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	<title>Tribunal de Justiça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Tribunal de Justiça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Justiça do Rio realiza mais de 1.400 audiências de crimes contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 18:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Rio de Janeiro está promovendo, até esta sexta-feira (14), 1.449 audiências e 15 sessões de julgamento de casos de violência contra a mulher. A iniciativa faz parte da Semana Justiça pela Paz em Casa, coordenada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Rio de Janeiro está promovendo, até esta sexta-feira (14), <strong>1.449 audiências e 15 sessões de julgamento</strong> de casos de violência contra a mulher. A iniciativa faz parte da Semana Justiça pela Paz em Casa, coordenada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem).</p>
<p>O objetivo é dar mais celeridade a processos relacionados à violência de gênero, garantindo proteção às vítimas e oferecendo respostas mais rápidas para seus familiares e para a sociedade. A ação ocorre no mês em que se celebra o <strong>Dia Internacional da Mulher (8 de março)</strong>.</p>
<h3><strong>Violência contra a mulher no estado</strong></h3>
<p>Dados do <strong>Instituto de Segurança Pública (ISP)</strong> revelam que, <strong>todos os dias, 22 mulheres são vítimas de violência</strong> no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>O programa <strong>Justiça Pela Paz em Casa</strong>, do <strong>Conselho Nacional de Justiça (CNJ)</strong>, busca ampliar a efetividade da <strong>Lei Maria da Penha</strong>, promovendo o fortalecimento das ações do Poder Judiciário na proteção das mulheres e no combate à violência doméstica.</p>
<p>A <strong>Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJRJ</strong> conta com 16 membros, sendo <strong>13 magistradas</strong>, e atua no desenvolvimento de políticas públicas para aprimorar o atendimento às vítimas.</p>
<h3><strong>Justiça e sociedade unidas contra a violência</strong></h3>
<p>Para a juíza <strong>Camila Rocha Guerin</strong>, coordenadora de Projetos Especiais da Coem, a Semana Justiça pela Paz em Casa vai além da aceleração de processos:</p>
<blockquote><p><em>“O programa é uma oportunidade para melhorar o fluxo de atendimento e os processos judiciais, promover reflexões sobre ações sociais construtivas e investir na capacitação das equipes envolvidas”</em>, destacou a magistrada.</p></blockquote>
<p>A mobilização reforça o compromisso do Poder Judiciário na luta contra a violência de gênero e na busca por uma sociedade mais justa e segura para todas as mulheres.</p>
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		<title>TJRJ vai reforçar proibição de LGBTfobia em processos de adoção</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tjrj-vai-reforcar-proibicao-de-lgbtfobia-em-processos-de-adocao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jan 2024 09:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Adoção]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[família homoafetiva]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) anunciou nessa quinta-feira (18) uma série de ações para reforçar a aplicação da Resolução nº 532/2023, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que combate qualquer forma de discriminação à orientação sexual e à identidade de gênero para adoção, guarda e tutela de crianças e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) anunciou nessa quinta-feira (18) uma série de ações para reforçar a aplicação da Resolução nº 532/2023, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que combate qualquer forma de discriminação à orientação sexual e à identidade de gênero para adoção, guarda e tutela de crianças e adolescentes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O tribunal levará todas as questões apresentadas na resolução para debates com as equipes técnicas. O tema também será abordado nos eventos da Coordenadoria Judiciária de Articulação das Varas da Infância e da Juventude e do Idoso do TJRJ (Cevij).</p>
<h2>Sem preconceito</h2>
<p>A Resolução do CNJ diz que são vedadas manifestações contrárias aos pedidos pelo fundamento de se tratar de família monoparental, homoafetiva ou transgênero nos processos de habilitação das pessoas interessadas e nos casos de adoção de crianças e adolescentes, guarda e tutela.</p>
<p>O conselho considera que a adoção realizada de forma inclusiva, igualitária e respeitosa contribui para a proteção dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes, das pessoas que pretendem formar suas respectivas famílias, promovendo a construção de uma sociedade mais justa e solidária.</p>
<p>Conforme a resolução, os tribunais de Justiça devem elaborar cursos estaduais preparatórios à adoção, com caráter interdisciplinar, que contemple a possibilidade de adoção homoparental, além de prover formação continuada a magistrados(as) e equipes sobre adoção com perspectiva de gênero e particularmente adoção homoparental.</p>
<p>&#8220;Considero positiva a resolução, uma vez que ela explicita o que já estava determinado na Constituição, disse o juiz Sérgio Luiz Vieira de Souza, titular da 4ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital.</p>
<p>Para ele, qualquer tipo de preconceito citado é inconstitucional. &#8220;Um juiz de uma Vara da Infância e da Juventude não pode deixar de habilitar qualquer pessoa por algum preconceito nesse sentido. Além disso, a determinação sobre a realização de capacitações será positiva para os tribunais e para toda a rede de proteção à criança e ao adolescente&#8221;, destacou.</p>
</div>
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