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	<title>transtornos do espectro autista &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Autismo: preconceito está ligado à falta de informações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Apr 2023 23:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A neurologista pediátrica e neurogeneticista brasileira Isabella Peixoto Barcelos, médica do Hospital Pediátrico da Filadélfia, mais antiga instituição de pediatria dos Estados Unidos, afirma que o preconceito sobre transtornos do espectro autista (TEA) está associado à falta de informações. Neste domingo (2), é lembrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo. “Muito do preconceito que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A neurologista pediátrica e neurogeneticista brasileira Isabella Peixoto Barcelos, médica do Hospital Pediátrico da Filadélfia, mais antiga instituição de pediatria dos Estados Unidos, afirma que o preconceito sobre transtornos do espectro autista (TEA) está associado à falta de informações. Neste domingo (2), é lembrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo.</p>
<p>“Muito do preconceito que se tem hoje vem da falta de conhecimento que ainda existe sobre autismo. As pessoas acham que a criança ou o adulto que tem diagnóstico de transtorno de espectro autista tem limitações que, na verdade, eles não têm. E ignoram que eles têm muitas qualidades que não fazem ideia”, afirmou, em entrevista.</p>
<p>Isabela destacou que, às vezes, é possível ter um estudante considerado gravíssimo que, muitas vezes, demonstra ser mais inteligente que os demais da sala de aula.</p>
<p>“Não existem todas essas limitações que se pensa a princípio, que a pessoa é incapacitada, não pode ter uma vida emocional, não pode trabalhar. Pelo contrário. O objetivo é tornar essa pessoa o mais funcional possível, que ela se desenvolva o máximo, dentro da potencialidade que ela carrega”, disse.</p>
<p>Segundo a médica, esse desenvolvimento é possível com terapias adequadas. No entanto, adverte que, para chegar a esse nível de formação, terapeutas brasileiros precisam ter uma formação que inclua graduação, mestrado em terapia comportamental com, pelo menos, 1,5 mil horas práticas.</p>
<p>“A terapia certa muda a vida dessas crianças, levando-as a conviver em sociedade”, ponderou. Isabella Peixoto pretende criar um serviço estruturado de autismo, quando retornar ao país.</p>
<h2>Comunicação aumentativa e alternativa</h2>
<figure id="attachment_58750" aria-describedby="caption-attachment-58750" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/02-Alice-Casimiro-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-58750" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/02-Alice-Casimiro-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=365%2C441&#038;ssl=1" alt="Alice Casimiro - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="365" height="441" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/02-Alice-Casimiro-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/04/02-Alice-Casimiro-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=248%2C300&amp;ssl=1 248w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58750" class="wp-caption-text">Alice Casimiro/Instagram/Divulgaçāo</figcaption></figure>
<p>Alice Casimiro tem 24 anos e mora no Rio de Janeiro. É autista nível 2 de suporte (moderado), TDAH e usuária de comunicação aumentativa. Criadora da página Alice Neurodiversa, é ativista pela neurodiversidade e ‘copywriter’ (especialista em redação publicitária).</p>
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<p>Ela diz que escrever na sua página permitiu que obtivesse alguma independência financeira. A jovem faz ainda revisões de textos e, “uma vez ou outra”, procura emprego formal. Embora seja uma pessoa mais calada, Alice Casimiro afirma ter opiniões próprias, desejos e vontades. E usa comunicação aumentativa para complementar o que consegue expressar falando.</p>
<p>De acordo com as especialistas Maria Lúcia Sartoretto e Rita Bersh, autoras do <a href="https://www.assistiva.com.br/index.html" target="_blank" rel="noopener">site Assistiva</a>, a comunicação aumentativa e alternativa valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala, como gestos, sons, expressões faciais e corporais. Eles podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa que se aponta), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano.</p>
<h2>Cultura</h2>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB RJ), através do seu programa CCBB Educativo, promove aos domingos visitas acessíveis, mediante agendamento, para grupos de pessoas autistas e seus acompanhantes.</p>
<p>Os encontros ocorrem em horário exclusivo, uma hora antes da abertura da exposição ao público em geral, e reúnem, no máximo, dez pessoas. As visitas são realizadas a partir das 8h. O agendamento pode ser feito pelo telefone (21) 3808-2070 ou pelo ‘e-mail’ agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br.</p>
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