvida para preservar a soberania da escolha do eleitor, assegurando que cada voto seja registrado de forma individual, secreta e sem qualquer possibilidade de associação entre o eleitor e o candidato escolhido. O sistema também foi projetado para impedir alterações no conteúdo dos votos e permitir a conferência de todas as etapas do processo eleitoral.</p>
<p>Entre as medidas adotadas estão a realização periódica do Teste Público de Segurança, no qual especialistas convidados tentam identificar vulnerabilidades nos sistemas eleitorais antes das eleições. Quando algum ponto de melhoria é encontrado, as equipes técnicas promovem correções e realizam novos testes para confirmar a eficácia das atualizações implementadas.</p>
<p>Outro instrumento de transparência é a cerimônia de lacração dos sistemas, realizada antes do pleito. Nessa etapa, os programas utilizados nas urnas recebem assinaturas digitais e lacres físicos, impedindo modificações posteriores sem que qualquer alteração seja detectada. Além disso, os equipamentos permanecem desconectados da internet durante toda a votação, reduzindo riscos de interferências externas.</p>
<p>Ao fim da votação, cada urna imprime o Boletim de Urna, documento que apresenta a totalização dos votos registrados naquela seção eleitoral. O boletim pode ser consultado e comparado pelos partidos, fiscais, candidatos e cidadãos, funcionando como mais um mecanismo de transparência e verificação dos resultados divulgados pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>O tribunal também destaca que o processo eleitoral brasileiro é acompanhado por diferentes mecanismos de auditoria antes, durante e após as eleições, incluindo verificações por amostragem e conferências públicas dos equipamentos. A participação de instituições independentes e de representantes das legendas integra o conjunto de procedimentos destinados a ampliar a fiscalização sobre todas as fases da votação.</p>
<p>Adotada pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, a urna eletrônica passou por sucessivas atualizações tecnológicas ao longo das últimas três décadas. De acordo com o TSE, a evolução contínua dos equipamentos e dos sistemas busca fortalecer a confiabilidade do processo eleitoral, mantendo o sigilo do voto e a integridade da apuração como princípios fundamentais da democracia brasileira.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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