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	<title>tecnologia da informação e comunicação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>tecnologia da informação e comunicação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Segurança leva famílias a adiar compra de celular para crianças, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/seguranca-leva-familias-a-adiar-compra-de-celular-para-criancas-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os dados revelam que, em 2025, a parcela de brasileiros entre 10 e 13 anos que possuíam celular caiu para 55,2%. O índice representa uma redução de 1,5 ponto percentual em relação ao ano anterior e marca a primeira queda registrada desde o início da série histórica, iniciada em 2016.</p>
<p>Entre as crianças dessa faixa etária que ainda não têm aparelho próprio, a principal justificativa apresentada pelos responsáveis foi a preocupação com privacidade e segurança. Esse motivo foi citado por 32% dos entrevistados, percentual 7,8 pontos percentuais superior ao observado em 2024. Na comparação com 2022, esse indicador praticamente dobrou.</p>
<p>O cenário é diferente do observado há três anos. Em 2022, o alto custo do celular liderava as justificativas para que crianças de 10 a 13 anos não tivessem o equipamento. Na sequência apareciam a avaliação de que o aparelho não era necessário e o fato de a criança utilizar o telefone de outra pessoa. Naquele período, questões relacionadas à segurança ocupavam apenas a quarta posição entre os motivos mais mencionados.</p>
<p>O analista do IBGE Gustavo Fontes destaca ainda que o grupo de 10 a 13 anos foi o único que registrou queda na posse de celular em 2025. Nas outras faixas etárias, o crescimento se manteve, fazendo com que esse uso alcançasse 89,8% da população em geral.</p>
<p>&#8220;A gente tem visto cada vez mais uma preocupação com a segurança das crianças, com a exposição delas nas redes sociais, por exemplo. A gente teve também em 2025 uma restrição ao uso de celulares nas escolas&#8221;, avalia Fontes.</p>
<p>A pesquisa também identificou uma pequena redução no acesso à internet entre crianças de 10 a 13 anos, independentemente do dispositivo utilizado. O percentual passou de 84,9% para 84,4% entre 2024 e 2025. Entre aquelas que continuam sem acesso à rede, a justificativa mais frequente é a falta de necessidade. Em seguida, aparece novamente a preocupação com privacidade e segurança.</p>
<p>Assim como ocorreu na posse de celulares, essa diminuição foi exclusiva da faixa de 10 a 13 anos. Entre adolescentes de 14 a 19 anos, o acesso à internet permaneceu estável, enquanto, na população como um todo, o índice avançou de 89,2% para 90,5%.</p>
<p>Outro destaque do levantamento foi o crescimento do uso de tecnologia entre os brasileiros com mais de 60 anos. Em 2025, 74,5% dos idosos utilizavam a internet, resultado 4,4 pontos percentuais superior ao registrado em 2024 e mais de 29 pontos acima do observado em 2019. A proporção de pessoas dessa faixa etária que possuem celular também aumentou, passando de 78,3% para 80,3% em um ano.</p>
<p>Entre os idosos que ainda permanecem desconectados, a principal dificuldade apontada é a falta de conhecimento para utilizar tanto a internet quanto o aparelho celular.</p>
<p>Mas, como destaca o analista Gustavo Fontes, é cada vez mais difícil viver fora da rede. &#8220;A internet está cada vez mais inserida no cotidiano. Muitos serviços hoje são feitos pela internet, então existe um certo estímulo para os idosos buscarem utilizá-la.&#8221;</p>
<p>O levantamento mostra que a ampliação do acesso acompanha a maior oferta de serviços digitais. Em 2025, 74,2% dos usuários da internet utilizaram a rede para acessar bancos ou outras instituições financeiras, crescimento de 14,4 pontos percentuais em relação a 2022. Já o uso de serviços públicos online passou de 33,2% para 41,1% no mesmo período.</p>
<p>Pela primeira vez, mais da metade das pessoas conectadas informou realizar compras ou encomendar produtos e serviços pela internet. O percentual subiu de 47,9% para 52,7%.</p>
<p>Entre as atividades mais comuns realizadas na internet, conversar por chamadas de voz ou vídeo lidera o ranking, sendo prática de 95,3% dos usuários. Em seguida aparecem o envio de mensagens de texto, voz e imagens por aplicativos, mencionado por 90,2%, e o consumo de vídeos, incluindo programas, filmes e séries, hábito registrado por 89,3% da população conectada.</p>
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		<title>Mais de 20 milhões de brasileiros ainda estão fora da internet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-20-milhoes-de-brasileiros-ainda-estao-fora-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 14:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos desconectados, ou cerca de 9,3 milhões de pessoas.</p>
<p>Os dados são do suplemento de tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A coleta foi feita no último trimestre de 2024, com base nos hábitos dos entrevistados nos 90 dias anteriores.</p>
<p>O analista do IBGE, Gustavo Geaquinto Fontes, destaca que, embora o acesso esteja em expansão, o desconhecimento ainda é um entrave, especialmente entre os idosos. Nessa faixa etária, 66,1% dos que não usam a internet disseram que não sabem como mexer.</p>
<p>Ainda assim, os números mostram avanço da inclusão digital: 168 milhões de brasileiros usam a internet, o que representa 89,1% da população com 10 anos ou mais.</p>
<p><strong>Desigualdade educacional e etária</strong></p>
<p>O levantamento mostra que a exclusão digital é mais acentuada entre idosos e pessoas com menor escolaridade. Mais da metade dos que não acessam a internet (52,1%) têm 60 anos ou mais, e 73,4% têm até o ensino fundamental completo ou nenhuma instrução.</p>
<p>Outros motivos apontados para a não utilização da internet incluem falta de necessidade (em alta entre os mais jovens) e custos com serviço ou equipamento — embora este último fator venha perdendo relevância. Em 2024, 10,9% mencionaram essa razão, frente a 16,2% em 2022.</p>
<p><strong>Segurança e privacidade em foco</strong></p>
<p>Entre adolescentes de 10 a 13 anos, a principal justificativa para não utilizar a internet foi &#8220;falta de necessidade&#8221; (33,9%). Já a preocupação com privacidade ou segurança ganhou destaque: 22,5% dos entrevistados citaram esse receio em 2024, ante 15,6% em 2022.</p>
<p>A mesma preocupação aparece como motivo para 24,1% dos jovens dessa faixa etária não possuírem telefone celular — índice que era de 17,2% em 2022.</p>
<p>Fontes do IBGE apontam que essa decisão nem sempre parte dos próprios jovens. “Pode refletir também a preocupação dos próprios pais ou responsáveis. Apesar de ser um equipamento importante para comunicação, é uma preocupação de pais”, explica Gustavo Fontes.</p>
<p><strong>Iniciativa para proteção online</strong></p>
<p>Com foco na proteção da infância na era digital, a organização Childhood Brasil lançou uma cartilha com dicas e orientações para garantir segurança na internet para crianças e adolescentes. O material está disponível online para acesso gratuito.</p>
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		<title>Idosos conectados: acesso à internet quase quadruplica em oito anos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/idosos-conectados-acesso-a-internet-quase-quadruplica-em-oito-anos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em termos proporcionais, o uso da internet por pessoas com 60 anos ou mais passou de 44,8% em 2016 para 69,8% em 2024. Ainda assim, os idosos seguem como o grupo etário que menos utiliza a rede.</p>
<p>Para o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, o crescimento reflete uma maior inserção digital da terceira idade diante da digitalização dos serviços. “A internet tem feito cada vez mais parte do cotidiano da sociedade. Muitos serviços são acessados online, a comunicação ocorre pela internet e, muitas vezes, é até uma necessidade profissional”, explica.</p>
<p>A pesquisa foi realizada no último trimestre de 2024 e ouviu brasileiros sobre seus hábitos nos 90 dias anteriores à entrevista. O levantamento mostra que 87,9% dos idosos conectados acessam a internet todos os dias.</p>
<table class="aligncenter" style="width: 55.7934%; height: 343px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 99.8165%;" colspan="2"><strong>Evolução do acesso à internet (percentual da população com 10 anos ou mais)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2016</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">66,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2017</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">71,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2018</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">76,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2019</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">79,5%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2020*</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;"> –</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2021</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">84,7%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2022</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">87,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2023</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">88%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2024</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">89,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10px;"><em>*Por causa da pandemia de covid-19, a pesquisa não foi realizada em 2020</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Internet para quase todos</strong></p>
<p>Em 2024, 168 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais usaram a internet, o que representa 89,1% da população nesta faixa etária. Desse total, 95,2% acessam a rede diariamente — apenas 0,6% usam menos de uma vez por semana.</p>
<p>O celular continua sendo o principal meio de conexão, usado por 98,8% dos internautas. Já o uso de computadores caiu significativamente: de 63,2% em 2016 para 33,4% em 2024. Por outro lado, o uso de televisores para acessar a rede disparou, passando de 11,3% para 53,5% no mesmo período.</p>
<p><strong>Conexão nas casas e nas zonas rurais</strong></p>
<p>Dos 80 milhões de domicílios brasileiros, 93,6% (74,9 milhões) têm acesso à internet — avanço considerável em relação aos 70,9% registrados em 2016. A grande maioria dessas conexões (99,9%) é feita por meio de banda larga, seja fixa ou móvel.</p>
<p>A pesquisa também mostra desigualdades regionais. Nas áreas urbanas, 94,7% das casas estão conectadas, contra 84,8% das áreas rurais. Apesar disso, o uso da internet cresceu de forma acelerada no campo, aproximando-se da realidade urbana.</p>
<p>Fontes do IBGE ressaltam que o acesso à rede por moradores da zona rural pode ocorrer fora de casa, como em locais de trabalho ou espaços públicos com conexão.</p>
<p><strong>Dispositivos inteligentes em alta</strong></p>
<p>O estudo também captou o crescimento da chamada “internet das coisas”. Dispositivos como câmeras, lâmpadas, caixas de som, ar-condicionado e geladeiras conectadas à internet estão presentes em 18,1% dos domicílios em 2024 — avanço em relação aos 14,3% de 2022. Nas cidades, esse percentual chega a 19,1%; no campo, é de 8,8%.</p>
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		<title>Número de brasileiros que usam banco pela internet cresce 22 milhões em dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. O número representa 71,2% dos brasileiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE.</p>
<p>O número representa 71,2% dos brasileiros com acesso à internet (168 milhões). Em 2022, o percentual era de 60,1%; em 2023, 66,7%.</p>
<p>Segundo o analista do IBGE Gustavo Fontes, o crescimento foi “muito rápido”. “Foram 11,1 pontos percentuais em dois anos, o que é bastante significativo”, destacou.</p>
<h3>Pix e bancarização impulsionam alta</h3>
<p>Embora a pesquisa não detalhe quais serviços foram realizados, os analistas apontam o avanço da bancarização e a popularização do Pix como principais fatores. Criado em 2020, o Pix já conta com 159,9 milhões de pessoas físicas cadastradas, segundo o Banco Central.</p>
<p>De acordo com o IBGE, a facilidade de acesso via aplicativos bancários e o crescimento no número de contas ativas no país — 202,5 milhões até junho deste ano, contra 188,3 milhões no fim de 2022 — também explicam o salto.</p>
<h3>Cresce também o uso de serviços públicos online</h3>
<p>A pesquisa mostra ainda que 65,2 milhões de brasileiros acessaram serviços públicos via internet em 2024 — 11 milhões a mais que em 2022. O percentual passou de 33,4% para 38,8% dos usuários conectados.</p>
<p>Também houve aumento nas compras online: 48,1% dos internautas compraram ou encomendaram algo pela internet em 2024, contra 42% em 2022.</p>
<h3>Mudança no uso principal da internet</h3>
<p>A principal atividade dos brasileiros na internet passou a ser chamadas de voz ou vídeo, realizadas por 95% dos usuários — superando o envio de mensagens por apps como o WhatsApp, que caiu de 95,8% (em 2019) para 90,2% (em 2024).</p>
<h3>Bets ainda fora da pesquisa</h3>
<p>Apesar da explosão do uso de plataformas de apostas online (bets), o IBGE ainda não coleta esse dado de forma específica. Um estudo da Anbima estima que 23 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma aposta digital em 2024 — o equivalente a 15% da população com 16 anos ou mais.</p>
<p>O IBGE admite que a questão pode entrar em futuras edições da Pnad, diante da relevância crescente do tema.</p>
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