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	<title>Trabalhadores &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Trabalhadores &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pesquisa indica que maioria dos trabalhadores vê ultraprocessados como ameaça à saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-indica-que-maioria-dos-trabalhadores-ve-ultraprocessados-como-ameaca-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico. O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico.</p>
<p>O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais de 5 mil trabalhadores em países como Brasil, Chile, China, Estados Unidos, França e Reino Unido. No Brasil, 78% dos participantes afirmaram ver os ultraprocessados como um risco, mesmo reconhecendo que esses alimentos oferecem praticidade no cotidiano.</p>
<p>Os resultados também indicam uma mudança de comportamento no ambiente corporativo. Segundo a pesquisa, cresce entre os funcionários a busca por refeições mais equilibradas, com preferência por ingredientes frescos, locais e sazonais. Essa tendência tem ampliado a importância de restaurantes e serviços de alimentação dentro das empresas.</p>
<p>A diretora de marketing da Sodexo Brasil, Cinthia Lira, destacou que as escolhas alimentares estão cada vez mais relacionadas às expectativas dos trabalhadores em relação às empresas. “Temos visto que colaboradores demonstram maior disposição para deixar organizações que não adotam práticas sustentáveis”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os ultraprocessados são formulações industriais feitas a partir de ingredientes derivados de alimentos ou produzidos em laboratório, incluindo corantes, aromatizantes e realçadores de sabor. Esses produtos costumam apresentar altos níveis de açúcar, sal e gordura, além de substâncias utilizadas para prolongar a durabilidade e intensificar sabor e textura.</p>
<p>O guia também alerta que o consumo frequente desses alimentos pode estimular ingestão excessiva de calorias e está associado ao aumento do risco de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares.</p>
<p>Os resultados da pesquisa reforçam o debate sobre a qualidade da alimentação no cotidiano profissional e apontam para uma crescente preocupação com hábitos alimentares mais saudáveis entre trabalhadores em diferentes partes do mundo.</p>
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		<title>Fundações sem fins lucrativos pagam salários acima da média das empresas no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fundacoes-sem-fins-lucrativos-pagam-salarios-acima-da-media-das-empresas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
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					<description><![CDATA[As fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagaram, em 2023, salários médios superiores aos oferecidos por empresas no Brasil. Segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trabalhadores dessas instituições receberam, em média, R$ 3.630,71 por mês — o equivalente a 2,8 salários mínimos. No mesmo período, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagaram, em 2023, salários médios superiores aos oferecidos por empresas no Brasil. Segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trabalhadores dessas instituições receberam, em média, R$ 3.630,71 por mês — o equivalente a 2,8 salários mínimos. No mesmo período, a remuneração média nas entidades empresariais ficou em 2,5 salários mínimos.</p>
<p>O salário mínimo médio considerado na pesquisa, referente ao ano-base de 2023, foi de R$ 1.314,46. Apesar do desempenho acima das empresas, o patamar das fundações e associações sem fins lucrativos ainda permaneceu abaixo da administração pública, que registrou remuneração média equivalente a quatro salários mínimos.</p>
<figure id="attachment_87442" aria-describedby="caption-attachment-87442" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-87442" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Campus Da Pontifícia Universidade Católica Do Rio De Janeiro (PUC Rio), Uma Instituição Sem Fins Lucrativos - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87442" class="wp-caption-text">Campus da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), uma instituição sem fins lucrativos. &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Os dados integram o estudo sobre as Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil), elaborado a partir do Cadastro Central de Empresas (Cempre). A série histórica da pesquisa existe desde 2002, mas mudanças metodológicas impedem comparações anteriores a 2022.</p>
<p>O IBGE classifica como Fasfil instituições como associações comunitárias, fundações privadas, entidades religiosas e organizações sem fins lucrativos das áreas de educação e saúde. Ficam fora desse universo sindicatos, partidos políticos, condomínios e entidades paraestatais, como o Sistema S, agrupadas em outra categoria denominada “entidades sem fins lucrativos”.</p>
<h3>Crescimento e impacto no mercado de trabalho</h3>
<p>Entre 2022 e 2023, o número de fundações privadas e associações sem fins lucrativos cresceu 4%, passando de 573,3 mil para 596,3 mil unidades. Esse contingente representa cerca de 5% do total de organizações ativas no país, estimado em 11,3 milhões.</p>
<figure id="attachment_87444" aria-describedby="caption-attachment-87444" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-87444" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Santa Casa De Misericórdia, No Centro Do Rio De Janeiro, é Uma Institução Sem Fins Lucrativos Da área Da Saúde - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87444" class="wp-caption-text">Santa Casa de Misericórdia, no Centro do Rio de Janeiro, é uma institução sem fins lucrativos da área da saúde. &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>No mercado de trabalho, essas instituições empregaram 2,7 milhões de pessoas, o equivalente a 5,1% do total de trabalhadores brasileiros, e responderam por 5% da massa salarial nacional.</p>
<p>O ranking de remuneração média, em salários mínimos, ficou assim distribuído:</p>
<ul>
<li>Administração pública: 4,0</li>
<li>Fundações privadas e associações sem fins lucrativos: 2,8</li>
<li>Entidades sem fins lucrativos: 2,6</li>
<li>Entidades empresariais: 2,5</li>
<li>Média total dos trabalhadores: 2,8</li>
</ul>
<h3>Perfil das atividades e desigualdade salarial</h3>
<p>O estudo aponta que pouco mais de um terço das Fasfil (35,3%) são entidades religiosas, somando 210,7 mil organizações. Em seguida aparecem instituições de cultura e recreação (89,5 mil), desenvolvimento e defesa de direitos (80,3 mil), associações patronais e profissionais (69,5 mil), assistência social (54 mil) e educação e pesquisa (28,9 mil).</p>
<p>Do total de trabalhadores empregados nessas instituições, 41,2% atuam na área da saúde, principal empregadora do setor, com cerca de 1,1 milhão de pessoas. Educação e pesquisa concentram 27,7% dos vínculos, à frente da assistência social, com 12,7%.</p>
<p>As mulheres têm presença majoritária nas Fasfil: elas representam 68,9% dos assalariados, proporção bem acima da média nacional de 45,5%. Na educação infantil, a predominância é ainda maior — 91,7% dos trabalhadores são mulheres. Apesar disso, a desigualdade salarial persiste: segundo o IBGE, elas recebem, em média, 19% menos que os homens nessas instituições.</p>
<p>Para o coordenador de Cadastros e Classificações do IBGE, Francisco Marta, os números evidenciam a relevância econômica e social do setor. “Essas entidades complementam as ações do governo em áreas como saúde, educação, assistência social, defesa de direitos e meio ambiente. Elas contribuem de forma significativa para a riqueza do país”, afirma.</p>
<h3>Porte das instituições</h3>
<p>Em média, as fundações privadas e associações sem fins lucrativos tinham 4,5 empregados em 2023. No entanto, 85,6% delas não possuíam nenhum trabalhador formal. Apenas 0,7% contavam com cem ou mais funcionários.</p>
<p>As maiores estruturas estavam concentradas em hospitais, com média de 269,7 assalariados, seguidos por instituições de saúde (132,5), ensino superior (73,9) e ensino médio (73,8). Na outra ponta, as entidades religiosas apresentaram o menor porte, com média de apenas 0,6 empregado formal por instituição.</p>
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		<item>
		<title>STF suspende todos os processos sobre pejotização no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-suspende-todos-os-processos-sobre-pejotizacao-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 21:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pejotização]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[uberização]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou nesta segunda-feira (14) a suspensão de todos os processos que tratam da pejotização no país — prática em que empresas contratam pessoas como CNPJ, em vez de estabelecer vínculo formal como CLT. A medida foi tomada após o Supremo reconhecer repercussão geral sobre o tema (Tema 1389), o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou nesta segunda-feira (14) a suspensão de todos os processos que tratam da pejotização no país — prática em que empresas contratam pessoas como CNPJ, em vez de estabelecer vínculo formal como CLT.</p>
<p>A medida foi tomada após o Supremo reconhecer repercussão geral sobre o tema (Tema 1389), o que significa que um único caso será julgado com impacto em todos os outros semelhantes na Justiça brasileira.</p>
<p>Desde 2018, o STF tem validado a terceirização de atividades-fim, o que, na prática, enfraqueceu a súmula do TST que restringia a pejotização. Agora, o Supremo irá decidir até que ponto a contratação de autônomos e PJ pode ser legal, e quem deve provar se há ou não fraude na relação de trabalho.</p>
<h3>O que será julgado:</h3>
<ol>
<li>Se somente a Justiça do Trabalho pode julgar fraudes em contratos de prestação de serviços;</li>
<li>Se é constitucional contratar pessoas jurídicas em vez de CLT;</li>
<li>De quem é a responsabilidade de provar a existência de fraude — do trabalhador ou da empresa.</li>
</ol>
<p>O caso que servirá de base trata de um corretor de seguros franqueado, mas a decisão deve valer para diversas áreas, como advogados, artistas, profissionais da saúde, entregadores, motoboys e motoristas de app.</p>
<p>Ainda não há data para julgamento no plenário. Até lá, todos os processos sobre o tema ficarão parados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Estudo mostra que maioria dos trabalhadores opta por levar marmita para o trabalho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-mostra-que-maioria-dos-trabalhadores-opta-por-levar-marmita-para-o-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aberc]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marmita]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore apontou que 56% dos trabalhadores brasileiros levam marmita ou lanche para o ambiente de trabalho. Dentre eles, 42% afirmaram levar refeições prontas e outros 14% preferem levar lanches ou salgados. O estudo, que contou com a participação de 816 pessoas de todas as regiões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore apontou que 56% dos trabalhadores brasileiros levam marmita ou lanche para o ambiente de trabalho. Dentre eles, 42% afirmaram levar refeições prontas e outros 14% preferem levar lanches ou salgados. O estudo, que contou com a participação de 816 pessoas de todas as regiões do país, foi apresentado em São Paulo no 2º Seminário Aberc, promovido pela Associação Brasileira de Refeições Coletivas.</p>
<p>O levantamento também revelou que 31% dos trabalhadores optam por comprar alimentos na rua, 28% utilizam o vale-refeição ou alimentação e 21% frequentam restaurantes corporativos. Um pequeno grupo, de 7%, relatou que não se alimenta no local de trabalho. De acordo com a pesquisa, 87% dos entrevistados veem o restaurante corporativo como um grande benefício para os profissionais, ressaltando a importância deste recurso para a qualidade de vida no ambiente de trabalho.</p>
<p>Além disso, a pesquisa identificou que 45% dos trabalhadores gastam entre R$ 220 e R$ 440 mensais para se alimentar durante o expediente, enquanto 18% gastam entre R$ 450 e R$ 660. Outros 23% relataram que não têm gastos, pois utilizam restaurantes corporativos oferecidos pela empresa.</p>
<p>Quando questionados sobre suas preferências, 77% dos entrevistados declararam preferir o tradicional prato feito, composto por arroz, feijão, proteína e acompanhamentos. Entretanto, 72% dos trabalhadores que frequentam restaurantes corporativos disseram gostar da ideia de ter pratos temáticos disponíveis, como culinárias oriental, italiana e mineira, demonstrando interesse por novas experiências gastronômicas.</p>
<p>Segundo a Aberc, o setor de refeições coletivas movimenta cerca de R$ 21 bilhões por ano no Brasil, atendendo a mais de 37 milhões de pessoas em empresas, hospitais e instituições de ensino.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>OIT: trabalhadores estão cada vez mais em risco com mudanças do clima</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oit-trabalhadores-estao-cada-vez-mais-em-risco-com-mudancas-do-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 14:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 70% da força de trabalho global estão expostas a riscos ligados à mudança climática que causam centenas de milhares de mortes a cada ano, afirmou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (22). Os governos, segundo a OIT, precisarão agir à medida que os números aumentam. Os trabalhadores, especialmente os mais pobres do mundo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 70% da força de trabalho global estão expostas a riscos ligados à mudança climática que causam centenas de milhares de mortes a cada ano, afirmou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (22). Os governos, segundo a OIT, precisarão agir à medida que os números aumentam.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os trabalhadores, especialmente os mais pobres do mundo, são mais vulneráveis do que a população em geral aos perigos dos extremos climáticos, como ondas de calor, secas, incêndios florestais e furacões, porque geralmente são os primeiros a serem expostos, ou expostos por períodos mais longos e com maior intensidade.</p>
<p>À medida que a mudança climática acelera, os governos e os empregadores estão lutando para proteger os funcionários, disse a OIT no relatório Garantindo a segurança e a saúde no trabalho em um clima em mudança.</p>
<p>&#8220;Um número impressionante de trabalhadores já está sendo exposto a riscos relacionados à mudança climática no local de trabalho, e esses números só tendem a piorar&#8221;, alerta o documento.</p>
<p>&#8220;À medida que (os riscos) evoluem e se intensificam, será necessário reavaliar a legislação existente ou criar novas regulamentações e orientações&#8221;.</p>
<p>Alguns países melhoraram a proteção contra o calor para os trabalhadores, como o Catar, cujas políticas foram examinadas antes da Copa do Mundo de Futebol de 2022.</p>
<p>No entanto, as regras para controlar outros perigos, como o uso crescente de pesticidas para trabalhadores agrícolas, são menos comuns.</p>
<p>&#8220;Temos alguns (países) que já limitam a exposição a altas temperaturas e também à poluição do ar, mas raramente temos limites de exposição ocupacional definidos para outros perigos&#8221;, disse Manal Azzi, especialista sênior da OIT em segurança e saúde ocupacional.</p>
<p>A parcela de trabalhadores globais expostos ao perigo mais difundido, o aumento das temperaturas, aumentou cerca de 5 pontos percentuais nas últimas duas décadas, chegando a 70,9%, segundo o relatório.</p>
<p>Outros riscos climáticos geralmente coexistem, criando um &#8220;coquetel de perigos&#8221;, com a radiação UV e a poluição do ar afetando, cada uma, 1,6 bilhão de pessoas.</p>
<p>Como é provável que um trabalhador seja exposto a vários perigos ao mesmo tempo, um porta-voz da OIT disse que é impossível calcular exatamente qual parcela da força de trabalho global,de 3,4 bilhões, está em risco.</p>
<p>Os riscos relacionados ao clima estão sendo associados a câncer, disfunção renal e doenças respiratórias, levando à mortes, doenças crônicas debilitantes ou deficiências.</p>
<p>A poluição do ar é o pior risco, causando cerca de 860 mil mortes anualmente relacionadas à atividade dos trabalhadores em ambientes externos. O calor excessivo causa 18.970 mortes ocupacionais a cada ano e a radiação UV mata 18.960 por câncer de pele não melanoma, segundo o relatório.</p>
<p>&#8220;Os maiores impactos serão sentidos pelos trabalhadores pobres, pelos que trabalham na economia informal, pelos trabalhadores sazonais e pelos que exercem atividades em micro e pequenas empresas&#8221;.</p>
<p>Em alguns casos, as próprias tecnologias destinadas a desacelerar a mudança climática, como painéis solares e baterias de íons de lítio para veículos elétricos, podem acabar produzindo novos perigos, uma vez que contêm produtos químicos tóxicos.</p>
<p>A OIT planeja uma grande reunião em 2025 com representantes de governos, dos empregadores e dos trabalhadores para fornecer orientação sobre os riscos climáticos.</p>
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		<item>
		<title>Pagamento do 13º salário injetará R$ 291 bilhões na economia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pagamento-do-13o-salario-injetara-r-291-bilhoes-na-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 01:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[13º Salário]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Pensionistas]]></category>
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					<description><![CDATA[O pagamento do 13º salário deverá injetar na economia brasileira cerca de R$ 291 bilhões, diz levantamento divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor representa aproximadamente 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e será pago a cerca [&#8230;]]]></description>
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<p>O pagamento do 13º salário deverá injetar na economia brasileira cerca de R$ 291 bilhões, diz levantamento divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O valor representa aproximadamente 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e será pago a cerca de 87,7 milhões de pessoas: trabalhadores do mercado formal, beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.057.</p>
<p>Do montante a ser pago como 13º, cerca de R$ 201,6 bilhões, ou 69% do total, irão para empregados formais, incluindo trabalhadores domésticos, e 31%, (R$ 89,8 bilhões) para aposentados e pensionistas. Beneficiários da Previdência Social (32,8 milhões de pessoas) receberão R$ 55,4 bilhões, aposentados e pensionistas da União, R$ 11,2 bilhões (3,8%); aposentados e pensionistas dos estados, R$ 17,5 bilhões (6%); e aposentados e pensionistas dos regimes próprios dos municípios, R$ 5,6 bilhões.</p>
<p>A maior média do valor do 13º será paga aos trabalhadores do setor de serviços (R$ 4.460). A indústria aparece com o segundo valor, equivalente a R$ 3.922; e o menor fica com os trabalhadores do setor primário da economia, R$ 2.362.</p>
<p>O maior valor médio para o 13º será destinado aos trabalhadores, aposentados e pensionistas no Distrito Federal (R$ 5.400) e o menor, no Maranhão e Piauí (R$ 2.087 e R$ 2.091, respectivamente).</p>
<p>Segundo o Dieese, para o cálculo do pagamento do 13º salário em 2023, foram reunidos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego. Também foram consideradas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Previdência Social e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).</p>
</div>
</div>
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		<title>Abono salarial é pago nesta segunda aos nascidos em julho e agosto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/abono-salarial-e-pago-nesta-segunda-aos-nascidos-em-julho-e-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 13:43:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abono Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Economica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Tem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhadores da iniciativa privada nascidos nos meses de julho e agosto recebem, nesta segunda-feira (15), o abono salarial de 2023 (ano-base 2021). De acordo com a Caixa, serão pagos R$ 3,8 bilhões aos cerca de 3,9 milhões de trabalhadores que têm direito ao benefício. O valor a ser recebido por cada trabalhador varia de acordo [&#8230;]]]></description>
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<p>Trabalhadores da iniciativa privada nascidos nos meses de julho e agosto recebem, nesta segunda-feira (15), o abono salarial de 2023 (ano-base 2021). De acordo com a Caixa, serão pagos R$ 3,8 bilhões aos cerca de 3,9 milhões de trabalhadores que têm direito ao benefício.</p>
<p>O valor a ser recebido por cada trabalhador varia de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base (2021). Recebe o abono, de até um salário mínimo, quem trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2021, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.</p>
<p>O abono salarial de até um salário mínimo é pago aos trabalhadores inscritos no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há, pelo menos, cinco anos.</p>
<p>É também necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).</p>
<p>A Caixa informa que o crédito será depositado automaticamente para quem tem conta no banco. Os demais beneficiários receberão os valores por meio da Poupança Social Digital, podendo ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.</p>
<p>Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências, sempre de acordo com o calendário de pagamento.</p>
<p>No caso de trabalhadores do setor público que possuem inscrição Pasep, a liberação do benefício é feita por meio do Banco do Brasil.</p>
<p>Mais informações sobre o Abono Salarial estão disponíveis no<em> <a href="https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/abono-salarial/PAGINAS/DEFAULT.ASPX" target="_blank" rel="noopener">site</a></em> da Caixa.</p>
<p><strong>Trabalhadores da iniciativa privada que recebem pela Caixa Econômica Federal:</strong></p>
<p>Mês de nascimento……….Data do pagamento</p>
<p>Janeiro e fevereiro………..15 de fevereiro</p>
<p>Março e abril……………&#8230;15 de março</p>
<p>Maio e junho……………&#8230;17 de abril</p>
<p>Julho e agosto……………15 de maio</p>
<p>Setembro e outubro……&#8230;15 de junho</p>
<p>Novembro e dezembro…..17 de julho</p>
<p><strong>Trabalhadores do setor público, que recebem pelo Banco do Brasil:</strong></p>
<p>Final da inscrição Pasep&#8230;.Data do pagamento</p>
<p>0………………………&#8230;&#8230;..15 de fevereiro</p>
<p>1……….……….………&#8230;&#8230;15 de março</p>
<p>2 e 3……….……….……&#8230;.17 de abril</p>
<p>4 e 5……….……….……&#8230;15 de maio</p>
<p>6 e 7……….……….……&#8230;15 de junho</p>
<p>8 e 9……….……….……&#8230;17 de julho</p>
</div>
</div>
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		<title>Fifa pede que países participantes da Copa do Mundo &#8220;foquem no futebol&#8221; no Catar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fifa-pede-que-paises-participantes-da-copa-do-mundo-foquem-no-futebol-no-catar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 17:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia]]></category>
		<category><![CDATA[Catar]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Catar]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
		<category><![CDATA[imigrante]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Leis]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQI+]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fifa escreveu para todas as seleções da Copa do Mundo pedindo que se concentrem no futebol no Catar e não deixem o esporte ser arrastado para &#8220;batalhas&#8221; ideológicas ou políticas local. Em carta o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e da secretária-geral da entidade, Fatma Samoura, segue uma série de protestos feitos pelas seleções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fifa escreveu para todas as seleções da Copa do Mundo pedindo que se concentrem no futebol no Catar e não deixem o esporte ser arrastado para &#8220;batalhas&#8221; ideológicas ou políticas local.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em carta o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e da secretária-geral da entidade, Fatma Samoura, segue uma série de protestos feitos pelas seleções da Copa do Mundo sobre questões que vão desde direitos LGBTQI+ a preocupações com o tratamento de trabalhadores imigrantes.</p>
<p>&#8220;Por favor, vamos agora focar no futebol!&#8221;, disseram Infantino e Samoura na carta às 32 nações que disputam a Copa do Mundo, de acordo com a Sky News. &#8220;Sabemos que o futebol não vive em um vácuo e estamos igualmente cientes de que existem muitos desafios e dificuldades de natureza política em todo o mundo. Mas, por favor, não deixem que o futebol seja arrastado para todas as batalhas ideológicas ou políticas que existem.&#8221;</p>
<figure id="attachment_54231" aria-describedby="caption-attachment-54231" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-54231" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C521&#038;ssl=1" alt="Fifa Pede Que Países Da Copa Do Mundo Foquem No Futebol No Catar - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="521" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=128%2C88&amp;ssl=1 128w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=32%2C22&amp;ssl=1 32w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/11/04-Fifa-pede-que-paises-da-Copa-do-Mundo-foquem-no-futebol-no-Catar-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C518&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-54231" class="wp-caption-text">A carta do presidente da Fifa, Gianni Infantino (foto), e da secretária-geral da entidade, Fatma Samoura, segue uma série de protestos feitos pelas seleções da Copa do Mundo sobre questões que vão desde direitos LGBTQI+ a preocupações com o tratamento de trabalhadores imigrantes.- Pool via Reuters/Koen Van Weel/Direitos Reservados</figcaption></figure>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Copa do Mundo 2022, é a primeira realizada no Oriente Médio, começa em 20 de novembro.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se Gianni Infantino quer que o mundo &#8216;foque no futebol&#8217;, há uma solução simples: a Fifa pode finalmente começar a abordar as sérias questões de direitos humanos em vez de colocá-las para debaixo do tapete&#8221;, afirmou Steve Cockburn, chefe de justiça econômica e social da Anistia Internacional, em comunicado.</p></blockquote>
<p>A Anistia e outros grupos de direitos humanos lideraram pedidos para que a Fifa indenize trabalhadores imigrantes no Catar por abusos de direitos humanos.</p>
<p>O Catar reconheceu que existem &#8220;lacunas&#8221; em seu sistema trabalhista, mas que a Copa do Mundo permitiu que o país avançasse nos direitos dos trabalhadores.</p>
</div>
</div>
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		<title>Estudo mostra que 33% dos trabalhadores não sabem como utilizar o FGTS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-mostra-que-33-dos-trabalhadores-nao-sabem-como-utilizar-o-fgts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 13:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serasa]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento feito pela Serasa e pelo Banco Pan mostrou que, apesar de 92% dos trabalhadores afirmarem conhecer o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), 33% ainda não sabem em que condições podem utilizar o próprio dinheiro. Entre as possibilidades menos conhecidas pelos entrevistados estão “para fazer empréstimos” (64%) e “sacar o saldo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Um levantamento feito pela Serasa e pelo Banco Pan mostrou que, apesar de 92% dos trabalhadores afirmarem conhecer o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), 33% ainda não sabem em que condições podem utilizar o próprio dinheiro. Entre as possibilidades menos conhecidas pelos entrevistados estão “para fazer empréstimos” (64%) e “sacar o saldo após 70 anos de idade” (58%). Foram entrevistados 2.132 trabalhadores com registro em carteira no regime CLT, entre 12 e 22 de abril.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a pesquisa, divulgada na capital paulista, quatro em cada dez entrevistados (38%) admitem não saber qual o valor do seu saldo do FGTS, sendo que 16% nem sabem que é possível consultar o saldo junto à Caixa Econômica Federal. Entre os consultados, 40% têm até R$ 1.000 de saldo e 51% até R$ 2.500.</p>
<p>Entre aqueles que gostariam de usar o FGTS para realizar sonhos, 45% pensam em utilizar o saldo para adquirir um imóvel, 33% projetam usar os recursos para montar o próprio negócio, 17% para pagar todas as dívidas e outros 10% afirmaram que pretendem usar o resgate para limpar o nome. Os juros baixos são o principal atrativo para solicitar empréstimo com garantia do FGTS.</p>
<p>Em termos de investimentos, 43% afirmam que o FGTS é péssimo, pois há produtos com melhor rentabilidade, enquanto 39% consideram o FGTS um porto seguro para o futuro. Cerca de 33% só pretendem sacar em caso de extrema necessidade.</p>
<p>&#8220;A pesquisa é importante para entender a relação do brasileiro com o FGTS. Fica claro que há uma parcela significativa de pessoas que não têm um conhecimento de como utilizar esse recurso. É importante esclarecer todas as questões para o consumidor para que ele possa tomar uma decisão, porque esse é um dinheiro dele e que poderia ser utilizado para aliviar sua vida financeira, disse o responsável pelo Instituto Opinion Box, empresa responsável pela pesquisa, Felipe Sharpers.</p>
<p>&#8220;Os jovens trabalhadores não tem conhecimento pleno sobre o FGTS então é importante termos o cuidado de dar educação financeira para quem está entrando no mercado de trabalho&#8221;, completou Sharpers.</p>
</div>
</div>
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