<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Terra Yanomami &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/terra-yanomami/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Jan 2024 22:49:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Terra Yanomami &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Voos ilegais continuam ameaçando a Terra Indígena Yanomami, indicam relatos da Polícia Federal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/voos-ilegais-continuam-ameacando-a-terra-indigena-yanomami-indicam-relatos-da-policia-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 22:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[aviões ilegais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Funai]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=73032</guid>

					<description><![CDATA[O monitoramento de inteligência da Polícia Federal revelou que voos ilegais continuam a ocorrer diariamente na Terra Indígena Yanomami (TIY), mesmo após um ano de ações de emergência para combater a crise humanitária vivida pelas populações indígenas locais. O diretor de Amazônia e Meio Ambiente da Polícia Federal, Humberto Freire de Barros, enfatizou que, apesar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O monitoramento de inteligência da Polícia Federal revelou que voos ilegais continuam a ocorrer diariamente na Terra Indígena Yanomami (TIY), mesmo após um ano de ações de emergência para combater a crise humanitária vivida pelas populações indígenas locais. O diretor de Amazônia e Meio Ambiente da Polícia Federal, Humberto Freire de Barros, enfatizou que, apesar dos esforços, a entrada clandestina persiste, representando um papel crucial no apoio logístico para atividades ilegais, como o garimpo.</p>
<p>O controle do espaço aéreo sobre o território foi intensificado pela Força Aérea Brasileira (FAB) no ano anterior, mas relatos recentes indicam que a entrada de aviões ilegais não cessou. Não foram divulgados balanços mais amplos das operações, e há aproximadamente 40 pistas de pouso utilizadas para atividades ilícitas que ainda não foram desativadas.</p>
<p>O diretor da PF enfatizou a importância de um controle mais efetivo do espaço aéreo sobre o território, ressaltando a necessidade de ações contínuas para enfrentar essa ameaça persistente. Ele mencionou que a Operação Libertação, iniciada para combater o garimpo ilegal, continua em andamento, com avanços significativos, incluindo operações que resultaram em apreensões no valor de quase R$ 600 milhões.</p>
<figure id="attachment_73034" aria-describedby="caption-attachment-73034" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Areas-de-garimpo-ilegal-na-Terra-Indigena-Yanomami-vistas-em-sobrevoo-ao-longo-do-rio-Mucajai.-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-73034" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Areas-de-garimpo-ilegal-na-Terra-Indigena-Yanomami-vistas-em-sobrevoo-ao-longo-do-rio-Mucajai.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Áreas De Garimpo Ilegal Na Terra Indígena Yanomami Vistas Em Sobrevoo Ao Longo Do Rio Mucajaí - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Areas-de-garimpo-ilegal-na-Terra-Indigena-Yanomami-vistas-em-sobrevoo-ao-longo-do-rio-Mucajai.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Areas-de-garimpo-ilegal-na-Terra-Indigena-Yanomami-vistas-em-sobrevoo-ao-longo-do-rio-Mucajai.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Areas-de-garimpo-ilegal-na-Terra-Indigena-Yanomami-vistas-em-sobrevoo-ao-longo-do-rio-Mucajai.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73034" class="wp-caption-text">Áreas de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami vistas em sobrevoo ao longo do rio Mucajaí. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Apesar de uma redução significativa na atividade garimpeira na TIY no primeiro semestre, relatórios indicam a persistência de alguns núcleos de exploração e o retorno de grupos de garimpeiros. O geógrafo e analista do Instituto Socioambiental (ISA) Estevão Senra observou que, embora muitos garimpeiros tenham deixado a região após as ações do governo, alguns voltaram no segundo semestre, evidenciando desafios no controle efetivo do território.</p>
<p>A construção de uma estrutura permanente na Terra Indígena Yanomami foi anunciada pelo governo federal, envolvendo diversos órgãos. Espera-se a construção de três novas bases logísticas na região.</p>
<p>A assistência à saúde indígena foi destacada, reconhecendo que a atuação federal evitou uma tragédia sem precedentes, mas líderes indígenas alertaram sobre áreas não assistidas devido à presença de garimpeiros. O governo federal respondeu afirmando que investiu mais de R$ 220 milhões para reestruturar o acesso à saúde dos indígenas na região.</p>
<p>Embora tenha havido uma ampliação do número de profissionais de saúde em atuação na TIY e reabertura de unidades básicas de saúde, alguns desafios persistem, especialmente em áreas controladas pelo garimpo. O líder indígena Júnior Hekurari Yanoami mencionou preocupações com a saúde de crianças e idosos em áreas onde a assistência não conseguiu chegar devido à presença contínua de garimpeiros.</p>
<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, admitiu em transmissão nas redes sociais que a crise humanitária dos yanomami não será resolvida facilmente, apesar dos esforços do governo federal. O número de mortes indígenas em 2023 foi menor, mas ainda considerável, indicando desafios persistentes na região.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">73032</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Um indígena é morto e dois são feridos em ataque na Terra Yanomami</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/um-indigena-e-morto-e-dois-sao-feridos-em-ataque-na-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2023 22:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Uxiú]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[garimpeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=59384</guid>

					<description><![CDATA[Um yanomami morreu após ser atingido por um tiro durante ataque a uma das comunidades da Terra Indígena Yanomami. Outros dois indígenas baleados tiveram que ser transportados às pressas para a capital do estado, Boa Vista, onde estão internados no Hospital Geral de Roraima (HGR). Segundo o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Um yanomami morreu após ser atingido por um tiro durante ataque a uma das comunidades da Terra Indígena Yanomami. Outros dois indígenas baleados tiveram que ser transportados às pressas para a capital do estado, Boa Vista, onde estão internados no Hospital Geral de Roraima (HGR).</p>
<p>Segundo o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi) Yanomami, Júnior Hekurari, a comunidade Uxiú foi atacada por garimpeiros ontem (29), à tarde. Ainda de acordo com Júnior, o indígena baleado, que não resistiu aos ferimentos, trabalhava como agente de saúde na comunidade.</p>
<p>Por telefone, a diretora do Hospital Geral de Roraima, Patricia Renovato de Oliveira Freitas, confirmou<strong> </strong>que, após receberem os primeiros-socorros no Centro de Referência de Saúde Indígena, que funciona no polo-base de Surucucu, no próprio território yanomami, os dois indígenas feridos foram removidos para o HGR, onde deram entrada esta manhã. Os dois estão internados no pronto-socorro e seus quadros clínicos foram considerados estáveis.</p>
<p>Júnior Hekurari, que preside a Urihi Associação Yanomami, usou as redes sociais para denunciar o ataque criminoso e comunicar que outras informações vão ser repassadas às autoridades públicas responsáveis por proteger os indígenas e seus territórios.</p>
<h2>Crise humanitária</h2>
<p>No início do ano, Júnior tornou-se conhecido nacionalmente, para além do movimento indígena, ao denunciar a grave crise humanitária que o povo yanomami enfrenta, com a investida de garimpeiros e madeireiros contra o território indígena. Homologada há 31 anos, a Terra Indígena Yanomami abrange uma extensa área de Roraima, além de uma parte do estado do Amazonas, totalizando cerca de 9,6 milhões de hectares, onde, segundo o governo federal, vivem mais de 30,4 mil habitantes. Cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo oficial de futebol.</p>
<p>A partir da segunda quinzena de janeiro, o governo implementou uma série de ações para socorrer comunidades locais e retirar os não-indígenas de áreas exclusivas. O anúncio de medidas ocorreu após a divulgação de imagens de crianças e adultos yanomami desnutridos. Também foi divulgada a informação do Ministério da Saúde, de que, nos últimos anos, ao menos 570 crianças indígenas morreram por desnutrição e outras causas evitáveis. Além disso, só em 2022, foram confirmados 11.530 casos de malária na reserva.</p>
<p>Entre as medidas anunciadas pelo governo, está a declaração de emergência em saúde pública de Importância Nacional para combater à “falta de assistência sanitária” aos yanomami. Militares das Forças Armadas foram mobilizados para distribuir alimentos e prestar atendimento médico aos moradores de comunidades de difícil acesso. A Aeronáutica passou a restringir o acesso aéreo, visando impedir a chegada de novos garimpeiros e, principalmente, o abastecimento dos que já estavam ilegalmente na área. Além disso, as forças de segurança terrestres foram reforçadas para retirar os não-indígenas da reserva.</p>
<h2>Comitiva</h2>
<p>Há pouco, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, anunciou, nas redes sociais, que já pediu ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que determine à Polícia Federal (PF) que investigue o caso. Segundo a ministra, uma comitiva interministerial já está a caminho de Roraima “para reforçar ainda mais as ações de desintrusão [retirada] dos criminosos [da reserva indígena]”.</p>
<p>Sônia também destacou que, embora tenha se agravado nos últimos anos, a invasão criminosa da Terra Indígena Yanomami é um problema histórico. <em>“A situação de invasores na TI Yanomami vem de muitos anos e, mesmo com todos os esforços [que estão] sendo realizados pelo governo federal, ainda faltam muitas ações coordenadas até a retirada de todos os invasores do território”</em>, escreveu a ministra.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59384</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
