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	<title>TJSP &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>TJSP vai ao STF para anular decisão que suspende “penduricalhos” na administração pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 21:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) apresentou, nesta quarta-feira (11), um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de anular a decisão do ministro Flávio Dino que determinou a suspensão de pagamentos de benefícios indenizatórios irregulares — conhecidos popularmente como “penduricalhos” — concedidos a servidores públicos nos Três Poderes. Na semana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) apresentou, nesta quarta-feira (11), um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de anular a decisão do ministro Flávio Dino que determinou a suspensão de pagamentos de benefícios indenizatórios irregulares — conhecidos popularmente como <em>“penduricalhos”</em> — concedidos a servidores públicos nos Três Poderes.</p>
<p>Na semana passada, o ministro Dino concedeu uma liminar ordenando que todas as verbas indenizatórias que não têm amparo legal fossem suspensas em até 60 dias. A medida foi motivada pelo entendimento de que tais pagamentos extrapolam o teto remuneratório constitucional, fixado em R$ 46,3 mil — o mesmo valor correspondente ao salário dos ministros do STF. (</p>
<p>No recurso ao STF, o TJSP argumenta que a suspensão não poderia ocorrer antes de o Congresso Nacional aprovar uma lei estabelecendo claramente quais verbas indenizatórias podem ser consideradas legítimas como exceção ao teto constitucional. Segundo o tribunal, é necessário assegurar ao Legislativo um <em>“prazo razoável”</em> para a adoção de medidas legais que regulamentem definitivamente o tema.</p>
<p>O tribunal também defende a ideia de autocontenção do Supremo, afirmando que o STF não deveria, por meio de decisão judicial, criar regras que cabe ao Congresso Nacional formular. Na visão do TJSP, a suspensão generalizada de parcelas antes da existência de uma lei específica pode gerar assimetria federativa, comprometer a administração da justiça, produzir efeitos financeiros irreversíveis e criar insegurança jurídica para os órgãos públicos.</p>
<p>O plenário do STF marcou para o dia 25 de fevereiro o julgamento definitivo da decisão proferida por Flávio Dino, quando os ministros deverão avaliar se mantêm ou reformam a determinação de suspensão dos penduricalhos em todo o país.</p>
<h3>O que são os “penduricalhos”?</h3>
<p>Os chamados penduricalhos são benefícios, adicionais e verbas indenizatórias que têm sido pagos a servidores públicos em diversos órgãos e que, na prática, elevam seus rendimentos acima do teto constitucional. O debate jurídico envolve identificar quais dessas verbas têm base legal suficiente para existir e quais foram criadas apenas por atos administrativos, sem respaldo em lei, motivo que levou o ministro Flávio Dino a ordenar sua suspensão.</p>
<p>Se o seu interesse for, posso transformar essa notícia em versão resumida para redes sociais ou elaborar uma análise mais aprofundada do impacto jurídico e político do caso.</p>
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		<title>STJ julga recurso para restabelecer condenação de Ustra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stj-julga-recurso-para-restabelecer-condenacao-de-ustra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 00:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Brilhante Ustra]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[DOI-Code]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[TJSP]]></category>
		<category><![CDATA[Tortura]]></category>
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					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga nesta terça-feira (20) um recurso para restabelecer a condenação do ex-coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra a indenizar a família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, assassinado em julho de 1971, durante a ditadura militar. Ustra morreu em 2015 e foi comandante do Destacamento de Operações de Informações [&#8230;]]]></description>
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<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga nesta terça-feira (20) um recurso para restabelecer a condenação do ex-coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra a indenizar a família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, assassinado em julho de 1971, durante a ditadura militar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ustra morreu em 2015 e foi comandante do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), um dos lugares de repressão a opositores da ditadura. A ação é movida contra duas filhas do militar.</p>
<p>O caso está na pauta de julgamentos da Quarta Turma do STJ. A sessão está prevista para começar às 14h.</p>
<p>O colegiado vai analisar a legalidade da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que derrubou a decisão de primeira instância que condenou os herdeiros de Ustra a pagarem R$ 100 mil para a viúva e a irmã de Merlino, além de reconhecer a participação do então coronel nas sessões de tortura que mataram o jornalista.</p>
<p>Integrante do Partido Operário Comunista à época, Merlino foi preso em 15 de julho de 1971, em Santos, e levado para a sede do DOI-Codi, onde foi torturado por cerca de 24 horas e morto quatro dias depois.</p>
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		<title>Thiago Brennand será ouvido em 21 de junho, diz TJSP</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/thiago-brennand-sera-ouvido-em-21-de-junho-diz-tjsp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 19:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agressão a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Brennand]]></category>
		<category><![CDATA[TJSP]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário Thiago Brennand, acusado de agressão a mulheres, será interrogado no próximo dia 21 de junho. Além dele, a audiência marcada para as 14h, também ouve cinco testemunhas de defesa. Todas as oitivas e o interrogatório do acusado ocorrem no formato virtual. Ele está preso, no Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, desde 30 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O empresário Thiago Brennand, acusado de agressão a mulheres, será interrogado no próximo dia 21 de junho. Além dele, a audiência marcada para as 14h, também ouve cinco testemunhas de defesa. Todas as oitivas e o interrogatório do acusado ocorrem no formato virtual. Ele está preso, no Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, desde 30 de abril.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ele é acusado de agredir mulheres – uma dessas agressões foi flagrada por câmeras de uma academia em São Paulo. Brennand estava foragido nos Emirados Árabes Unidos e foi extraditado há cerca de um mês, depois de tratativas do governo brasileiro.</p>
<p>Ontem (30), no primeiro dia de julgamento na 2ª Vara de Porto Feliz, no interior de São Paulo, foram ouvidas uma das vítimas e 3 testemunhas de defesa. A audiência foi presidida pelo juiz Fernando Henrique Masseroni Mayer.</p>
<p>Segundo o TJ, o processo em questão tramita em segredo de justiça e, por isso, a audiência é fechada à imprensa.</p>
<h2>Acusações</h2>
<p>Segundo o TJ, Thiago Brennand é réu em pelo menos 8 processos criminais, e teve decretada sua prisão preventiva em cinco deles. Além das agressões e estupros contra mulheres, o empresário ainda é investigado por agredir o filho e por possuir uma coleção de armas ilegais.</p>
<p>Os casos envolvendo Thiago Brennand ganharam notoriedade após a divulgação de imagens de câmera de segurança de uma academia em São Paulo, em que ele é flagrado agredindo uma modelo. Em decorrência deste episódio, a Justiça paulista determinou a prisão dele.</p>
</div>
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		<title>Justiça Suzane Von Richthofen deixa prisão e vai cumprir pena em regime aberto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-suzane-von-richthofen-deixa-prisao-e-vai-cumprir-pena-em-regime-aberto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 01:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[presídio de Tremembé]]></category>
		<category><![CDATA[regime aberto]]></category>
		<category><![CDATA[Suzane von Richthofen]]></category>
		<category><![CDATA[TJSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Na tarde desta quarta-feira (11), às 17h35, a detenta Suzane Louise Von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais, deixou a prisão após a Justiça conceder progressão de pena para o regime aberto. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária, do governo estadual, Suzane estava na Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé. Ela estava [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Na tarde desta quarta-feira (11), às 17h35, a detenta Suzane Louise Von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais, deixou a prisão após a Justiça conceder progressão de pena para o regime aberto. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária, do governo estadual, Suzane estava na Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé. Ela estava em regime semiaberto desde 2015.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que a decisão foi da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté em cumprimento dos requisitos estabelecidos pela Lei de Execução Penal. O caso corre sob segredo de Justiça.</p>
<p>Suzane foi condenada a 39 anos de prisão por participação no assassinato dos pais, em 2002. O engenheiro Manfred Albert e a psiquiatra Marísia von Richthofen foram mortos em casa com golpes de barra de ferro em um crime planejado e executado pela filha mais velha do casal, Suzane, com a ajuda do então namorado, Daniel Cravinhos, e do irmão dele, Cristian Cravinhos</p>
</div>
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