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	<title>Transporte &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Transporte &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Setor de serviços registra queda de 0,9% em novembro, influenciado por transportes, mas mantém crescimento em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/setor-de-servicos-registra-queda-de-09-em-novembro-influenciado-por-transportes-mas-mantem-crescimento-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 20:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Mensal de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Setor de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de serviços no Brasil recuou 0,9% em novembro de 2024, após dois meses consecutivos de alta, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar do resultado mensal negativo, o ano deve fechar como o quarto consecutivo de crescimento, reflexo do desempenho positivo acumulado em 2024. Transportes: Principal Influência na Queda O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de serviços no Brasil recuou 0,9% em novembro de 2024, após dois meses consecutivos de alta, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar do resultado mensal negativo, o ano deve fechar como o quarto consecutivo de crescimento, reflexo do desempenho positivo acumulado em 2024.</p>
<h3><strong>Transportes: Principal Influência na Queda</strong></h3>
<p>O segmento de transportes, que representa 36,4% do peso na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), foi o principal responsável pelo recuo no mês. Entre os fatores apontados estão:</p>
<ul>
<li><strong>Transporte rodoviário de cargas:</strong> Redução impulsionada por uma menor produção agrícola, o que impacta diretamente este modal, também ligado ao transporte de insumos e fertilizantes.</li>
<li><strong>Transporte aéreo de passageiros:</strong> Negativamente afetado pela alta nos preços das passagens aéreas, reduzindo a demanda.</li>
<li><strong>Transporte rodoviário coletivo de passageiros:</strong> Outra influência negativa no resultado.</li>
</ul>
<h3><strong>Grupos com Alta</strong></h3>
<p>Em contrapartida, alguns segmentos registraram crescimento em novembro:</p>
<ul>
<li><strong>Informação e comunicação:</strong> Alta de 1%</li>
<li><strong>Outros serviços:</strong> Crescimento de 1,8%</li>
<li><strong>Serviços prestados às famílias:</strong> Expansão de 1,7%</li>
</ul>
<h3><strong>Acumulado do Ano</strong></h3>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2024, o setor de serviços registrou um avanço de 3,2% em relação ao mesmo período de 2023. Das cinco grandes atividades analisadas, quatro apresentaram taxas positivas, com 61,4% dos 166 itens pesquisados mostrando crescimento.</p>
<h3><strong>Turismo: Oscilações e Crescimento no Ano</strong></h3>
<p>O índice de atividades turísticas apresentou retração de 1,8% em novembro na comparação com o mês anterior, resultado influenciado pela alta nos preços das passagens aéreas. Apesar disso, o setor está 11,1% acima do nível pré-pandemia.</p>
<p>Na comparação anual, com novembro de 2023, o volume de atividades turísticas cresceu 9,2%, consolidando a sexta alta consecutiva do segmento.</p>
<h3><strong>Perspectivas para 2024</strong></h3>
<p>Apesar da retração pontual em novembro, o IBGE avalia que o desempenho positivo acumulado do setor em 2024 reforça a resiliência das atividades de serviços no Brasil. Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa, destaca que o recuo de novembro foi uma devolução parcial dos ganhos recentes, com o saldo do trimestre ainda sendo positivo.</p>
<p>A continuidade do crescimento no setor dependerá de fatores como o comportamento dos preços, a recuperação de segmentos-chave como transporte e turismo, e a manutenção do desempenho positivo em atividades como informação, comunicação e serviços às famílias.</p>
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		<title>Greve em São Paulo Afeta Transporte Público em Resistência às Privatizações</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/greve-em-sao-paulo-afeta-transporte-publico-em-resistencia-as-privatizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 13:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Metro]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[trens metropolitanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira (28), servidores do transporte público em São Paulo paralisaram as atividades em uma greve contra as privatizações de empresas e órgãos do serviço público estadual. A mobilização impactou significativamente a operação da linha 15 do metrô e da linha 10 do trem, com mais três linhas do metrô e quatro linhas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta terça-feira (28), servidores do transporte público em São Paulo paralisaram as atividades em uma greve contra as privatizações de empresas e órgãos do serviço público estadual. A mobilização impactou significativamente a operação da linha 15 do metrô e da linha 10 do trem, com mais três linhas do metrô e quatro linhas ferroviárias funcionando parcialmente. Professores estaduais e trabalhadores da Fundação Casa também se uniram ao movimento.</p>
<p>No metrô, a linha 1 opera da estação Tiradentes à Ana Rosa, conectando o centro à zona sul; a linha verde vai do Alto do Ipiranga a Clínicas, ligando a zona leste à zona oeste; e a linha 3, da estação Bresser a Santa Cecília, percorre a zona leste até o centro da capital.</p>
<p>Na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), os intervalos entre as composições estão ampliados, afetando a linha 7, que vai da Luz, no centro, a Caieiras, na Grande São Paulo; a linha 11, da estação Luz a Guaianases, na zona leste; e as linhas 12 e 13, que funcionam integralmente com intervalos de 8 e 30 minutos, respectivamente.</p>
<p>O governo estadual destacou que as equipes das empresas afetadas estão monitorando a adesão à greve desde as primeiras horas da manhã e implementando medidas de contingência para minimizar os impactos. No entanto, as linhas de transporte metropolitano concedidas à iniciativa privada (linhas 4 e 5 do metrô e 8 e 9 de trens metropolitanos) operam normalmente.</p>
<p>Os planos de privatização do governo de Tarcísio de Freitas envolvem a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp), a Fundação Casa e a Linha 7 da CPTM. Na área da educação, o pedido é para que o governo reveja a proposta que altera a Constituição paulista, reduzindo de 30% para 25% o percentual mínimo de investimento no setor, o que implicaria em um corte de R$ 10 bilhões no orçamento anual.</p>
<p>A greve, considerada &#8220;abusiva e política&#8221; pelo governo, é vista como contrária às normas constitucionais, deixando milhões de passageiros sem acesso ao transporte sobre trilhos e causando perdas significativas ao comércio. A administração estadual argumenta que os processos de privatização foram legitimados nas urnas e estão sendo discutidos nos espaços apropriados, e classifica a greve como uma afronta ao direito à greve e aos interesses políticos e corporativos.</p>
<p>Uma liminar concedida pelo desembargador Marcelo Freire Gonçalves determinou que os trabalhadores da Companhia do Metrô mantenham 80% do efetivo em atividade nos horários de pico, sob pena de multa diária de R$ 700 mil. Para a CPTM, a operação deve ser de 85% nos horários de pico e 60% nos demais intervalos, com multa diária de R$ 600 mil. A Sabesp também foi alvo de determinações judiciais para manter 70% do contingente ligado aos serviços essenciais.</p>
<p>O governo de São Paulo decretou ponto facultativo para minimizar os impactos da greve, afetando o expediente em serviços públicos estaduais da capital. Alguns serviços, como segurança pública, restaurantes e postos móveis do Bom Prato, não serão afetados. A prefeitura suspendeu o expediente, o rodízio municipal de veículos e implementou uma operação especial no transporte público por ônibus. A greve é a terceira realizada em 2023 para pressionar o governo contra as privatizações.</p>
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		<item>
		<title>Brasil precisa investir R$ 295 bilhões em mobilidade urbana até 2042</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-precisa-investir-r-295-bilhoes-em-mobilidade-urbana-ate-2042/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 18:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Público]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) sugere serem necessários R$ 295 bilhões em investimentos, até 2042, na infraestrutura de mobilidade urbana das 15 principais regiões metropolitanas do país. Intitulado Mobilidade Urbana no Brasil: Marco Institucional e Propostas de Modernização, o estudo lista também uma série de recomendações visando a ampliação e a modernização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Estudo encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) sugere serem necessários R$ 295 bilhões em investimentos, até 2042, na infraestrutura de mobilidade urbana das 15 principais regiões metropolitanas do país.</p>
<p>Intitulado Mobilidade Urbana no Brasil: Marco Institucional e Propostas de Modernização, o estudo lista também uma série de recomendações visando a ampliação e a modernização dos atuais sistemas de mobilidade urbana.</p>
<p>Dos R$ 295 bilhões calculados pelo levantamento, R$ 271 bilhões teriam como destino a expansão de linhas de metrô, o que possibilitaria “mais que dobrar” a extensão da malha atual. A ampliação das estruturas de rede de trens seria destino de R$ 15 bilhões, e outros R$ 9 bilhões seriam investidos em sistema de transporte rápido por ônibus (BRT).</p>
<p>Segundo o gerente-executivo de Infraestrutura da CNI, Wagner Cardoso, o país “subinveste e subfinancia o transporte coletivo”, além de privilegiar e subsidiar o transporte individual motorizado, “inclusive na precificação dos combustíveis fósseis utilizados por automóveis e veículos individuais”.</p>
<p>Para chegarem em “um nível de excelência”, as regiões metropolitanas brasileiras precisam superar a falta de financiamento – fator apontado como “o maior gargalo para a expansão dos transportes urbanos no Brasil”.</p>
<p>Na avaliação da CNI, é preciso viabilizar fontes de investimentos, “com recursos nacionais e estrangeiros, além de participação pública e privada”.</p>
<p>“É importante ampliar o número de Parcerias Público-Privadas em um modelo de PPP que agrupe a construção do sistema, da operação e da manutenção, em contratos de concessão de duração relativamente longas, em torno de 30 anos”, explicou Cardoso.</p>
<p>As 15 regiões metropolitanas avaliadas são Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Goiânia, Belém, Fortaleza, Natal, Salvador, João Pessoa, Maceió, Porto Alegre, Recife e Teresina.</p>
<h2>Lei de Mobilidade</h2>
<p>O estudo da CNI aponta que 74% dos 116 municípios com mais 250 mil habitantes cumpriram os prazos estipulados pela Lei de Mobilidade Urbana, que estabeleceu a essas cidades que elaborassem e aprovassem um Plano de Mobilidade Urbana (PMU) até abril do ano passado.</p>
<p>No caso dos municípios com população entre 20 mil e 250 mil, o prazo dado foi até 12 de abril deste ano. Segundo a CNI, dos 1.908 municípios que se enquadram nesse perfil, apenas 13% atestaram, até setembro do ano passado, ter um plano de mobilidade.</p>
<p>Assim sendo, acrescentou a entidade, “cerca de 87% desses municípios teriam um horizonte pequeno (até abril deste ano) para elaborar e aprovar um plano municipal e, portanto, garantir o financiamento de projetos do setor”.</p>
<p>“É importante assegurar que municípios sem plano não recebam financiamento federal per capita superior a cidades com planejamento aprovado”, alerta Wagner Cardoso.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>“Chama a atenção o subaproveitamento nas nossas metrópoles da bicicleta como um modal de transportes. De fato, em todas as RMs brasileiras, a participação da bicicleta oscilava entre 0,8% e 2,4%, em contraposição a cerca de 4% em Santiago, 7% em Bogotá e 13% na capital da Alemanha”, destaca a CNI.</p>
<p>O levantamento apresenta um diagnóstico indicando que “as cidades cresceram, foram amplamente urbanizadas, mas os transportes não acompanharam o ritmo de crescimento”. Na sequência, recomenda investimentos em transporte coletivo e transporte individual não motorizado.</p>
<p>“A urbanização não foi acompanhada por um planejamento voltado à redução das distâncias percorridas pelos cidadãos, para a qual o adensamento das cidades e a melhor distribuição de suas principais funções – moradia, trabalho, serviços e lazer – constituiriam seu alicerce”, diz um trecho da pesquisa.</p>
<p>O estudo acrescenta que, de uma forma geral, as cidades com maiores níveis de renda têm maior demanda por transporte individual. “Isso pode explicar porque em Curitiba 49% das viagens são feitas de carro ou moto, apesar do reconhecido sistema de BRT [Bus Rapid Transit] e de a cidade apresentar uma boa infraestrutura de transportes para os padrões brasileiros”.</p>
<p>Já em Salvador e Recife – cidades com rede de transporte público menos estruturada –, esse modal representa somente 22,1% e 16,7%, respectivamente.</p>
<p>No Rio de Janeiro, “a baixa participação dos transportes individuais (19,5%) pode estar associada a uma confluência de fatores ligados tanto a um menor nível de renda de amplos setores da população metropolitana, quanto à existência de uma extensa – ainda que precária – rede de transportes na metrópole”, aponta a CNI.</p>
<h2>Impactos</h2>
<p>O deslocamento do trabalhador, de sua casa até o trabalho – e do trabalho até sua casa – “afeta diretamente” a produtividade e os gastos associados ao transporte, diz a CNI.</p>
<p>Segundo o estudo, “esse desgaste diário afeta não apenas a concentração e a capacidade do funcionário, mas sua assiduidade e probabilidade de afastamento por doenças”.</p>
<p>“Nesse sentido, a modernização do sistema seria essencial para melhorar a competitividade da indústria, além de estimular a cadeia produtiva voltada ao transporte público de média e alta capacidade”, acrescentou.</p>
<p>A CNI avalia que o Brasil dispõe de um “moderno ordenamento jurídico que disciplina não apenas o planejamento, mas também a execução de políticas no setor”.</p>
<p>No entanto, acrescenta ser necessário que mudanças em estruturas e na organização das cidades venham acompanhadas do desenvolvimento de um sistema de transportes capaz de encurtar o tempo de deslocamento; e que proporcione “maior conforto aos usuários e integrar os diversos modais de forma a não penalizar aqueles que, por falta de alternativas, vieram forçados a residir distantes dos centros de serviços e empregos”.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Entre as recomendações apresentadas pela entidade está a de assegurar instrumentos mais efetivos para a modernização dos sistemas de mobilidade, com o aperfeiçoamento institucional e de governança no âmbito dos municípios, e uma lei municipal como ferramenta de efetivação dos planos de mobilidade.</p>
<p>A CNI sugere também dotar as regiões metropolitanas de “estruturas de governança mais efetivas, transferindo as atribuições da gestão da mobilidade urbana para uma instituição de natureza metropolitana voltada exclusivamente à mobilidade”.</p>
<p>A entidade defende a viabilização de fontes para o financiamento dos R$ 295 bilhões em investimentos para as 15 regiões metropolitanas até 2042. Nesse sentido, “é importante ampliar o número de Parcerias Público-Privadas em um modelo de PPP que agrupe a construção do sistema, operação e manutenção, em contratos de concessão de duração relativamente longas (em torno de 30 anos)”.</p>
<p>Por fim, a CNI sugere a ampliação das fontes de financiamento para investimentos em mobilidade, “inclusive pela criação de fundos de equilíbrio econômico-financeiro das operadoras de transporte coletivo, administrados em âmbito das regiões metropolitanas e alimentando com recursos arrecadados de receitas não tarifárias diversas”.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Capitais e Distrito Federal terão passe livre para os eleitores</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/capitais-e-distrito-federal-terao-passe-livre-para-os-eleitores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 14:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Capitais]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[Todas as capitais e o Distrito Federal terão um esquema especial de gratuidade no transporte público no próximo domingo (30), dia do segundo turno das eleições para presidente e governadores em 12 estados &#8211; Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Todas as capitais e o Distrito Federal terão um esquema especial de gratuidade no transporte público no próximo domingo (30), dia do segundo turno das eleições para presidente e governadores em 12 estados &#8211; Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para confirmar a decisão individual do ministro Luís Roberto Barroso que liberou o transporte público gratuito no segundo turno das eleições. Segundo a decisão de Barroso, os prefeitos que decidissem pela gratuidade não seriam responsabilizados por improbidade administrativa ou crime eleitoral.</p>
<p>A ação, do partido Rede Sustentabilidade, foi para viabilizar aos eleitores o exercício do voto, obrigatório no país. Segundo o partido, muitos eleitores não têm condições de pagar a passagem até o local de votação, que em muitos casos é mais cara do que a multa pelo não comparecimento, cujo valor máximo é de R$ 3,51. A medida também pretende evitar alta abstenção de eleitores no dia da votação.</p>
<p>Nesta semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou os gestores municipais a ofertarem linhas especiais para locais de longa distância, com contratação de ônibus escolares. Além disso, o serviço de transporte não poderá ser reduzido nos locais onde já são oferecidos, sob pena de caracterização de crime eleitoral.</p>
<p>Confira a situação de cada capital:</p>
<p><strong>São Paulo</strong></p>
<p>Na capital do estado de São Paulo, a gratuidade valerá das 6h às 20h para todos os passageiros. Segundo a prefeitura, o transporte será gratuito em qualquer linha no horário estabelecido. O passageiros poderão embarcar pela porta traseira ou dianteira sem ter que passar pela catraca.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong></p>
<p>No Rio de Janeiro, os passageiros terão gratuidade nos ônibus e no sistema de BRT. A isenção da cobrança de passagens funcionará das 6h às 20h.</p>
<p><strong>Belo Horizonte</strong></p>
<p>Em Belo Horizonte, a gratuidade será garantida em qualquer linha de ônibus convencional e suplementar para todos os passageiros, em caráter geral e sem discriminação, de 0h do domingo até as 23h59.</p>
<p><strong>Vitória</strong></p>
<p>Os ônibus do Sistema Transcol, que fazem o transporte de passageiros na Grande Vitória, oferecerão passe livre aos eleitores de 7h às 18h.</p>
<p><strong>Porto Alegre</strong></p>
<p>A prefeitura não informou o horário da gratuidade no próximo domingo, mas no primeiro turno o benefício foi concedido entre 7h e 19h.</p>
<p><strong>Curitiba</strong></p>
<p>A capital paranaense vai oferecer transporte gratuito durante todo o dia nas 254 linhas que operam na cidade. As exceções são a Linha Turismo, que percorre os pontos turísticos da capital e cobrará a tarifa habitual de R$ 50, e das linhas do sistema madrugueiro, que funcionam entre 1h e 5h.</p>
<p><strong>Florianópolis</strong></p>
<p>A população terá direito ao passe livre no domingo, mas, a princípio, a frota disponibilizada será a mesma usada em todos os domingos. Frotas extras serão acionadas conforme demanda.</p>
<p><strong>Campo Grande</strong></p>
<p>A gratuidade do transporte na capital de Mato Grosso do Sul estará em vigor no período das 5h às 18h do domingo. A medida, no entanto, não abrangerá os ônibus de linhas executivas.</p>
<p><strong>Cuiabá</strong></p>
<p>Cuiabá cumprirá a recomendação do Supremo. Estima-se que somente na capital mais de 428 mil cuiabanos encontram-se aptos a votar.</p>
<p><strong>Goiânia</strong></p>
<p>A gratuidade no transporte coletivo da capital de Goiás no dia da eleição será válida de 4h às 23h, quando encerra a operação no domingo. Segundo a prefeitura, serão disponibilizados 33 ônibus extras, se necessário.</p>
<p><strong>Distrito Federal</strong></p>
<p>Na capital do país, a Justiça Federal determinou ao governo local que fosse dado acesso gratuito a todos os transportes coletivos públicos no dia e horário do segundo turno. As catracas ficarão liberadas entre 6h e 19h.</p>
<p><strong>Salvador</strong></p>
<p>Na capital baiana, os ônibus vão operar com frota normal de dia útil no período das 6h às 20h.</p>
<p><strong>Aracaju</strong></p>
<p>O decreto que determina a gratuidade na passagem de ônibus no segundo turno da eleição foi assinado no dia 20 de outubro.</p>
<p><strong>Maceió</strong></p>
<p>A Prefeitura de Maceió determinou a gratuidade nas passagens e reforço em 50% na frota de veículos. Serão, no total, 600 viagens extras das 7h às 18h para o deslocamento de eleitores. Para usar o serviço gratuitamente, o eleitor deverá usar o cartão Vamu na modalidade Cidadão. Aqueles que possuem outro cartão, deverão fazer o novo cartão, com primeira via gratuita.</p>
<p><strong>Recife</strong></p>
<p>O benefício vai valer das 6h às 19h do domingo. Segundo a prefeitura, o passageiro deverá apresentar o VEM, cartão do sistema de bilhetagem eletrônica da capital pernambucana, mas o valor não será descontado.</p>
<p><strong>João Pessoa</strong></p>
<p>A capital da Paraíba terá disponível aos eleitores no domingo todas as 73 linhas que circulam em dias úteis. Para ter direito à gratuidade, a prefeitura pede para que o embarque seja feito pela porta da frente do veículo. Além disso, o usuário deverá utilizar o Cartão Cidadão Passe Legal. Caso não tenha o cartão, o usuário terá a catraca liberada para entrada apresentando o Título de Eleitor ou aplicativo e-Título. As viagens gratuitas ocorrerão entre 6h e 20h.</p>
<p><strong>Natal</strong></p>
<p>Em Natal, a gratuidade, com catraca livre, valerá das 6h às 19h. Segundo a prefeitura, 100% das linhas urbanas operadas por ônibus estarão disponíveis com um incremento de frota em torno de 40% de uma operação típica de um domingo.</p>
<p><strong>Fortaleza</strong></p>
<p>Para Fortaleza e Região Metropolitana; Região Metropolitana do Cariri e Sobral, as linhas de ônibus, vans, metrô e VLT terão período de gratuidade das 5h às 18h de domingo. Para esses modais não será necessário apresentar qualquer documento. O transporte intermunicipal (interurbano) também terá gratuidade. Nesse caso, o benefício está oferecido das 17h de sexta-feira (28) às 8h da segunda-feira (31). É necessário emitir a passagem de forma presencial, apresentando um documento oficial com foto junto ao título de eleitor ou comprovante de votação. A emissão das passagens intermunicipais já está sendo feita desde quarta-feira (26).</p>
<p><strong>Teresina</strong></p>
<p>A Prefeitura de Teresina vai custear o serviço gratuito a ser realizado pelas empresas de transporte. O governo do estado concederá transporte gratuito, ida e volta, para os eleitores que votam no interior do Piauí de 4h de sábado (29) às 12h de segunda-feira (31).</p>
<p><strong>São Luis</strong></p>
<p>A gratuidade no transporte na capital maranhense ocorrerá entre 0h do domingo até as 22h. E o governo do estado também anunciou gratuidade nos transportes intermunicipais (ferryboats e ônibus semi-urbanos, além de lanchas entre a capital e Alcântara). Para usufruir da gratuidade, o usuário dos transportes deverá apenas apresentar o título de eleitor ou e-Título para comprovar que o seu local de votação fica no destino final da viagem.</p>
<p><strong>Palmas</strong></p>
<p>O passe livre vale das 7h às 19h. A medida foi ampliada para incluir também a zona rural da capital tocantinense. Segundo a prefeitura, para fazer uso do benefício, os passageiros devem apresentar ao motorista do transporte coletivo o título de eleitor ou documento com foto.</p>
<p><strong>Belém</strong></p>
<p>Em Belém, o passe livre funcionará das 4h às 23h50 de domingo, com a manutenção da frota normal pelas empresas de ônibus, que devem ser ressarcidas pelo Poder Público. O governo do estado também anunciou gratuidade no transporte intermunicipal, seja por ônibus ou barco.</p>
<p><strong>Macapá</strong></p>
<p>Será mantida 100% da frota normal em circulação. As catracas ficarão liberadas das 7h às 17h. Para ter direito ao passe livre, o passageiro precisa apresentar título de eleitor, e-Título ou qualquer outro documento, físico ou eletrônico, que comprove a identidade e o local de votação. No retorno do cidadão, basta apresentar o comprovante de votação.</p>
<p><strong>Porto Velho</strong></p>
<p>Em Porto Velho o passe livre será das 6h às 18h. A frota de circulação será a mesma de dias úteis.</p>
<p><strong>Manaus</strong></p>
<p>Em Manaus a medida vale para os ônibus do transporte público convencional e as catracas ficam liberadas das 4h às 18h.</p>
<p><strong>Rio Branco</strong></p>
<p>A prefeitura de Rio Branco decidiu conceder a gratuidade apenas na volta do eleitor da zona eleitoral. Para evitar o pagamento da passagem, o usuário do transporte público deverá apresentar o comprovante do voto.</p>
<p><strong>Boa Vista</strong></p>
<p>Em Boa Vista, o passe livre nos ônibus será concedido 6h e 18h. Nesse período, 100% da frota estará em funcionamento.</p>
<p><em>* Colaborou Felipe Pontes, repórter da <strong>Agência Brasil</strong></em></p>
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		<title>Racismo no transporte já foi presenciado por 72% dos brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/racismo-no-transporte-ja-foi-presenciado-por-72-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 15:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que 72% das pessoas dizem já ter presenciado situação de racismo em seu transporte do dia a dia e 39% foram vítimas do crime, ou seja, uma em cada três pessoas negras já sofreu preconceito em seus deslocamentos. Entre trabalhadores negros que atuam no setor, esse número é ainda maior: 65% dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que 72% das pessoas dizem já ter presenciado situação de racismo em seu transporte do dia a dia e 39% foram vítimas do crime, ou seja, uma em cada três pessoas negras já sofreu preconceito em seus deslocamentos. Entre trabalhadores negros que atuam no setor, esse número é ainda maior: 65% dos entrevistados já enfrentaram alguma situação de racismo durante o expediente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O estudo ouviu 1.200 pessoas e mais de mil profissionais do setor de transporte.</p>
<p>Quando questionados sobre situações de preconceito vividas, a população negra relatou ter sido menosprezada (24%), abordada de maneira desrespeitosa (17%), sofrido agressões verbais e ter sido alvo de expressões racistas (14%).</p>
<p>“Entre profissionais negros do transporte que enfrentaram situações de preconceito, embora as agressões verbais (47%) e o menosprezo (46%) tenham sido mais frequentes, eles foram três vezes mais alvo de expressões racistas e sofreram três vezes mais ameaça do que a população negra vítima de preconceito racial em geral”, diz o levantamento.</p>
<p>A pesquisa, divulgada hoje (21) no Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, foi encomendada pela Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) com o apoio da Uber, em parceria com o Instituto Identidade Brasil (ID_BR).</p>
<p>&#8220;Muito embora algumas pessoas possam ter a leitura de que ações como ‘ser menosprezada’ sejam atos imperceptíveis ou menos importantes, as microagressões são frequentes no cotidiano da população negra e afetam psicologicamente quem vive essa relação todos os dias. Por outro lado, imaginar que, ainda hoje, uma em cada quatro pessoas já sofreu violência física em consequência do racismo nos transportes públicos só reforça a noção de que a adoção de ações de combate ao racismo se fazem cada vez mais urgentes e necessárias.&#8221; afirmou, em nota, a especialista em Diversidade e Inclusão do ID_BR, Roberta Calixto.</p>
<p>O estudo mostra ainda que 71% das pessoas negras que trabalham no trânsito sentem medo de sofrer racismo ou preconceito por sua cor. Entre a população negra em geral, esse número cai para 41%, o que mostra que quem está na rua por mais tempo sente mais medo de sofrer esse tipo de discriminação.</p>
<p>Os números também revelam que motoristas de ônibus e cobradores são os profissionais que mais observam casos de racismo no seu trabalho (75%), seguidos de motoristas de aplicativo (73%) e taxistas (65%).</p>
<p>Segundo a pesquisa, o número de casos acaba causando impacto no comportamento das pessoas negras ao planejar seu deslocamento: 29% dos negros declararam que já mudaram a forma de se locomover pela cidade devido a situações de preconceito ou discriminação. Entre mulheres negras, o número chega a 31%. As mulheres negras também são as que mais se sentem vulneráveis nos deslocamentos: 72% delas temem sofrer algum tipo de assédio sexual, 64% agressão física e 47% sofrer algum tipo de racismo.</p>
<p>A pesquisa também incluiu duas imagens para comparar a percepção dos profissionais de transporte sobre as diferenças entre um homem negro e um branco: seis em cada dez profissionais acreditam que uma pessoa negra tem mais chance de causar medo nos passageiros que uma pessoa branca. A chance de motoristas não pararem no embarque para um passageiro negro também é bem maior (61% contra 7%).</p>
<p>Para a maioria da população (69%), o racismo é comum no dia a dia e 25% consideram que as pessoas que cometem racismo nunca são devidamente punidas. Entre profissionais de transporte, essa crença na inadequação da punição vai a 38%. Com isso, entre profissionais que foram vítimas de racismo, apenas 17% já realizaram algum tipo de denúncia, seja para a empresa ou para a polícia.</p>
<p>Para o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, os resultados da pesquisa mostram o quanto o racismo acaba prejudicando a mobilidade dos brasileiros pela cor da sua pele. “É como se o direito de ir e vir fosse prejudicado de acordo com a cor da pele do passageiro. E essa limitação faz com que as oportunidades que as pessoas têm, seja no mercado de trabalho, no acesso à educação e no lazer, se tornem reduzidas”, disse Meirelles.</p>
<h2>Metodologia</h2>
<p>A pesquisa com a população em geral foi realizada de forma quantitativa <em>online</em> com 1.200 pessoas, com idade a partir de 18 anos, em todo o Brasil. A coleta de dados foi feita em janeiro deste ano e a margem de erro é de 2.8 pontos percentuais.</p>
<p>O estudo com profissionais da mobilidade também foi feito em janeiro de forma quantitativa presencial com 1.050 pessoas, com idade a partir de 18 anos nas dez principais regiões metropolitanas do país. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.</p>
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		<title>Correios terão lojas franqueadas em 11 cidades do Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/correios-terao-lojas-franqueadas-em-11-cidades-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 18:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Correios]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Correios lançaram um programa de parcerias que visa expandir o número de locais de atendimento para serviços de postagem em todo o Brasil. Segundo a empresa, as chamadas lojas de Correios franqueadas (LCF) oferecerão os serviços de Sedex, Pac, envio de cartas, marketing direto e encomendas expressas (EMS). Para 2022 estão previstas 19 lojas franqueadas [&#8230;]]]></description>
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<p>Os Correios lançaram um programa de parcerias que visa expandir o número de locais de atendimento para serviços de postagem em todo o Brasil. Segundo a empresa, as chamadas lojas de Correios franqueadas (LCF) oferecerão os serviços de Sedex, Pac, envio de cartas, marketing direto e encomendas expressas (EMS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para 2022 estão previstas 19 lojas franqueadas em 11 cidades do Brasil. Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro estão entre as selecionadas para o primeiro edital. Toda a logística de transporte e tratamento dos pacotes ficará por conta do Correios.</p>
<p>“A chegada da LCF amplia as chances de investimento para quem quer adquirir o seu negócio, aliando a confiança e a credibilidade que a marca Correios traz. Além de líder no segmento de encomendas e maior empresa de logística da América Latina, a estatal possui mais de 30 anos de experiência em franquias, o que possibilita um alto índice de satisfação para a rede de franqueados”, informou a empresa em nota.</p>
<p>O período do contrato para as LCFs é de dez anos, prorrogáveis por mais dez. Empresas que já atuam no ramo de entregas não poderão participar do certame. Para consultar a lista de cidades, os editais para cada uma delas e a página com as principais dúvidas sobre a iniciativa, <a href="https://www.correios.com.br/acesso-a-informacao/licitacoes-e-contratos/loja-franqueada-correios/loja-dos-correios-franqueada-saiba-mais" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
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