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	<title>trabalho infantil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>MEC lança cartilha para fortalecer combate ao trabalho infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 14:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta semana a cartilha “Enfrentamento ao Trabalho Infantil”, material que tem como objetivo apoiar educadores, gestores e profissionais da educação na promoção de uma cultura de respeito aos direitos da criança e do adolescente. Segundo a pasta, a publicação busca fortalecer o papel da escola como espaço estratégico de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta semana a cartilha “Enfrentamento ao Trabalho Infantil”, material que tem como objetivo apoiar educadores, gestores e profissionais da educação na promoção de uma cultura de respeito aos direitos da criança e do adolescente.</p>
<p>Segundo a pasta, a publicação busca fortalecer o papel da escola como espaço estratégico de prevenção, já que é no ambiente escolar onde situações de vulnerabilidade podem ser identificadas de forma mais rápida por professores e gestores.</p>
<blockquote><p>“Por meio de práticas pedagógicas voltadas à cidadania, à reflexão crítica e à valorização da infância, educadores podem contribuir para a conscientização sobre o tema e para a criação de redes locais de cuidado, com a compreensão de que a escola é parte do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente”, destacou o MEC em nota oficial.</p></blockquote>
<h3>Formação e práticas pedagógicas</h3>
<p>A cartilha propõe ações educativas e formativas que incentivam o debate em sala de aula, integrando o enfrentamento ao trabalho infantil às políticas de educação em direitos humanos. O documento também incentiva a formação continuada de professores e a elaboração de materiais pedagógicos contextualizados às realidades regionais.</p>
<p>Com uma abordagem formativa e reflexiva, o material aborda as causas estruturais do trabalho infantil e seus impactos sociais, econômicos e psicológicos no desenvolvimento de crianças e adolescentes. O MEC reforça que o enfrentamento dessa violação de direitos exige ações integradas entre escola, família, comunidade e poder público, para garantir o cumprimento da legislação e o acesso à educação de qualidade.</p>
<h3>Base legal</h3>
<p>O conteúdo da cartilha é fundamentado em marcos legais como a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), além do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos e das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.</p>
<p>A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e conta com apoio da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).</p>
<h3>Panorama no Brasil</h3>
<p>Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) apontam que, em 2023, o Brasil registrava 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil. O número representa uma leve redução em relação a 2022, quando foram contabilizados 1,8 milhão de casos.</p>
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		<title>Trabalho infantil cresce entre crianças de 5 a 9 anos e acende alerta no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 14:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[direito da criança e do adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de uma redução em 2023, o trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos voltou a crescer em 2024, segundo dados divulgados pelo IBGE. O Brasil registrou 122 mil crianças nessa faixa etária em situação de trabalho infantil, um aumento de 22% em relação ao ano anterior, o maior percentual já registrado desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma redução em 2023, o trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos voltou a crescer em 2024, segundo dados divulgados pelo IBGE. O Brasil registrou 122 mil crianças nessa faixa etária em situação de trabalho infantil, um aumento de 22% em relação ao ano anterior, o maior percentual já registrado desde o início da série histórica, em 2016.</p>
<p>Para a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, que analisou os números, a situação é “inaceitável”. A diretora-executiva, Mariana Luz, destacou que negar a essas crianças o direito de brincar e aprender compromete o futuro e reforça desigualdades sociais e raciais. Crianças pretas e pardas, que representam 66% da faixa etária, somam 67,8% das submetidas ao trabalho infantil, evidenciando um recorte estrutural do problema.</p>
<p>Especialistas apontam que a falta de creches e escolas em tempo integral contribui para o aumento do trabalho infantil, especialmente em períodos de férias. Já entre adolescentes de 5 a 17 anos, o número total caiu 21,4% em oito anos, mas também apresentou alta de 2% de 2023 para 2024.</p>
<p>Apesar do crescimento no grupo mais jovem, o Brasil registrou queda nas piores formas de trabalho infantil — atividades perigosas e insalubres — com 560 mil pessoas de 5 a 17 anos nessa condição, o menor patamar desde 2016.</p>
<p>A ONU estabeleceu, por meio do ODS 8.7, a meta de acabar com o trabalho infantil até 2025, mas especialistas alertam que o país ainda está longe de alcançá-la. A Fundação reforça que “cada criança retirada de sua infância é uma falha coletiva” e pede ações urgentes, fiscalização rigorosa e apoio às famílias vulneráveis.</p>
<p>Denúncias podem ser feitas pelo <strong>Disque 100</strong>, canal gratuito de direitos humanos.</p>
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