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	<title>Transtorno Mental &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pobreza triplica risco de ansiedade e depressão, aponta relatório da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 13:09:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um recente relatório das Nações Unidas revela que pessoas em situação de pobreza têm até três vezes mais probabilidade de desenvolver transtornos mentais, como ansiedade e depressão. O estudo, intitulado “Economia do Burnout: Pobreza e Saúde Mental”, alerta para o impacto do estresse financeiro e das precárias condições de trabalho na saúde mental, apontando que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um recente relatório das Nações Unidas revela que pessoas em situação de pobreza têm até três vezes mais probabilidade de desenvolver transtornos mentais, como ansiedade e depressão. O estudo, intitulado “Economia do Burnout: Pobreza e Saúde Mental”, alerta para o impacto do estresse financeiro e das precárias condições de trabalho na saúde mental, apontando que 11% da população mundial já convive com algum transtorno psicológico.</p>
<p>Olivier De Schutter, relator especial da ONU e responsável pelo relatório, relaciona esses problemas à pressão pelo crescimento econômico, que impulsiona jornadas de trabalho exaustivas e vulneráveis, especialmente entre os trabalhadores de plataformas digitais, onde a incerteza e a disponibilidade constante aumentam o risco de esgotamento emocional. &#8220;Quanto mais desigual é uma sociedade, maior o temor de queda na escala social, o que potencializa o estresse e a ansiedade&#8221;, explica.</p>
<p>Além das condições de trabalho, a ansiedade climática é um fator crescente de preocupação. Eventos extremos como secas e enchentes afetam a estabilidade financeira das famílias, reforçando a insegurança e elevando o nível de estresse.</p>
<p>Para enfrentar essa crise, o relatório sugere políticas de redução da desigualdade, como a implementação de uma renda básica universal, incentivo à economia solidária e regulamentação das condições de trabalho. Organizações não governamentais e movimentos sociais já articulam alternativas ao modelo econômico vigente, com propostas previstas para 2025.</p>
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		<title>OMS: cerca de 15% dos trabalhadores no mundo têm transtornos mentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 14:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou ontem (28) que cerca de 15% dos trabalhadores adultos no mundo apresentam algum tipo de transtorno mental. A entidade, junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT), cobra ações concretas para abordar questões relacionadas à saúde mental e o mercado de trabalho. A estimativa de ambas as organizações é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou ontem (28) que cerca de 15% dos trabalhadores adultos no mundo apresentam algum tipo de transtorno mental. A entidade, junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT), cobra ações concretas para abordar questões relacionadas à saúde mental e o mercado de trabalho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A estimativa de ambas as organizações é que diagnósticos de depressão e ansiedade custam à economia global algo em torno de US$ 1 trilhão anualmente.</p>
<p>“Diretrizes globais da OMS sobre saúde mental no trabalho recomendam ações para enfrentar riscos como cargas de trabalho pesadas, comportamentos negativos e outros fatores que geram estresse no trabalho”, destacou a agência especializada em saúde.</p>
<p>Pela primeira vez, a OMS recomenda, por exemplo, treinamento gerencial para que se desenvolva a capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes, além de habilitar gestores para responder a casos de trabalhadores com dificuldades no âmbito da saúde mental.</p>
<p>“O <em>bullying</em> e a violência psicológica [também conhecida como <em>mobbing</em>] são as principais queixas de assédio em local de trabalho com impacto negativo na saúde mental. Entretanto, discutir ou dar visibilidade à saúde mental permanece um tabu em ambientes de trabalho de todo o mundo”, alerta a instituição.</p>
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