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	<title>TPI &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>TPI &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Suíça admite conceder imunidade a Putin em eventual conferência de paz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/suica-admite-conceder-imunidade-a-putin-em-eventual-conferencia-de-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[invasão da Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[mandado de prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Valdimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suíça sinalizou, nesta terça-feira (19), que poderá conceder imunidade ao presidente russo, Vladimir Putin, caso ele aceite participar de uma eventual conferência de paz organizada em território suíço. A declaração foi feita pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Ignazio Cassis, durante coletiva de imprensa em Berna ao lado do chanceler italiano, Antonio Tajani. O anúncio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suíça sinalizou, nesta terça-feira (19), que poderá conceder imunidade ao presidente russo, Vladimir Putin, caso ele aceite participar de uma eventual conferência de paz organizada em território suíço. A declaração foi feita pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Ignazio Cassis, durante coletiva de imprensa em Berna ao lado do chanceler italiano, Antonio Tajani.</p>
<p>O anúncio ocorre apesar de Putin estar sob um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), em 2023, acusado de envolvimento na deportação forçada de crianças ucranianas para a Rússia.</p>
<h3>Exceção para encontros diplomáticos</h3>
<p>No ano passado, a Suíça adotou regras que permitem a concessão de imunidade temporária a líderes ou autoridades com ordens de prisão internacional, desde que a viagem esteja vinculada a conferências de paz ou eventos diplomáticos multilaterais. A medida não se estende a deslocamentos por razões pessoais.</p>
<p>“O objetivo é criar condições para que diálogos de paz possam ocorrer sem impedimentos jurídicos que inviabilizem a presença das partes envolvidas”, explicou Cassis.</p>
<h3>Contexto internacional</h3>
<p>A manifestação da diplomacia suíça veio um dia após o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Washington, para discutir novos esforços em favor da paz na região.</p>
<p>Enquanto isso, os 27 líderes da União Europeia se reúnem nesta terça para avaliar os resultados das conversas realizadas na capital americana.</p>
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		<title>ONG acusa Hamas de cometer crimes contra a humanidade em 7 de outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ong-acusa-hamas-de-cometer-crimes-contra-a-humanidade-em-7-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 13:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crime contra a humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Human Rights Watch]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TPI]]></category>
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					<description><![CDATA[A Human Rights Watch (HRW) divulgou que o movimento islamita Hamas cometeu &#8220;vários crimes de guerra e crimes contra a humanidade&#8221; durante os ataques em Israel no dia 7 de outubro de 2023, resultando na morte de quase 1.200 pessoas e no sequestro de 251 indivíduos. &#8220;A investigação da HRW concluiu que o ataque liderado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Human Rights Watch (HRW) divulgou que o movimento islamita Hamas cometeu &#8220;vários crimes de guerra e crimes contra a humanidade&#8221; durante os ataques em Israel no dia 7 de outubro de 2023, resultando na morte de quase 1.200 pessoas e no sequestro de 251 indivíduos.</p>
<p>&#8220;A investigação da HRW concluiu que o ataque liderado pelo Hamas em outubro foi preparado para matar civis e sequestrar tantas pessoas quanto possível&#8221;, declarou Ida Sawyer, diretora de crises e conflito da organização, no último relatório.</p>
<p>No documento, a HRW afirmou que os comandos do Hamas realizaram vários crimes de lesa-humanidade, incluindo:</p>
<ul>
<li>Ataques contra civis,</li>
<li>Homicídios deliberados de pessoas detidas,</li>
<li>Tratamento cruel e desumano,</li>
<li>Violência sexual e de gênero,</li>
<li>Tomada de reféns,</li>
<li>Mutilação e saque de cadáveres,</li>
<li>Uso de escudos humanos,</li>
<li>Pilhagem.</li>
</ul>
<p>A HRW destacou que 815 das 1.195 pessoas assassinadas naquele dia eram civis. Dos 251 sequestrados, 116 ainda estão em Gaza, com 42 já confirmados mortos, sendo a maioria civis.</p>
<p><strong>Testemunhos</strong></p>
<p>Esses atos não foram &#8220;uma ocorrência tardia, um plano falho ou ato isolado&#8221;, afirmou a ONG, que investigou testemunhos de vítimas, familiares, equipes de socorro e peritos médicos, além de mais de 280 fotografias e vídeos do ataque.</p>
<p>&#8220;As autoridades do Hamas responderam às perguntas da HRW, assegurando ter ordenado às suas forças para que não atacassem civis e não se desviassem dos direitos humanos e do direito humanitário&#8221;, disse a HRW, que garantiu &#8220;ter encontrado provas do contrário&#8221;.</p>
<p>Em um dos vídeos do ataque, milicianos são vistos procurando ativamente civis e matando-os, comprovando a intencionalidade dos ataques e a tomada de reféns, &#8220;planejada e altamente coordenada&#8221;.</p>
<p>A HRW afirmou que precisa de uma investigação mais aprofundada para provar outros crimes, como a perseguição de grupos identificáveis por motivos raciais, étnicos ou religiosos, ou violações e outros atos de violência sexual.</p>
<p><strong>Acusações contra Israel</strong></p>
<p>A ONG também destacou que Israel cometeu crimes contra a humanidade ao realizar um castigo coletivo contra a população da Faixa de Gaza, após os ataques, que incluiu o corte de serviços essenciais e a limitação da entrada de ajuda humanitária. Desde 7 de outubro, mais de 38.700 palestinos morreram devido à ofensiva militar.</p>
<p>Este castigo &#8220;agrava o impacto dos mais de 17 anos do cerco ilegal de Gaza por parte de Israel&#8221;, país que a HRW acusou de cometer &#8220;crimes de `apartheid` e perseguição contra os palestinos&#8221;.</p>
<p><strong>Direito Humanitário</strong></p>
<p>A HRW pediu que todas as partes respeitem o direito humanitário. Além disso, solicitou que as milícias palestinas de Gaza libertem &#8220;imediata e incondicionalmente os civis que mantêm como reféns&#8221;.</p>
<p>&#8220;Devem ser tomadas medidas disciplinares contra os membros responsáveis por crimes de guerra e entregar para serem processadas pessoas que enfrentem uma ordem de detenção do Tribunal Penal Internacional (TPI)&#8221;, disse a ONG.</p>
<p>No dia 20 de maio, a procuradoria-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu mandados de captura para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa, Yoav Gallant, e os líderes do Hamas, Yahya Sinwar, Ismail Haniyeh e Mohamed Deif. Deif foi alvo de um ataque israelense no sábado (13), em Mawasi, no sul da Faixa de Gaza, sem que tenha sido confirmada a sua morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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