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	<title>tragédia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>tragédia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>“Doce Amargo”: HQ retrata tragédia de Mariana sob olhar humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 20:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2015, o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), devastou comunidades inteiras e impactou cidades ao longo do Rio Doce. Governador Valadares, que dependia exclusivamente do rio para o abastecimento de água, foi uma das mais afetadas e mergulhou no caos. Dessa experiência nasce “Doce Amargo”, HQ escrita e ilustrada por João Marcos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2015, o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), devastou comunidades inteiras e impactou cidades ao longo do Rio Doce. Governador Valadares, que dependia exclusivamente do rio para o abastecimento de água, foi uma das mais afetadas e mergulhou no caos.</p>
<p>Dessa experiência nasce “Doce Amargo”, HQ escrita e ilustrada por João Marcos Mendonça, morador da cidade e testemunha direta da tragédia. Com cores de Mariane Gusmão, artista responsável também por <em>Gioconda</em> e <em>O Menino Rei</em>, a obra resgata memórias de um episódio que marcou o Brasil.</p>
<figure id="attachment_85953" aria-describedby="caption-attachment-85953" style="width: 755px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85953" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-1.webp?resize=755%2C615&#038;ssl=1" alt="“Doce Amargo”: HQ Retrata Tragédia De Mariana Sob Olhar Humano - Expresso Carioca" width="755" height="615" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-1.webp?w=755&amp;ssl=1 755w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C244&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C122&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C611&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 755px) 100vw, 755px" /><figcaption id="caption-attachment-85953" class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Com traço sensível e narrativa envolvente, a HQ se propõe a humanizar a tragédia, dando voz a quem teve sua rotina interrompida por algo tão básico quanto a falta de água.</p>
<blockquote><p>“Me interessou contar essa história sob a perspectiva ordinária, de pessoas que tiveram suas rotinas impactadas em situações comuns, como tomar água ou um banho”, explica Mendonça.</p></blockquote>
<p>“Doce Amargo” chega às livrarias em 2025, ano em que o rompimento da barragem completa dez anos, como um lembrete da necessidade de memória, justiça e reflexão sobre o maior desastre ambiental da história do país.</p>
<p><strong>Vendas:</strong> <a href="https://www.grupoautentica.com.br/produto/doce-amargo-1782?utm_source=brevo&amp;utm_campaign=Lanamento%20Doce%20amargo%20%20Editora%20Nemo&amp;utm_medium=email&amp;utm_id=679" target="_blank" rel="noopener">https://www.grupoautentica.com.br</a></p>
<p>Confira alguns trechos de Doce Amargo:</p>
<figure id="attachment_85954" aria-describedby="caption-attachment-85954" style="width: 774px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-85954" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-2.webp?resize=774%2C523&#038;ssl=1" alt="“Doce Amargo”: HQ Retrata Tragédia De Mariana Sob Olhar Humano - Expresso Carioca" width="774" height="523" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-2.webp?w=774&amp;ssl=1 774w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-2.webp?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-2.webp?resize=768%2C519&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Doce-Amargo-HQ-retrata-tragedia-de-Mariana-sob-olhar-humano-Expresso-Carioca-2.webp?resize=750%2C507&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 774px) 100vw, 774px" /><figcaption id="caption-attachment-85954" class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação</figcaption></figure>
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		<title>Tragédia no RS é consequência da destruição humana, afirma Cacique Raoni</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tragedia-no-rs-e-consequencia-da-destruicao-humana-afirma-cacique-raoni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 14:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cacique Raoni]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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		<category><![CDATA[Ro Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Aos 92 anos, o Cacique Raoni é uma voz respeitada na preservação da natureza e defesa dos direitos dos povos indígenas. Durante a Semana do Meio Ambiente (Semeia) no Museu do Amanhã, Rio de Janeiro, ele discutiu o desastre climático no Rio Grande do Sul, marcado por chuvas fortes, inundações e deslizamentos. Raoni ressaltou a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 92 anos, o Cacique Raoni é uma voz respeitada na preservação da natureza e defesa dos direitos dos povos indígenas. Durante a Semana do Meio Ambiente (Semeia) no Museu do Amanhã, Rio de Janeiro, ele discutiu o desastre climático no Rio Grande do Sul, marcado por chuvas fortes, inundações e deslizamentos. Raoni ressaltou a necessidade de a humanidade refletir sobre sua responsabilidade na provocação desses eventos extremos.</p>
<p><em>&#8220;Não sei se as pessoas vão acordar depois disso. Mas, após essa tragédia causada pelos próprios homens brancos, que destroem a natureza e constroem casas em locais impróprios, é crucial refletir sobre o que está acontecendo. São eles que provocam e sofrem as consequências. Conheci muitos espíritos da água e da floresta, e o discurso deles é o mesmo: se continuarem sendo ameaçados, vão reagir. Isso não é bom para nós. É preciso cuidar melhor. Todos devem dialogar para seguir o caminho certo&#8221;</em>, declarou o líder indígena caiapó.</p>
<p>Para Raoni, a defesa do meio ambiente é uma luta contínua que deve ser renovada com o fortalecimento de jovens lideranças indígenas, afirmando que o futuro do planeta depende da união entre diferentes povos.</p>
<p><em>&#8220;Há muitos anos, nossos ancestrais, tanto homens brancos quanto indígenas, se mataram nesta terra, no Brasil. Houve guerra e violência. Devemos deixar o passado para trás e focar no futuro. Para o nosso bem, precisamos pensar mais nas florestas, rios e em todo o meio ambiente&#8221;</em>, afirmou o cacique.</p>
<p><strong>Semana do Meio Ambiente</strong></p>
<p>Entre os dias 5 e 9 de junho, o Museu do Amanhã realiza uma programação especial para a Semana do Meio Ambiente, com o tema &#8220;Trilhas da Florestania&#8221;, que propõe uma visão de mundo que coloca o ecossistema em uma perspectiva integral.</p>
<p><em>&#8220;Esse conceito de florestania, trazido por Ailton Krenak e Cacique Raoni, relaciona-se com a floresta dentro de nós. Quem vive nas cidades vê a floresta como algo externo. Mas, como somos parte da natureza, a floresta vive em nós. E entendemos que muitos dos grandes desafios que o planeta enfrenta hoje, como o desastre no Rio Grande do Sul, estão ligados a essa nossa separação da natureza&#8221;</em>, reflete Fabio Scarano, curador do Museu do Amanhã e professor de Ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>Scarano destacou a importância de aprender com os povos indígenas sobre como eles veem e cuidam do meio ambiente.</p>
<p><em>&#8220;Este evento busca motivar as pessoas a redescobrirem as florestas do mundo e a floresta dentro de si. Os povos que nunca se separaram dela, como os originários e ancestrais, podem nos ajudar a reencontrar esse caminho de volta para a natureza&#8221;</em>, concluiu Fabio.</p>
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		<title>Procurador defende acordo como melhor alternativa em Brumadinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 18:44:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após completar cinco anos, nesta quinta-feira, da trágica ruptura da barragem da Vale em Brumadinho (MG), o procurador-geral do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares Júnior, expressou a convicção de que o acordo de reparação foi a escolha mais acertada. Ele ressaltou que sem o acordo, o processo judicial teria uma demora considerável, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após completar cinco anos, nesta quinta-feira, da trágica ruptura da barragem da Vale em Brumadinho (MG), o procurador-geral do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares Júnior, expressou a convicção de que o acordo de reparação foi a escolha mais acertada. Ele ressaltou que sem o acordo, o processo judicial teria uma demora considerável, podendo se estender até o Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Em um evento organizado pelo MPMG na última sexta-feira, onde foi apresentado um balanço da execução do acordo até o momento, Jarbas Soares Júnior defendeu a responsabilidade histórica de assinar o pacto, destacando que a alternativa seria a judicialização, processo que, segundo ele, não garantiria os resultados obtidos no acordo.</p>
<p>Entretanto, a visão do procurador-geral não é compartilhada pelas entidades representativas das vítimas. Josiane Melo, engenheira civil e membro da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos do Rompimento da Barragem em Brumadinho (Avabrum), critica o acordo, alegando que não representou os familiares das vítimas e que a comunidade foi excluída das decisões.</p>
<figure id="attachment_73225" aria-describedby="caption-attachment-73225" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/23-Josiane-Melo-e-engenheira-civil-e-funcionaria-da-Vale.-Ela-perdeu-a-irma-Eliane-na-tragedia-de-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-73225" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/23-Josiane-Melo-e-engenheira-civil-e-funcionaria-da-Vale.-Ela-perdeu-a-irma-Eliane-na-tragedia-de-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C424&#038;ssl=1" alt="Josiane Melo é Engenheira Civil E Funcionária Da Vale. Ela Perdeu A Irmã Eliane Na Tragédia De Brumadinho - Expresso Carioca" width="754" height="424" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/23-Josiane-Melo-e-engenheira-civil-e-funcionaria-da-Vale.-Ela-perdeu-a-irma-Eliane-na-tragedia-de-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/23-Josiane-Melo-e-engenheira-civil-e-funcionaria-da-Vale.-Ela-perdeu-a-irma-Eliane-na-tragedia-de-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/23-Josiane-Melo-e-engenheira-civil-e-funcionaria-da-Vale.-Ela-perdeu-a-irma-Eliane-na-tragedia-de-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73225" class="wp-caption-text">Josiane Melo é engenheira civil e funcionária da Vale. Ela perdeu a irmã Eliane na tragédia de Brumadinho &#8211; Divulgação/TV Brasil</figcaption></figure>
<p>No evento, Jarbas Soares Júnior reconheceu as críticas sobre a forma como o acordo foi firmado, mas enfatizou que a decisão foi judicial e que foram implementados mecanismos de participação no processo de implementação do acordo.</p>
<p>O acordo, assinado em 4 de fevereiro de 2021, abrange danos coletivos e destina R$ 37,68 bilhões para investimentos socioeconômicos, recuperação socioambiental, segurança hídrica, melhoria de serviços públicos, mobilidade urbana, entre outros. Josiane Melo e o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB) expressam discordância em relação a alguns projetos, como o Rodoanel, alegando que deveriam priorizar questões sociais decorrentes do modelo de exploração econômica.</p>
<figure id="attachment_73227" aria-describedby="caption-attachment-73227" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/24-Desabamento-de-barragem-em-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-73227" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/24-Desabamento-de-barragem-em-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C477&#038;ssl=1" alt="Desabamento De Barragem Em Brumadinho - Expresso Carioca" width="754" height="477" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/24-Desabamento-de-barragem-em-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/24-Desabamento-de-barragem-em-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/24-Desabamento-de-barragem-em-Brumadinho-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C474&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73227" class="wp-caption-text">Desabamento de barragem em Brumadinho &#8211; Washington Alves/Direitos Reservados</figcaption></figure>
<p>A Vale, por sua vez, destaca que já executou 68% dos recursos previstos e implementou 298 iniciativas para melhorar a qualidade de vida em Brumadinho e na Bacia do Rio Paraopeba.</p>
<p>O MPMG anunciou a assinatura de contratos para auditoria financeira e ambiental, visando garantir a transparência e eficácia na execução do processo reparatório. O acordo de Brumadinho também influencia as negociações na bacia do Rio Doce, tornando-se referência para acordos envolvendo problemas com barragens de mineração. As tratativas para repactuação do processo reparatório na bacia do Rio Doce estão em andamento, com questões financeiras sendo um ponto de discordância entre as partes envolvidas.</p>
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		<title>Após um ano, Petrópolis ainda se recupera da maior tragédia da cidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-um-ano-petropolis-ainda-se-recupera-da-maior-tragedia-da-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 13:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um ano, Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, entrava em estado de calamidade pública. O volume de chuva esperado para todo o mês atingiu a cidade em apenas seis horas, no dia 15 de fevereiro de 2022. As principais ruas ficaram alagadas, os rios transbordaram e deslizamentos de terra ocorreram em diferentes bairros. O número de mortes chegou a 233. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Há um ano, Petrópolis, na região serrana do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT272_com_zimbra_date"> de Janeiro</span>, entrava em estado de calamidade pública. O volume de chuva esperado para todo o mês atingiu a cidade em apenas seis horas, no dia <span id="OBJ_PREFIX_DWT273_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT353_com_zimbra_date" role="link">15 de fevereiro</span></span> de 2022. As principais ruas ficaram alagadas, os rios transbordaram e deslizamentos de terra ocorreram em diferentes bairros. O número de mortes chegou a 233. A tragédia é considerada a maior da história da cidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><span id="OBJ_PREFIX_DWT274_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT354_com_zimbra_date" role="link">Hoje</span></span>, os estragos não são mais visíveis no centro histórico. Praças e vias foram recuperadas, e os comerciantes conseguiram retomar os negócios. Dono de uma loja de produtos para animais, Renan Souza trabalhava na hora da chuva. Com a força da correnteza, um carro chegou a invadir um dos portões da loja e tudo ficou coberto pela lama: “Foi desesperador. Entrei em choque, fiquei sem ação. Eu estava com um funcionário nesse dia e ele que fez tudo aqui. Se não fosse por ele, eu estaria perdido”.</p>
<p>Renan diz que criou coragem para reerguer o negócio, com a ajuda de clientes e de fornecedores. Mas o medo ainda é frequente: “Os bueiros na praça estão todos entupidos. Quando chove forte, a praça fica tomada pela água e a preocupação é grande”.</p>
<p>Em outras regiões da cidade, os riscos são ainda maiores. O Morro da Oficina foi o lugar mais atingido pela chuva. Em vários pontos, só restam escombros de casas. Quem ainda permanece nas encostas vive permanentemente assustado, principalmente em dias de chuva. A presidente da Associação de Moradores, Ana Lúcia Chandrette, perdeu amigos soterrados e diz que nunca mais conseguiu viver em paz na comunidade.</p>
<p>“Não tem como a pessoa ficar aliviada, nem sossegada. Muitos querem voltar para casa, outros não querem. Aqui na parte mais alta, a maioria levou tudo: janela, porta, box. Conseguiram um aluguel social e não têm mais perspectiva de voltar”.</p>
<p>As obras de contenção e drenagem no Morro da Oficina só começaram em janeiro deste ano. A prefeitura de Petrópolis dividiu as intervenções em três etapas, cada uma compreendendo uma área. A <span id="OBJ_PREFIX_DWT275_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT355_com_zimbra_date" role="link">segunda</span></span> etapa ainda está em fase de licitação e a terceira espera a conclusão do projeto executivo.</p>
<p>Amélia Pinto, aposentada e uma das moradoras mais antigas do local, reclama da demora das autoridades para concluir as obras e diz que a sensação é de abandono na vizinhança.</p>
<p>“Aqui caiu barreira, matou muita gente. E até o dia de <span id="OBJ_PREFIX_DWT276_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT356_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> está a mesma coisa. Ninguém fez nada. Não sei como vai ficar a situação. Aqui é área de risco. Nós estamos aqui e só Deus sabe. Fica todo mundo com medo”.</p>
<p><em>*Com informações da <strong>TV Brasil </strong></em></p>
</div>
</div>
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		<title>Boate Kiss: 10 anos depois da tragédia, ainda não há punição para os responsáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 16:05:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[10 Anos]]></category>
		<category><![CDATA[Boate Kiss]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, 27 de Janeiro, completa dez anos da tragédia que aconteceu na boate Kiss em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e que tirou a vida de 242 pessoas. Infelizmente, até hoje, nenhuma responsabilidade foi atribuída pelo ocorrido. Os familiares e as vítimas desta tragédia ainda esperam por justiça e desfecho judicial. A década [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 27 de Janeiro, completa dez anos da tragédia que aconteceu na boate Kiss em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e que tirou a vida de 242 pessoas. Infelizmente, até hoje, nenhuma responsabilidade foi atribuída pelo ocorrido. Os familiares e as vítimas desta tragédia ainda esperam por justiça e desfecho judicial. A década se passou, mas a dor e o sofrimento continuam presentes na vida de muitas pessoas. Esperamos que o sistema de justiça possa dar as respostas e realizar a punição dos responsáveis pela tragédia.</p>
<p>Em 2021, os sócios da boate Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos e o auxiliar Luciano Bonilha Leão foram condenados pelo Tribunal do Júri por homicídio, com penas de 18 a 22 anos de prisão. No entanto, em agosto do ano passado, o Tribunal de Justiça do Estado anulou a sentença e revogou a prisão, alegando descumprimento de regras na formação do Conselho de Sentença. O Ministério Público do Estado (MPE) recorreu da decisão, buscando justiça para as vítimas e suas famílias.</p>
<p>O delegado regional de Santa Maria, Sandro Luís Meinerz, que conduziu a investigação do caso, lamenta a demora da justiça.</p>
<blockquote><p>“Estamos fechando agora no dia 27, dez anos dessa absurda tragédia e, infelizmente, nenhuma resposta final desse processo foi dada para sociedade e, principalmente, para os pais e familiares dessas vítimas que morreram, fora aquelas que ficaram sequeladas”, disse.</p></blockquote>
<p>A defesa de Luciano Bonilha argumenta que a sentença do júri, que foi anulada, foi injusta e espera uma solução no final deste ano. Por outro lado, o advogado de Mauro Londero, Bruno Seligman de Menezes, acredita que a anulação da sentença deve ser mantida e que um novo julgamento resultará em uma sentença justa. Ambas as partes esperam que a verdade seja revelada e a justiça seja feita para as vítimas e suas famílias.</p>
<p>De acordo com a advogada do vocalista Marcelo Santos, Tatiana Vizzotto Borsa, o músico está trabalhando em São Vicente do Sul enquanto aguarda a decisão dos tribunais superiores. A defesa de Elissandro Spohr optou por não se pronunciar sobre o assunto.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, além dos quatro réus acusados de homicídio, outras 19 pessoas, incluindo bombeiros e ex-sócios da boate, foram acusadas de crimes como falsidade ideológica e negligência.</p>
<p>De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, além dos quatro réus acusados de homicídio e outras 19 pessoas acusadas de crimes como negligência, outras 27 pessoas foram denunciadas por falsidade ideológica, por terem assinado um documento afirmando residir a menos de 100 metros da boate Kiss, o que foi comprovado como não verdadeiro.</p>
<h2>Mudanças na legislação</h2>
<p>A tragédia na boate Kiss, ocorrida em 2013, expôs a fragilidade dos critérios de segurança em casas noturnas e exigiu uma resposta dos legisladores. Em 2017, foi instituída a Lei Kiss, uma lei federal que estabelece normas mais rigorosas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios em estabelecimentos de reunião de público em todo o território nacional.</p>
<p>Entre as principais mudanças na lei, destacam-se a determinação de que cada estabelecimento tenha uma lotação máxima visível na porta de entrada e a inclusão de noções de segurança contra incêndio e pânico nos cursos de engenharia e arquitetura. A aspirante a oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e pesquisadora do caso Kiss, Kirla Pignaton, aponta essas medidas como importantes passos para garantir a segurança de frequentadores de casas noturnas no país.</p>
<p>A tragédia no clube Kiss, em Santa Maria, expôs a necessidade de uma maior regulamentação da segurança em estabelecimentos de reunião de público. Em 2017, a Lei Kiss foi criada para estabelecer normas mais rígidas sobre prevenção e proteção contra incêndios em todo o território nacional. No entanto, ao sancioná-la, o então presidente Michel Temer vetou trechos importantes, incluindo a criminalização do descumprimento das ações de prevenção e combate a incêndios e a proibição do uso de comandas em casas noturnas.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora Kirla Pignaton, outras nove situações similares aconteceram antes em outros países. Ela acredita que a tragédia no Kiss mostrou a importância de informações sobre a segurança dos locais e a necessidade de uma maior regulamentação para garantir a segurança dos frequentadores.</p>
<p>&#8220;[O consumidor passou a] se atentar que não pode ficar em um estabelecimento [sem segurança]. Ele também pode entrar no site do Corpo de Bombeiros e fazer uma denúncia para que eles vão até o local para façam vistoria para verificar se está tudo conforme o projeto, se o projeto de segurança foi executado&#8221;, disse a pesquisadora.</p>
<p>Em 2013, ano do trágico incêndio na boate Kiss, o estado do Rio Grande do Sul já havia adotado medidas para aumentar a prevenção contra incêndios. No entanto, no final de 2020, a Assembleia Legislativa do estado aprovou uma lei proposta pelo Executivo que dispensa a necessidade de obtenção de alvará para 730 tipos de imóveis. Isso significa que esses imóveis não precisam mais passar por inspeções para garantir a segurança contra incêndios.</p>
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		<title>Petrópolis: um mês após tragédia, atingidos ainda buscam onde morar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petropolis-um-mes-apos-tragedia-atingidos-ainda-buscam-onde-morar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 19:04:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao completar um mês da tragédia que tirou a vida de 233 pessoas e deixou quatro desaparecidos em Petrópolis, alguns problemas seguem sem solução. O maior deles é onde acomodar as centenas de pessoas que perderam suas casas ou tiveram que sair do imóvel, com risco de desabamento, após a enxurrada que abalou o município [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao completar um mês da tragédia que tirou a vida de 233 pessoas e deixou quatro desaparecidos em Petrópolis, alguns problemas seguem sem solução. O maior deles é onde acomodar as centenas de pessoas que perderam suas casas ou tiveram que sair do imóvel, com risco de desabamento, após a enxurrada que abalou o município na tarde de 15 de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o último balanço da prefeitura, são 685 pessoas em abrigos, a maioria em igrejas e escolas. Outras estão provisoriamente em casas de parentes. A maioria espera a concessão do aluguel social para conseguir novo lugar para morar, mas o processo está muito lento.</p>
<p>Entre esses casos, está o de Marta dos Santos Ribeiro, que precisou sair de casa, no Morro da Oficina, e hoje está alojada na casa da irmã, depois de morar um mês em uma igreja. Ela e o marido Edison Alves da Silva conversaram com a reportagem no alto do morro, entre os escombros do que restou das residências, onde tinham ido buscar alguns pertences.</p>
<figure id="attachment_46885" aria-describedby="caption-attachment-46885" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-46885" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Petrópolis Um Mês Após Tragédia, Atingidos Ainda Buscam Onde Morar - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46885" class="wp-caption-text">Morador do Morro da Oficina, em Petrópolis, o casal Edson Alves da Silva e Marta dos Sanrtos Ribeiro tiveram a casa parcialmente destruída na enchente ocorrida há um mês &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“A gente estava na igreja até quinta-feira passada, só que tivemos de sair. Nós ainda não achamos casa, mas já fizemos o cadastro. As que nós encontramos, não aceitam o aluguel social. Já procuramos mais de 20 casas. O futuro é de muita luta, mas temos fé”, disse ela, que está afastada pela Previdência, porque se recupera de um câncer.</p>
<p>Outros se deparam com a falta de reconhecimento oficial, por parte da Defesa Civil do município, de que seus imóveis estão em área de risco, o que garante o acesso ao aluguel social. É o caso de Camila Lírio, que se preocupa com seus vizinhos, a maioria moradora ao lado do Morro da Oficina, em área que também corre risco de futuros desabamentos.</p>
<p>“Estou morando em casa de amigos, mas é provisório. Muita gente ainda não quer sair, porque alega que não há risco. Isso é mais uma tragédia anunciada. O que aconteceu do lado de cá pode acontecer do lado de lá. Tem que oficializar a interdição. Ali tem umas 150 pessoas. Estou correndo atrás do aluguel social. Para conseguir uma casa, tem que pegar os dados e levar para a prefeitura, que fará o pagamento na conta do proprietário. Mas ninguém quer locar, com a incerteza do pagamento”, relatou Camila.</p>
<p>Para o padre José Celestino Coelho, da Paróquia Santo Antônio, do Alto da Serra, o problema não é simples e demanda maior planejamento do poder público, para que novas tragédias não aconteçam. Ele viu tudo bem a sua frente, pois a igreja fica a pouco mais de 100 metros do Morro da Oficina. E foi para lá que acorreram centenas de pessoas na primeira noite, em busca de abrigo.</p>
<p>“Aqui chegou a ter 280 pessoas, agora tem 24, que não estão conseguindo ir para o aluguel social. O ensinamento que ficou é que temos de ter mais planejamento e fiscalização. Se continuar do jeito que está, é uma tragédia que vai ficar esquecida e depois virão outras. Infelizmente”, refletiu o padre.</p>
<h2>Desaparecido</h2>
<p>Enquanto o problema para uns é buscar nova moradia, o drama de outros é localizar um parente que continua desaparecido. É o caso de Adauto Vieira da Silva. Ele tenta, sem sucesso, desde o dia da tragédia, encontrar o corpo do filho, Lucas Rufino da Silva.</p>
<p>Além dele, Adauto perdeu no deslizamento do Morro da Oficina a esposa e uma filha, que já foram sepultadas. Porém, o corpo de Lucas, de 21 anos, continua desaparecido. O pai diz que, logo após o temporal, amigos chegaram a reconhecer, no meio da lama, o que seria o corpo do jovem. Porém, depois que foi levado para o Instituto Médico Legal, o reconhecimento foi de outra pessoa, o que causa indignação.</p>
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<figure id="attachment_46886" aria-describedby="caption-attachment-46886" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-46886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Petrópolis Um Mês Após Tragédia, Atingidos Ainda Buscam Onde Morar - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-O-morador-do-Morro-da-Oficina-em-Petropolis-Adalto-Vieira-da-Silva-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46886" class="wp-caption-text">O morador do Morro da Oficina, em Petrópolis, Adalto Vieira da Silva perdeu dois filhos e a esposa na enchente ocorrida há um mês &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>“Eu enterrei a minha esposa e minha filha. E o meu filho? Se ponham no meu lugar. Tentar tirar o direito de enterrar o meu filho. Ele estava com 21 anos. Já passou um mês, mas para mim parece que foi ontem. Até quando vou ter que esperar? Eu só vou ame quietar quando eles solucionarem onde está o meu filho”, disse ele, próximo ao local onde dois tratores tentavam remover toneladas de terra, na esperança de localizar o corpo de Lucas.</p>
<h2>Comércio</h2>
<p>A poucos quilômetros dali, o centro de Petrópolis busca retomar a força de seu comércio, severamente afetado pela inundação. Dezenas de lojas foram invadidas pela água e lama, ficando semanas fechadas, para limpeza e reforma das instalações. Na Rua do Imperador, uma das principais da área central, o que se via na tarde dessa segunda-feira (14) era o oposto dos dias que se seguiram à tragédia.</p>
<figure id="attachment_46884" aria-describedby="caption-attachment-46884" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-46884" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Petrópolis Um Mês Após Tragédia, Atingidos Ainda Buscam Onde Morar - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/03/15-Comerciantes-da-Rua-do-Imperador-na-regiao-central-de-Petropolis-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46884" class="wp-caption-text">Comerciantes da Rua do Imperador, na região central de Petrópolis, retomam atividades dez dias após as chuvas. &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>Em vez de lojas fechadas, cobertas por grossa camada de lama, a região voltou a atrair milhares de pessoas. Além dos próprios moradores, centenas de turistas voltam aos poucos a frequentar o comércio local, especialmente conhecido pelas confecções de bom preço e qualidade, muito buscadas por clientes e revendedores.</p>
<p>Um caso que se tornou emblemático foi o da Livraria Nobel, que perdeu quase 15 mil livros em seu estoque, no subsolo da loja, inundado pela chuva em questão de minutos, sem dar tempo aos funcionários fazerem nada, além de salvarem suas próprias vidas.</p>
<p>“Conseguimos reabrir a loja. E para isso tivemos muito carinho da população. Foi muito rápido. Quando entrou pela porta da frente, o meu filho já saiu dali com água na cintura. O prejuízo é grande. Não perdemos só os livros, foram cinco computadores, móveis, divisórias. Agora, quando começa a chover, fica todo mundo tenso e traumatizado”, contou a proprietária, Sandra Madeira, que nem por isso pensou em desistir. Afinal, Petrópolis só tem duas livrarias: a Nobel e a Vozes.</p>
<h2>Prefeitura</h2>
<p>Procurada para se manifestar sobre os problemas na concessão dos aluguéis sociais, a prefeitura de Petrópolis respondeu que o último balanço, de 10 de março, inclui 170 aluguéis sociais. &#8220;Importante dizer que a prefeitura fez todos os esforços para agilizar a concessão de aluguéis sociais. Um grupo de trabalho, que envolve todas as secretarias, atua na ponta, auxiliando as famílias na busca por moradia segura. O município também liberou a exigência do laudo da Defesa Civil pelo período de 60 dias, justamente para acelerar o processo&#8221;, escreveu a prefeitura em nota.</p>
<p>Até o momento, foram 1.778 laudos concluídos e 3.012 estão em andamento. No total, a Defesa Civil tem 5.802 ocorrências registradas.</p>
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		<title>Geral Petrópolis: mortes chegam a 111; novo deslizamento gera alerta</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/geral-petropolis-mortes-chegam-a-111-novo-deslizamento-gera-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 22:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva em Petrópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Já são 111 mortes confirmadas pelas autoridades municipais de Petrópolis desde a forte chuva que atingiu a cidade na terça-feira (15). Um novo deslizamento, desta vez na comunidade 24 de Maio, gerou um alerta da Defesa Civil municipal. Após a ocorrência, o órgão viabilizou a evacuação da Rua Nova. Ainda não há informação sobre vítimas [&#8230;]]]></description>
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<p>Já são 111 mortes confirmadas pelas autoridades municipais de Petrópolis desde a forte chuva que atingiu a cidade na terça-feira (15). Um novo deslizamento, desta vez na comunidade 24 de Maio, gerou um alerta da Defesa Civil municipal. Após a ocorrência, o órgão viabilizou a evacuação da Rua Nova.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ainda não há informação sobre vítimas e nem sobre o número de imóveis afetados ou interditados. A população foi orientada a se deslocar da área de risco para locais seguros. Há 25 escolas na cidade designadas pela prefeitura para receber os desabrigados.</p>
<p>O receio com novos deslizamentos aumenta diante da previsão meteorológica. A Defesa Civil emitiu um aviso chamando atenção para a possibilidade de pancadas de chuvas moderadas a fortes entre a tarde de hoje (17) e a madrugada de amanhã (18).  Nas últimas horas, 14 das 18 sirenes instaladas próximas a áreas de risco da cidade foram acionadas.</p>
<p>O temporal que culminou na tragédia deixou ruas do centro histórico de Petrópolis e de outros bairros alagadas. Imagens fortes e impressionantes circularam nas redes sociais. Segundo o governo do Rio de Janeiro, foi a pior chuva na cidade desde 1932. A região serrana do estado, onde se localiza Petrópolis, viveu outras tragédias nas últimas décadas. Em 1988 e em 2011, temporais também causaram um grande número de mortes.</p>
<p>Dessa vez, um dos pontos mais impactados na cidade foi o Morro da Oficina, no Alto da Serra. Houve um grande deslizamento de terra no local, que fica próximo à Rua Tereza, conhecida área comercial do município perto do centro histórico. A prefeitura estima que cerca de 80 casas tenham sido afetadas.</p>
<p>Diante do alto volume de óbitos, o município abriu covas às pressas no Cemitério do Centro. Em respeito à programação dos familiares, foi descartada a realização de enterros coletivos. Conforme cronograma divulgado, entre ontem (16) e hoje (17) aconteceram 18 sepultamentos, incluindo cinco crianças e adolescentes.</p>
<p>Os bairros mais atingidos foram Quitandinha, Alto da Serra, Castelânea, Centro, Coronel Veiga, Duarte da Silveira, Floresta, Caxambu e Chácara Flora. Segundo a Defesa Civil municipal, todas as 18 sirenes de alerta situadas próximas às áreas de risco foram acionadas. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou ontem (16) que o dispositivo tecnológico ajudou a salvar vidas.</p>
<p>Órgãos públicos estão criando estruturas para realização de serviços de apoio à população. O Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ) montou dois pontos, nos bairros Quitandinha e Alto da Serra, para emissão das carteiras de identidade e de habilitação aos moradores que perderam seus documentos. A Polícia Civil também informou que está com equipes na cidade colhendo registros de pessoas desaparecidas. Até a manhã de hoje (17), 134 nomes já haviam sido registrados.</p>
<p>&#8220;Os dados serão cruzados com a relação de cadáveres do IML da região. No Colégio Estadual Rui Barbosa, os policiais localizaram três pessoas que constavam como desaparecidas&#8221;, informou a Polícia Civil.  O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), através do seu programa de localização e identificação de desaparecidos, também tem recebido solicitações para localização de pessoas. Até ontem (16), a instituição possuía pedidos envolvendo 35 desaparecidos.</p>
<h2>Recursos</h2>
<p>Ontem (16), o governador Cláudio Castro afirmou que o estado não deixaria faltar recursos para a reconstrução da cidade, acrescentando que toda ajuda seria bem-vinda. Uma visita do presidente Jair Bolsonaro à cidade está agendada para amanhã (18). Um plano do governo federal será apresentado ao prefeito Rubens Bomtempo.</p>
<p>Castro tem defendido os investimentos feitos pelo seu governo nos últimos anos em obras de contenção de encostas e de melhoria do asfalto e em programas habitacionais. O Portal da Transparência do executivo estadual, no entanto, mostra uma diferença significativa entre o orçamento previsto e o montante empenhado em 2021 na prevenção e resposta ao risco e recuperação de desastres. A dotação inicial era de R$ 402,8 milhões. Apenas R$ 192,8 milhões foram empenhados, o que representa 47,8% do estimado.</p>
<p>Segundo Castro, ações preventivas são desenvolvidas pelo governo. &#8220;Não se resolve 40 anos em um ou dois anos&#8221;, disse ontem (15). Ele reconheceu que a falta histórica de investimentos contribuiu para os estragos na cidade, mas também atribuiu a situação ao caráter excepcional da chuva.</p>
<p>A Agência  de Fomento do Rio (AgeRio), vinculada ao governo estadual, anunciou hoje (17) o Programa Reconstruir Petrópolis, que destinará linhas de crédito aos negócios do município. Também foi sancionada pelo governador uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que garante um repasse de R$ 30 milhões para a cidade. Os recursos são provenientes de economias do orçamento da casa legislativa.</p>
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		<title>Sobe para 80 o número de mortes em Petrópolis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petropolis-tem-42-obitos-e-expectativa-de-mais-chuva-ao-longo-do-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 22:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva em Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
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		<category><![CDATA[tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortes provocadas pela chuva em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, subiu para 80, segundo a Defesa Civil municipal. O temporal que atingiu a cidade ontem (15) provocou deslizamentos de terra em vários morros e alagamentos com fortes correntezas nas ruas. Mais de 300 pessoas tiveram que sair de suas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O número de mortes provocadas pela chuva em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, subiu para 80, segundo a Defesa Civil municipal. O temporal que atingiu a cidade ontem (15) provocou deslizamentos de terra em vários morros e alagamentos com fortes correntezas nas ruas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Mais de 300 pessoas tiveram que sair de suas casas. Vinte e cinco escolas estão abertas para receber desabrigados. A prefeitura decretou estado de calamidade pública e luto oficial de três dias.</p>
<p>500 bombeiros estão atuando em mais de 44 pontos da cidade, em ações de resgate e salvamento. O governador fluminense, Cláudio Castro, afirmou que pelo menos 16 pessoas foram resgatadas com vida.</p>
<p>A cidade está em alerta máximo e funciona em estágio operacional de crise. Petrópolis deve esperar mais pancadas de chuva hoje (16), segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</p>
<p>Por meio de nota, o prefeito Rubens Bomtempo disse que o número de vítimas pode ser maior. “Vivemos um momento de grande tristeza com o número de vítimas fatais que ainda pode aumentar e a quantidade de ocorrências que impactam drasticamente a nossa cidade. Unimos todos os nossos esforços e contamos com o suporte do Estado para o atendimento ágil às vítimas e recuperação da cidade”.</p>
<p>Entre as localidades em que houve registros de maior gravidade estão a 24 de Maio, Morro da Oficina, Caxambu, Sargento Boening, Moinho Preto, Rua Uruguai, Rua Washington Luiz, Coronel Veiga, Vila Militar, Vila Felipe, Avenida Portugal e Rua Honorato Pereira.</p>
<p>Pelo Twitter, o ministro do desenvolvimento regional, Rogério Marinho, prestou solidariedade às famílias afetadas. Segundo ele, o presidente irá para Petrópolis na sexta-feira (18).</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Hora de solidariedade e ajuda as famílias impactadas pelas chuvas em Petrópolis RJ,nosso sec de defesa civil está se deslocando p o local hoje,ontem fui contactado pelo PR <a href="https://twitter.com/jairbolsonaro?ref_src=twsrc%5Etfw">@jairbolsonaro</a> da Rússia,que determinou mobilização de todos para ajudar.Sexta ele estará conosco no local.</p>
<p>&mdash; Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) <a href="https://twitter.com/rogeriosmarinho/status/1493882742685249536?ref_src=twsrc%5Etfw">February 16, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>&#8220;Nosso secretário de defesa civil está se deslocando para o local hoje. Ontem fui contactado pelo presidente Jair Bolsonaro da Rússia, que determinou mobilização de todos para ajudar. Sexta ele estará conosco no local&#8221;, diz o tuíte publicado na manhã de hoje.</p>
<p><em>*Em atualização</em></p>
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		<title>Governador pede ajuda ao governo federal para reconstruir Petrópolis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governador-pede-ajuda-ao-governo-federal-para-reconstruir-petropolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 15:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Auxilio]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva em Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
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		<category><![CDATA[tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, informou hoje (16) que o custo do primeiro auxílio aos moradores de Petrópolis, na Região Serrana, prejudicados pelo temporal de ontem (15), será bancado pelo governo do estado. Ele disse, no entanto, que está em entendimentos com o governo federal para um aporte de recursos para a reconstrução [&#8230;]]]></description>
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<p>O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, informou hoje (16) que o custo do primeiro auxílio aos moradores de Petrópolis, na Região Serrana, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-02/petropolis-tem-38-obitos-e-expectativa-de-mais-chuva-ao-longo-do-dia" target="_blank" rel="noopener">prejudicados pelo temporal de ontem (15)</a>, será bancado pelo governo do estado. Ele disse, no entanto, que está em entendimentos com o governo federal para um aporte de recursos para a reconstrução da cidade. Castro informou que conversou ontem com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e com o presidente Jair Bolsonaro, sobre a situação da cidade e pediu apoio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Ontem mesmo falei com o ministro Rogério Marinho e com o presidente Bolsonaro da necessidade de apoio e ajuda. Há uma boa possibilidade deles virem na sexta-feira (18) aqui, e na semana que vem já com o número de projetos [que serão realizados] e a real situação na parte da reconstrução. Essa parte do primeiro auxílio o governo do estado vai fazer, não vou esperar o governo federal, mas na parte da reconstrução é muito importante o apoio e o aporte deles”, disse em coletiva no 15º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM) Petrópolis.</p>
<p>O governador chegou ontem à noite à cidade para acompanhar o trabalho das equipes e verificar a destruição em vários locais do município fortemente atingido pela chuva. “Acompanhei os primeiros trabalhos e a organização do grupo executivo para dividir as tarefas. A essa hora não adianta ter vaidade, não adianta também ter sobreposições de ações. Tem que estar bem organizado, então, ficamos até tarde organizando o trabalho para que as pessoas saibam a quem procurar e saibam o que fazer”, disse.</p>
<h2>Solidariedade</h2>
<p>Para iniciar a desobstrução das vias que impediam a chegada e o deslocamento  das equipes dos bombeiros do Rio de Janeiro para Petrópolis, o governo do estado contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o governador, os bombeiros levaram até uma hora impedidos de trafegar na serra para chegar à cidade.</p>
<p>“Hoje já são mais de 400 bombeiros trabalhando aqui. O governo do estado está presente em peso e o maquinário já chegou. As secretarias de Desenvolvimento Social, tanto do estado como do município, já estão cadastrando as pessoas para que a gente possa dar o primeiro atendimento, limpar e fazer a vida da cidade voltar o mais rápido possível. Toda a questão de IML [Instituto Médico Legal, para o reconhecimento das vítimas], ontem a Polícia Civil já subiu para cá. Falei com o presidente do Tribunal de Justiça para que a gente possa agilizar essa questão, infelizmente, das pessoas vitimadas”, disse.</p>
<p>O governador agradeceu a solidariedade de municípios do estado que estão enviando equipes para ajudar no trabalho de recuperação de Petrópolis. “O governo do estado está olhando todas as áreas e outras cidades estão mandando profissionais para cá para que a gente possa entrar em locais onde nem caminhão e nem retroescavadeira entram e precisam de trabalho braçal, trabalho humano. As prefeituras estão mandando gente para cá, realmente, em um grande trabalho de solidariedade de todos os municípios e do governo do estado juntos”, disse.</p>
<p>“É importante que a prefeitura coordene os trabalhos e todos os outros atuem com suporte deles somente em uma questão colaborativa”, disse Cláudio Castro.</p>
<h2>Base de apoio</h2>
<p>A prefeitura de Petrópolis montou uma base no ginásio da Universidade Católica de Petrópolis (UCP), no bairro do Bingen, para reunir os equipamentos e caminhões que estão sendo utilizados nas operações na cidade. O prefeito Rubens Bomtempo disse que a intenção é buscar mais agilidade para devolver a normalidade à cidade.</p>
<p>“A cidade perdeu a sua capacidade de mobilidade urbana. Então, a gente precisa muito, nesse momento, das pessoas saírem de casa somente se for necessário, para a gente poder atuar o mais rapidamente possível. Serão dias difíceis que a gente vai ter que enfrentar, e a gente vai ter que fazer esse enfrentamento junto”, apelou o prefeito em um vídeo publicado no seu perfil no Facebook.</p>
<p>Está prevista para hoje, às 13h, uma uma primeira reunião executiva, para levantar todos os dados concretos dos efeitos do temporal. Depois do encontro deverá haver uma coletiva de imprensa no meio da tarde para divulgação das informações atualizadas de todas as áreas envolvidas nas ações.</p>
<p>“A gente está evitando muito dar dado sem que ele seja concreto e científico, e a ideia é no meio da tarde dar uma coletiva dizendo as reais proporções, mas é muito estrago. São cenas tristes e duras e tem muita coisa para fazer aqui”, disse o governador.</p>
<p>O governador estimou em dois dias o prazo de conclusão da limpeza da cidade. “Não chovendo entre hoje e amanhã, no máximo no fim de semana a vida já vai estar voltando ao normal nas áreas mais comuns da cidade, não nas áreas de mais tragédia. Ali vai demorar um pouco e o estado vai ter que entrar muito forte”, disse.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Para evitar novas tragédias, Cláudio Castro disse que o governo do estado está realizando projetos em cidades da Região Serrana, impactadas por grandes ocorrências causadas pela chuva forte. Em Petrópolis, a última grande ocorrência de chuvas foi em 2013. Após assumir o governo do Rio de Janeiro em agosto de 2020, o governador lançou, em outubro, o Comitê das Chuvas, que realizou no ano passado a limpeza de rios em 35 municípios com o investimento de mais de R$ 50 milhões, além da aplicação de mais de R$ 80 milhões em trabalhos de contenção de encostas. “Tanto que no ano de 2021 até essa tragédia agora não se viu impactos. Essa foi realmente uma grande tromba d&#8217;água que infelizmente causou isso”, disse.</p>
<p>Conforme o governador, o atendimento às famílias que moram em áreas de risco está sendo feito por meio do Programa Casa da Gente, que prevê a entrega de dez mil unidades por ano para que elas possam deixar os locais. “Neste ano entregaremos 10 mil e a minha orientação é que as primeiras pessoas [a serem atendidas] sejam aquelas de áreas de risco”, disse, acrescentando, no entanto, que isso não será suficiente para atender à demanda. “Não se resolve um problema de décadas em um ano, mas essa já era uma preocupação minha desde o primeiro dia em que me tornei governador”.</p>
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