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	<title>TJRJ &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>TJRJ &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Médica relata em júri que Henry Borel chegou ao hospital sem sinais vitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[2º tribunal do Júri]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Henry Borel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[pediatra presta depoimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O julgamento do caso Henry Borel ganhou novos desdobramentos nesta semana com o depoimento da pediatra Maria Cristina de Souza, que participou do atendimento do menino no Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro. Durante o terceiro dia do júri popular de Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e de Monique Medeiros, mãe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O julgamento do caso Henry Borel ganhou novos desdobramentos nesta semana com o depoimento da pediatra Maria Cristina de Souza, que participou do atendimento do menino no Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro. Durante o terceiro dia do júri popular de Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e de Monique Medeiros, mãe da criança, a médica afirmou que Henry chegou à unidade hospitalar sem pulso e em estado considerado irreversível.</p>
<p>Segundo a profissional, o menino foi levado imediatamente para atendimento na madrugada de 8 de março de 2021, mas já não apresentava sinais vitais quando a equipe médica iniciou os procedimentos de emergência. “Henry já chegou à unidade sem pulso e estava tecnicamente morto”, declarou a pediatra durante o julgamento.</p>
<p>A médica explicou aos jurados que a equipe tentou reanimar a criança por um longo período, utilizando massagem cardíaca, aplicação de adrenalina e outros protocolos de emergência. De acordo com o depoimento, as tentativas se estenderam por quase duas horas.</p>
<p>Maria Cristina também relatou o momento em que o pai do menino, Leniel Borel, pediu aos médicos que continuassem tentando salvar a vida do filho. “Quando a equipe já avaliava encerrar o protocolo, encontramos Leniel. Ele pediu para que não desistíssemos de seu filho e continuamos”, afirmou.</p>
<p>Durante o depoimento, a pediatra disse ainda que observou diversos hematomas e marcas pelo corpo da criança. Segundo ela, havia lesões visíveis no tórax, abdômen, coxas e punhos de Henry.</p>
<p>O caso é julgado pelo 2º Tribunal do Júri, no centro do Rio de Janeiro, cinco anos após a morte do menino. Henry Borel morreu aos 4 anos de idade no apartamento onde morava com a mãe e o então padrasto, na Barra da Tijuca.</p>
<p>De acordo com o laudo do Instituto Médico-Legal, a criança sofreu 23 lesões provocadas por ação violenta, incluindo hemorragia interna e laceração no fígado. As investigações da Polícia Civil concluíram que Henry era vítima de agressões recorrentes.</p>
<p>Dr. Jairinho responde por homicídio qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual. Já Monique Medeiros é acusada de homicídio por omissão, além de outros crimes relacionados à investigação.</p>
<p>O julgamento segue com depoimentos de testemunhas, especialistas e interrogatórios dos réus. A expectativa do Tribunal de Justiça é que a sessão se estenda por vários dias devido à complexidade do caso e ao número de pessoas ouvidas durante o processo.</p>
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		<title>Deputada Estadual Lucinha perde mandato por desvio de verba no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/deputada-estadual-lucinha-perde-mandato-por-desvio-de-verba-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 14:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[deputada lucinha]]></category>
		<category><![CDATA[Desvio de Verba]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lucia Helena Pinto de Barros]]></category>
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					<description><![CDATA[Lucia Helena Pinto de Barros, conhecida como Lucinha (PSD-RJ), perdeu seu mandato de deputada estadual após ser condenada a quatro anos e cinco meses de prisão, em regime semiaberto, por desvio de dinheiro público. A decisão foi tomada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que também determinou que a parlamentar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lucia Helena Pinto de Barros, conhecida como Lucinha (PSD-RJ), perdeu seu mandato de deputada estadual após ser condenada a quatro anos e cinco meses de prisão, em regime semiaberto, por desvio de dinheiro público. A decisão foi tomada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que também determinou que a parlamentar devolva aproximadamente R$ 174 mil, acrescidos de juros. A sentença ainda cabe recurso.</p>
<p>A acusação contra Lucinha surgiu após investigações revelarem que ela utilizou recursos públicos para pagar um pedreiro, Baltazar Menezes dos Santos, nomeado como assessor parlamentar. No entanto, o pedreiro realizava serviços particulares nos centros comunitários administrados por Lucinha na zona oeste do Rio de Janeiro. As irregularidades ocorreram entre 2011 e 2015, período durante o qual a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) pagou R$ 174 mil em salários a Baltazar.</p>
<p>A investigação foi iniciada quando Baltazar entrou com uma ação trabalhista contra Lucinha. Durante o processo, foi constatado que ele havia recebido pagamentos indevidos enquanto atuava como assessor parlamentar.</p>
<p>Em resposta à condenação, a defesa de Lucinha emitiu uma nota afirmando que “tem certeza da improcedência da denúncia e vai recorrer da decisão, baseada inclusive em qualificados votos divergentes que inocentavam a deputada das acusações. A decisão do colegiado não foi unânime.” A defesa argumenta que Baltazar nunca prestou serviços privados para Lucinha e que seu trabalho como assessor parlamentar foi legítimo. Além disso, destacou que, após ser exonerado por Lucinha, Baltazar foi contratado como assessor por outro deputado.</p>
<p>A perda do mandato e a condenação de Lucinha representam um desfecho significativo para o caso, sublinhando a importância da integridade e da transparência no uso de recursos públicos.</p>
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		<title>Justiça reduz pena de condenado pela morte de cinegrafista em protesto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-reduz-pena-de-condenado-pela-morte-de-cinegrafista-em-protesto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 13:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cinegrafista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rojão]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu, nesta quarta-feira (17), reduzir a pena de Caio Silva de Souza, condenado pela morte do cinegrafista Santiago Andrade. O cinegrafista da TV Bandeirantes foi atingido por um rojão enquanto cobria um protesto no centro do Rio de Janeiro em 2014. Inicialmente condenado a 12 anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu, nesta quarta-feira (17), reduzir a pena de Caio Silva de Souza, condenado pela morte do cinegrafista Santiago Andrade. O cinegrafista da TV Bandeirantes foi atingido por um rojão enquanto cobria um protesto no centro do Rio de Janeiro em 2014.</p>
<p>Inicialmente condenado a 12 anos de prisão em regime fechado, Caio teve sua pena reduzida para quatro anos em regime aberto. A sentença também manteve a absolvição de Fábio Raposo Bernardo, co-réu no julgamento.</p>
<h4><strong>Recursos Julgados</strong></h4>
<p>A 8ª Câmara Criminal do TJRJ julgou dois recursos. O primeiro, apresentado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), pedia a anulação da absolvição de Fábio ou que o caso fosse julgado na 1ª instância pelo III Tribunal do Júri da Capital, como ocorreu com Caio. O pedido foi negado.</p>
<p>O segundo recurso foi apresentado pela defesa de Caio, que solicitava a reclassificação do crime para homicídio culposo ou explosão seguida de morte, em vez de lesão corporal seguida de morte. A Justiça manteve a tipificação original, mas reduziu a pena.</p>
<p>“Consoante destacado pela douta juíza sentenciante, considerando a quantidade de pessoas no local, o recorrente Caio tinha como prever que sua conduta poderia atingir e lesionar terceiros. Por ter assumido o risco de lesionar outras pessoas, agindo com dolo eventual, restou evidenciada a ocorrência do crime de lesão corporal seguida de morte, tal qual consta da sentença. (&#8230;) as consequências do crime, embora graves, fazem parte do tipo penal qualificado, ou seja, lesão corporal seguida de morte, não extrapolando o que se considera normal para o referido delito”, escreveu o desembargador relator Gilmar Augusto Teixeira.</p>
<h4><strong>Julgamento Anterior</strong></h4>
<p>A primeira sentença foi proferida em 13 de dezembro do ano passado. O 3º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro absolveu o tatuador Fábio Raposo e condenou o artesão Caio Silva de Souza a 12 anos de prisão. Os jurados concluíram que não houve dolo eventual, desclassificando o crime, o que transferiu a competência do julgamento para a juíza Tula Correa de Mello, que o condenou por lesão corporal seguida de morte. Caio foi autorizado a recorrer em liberdade.</p>
<p>Em seu depoimento, Caio afirmou carregar a culpa pela morte de Santiago, mas alegou que não sabia que o artefato era um rojão, acreditando tratar-se de um fogo de artifício. Fábio, por sua vez, disse que pegou o artefato no chão por curiosidade e o entregou a Caio após muita insistência. Ambos deixaram o local sem saber que Santiago havia sido atingido.</p>
<p>A decisão de hoje marca mais um capítulo no caso que teve grande repercussão nacional e continua a levantar questões sobre a segurança e responsabilidade em protestos públicos.</p>
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		<item>
		<title>STJ nega recurso da CBF para manter Ednaldo Rodrigues na presidência</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stj-nega-recurso-da-cbf-para-manter-ednaldo-rodrigues-na-presidencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 17:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[apelação]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Ednaldo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[rejeitada]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra Maria Thereza de Assis Moura, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou hoje (13) um recurso por meio do qual a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) buscava reverter o afastamento de presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues.  A apelação foi rejeitada por motivos processuais e não teve o mérito analisado. Assis Moura destacou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A ministra Maria Thereza de Assis Moura, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou hoje (13) um recurso por meio do qual a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) buscava reverter o afastamento de presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A apelação foi rejeitada por motivos processuais e não teve o mérito analisado. Assis Moura destacou que a CBF é uma entidade privada, motivo pelo qual não estaria apta a pedir a suspensão de sentenças judiciais.</p>
<p>A ministra destacou que o direito de requerer uma suspensão de liminar ou sentença (SLS) é exclusiva para casos em que o poder público figura como parte. Ela frisou ainda que a CBF recorreu ao STJ por meio de um pedido de SLS paralelamente a outro recurso, ainda não julgado, impetrado pelo próprio Ednaldo Rodrigues e relatado pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.</p>
<p>Há de se aguardar as vias recursais regulares, não cabendo SLS no caso, ressaltou a presidente do STJ. &#8220;Como é cediço, não é viável o emprego deste instituto como sucedâneo recursal apto a propiciar o exame do acerto ou do desacerto da decisão impugnada”, escreveu a ministra.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Rodrigues foi afastado da presidência da CBF na semana passada, por decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que determinou a realização em 30 dias de novas eleições para a direção da entidade.</p>
<p>O afastamento ocorreu depois que a Justiça fluminense arquivou uma ação civil pública aberta em 2017, na qual o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) havia conseguido anular as eleições daquele ano, abrindo caminho para Rodrigues conseguir se eleger presidente da CBF.</p>
<p>Agora, o TJRJ reconheceu que o MPRJ não poderia ter atuado no caso, o que anula a eleição extraordinária que elegeu Rodrigues.</p>
<p>Ao STJ, os advogados da CBF alegaram que a interferência judicial nos cargos de direção da entidade coloca em risco o interesse público, por ameaçar a exploração econômica e a gestão do futebol no Brasil.</p>
<p>Segundo a CBF, o caso pode levar a Federação Internacional de Futebol (Fifa) a suspender a entidade brasileira, o que tiraria o Brasil da próxima Copa do Mundo. Isso porque a Fifa, por seu regimento interno, não permite a atuação regular de entidades nacionais que não demonstrem ter autonomia administrativa.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Estádio do Vasco permanecerá fechado para o público, decide Justiça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estadio-do-vasco-permanecera-fechado-para-o-publico-decide-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 22:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que o Estádio de São Januário, do Club de Regatas Vasco da Gama, na zona norte da cidade, continuará fechado para o público. A decisão é da Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio, que entendeu que a medida deve ser mantida até a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que o Estádio de São Januário, do Club de Regatas Vasco da Gama, na zona norte da cidade, continuará fechado para o público. A decisão é da Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio, que entendeu que a medida deve ser mantida até a realização de perícia por questão de segurança dos torcedores, de moradores da região e demais pessoas que circulam no entorno do local.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Por 2 votos a 1, foi dado parcial provimento ao recurso do Vasco da Gama para que o estádio realize as partidas com portões fechados. Para a relatora do processo, desembargadora Renata Cotta, a responsabilidade pela segurança do consumidor no ingresso e saída do evento é do clube mandante. “A segurança do evento e dos consumidores é um princípio fundamental do esporte”, destacou no seu voto.</p>
<p>A magistrada relembrou os atos de vandalismo e desordem ocorridos no dia 22 de junho, após jogo do Vasco da Gama contra o Goiás em São Januário. Ela afirmou ainda que os jogos sem a presença de público, realizados no estádio demonstraram que a medida foi efetiva, uma vez que não houve incidente nas partidas realizadas após a implementação da medida.</p>
<p>A desembargadora Renata Cotta disse ainda que o cancelamento de planos de sócios torcedores, alegado no processo, não foi comprovado e que caberá ao juízo de origem, na primeira instância, avaliar as condições de segurança do estádio após a realização de perícia técnica no local.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Após 10 anos, família de Amarildo está perto de receber indenização</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-10-anos-familia-de-amarildo-esta-perto-de-receber-indenizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 16:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Amarildo]]></category>
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					<description><![CDATA[Dez anos após a morte e o desaparecimento de Amarildo Dias de Souza, a família está mais perto de receber uma indenização do estado do Rio de Janeiro. O processo criminal, no entanto, que pede a condenação dos policiais militares responsáveis ainda aguarda decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).   O ajudante de pedreiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dez anos após a morte e o desaparecimento de Amarildo Dias de Souza, a família está mais perto de receber uma indenização do estado do Rio de Janeiro. O processo criminal, no entanto, que pede a condenação dos policiais militares responsáveis ainda aguarda decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ajudante de pedreiro Amarildo desapareceu entre os dias 13 e 14 de julho de 2013, após ser detido por policiais militares e conduzido, da porta de sua casa, na Favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro, em direção à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do bairro. Segundo a justiça, ele foi torturado e morto por policiais e seu corpo nunca foi encontrado.</p>
<p>“A gente nunca imaginou passar, na vida, por uma coisa como essa. Não desejo isso nem para o meu pior inimigo. Uma coisa como esta que é perder o pai, que sempre esteve presente contigo, que sempre esteve cuidando de você e da sua família. Sumiram com meu pai de um jeito que até hoje a gente busca resposta”, diz o filho mais velho de Amarildo, Anderson Gomes Dias.</p>
<p>Ele conta que a família espera, há dez anos, uma resposta efetiva do estado e a punição dos responsáveis. “O sentimento é de que gente pobre não tem voz”, opina. “Até hoje, para a gente, o estado não deu nenhuma resposta. A gente quer justiça. Enquanto a gente não encontrar o meu pai, os restos mortais do meu pai e o estado for oficialmente culpado pelo que fez com a minha família, a gente não vai se calar”, diz.</p>
<p>A viúva de Amarildo, Elizabete Gomes da Silva, compartilha o sofrimento de não ter podido enterrar o marido. Ela conta que os últimos anos foram muito difíceis.</p>
<p>“Mudou muita coisa, a gente não tem mais a vida que a gente tinha quando ele era vivo. Ele era a coluna da casa. Só piorou, não melhorou em nada”, reclama. Para ela, a espera por justiça &#8220;é um constrangimento muito grande para a família&#8221;.</p>
<h2>Indenização</h2>
<p>Depois de dez anos, de acordo com o advogado da família, João Tancredo, a família está mais perto de uma indenização. Após uma longa tramitação que chegou à última instância, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, decidiu que o Estado do Rio de Janeiro deve pagar indenização por danos morais de R$ 500 mil para a companheira e para cada um dos filhos do Amarildo, além de pensão até que os filhos completem 25 anos. Já os irmãos de Amarildo deverão receber R$ 100 mil.</p>
<p>Na terça-feira (11), o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) publicou despacho pedindo a intimação do Estado do Rio para que cumpra a decisão.</p>
<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil</strong>, a Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE) disse que ainda não tinha sido intimada até essa quinta-feira (13): “O Estado aguarda a intimação da Justiça determinando o pagamento de indenização”, informou.</p>
<p>“Ao contrário do que dizem, que ‘a Justiça tarda, mas não falha’, eu acredito que a Justiça que tarda, na verdade, falha”, diz Tancredo. “Essa Justiça demorada é uma Justiça muito perversa com esse tipo de caso. É muito perversa porque, além do mal causado pelo desaparecimento, você não indeniza no tempo adequado e quando indeniza, qual o valor razoável para um caso desses? Não tem valor razoável”, salienta.</p>
<p>Segundo Tancredo, outra ação cível tramita no STJ com pedido semelhante de indenização para dois outros irmãos de Amarildo. Além dessa ação, tramita também no STJ, a ação criminal contra os policiais responsáveis pelo crime.</p>
<p>Ao todo, 25 policiais foram processados. Um deles morreu antes da decisão, e 12 foram condenados pelo sequestro, tortura, morte e ocultação do cadáver de Amarildo. A decisão que decretou a prisão dos policiais também determinou que eles perdessem a função pública. Dez policiais militares condenados foram excluídos da corporação. Ninguém foi preso. Os policiais recorreram da decisão.</p>
<div class="post-item alt-font">
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<h2>Desaparecimentos no Rio</h2>
<p>Segundo a organização não governamental (ONG) Rio de Paz, o estado do Rio de Janeiro registra cinco mil desaparecimentos por ano. “Assassinato seguido de ocultação de cadáver é algo que faz parte do cotidiano do estado do Rio”, diz o fundador da Rio de Paz, Antonio Carlos Costa.</p>
<p>“Estamos perante um escândalo, agentes do poder público matam um cidadão brasileiro, ocultam o seu corpo e vivemos em uma cidade tomada de cemitérios clandestinos. É a barbárie”, acrescenta.</p>
<p>Segundo Costa, é necessário não apenas um posicionamento do estado em relação aos casos específicos, mas mudanças efetivas na política de segurança. “O que mudou na política de segurança pública do estado? Nada. A causa deve ser o fato de que quem morre é pobre”, observa.</p>
<p>Procurada, a Secretaria de Estado de Polícia Militar informou, por meio da assessoria de imprensa, que a Corregedoria Geral da Corporação “cumpriu rigorosamente todas as etapas previstas em lei em relação a este episódio”.</p>
<p>De acordo com a Secretaria, foram instaurados procedimentos para apurar a conduta dos policiais militares de serviço no dia 14 de julho de 2013, na UPP da Rocinha.</p>
<p>“Ao final do processo, no qual todos tiveram o amplo direito de defesa, seis integrantes daquela equipe foram excluídos dos quadros da Polícia Militar. Em relação aos dois oficiais, a decisão final está no momento no âmbito do Tribunal de Justiça”, diz em nota a secretaria.</p>
<p><em>*Com informações da TV Brasil </em></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Justiça restabelece data inicial da recuperação do Grupo Americanas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-restabelece-data-inicial-da-recuperacao-do-grupo-americanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 23:16:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Americanas]]></category>
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		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[TJRJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O 3º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador José Carlos Maldonado de Carvalho, concedeu liminar ao Grupo Americanas, suspendendo os efeitos do acórdão proferido no dia 21 de março pela 18ª Câmara de Direito Privado do tribunal. Com a decisão, fica restabelecida a data de 12 de janeiro de 2023 [&#8230;]]]></description>
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<p>O 3º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador José Carlos Maldonado de Carvalho, concedeu liminar ao Grupo Americanas, suspendendo os efeitos do acórdão proferido no dia 21 de março pela 18ª Câmara de Direito Privado do tribunal. Com a decisão, fica restabelecida a data de 12 de janeiro de 2023 como termo inicial da recuperação judicial das Americanas.</p>
<p>A medida liminar restabelece decisão do juiz titular da 4ª Vara Empresarial, Paulo Assed Estefan, que proíbe o levantamento dos valores que tenham sido determinados em razão do acórdão a partir desta data.</p>
<p>O desembargador Maldonado de Carvalho acolheu o recurso especial cível ajuizado pelo Grupo Americanas contra o Banco Safra que, com a decisão da 18ª Câmara de Direito Privado do TJRJ, estabelecendo a data de 19 de janeiro como termo inicial de suspensão de todas as ações e execuções contra o Grupo, havia recuperado o direito de promover a compensação do valor de R$ 95 milhões, referentes a créditos junto ao Grupo Americanas.</p>
<p>“À vista do exposto, defiro o requerimento ora formulado para atribuir efeito suspensivo ativo ao recurso especial interposto nos autos do agravo de instrumento, a fim de suspender, imediatamente, os efeitos do acórdão prolatado pela 18ª Câmara de Direito Privado no dia 21/3/2023, mantendo-se o dia 12/1/2023 como termo inicial da recuperação judicial, nos termos da decisão proferida pelo juízo recuperacional”, detalhou o magistrado na decisão.</p>
<h2>Tutela de urgência</h2>
<p>Na liminar, o desembargador destacou a interpretação de vários tribunais onde se têm admitido &#8211; sem ressalvas &#8211; o cabimento de tutela de urgência em caráter antecedente, preparatória de processo de recuperação.</p>
<p>“O fundamento para a concessão da tutela cautelar de natureza antecedente a pedido de recuperação judicial se situava exatamente na preservação da sobrevivência do Grupo Americanas, no qual anunciava-se um estado pré-falimentar que recomendava a antecipação de alguns dos efeitos da recuperação judicial diante do enorme número de acionistas, clientes, fornecedores e empregos envolvidos no negócio. Esse cenário ainda aparenta perdurar, daí a urgência da prestação jurisdicional ora invocada”, externou o desembargador Maldonado de Carvalho.</p>
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		<title>Semana Nacional da Adoção termina com entrega de certidões no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 15:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adoção]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Semana Nacional da Adoção]]></category>
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					<description><![CDATA[Para marcar a Semana Nacional da Adoção, com o Dia Nacional da Adoção comemorado em 25 de maio, as 1ª e 2ª Varas da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro entregam hoje (27) as certidões de nascimento das crianças e adolescentes para 26 famílias adotantes. De acordo com o juiz responsável pelas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Para marcar a Semana Nacional da Adoção, com o Dia Nacional da Adoção comemorado em 25 de maio, as 1ª e 2ª Varas da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro entregam hoje (27) as certidões de nascimento das crianças e adolescentes para 26 famílias adotantes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o juiz responsável pelas duas varas, Sandro Pitthan, serão entregues na cerimônia, marcada para o fim da manhã, os documentos de dez crianças na faixa de até 4 anos; 11 que têm entre 5 e 12 anos; e cinco jovens de 12 a 18 anos.</p>
<p>“É uma grande satisfação ter a oportunidade de transformar a história de vida de crianças, adolescentes e suas famílias com o nosso trabalho. O recebimento da certidão de nascimento, para além de ser um direito constitucional, encerra um ciclo de vulnerabilidade ou violência que já tenha sido vivenciado pelas crianças e adolescentes e possibilita a chegada de novos sonhos, planos e principalmente a segurança de estar em um lar onde ela foi desejada e amada. Adoção, sem dúvida, é um ato de amor”.</p>
<p>Uma das adotantes que irá receber a certidão, a farmacêutica Giselle Ribeiro Barros, de 51 anos, mãe solo de Gleice Ribeiro de Barros, de 7 anos, falou da emoção que sentiu ao conhecer a filha, em plena pandemia de covid-19.</p>
<blockquote><p>“Fui ao abrigo e ao chegar, sem ela saber quem eu era, gritou: ‘minha mãe chegou’. Foi sintonia. A partir dali passei para as visitas, depois ela ia aos finais de semana para minha casa. No dia 22 de junho do ano passado ela foi definitivamente para minha casa. Eu ensino e também aprendo muito com minha filha. Sempre quis dar amor para uma criança”.</p></blockquote>
<p>De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), os dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que o Brasil tem atualmente 4.102 crianças disponíveis para adoção, sendo 268 delas no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Entre elas, 152 estão passando pelo processo de aproximação com as famílias habilitadas. As duas varas da infância da capital somam atualmente 738 processos de adoção em andamento.</p>
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