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	<title>Teatro Poeirinha &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Teatro Poeirinha &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Fernanda Montenegro se emociona ao rever trajetória de Ítala Nandi no palco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 23:07:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[O reencontro entre duas gigantes do teatro brasileiro foi marcado por emoção, memória e reverência. De volta ao Brasil após uma temporada em Portugal, Fernanda Montenegro compareceu à apresentação do monólogo “Paixão Viva”, estrelado por Ítala Nandi, no Teatro Poeirinha, em Botafogo, Rio de Janeiro. Ao final da sessão, visivelmente comovida, Fernanda declarou, com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee/" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>O reencontro entre duas gigantes do teatro brasileiro foi marcado por emoção, memória e reverência. De volta ao Brasil após uma temporada em Portugal, Fernanda Montenegro compareceu à apresentação do monólogo “Paixão Viva”, estrelado por Ítala Nandi, no Teatro Poeirinha, em Botafogo, Rio de Janeiro. Ao final da sessão, visivelmente comovida, Fernanda declarou, com a voz embargada, sentir &#8220;saudade&#8221; do tempo em que conheceu Ítala, nos anos 1960, quando contracenaram em <em>O Beijo no Asfalto</em>, de Nelson Rodrigues — uma montagem que marcaria para sempre a história do teatro nacional.</p>
<figure id="attachment_83636" aria-describedby="caption-attachment-83636" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83636" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Fernanda-Montenegro-se-emociona-ao-rever-trajetoria-de-Itala-Nandi-no-palco-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C533&#038;ssl=1" alt="Fernanda Montenegro Se Emociona Ao Rever Trajetória De Ítala Nandi No Palco - Expresso Carioca" width="400" height="533" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Fernanda-Montenegro-se-emociona-ao-rever-trajetoria-de-Itala-Nandi-no-palco-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Fernanda-Montenegro-se-emociona-ao-rever-trajetoria-de-Itala-Nandi-no-palco-Expresso-Carioca-1.webp?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/19-Fernanda-Montenegro-se-emociona-ao-rever-trajetoria-de-Itala-Nandi-no-palco-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-83636" class="wp-caption-text">Ítala Nandi em “Paixão Viva” &#8211; Foto: Divulgação/ Guilherme Scarpa</figcaption></figure>
<p>Na peça dirigida por Evaldo Mocarzel, Ítala revisita episódios marcantes de sua vida e carreira, entre eles o momento íntimo em que Fernanda descobriu estar grávida de seu primeiro filho, Cláudio Torres, durante uma temporada em Porto Alegre. A notícia foi compartilhada primeiro com Ítala, em um tempo em que Fernanda já tentava engravidar havia dez anos. O relato, narrado com afeto, emocionou também o público, que aplaudiu de pé o reencontro das duas atrizes em cena aberta.</p>
<blockquote><p><span data-olk-copy-source="MessageBody">“O espetáculo é uma participação cultural essencial, uma viagem existencial rica pela vida realizada de Ítala. Vi muitos de seus espetáculos. Ela lutou e ganhou muitas batalhas”, elogiou Fernanda ao final da sessão, abraçando a amiga.</span></p></blockquote>
<p>Aos 82 anos, Ítala Nandi reconstrói no palco sua trajetória de 65 anos de teatro, desde sua atuação revolucionária no Teatro Oficina — onde protagonizou a primeira cena de nu frontal da história do palco brasileiro, em <em>Na Selva das Cidades</em> (1969) — até sua participação recente no filme <em>Clube das Mulheres de Negócios</em>, de Anna Muylaert, no qual também protagonizou uma cena ousada, reafirmando sua liberdade criativa e política no corpo.</p>
<p>Ítala compartilha ainda bastidores curiosos da TV, como a decisão de matar a personagem Madeleine, vivida por ela na primeira versão de <em>Pantanal</em>, na Rede Manchete. “Pedi ao Jayme Monjardim, porque meu roteiro para filmar <em>Índia, Caminho dos Deuses</em> havia sido aprovado pelo governo indiano. Precisava embarcar. Acabei me tornando coautora da novela”, conta, com humor.</p>
<p>Ao lado do público, Ítala e Fernanda recordaram a época em que ser ator no Brasil era profissão marginalizada. <span data-olk-copy-source="MessageBody">“Tínhamos carteira profissional como prostitutas. Até que Dulcina de Moraes conseguiu com o Getúlio Vargas que mudassem para comerciários, inicialmente”, </span>relembrou Fernanda.</p>
<p>“Paixão Viva” segue em cartaz até 29 de junho, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e domingos, às 19h, no Teatro Poeirinha. A produção é assinada por Dobbs Scarpa. Um espetáculo que celebra não só uma carreira, mas a memória viva do teatro brasileiro.</p>
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		<title>“Aqueles que deixam Omelas” retorna ao Teatro Poeirinha com João Pedro Zappa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 23:59:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Aqueles que deixam Omelas]]></category>
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					<description><![CDATA[O espetáculo “Aqueles que deixam Omelas”, baseado no conto homônimo da aclamada autora americana Ursula K. Le Guin, retorna para uma nova temporada no Teatro Poeirinha, em Botafogo, a partir de 14 de janeiro. Com direção de João Maia P e atuação solo de João Pedro Zappa, a peça explora as contradições de uma sociedade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80749 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Logo_Entrete_200.png?resize=200%2C91&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="91" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Logo_Entrete_200.png?w=200&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Logo_Entrete_200.png?resize=150%2C68&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />O espetáculo “Aqueles que deixam Omelas”, baseado no conto homônimo da aclamada autora americana Ursula K. Le Guin, retorna para uma nova temporada no Teatro Poeirinha, em Botafogo, a partir de 14 de janeiro. Com direção de João Maia P e atuação solo de João Pedro Zappa, a peça explora as contradições de uma sociedade utópica que oculta um segredo sombrio, provocando reflexões filosóficas e morais sobre justiça, liberdade e sacrifício. As apresentações acontecem às terças e quartas-feiras, às 20h.</p>
<figure id="attachment_80854" aria-describedby="caption-attachment-80854" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-80854" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/16-Aqueles-que-deixam-Omelas-retorna-ao-Teatro-Poeirinha-com-Joao-Pedro-Zappa-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C534&#038;ssl=1" alt="Aqueles Que Deixam Omelas Retorna Ao Teatro Poeirinha Com João Pedro Zappa - Expresso Carioca" width="400" height="534" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/16-Aqueles-que-deixam-Omelas-retorna-ao-Teatro-Poeirinha-com-Joao-Pedro-Zappa-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/16-Aqueles-que-deixam-Omelas-retorna-ao-Teatro-Poeirinha-com-Joao-Pedro-Zappa-Expresso-Carioca-1.webp?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/16-Aqueles-que-deixam-Omelas-retorna-ao-Teatro-Poeirinha-com-Joao-Pedro-Zappa-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-80854" class="wp-caption-text">&#8220;Aqueles Que Deixam Omelas&#8221; &#8211; Foto: Beatriz Salgado</figcaption></figure>
<h3><strong>O enigma de Omelas</strong></h3>
<p>A narrativa acompanha um viajante solitário que percorre o mundo compartilhando a história de Omelas, uma cidade aparentemente perfeita, onde a beleza e a liberdade convivem com uma trágica realidade oculta. No palco, o personagem desafia o público a confrontar suas próprias visões de moralidade e responsabilidade. Como explica o ator João Pedro Zappa:</p>
<blockquote><p>“O que é Omelas? Uma cidade fictícia ou nossa própria realidade cotidiana? O texto planta uma indagação no espectador, que será única para cada pessoa.”</p></blockquote>
<h3><strong>Paradoxos e reflexões</strong></h3>
<p>Inspirado no conto de Ursula K. Le Guin, o espetáculo mescla a leveza de uma fábula com a densidade de questões filosóficas. Em seu relato, o viajante revela o paradoxo de Omelas, uma cidade onde a felicidade de muitos depende do sofrimento de poucos. Com uma linguagem direta e imagética, a encenação conduz o público a um espelho metafórico, onde cada um se percebe parte integrante dessa distopia.</p>
<h3><strong>Minimalismo e intensidade</strong></h3>
<p>Em sua estreia na direção teatral, João Maia P opta por uma abordagem minimalista, com cenografia e figurino simples, que destacam a performance do ator e o poder do texto. “Omelas nos desafia a quebrar a ilusão da utopia para encarar a complexidade da construção de uma sociedade justa,” reflete o diretor.</p>
<h3><strong>Sobre João Pedro Zappa</strong></h3>
<p>João Pedro Zappa nasceu no Rio de Janeiro em 1988 e começou cedo a estudar teatro, no Tablado, onde permaneceu de 2002 a 2010 e na Faculdade da Cidade, onde ingressou no bacharelado em Teatro. No cinema, atuou em 14 longas-metragens e inúmeros curtas. Estes filmes lhe renderam prêmios e indicações nos maiores festivais de cinema do Brasil e do exterior. Em 2008, estreou seu primeiro longa, “Ressaca” (2009, Dir Bruno Vianna), pelo qual recebeu o prêmio de melhor ator no Festival-Cine-Esquema-Novo. Com o longa “Boa Sorte” (2014, Dir. Carolina Jabor), foi indicado ao Prêmio Guarani de melhor ator revelação. Em 2017, a cinebiografia “Gabriel e a Montanha” (Dir. Felipe Barbosa), que estreou com dois prêmios na Semana da Crítica em Cannes, lhe rendeu elogios nos meios de comunicação nacionais e internacionais, além da indicação como melhor ator no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, dentre outras indicações. Em 2021, ganhou o prémio de Melhor Interpretação por “Noites de Alface” (Dir. Zeca Ferreira) no 28º Festival de Cinema de Vitória. No streaming e na TV, atuou em séries e novelas como “Santos Dumont” (2019, em que dá vida ao icônico personagem título, originalmente para a HBO, agora disponível na TV Brasil), “Reality Z” (2020, Netflix), “Nos Tempos Do Imperador” (2021, TV Globo), “Betinho &#8211; No Fio da Navalha” (2023, Globoplay) e “Raul Seixas – Metamorfose Ambulante” (a lançar, Globoplay). No teatro, participou de dez peças profissionais e foi indicado em 2015 ao prêmio FITA de melhor ator por sua atuação na premiada peça “A importância de ser perfeito”, texto de Oscar Wilde.</p>
<h3><strong>Sobre João Maia P</strong></h3>
<p>João Maia P é artista: poeta, performer, e profissional do teatro e do cinema. Formado em cinema pela PUC-Rio em 2011, João estreou seu primeiro longa, “XamãPunk”, na Mostra de Cinema de Tiradentes 2023 – Mostra Aurora. É também preparador de elenco, tendo trabalhado em séries como “Arcanjo Renegado – 2ª Temporada”, e “O Dono do Lar – 3ª temporada” (coach infantil). Ele dá aulas regulares no Rio e em São Paulo de uma técnica exclusiva no Brasil – o Parateatro de Antero Alli. João também faz performances onde pesquisa as interseções entre estados de percepção e paisagens sonoras, trabalho que desenvolveu ao lado de artistas como Machina Coletivo, Vincent Moon, Luisa Lemgruber dentre outros. Além disso, João já trabalhou extensivamente como assistente de direção de diretores teatrais renomados (Cristina Moura, Ernesto Piccolo, Adriana Maia, Emilio de Mello); e na área de cinema já fez assistência e pesquisa em documentários para nomes como Eduardo Coutinho e João Jardim.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Espetáculo:</strong> “Aqueles que deixam Omelas”</p>
<ul>
<li><strong>Texto:</strong> Ursula K. Le Guin</li>
<li><strong>Direção:</strong> João Maia P</li>
<li><strong>Elenco:</strong> João Pedro Zappa</li>
<li><strong>Data:</strong> De 14 de janeiro a 28 de fevereiro de 2024</li>
<li><strong>Horário:</strong> Terças e quartas-feiras, às 20h</li>
<li><strong>Local:</strong> Teatro Poeirinha</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Rua São João Batista, 104 &#8211; Botafogo, Rio de Janeiro/RJ</li>
<li><strong>Classificação:</strong> 12 anos</li>
<li><strong>Ingressos:</strong> R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)</li>
</ul>
<p>Não perca essa oportunidade de se conectar com a profunda e instigante reflexão que “Aqueles que deixam Omelas” oferece.</p>
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		<item>
		<title>Complexo Negra Palavra ocupa o Teatro Poeirinha por dois meses</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/complexo-negra-palavra-ocupa-o-teatro-poeirinha-por-dois-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 17:31:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo Negra Palavra]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Poeirinha]]></category>
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					<description><![CDATA[O Teatro Poeirinha recebe a partir do dia 29 de junho uma ocupação artística realizada pelo Complexo Negra Palavra, que apresentará dois espetáculos de sucesso no cenário teatral carioca. “Pelada &#8211;  A hora da Gaymada”, escrito por Eudes Veloso e sob direção geral de Orlando Caldeira, que desenvolveu a dramaturgia com Eudes e Patrick Sonata, e “Negra Palavra – Solano Trindade” com direção do idealizador e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Teatro Poeirinha</strong> recebe a partir do dia <strong>29 de junho</strong> uma ocupação artística realizada pelo <strong>Complexo Negra Palavra</strong>, que apresentará dois espetáculos de sucesso no cenário teatral carioca. <strong>“<em>Pelada &#8211;  A hora da Gaymada</em>”</strong>, escrito por <strong>Eudes Veloso</strong> e sob direção geral de <strong>Orlando Caldeira,</strong> que desenvolveu a dramaturgia com <strong>Eudes e Patrick Sonata</strong>, e <strong>“<em>Negra Palavra – Solano Trindade</em></strong>” com direção do idealizador e roteirista <strong>Renato Farias e Orlando Caldeira</strong>, que também assina a direção de movimento. A temporada vai <u>até dia 27 de agosto</u>.</p>
<p>O <strong>Complexo Negra Palavra</strong> nasceu com a criação do espetáculo homônimo sobre a vida e obra de Solano Trindade. Com 4 anos de existência, tem em seu repertório ainda um terceiro espetáculo, “O Amor de Mulambo”, um solo de Leá Cunha, com direção de Cátia Costa e Renato Farias; desenvolveu sua própria roda de samba, o “Samba do Negra”; e trabalha na elaboração de dois novos projetos para dar sequência a suas linhas de pesquisa: poesia e dramaturgias próprias.</p>
<figure id="attachment_60374" aria-describedby="caption-attachment-60374" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-60374" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=1024%2C730&#038;ssl=1" alt="Complexo Negra Palavra Ocupa O Teatro Poeirinha Por Dois Meses - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1024" height="730" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=768%2C548&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=350%2C250&amp;ssl=1 350w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/06/21-Complexo-Negra-Palavra-ocupa-o-Teatro-Poeirinha-por-dois-meses-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=750%2C535&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-60374" class="wp-caption-text">Foto: Maria Clara Oliveira</figcaption></figure>
<p><strong>“Pelada – A hora da Gaymada”</strong> é uma peça escrita por <strong>Eudes Veloso</strong>, com direção geral, direção de movimento e idealização de <strong>Orlando Caldeira </strong>e direção musical e trilha sonora de <strong>Muato</strong>, que traz na raiz o tom de comédia para contar uma típica história do subúrbio carioca. Um espetáculo de teatro com números de circo e musical, costurado por projeção de imagens e exibição de um minidocumentário. Uma parceria do Coletivo Preto com o Complexo Negra Palavra.</p>
<p>Do cruzamento da clássica pelada heterossexual com a “gaymada” (adaptação do tradicional “jogo de queimado” pelos gays periféricos), a montagem apresenta os bastidores da disputa de dois times pelo uso do Campo do Furão &#8211; um campo que existe, de fato, em Olaria – antes que uma empreiteira o compre. Um embate entre o conservadorismo de um campo tradicionalmente de futebol e o desejo da realização do primeiro Campeonato de Gaymada em Olaria. O espetáculo ficará em cartaz às <strong>quintas </strong>e <strong>sextas-feiras</strong>, sempre às <strong>21h</strong>.</p>
<p>“A gente escolhe, a partir do riso, mostrar o ridículo do ser humano. Nesse caso, estamos falando do ridículo desta heterossexualidade que precisa ser revisada e que só atrapalha o desenvolvimento pessoal de cada um, inclusive do homem hétero a expressar suas subjetividades. E como este comportamento também é violento com o corpo da mulher, do gay e das pessoas transexuais, escolhemos o riso para mostrar o ridículo e fazer esta análise”, antecipa o diretor Orlando Caldeira.</p>
<p>Já o espetáculo &#8220;<strong>Negra Palavra I Solano Trindade&#8221;</strong>, que ocupa a sala aos <strong>sábados </strong>(21h) e <strong>domingos</strong> (19h), celebra a obra desse poeta pernambucano, ativista político, ator de cinema, artista plástico, pesquisador de culturas populares e homem de teatro.  Conhecido como Poeta do Povo, Solano foi, e segue sendo, uma referência fundamental na luta por igualdade no país. Vida e obra do poeta transformam-se em teatro através de uma narrativa composta exclusivamente por poemas. A pesquisa, chamada poema-em-cena, é realizada pela Cia de Teatro Íntimo, que completa 18 anos em 2023. A parceria com o Coletivo Preto traz um olhar sofisticado sobre o corpo do ator negro em cena.</p>
<p>O espetáculo redimensiona a poesia de Solano, dando um basta a seu apagamento histórico. Corpo, música e poesia se entrelaçam para representar uma só história: tanto a do poeta, em seu tempo, como a dos homens negros contemporâneos, aqui e agora. “O maior desafio &#8211; e creio que, também, a grande força desse trabalho &#8211; veio da percepção de que as poesias de Solano são profundamente atuais”, afirma Renato Farias, roteirista e um dos diretores do espetáculo.</p>
<p>Encenada originalmente por 10 atores antes da pandemia, o elenco passou por uma adaptação na retomada em 2021. A atriz Leá Cunha fez a transição de gênero durante o período em que as atividades culturais estavam suspensas em 2020 e, assim como nasceu socialmente, nasceu também no elenco do espetáculo. Poeticamente, podemos dizer que ganhamos a representação da figura mais importante da vida de Solano, Margarida, sua esposa.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>CPX NEGRA PALAVRA em DOSE DUPLA / TEATRO POEIRINHA</strong></p>
<p><u>Temporada</u>:  29 de junho a 27 de agosto</p>
<p>&#8211; Não haverá apresentação nos dias 22 e 23 de Julho &#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“PELADA – A HORA DA GAYMADA”</strong></p>
<p>Quintas e sextas, 21h.</p>
<p><u>Duração</u>: 60 minutos</p>
<p><u>Classificação Indicativa</u>: 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong>NEGRA PALAVRA – SOLANO TRINDADE</strong>”</p>
<p>Sábado, 21h; Domingo, 19h.</p>
<p><u>Duração</u>: 60 minutos</p>
<p><u>Classificação Indicativa</u>: 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>Onde</u>: Teatro Poeirinha</p>
<p><u>Endereço</u>: Rua São João Batista, 104 &#8211; Botafogo</p>
<p><u>Ingressos</u><strong>: </strong>R$ 60 (inteira) R$ 30 (meia-entrada)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>FICHA TÉCNICA</u> – “<em>PELADA, A HORA DA GAYMADA”</em></strong></p>
<p><strong>Direção Geral, Direção de Movimento, Argumento e Idealização | </strong>ORLANDO CALDEIRA</p>
<p><strong>Texto | </strong>EUDES VELOSO</p>
<p><strong>Dramaturgia | </strong>EUDES VELOSO, ORLANDO CALDEIRA e PATRICK SONATA</p>
<p><strong>Diretor Assistente | </strong>JORGE OLIVEIRA</p>
<p><strong>Assistente de Direção | </strong>RITA DIAS</p>
<p><strong>Elenco | </strong>ADRIANO TORRES . ALEH SILVA . DJEFERSON MENDES . DIGÃO RIBEIRO . EUDES VELOSO . GUILHERME CANELLAS . IPOJUCAN . LUCAS SAMPAIO . RAPHAEL ELIAS . RODRIGO ÁTILA</p>
<p><strong>Direção Musical, Percussão Corporal e Trilha Sonora | </strong>MUATO</p>
<p><strong>Direção de Arte | </strong>RAPHAEL ELIAS</p>
<p><strong>Cenografia | </strong>UIRÁ CLEMENTE</p>
<p><strong>Assistente de Cenografia |</strong> RAQUEL CLEMENTE</p>
<p><strong>Figurino | </strong>JÚLIA MARQUES</p>
<p><strong>Assistente de Figurino | </strong>CLARA GARRITANO</p>
<p><strong>Iluminador | </strong>PEDRO CARNEIRO</p>
<p><strong>Operador de Luz |</strong> BRUNO ARAGÃO</p>
<p><strong>Assistente de Iluminação |  </strong>DIOGO NUNES</p>
<p><strong>Fotografia | </strong>MARIA CLARA OLIVEIRA</p>
<p><strong>Redes Sociais | </strong>CAROLINE FRIZEIRO</p>
<p><strong>Projeto Gráfico | </strong>RAQUEL ALVARENGA</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa | </strong>MARROM GLACÊ ASSESSORIA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MINI DOC e VÍDEOS</strong></p>
<p><strong>Roteiro | </strong>ORLANDO CALDEIRA</p>
<p><strong>Direção | </strong>MARCELA RODRIGUES e ORLANDO CALDEIRA</p>
<p><strong>Câmera | </strong>MARCELA RODRIGUES e THAYSA LOTA</p>
<p><strong>Operação de Drone | </strong>KARAN CABRAL</p>
<p><strong>Técnico de Som |  </strong>TON OLIVEIRA</p>
<p><strong>Assistência de Som |  </strong>PAMELA MONTEIRO</p>
<p><strong>Trilha Sonora |  </strong>MUATO</p>
<p><strong>Roteiro, Montagem e Edição |  </strong>EUDES VELOSO</p>
<p><strong>Edição e Finalização |  </strong>THAYSA LOTA</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Produção Executiva | </strong>FERNANDA XAVIER e JORGE OLIVEIRA</p>
<p><strong>Direção de Produção | </strong>EUDES VELOSO</p>
<p><strong>Parceria | </strong>COLETIVO PRETO e COMPLEXO NEGRA PALAVRA</p>
<p><strong>Realização |  </strong>SAIDEIRA PRODUÇÕES</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>FICHA TÉCNICA</u> – “<em>NEGRA PALAVRA | SOLANO TRINDADE”</em></strong></p>
<p><strong>Idealização |</strong>  RENATO FARIAS</p>
<p><strong>Poesias | </strong> SOLANO TRINDADE</p>
<p><strong>Roteiro |  </strong>RENATO FARIAS</p>
<p><strong>Direção Artística |</strong>  ORLANDO CALDEIRA E RENATO FARIAS</p>
<p><strong>Elenco |</strong>  ADRIANO TORRES . ANDRÉ AMÉRICO . EUDES VELOSO . JOÃO MANOEL . JORGE OLIVEIRA . LEÁ CUNHA . LUCAS SAMPAIO . RAPHAEL ELIAS . RODRIGO ÁTILA  . THIAGO HYPÓLITO</p>
<p><strong>Direção Musical e Percussão Corporal |</strong>  MUATO</p>
<p><strong>Direção de Movimento |</strong>  ORLANDO CALDEIRA</p>
<p><strong>Direção de Atores – Ensaios |</strong>  DRAYSON MENEZZES</p>
<p><strong>Assistência de Direção |</strong>  THATI MOREIRA</p>
<p><strong>Direção de Arte | </strong> RAPHAEL ELIAS</p>
<p><strong>Figurino | </strong> JULIA MARQUES</p>
<p><strong>Iluminação |</strong>  RAFAEL SIEG</p>
<p><strong>Designer | </strong> VITOR MONIZ</p>
<p><strong>Redes Sociais |</strong>  CAROLINE FRIZEIRO</p>
<p><strong>Produção Executiva |</strong>  FERNANDA XAVIER e JORGE OLIVEIRA</p>
<p><strong>Direção de Produção | </strong> EUDES VELOSO</p>
<p><strong>Parceria |</strong>  COLETIVO PRETO e COMPANHIA DE TEATRO ÍNTIMO</p>
<p><strong>Realização | </strong> SAIDEIRA PRODUÇÕES</p>
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		<title>Texto inédito e premiado, “DO OUTRO LADO DO MAR” estreia no Teatro Poeirinha</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/texto-inedito-e-premiado-do-outro-lado-do-mar-estreia-no-teatro-poeirinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 02:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[DO OUTRO LADO DO MAR]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Poeirinha]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de 06 de outubro, o público carioca terá acesso à primeira montagem brasileira de “Do outro lado do mar”, texto inédito da aclamada autora salvadorenha Jorgelina Cerritos. Dirigido por Marcio Meirelles, que estreou a peça no começo do ano em Salvador, terra natal dele e dos atores Andrea Elia e Edu Coutinho, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 40px;">A partir de <strong>06 de outubro</strong>, o público carioca terá acesso à <strong>primeira montagem brasileira</strong> de “<strong>Do outro lado do mar</strong>”, texto inédito da aclamada autora salvadorenha <strong>Jorgelina Cerritos</strong>. Dirigido por <strong>Marcio Meirelles</strong>, que estreou a peça no começo do ano em Salvador, terra natal dele e dos atores <strong>Andrea Elia</strong> e <strong>Edu Coutinho</strong>, o espetáculo aporta no <strong>Teatro Poeirinha</strong> <u>até o dia 30 de outubro</u> contando ainda com trilha sonora executada ao vivo por <strong>Ramon Gonçalves</strong>. Montada em países como Cuba, Guatemala, Costa Rica e Estados Unidos, a peça ganhou sua primeira tradução para o português pelas mãos de Edu com a colaboração de Marcio. Montada pela <strong>Companhia Teatro dos Novos</strong> junto ao <strong>Toró Teatro</strong>, essa é também <strong>a primeira versão no país de uma obra de Jorgelina</strong> que, em 2010, conquistou o importante prêmio <strong>Casa de las Américas</strong> pela dramaturgia deste texto, originalmente intitulado “<em>Al otro lado del mar</em>”.</p>
<figure id="attachment_53093" aria-describedby="caption-attachment-53093" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-53093" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="Texto Inédito E Premiado, “DO OUTRO LADO DO MAR” Estreia No Teatro Poeirinha - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-53093" class="wp-caption-text">Edu Coutinho, Marcio Meirelles e Andrea Elia &#8211; Foto: João Milet Meirelles</figcaption></figure>
<p>A trama se desenvolve em uma praia deserta, onde foi instalado um balcão de atendimento de um cartório municipal. Ali, uma funcionária pública dedicada e prestes a se aposentar espera sozinha alguém que apareça precisando do seu trabalho. De um barco chega um homem jovem, sem nome ou sobrenome, que não sabe onde nasceu, em busca da emissão de um documento que comprove a sua existência. Assim surge uma história carregada de poesia que, com aparente simplicidade, provoca uma profunda reflexão sobre o trabalho, a solidão e a identidade. Assista ao teaser do espetáculo: <a href="https://youtu.be/LsBalAKiGvg%20">https://youtu.be/LsBalAKiGvg%20</a> .</p>
<p>“A peça parte do conflito de um jovem personagem que, por não ter certidão de nascimento, oficialmente não existe. Embora pareça absurda, essa situação é realidade para 3 milhões de brasileiros e brasileiras que, sem registro civil, não têm acesso aos direitos mais básicos, como por exemplo o atendimento nos sistemas de saúde e educação”, comenta o ator Edu Coutinho. Ele lembra que, além do sentido literal do documento de identificação, o conceito de identidade é abordado pela obra em seus múltiplos significados e simbologias. “É um texto que capta o público pela beleza, pela poesia, e que aos poucos vai o fazendo pensar sobre os diferentes lugares sociais que as pessoas ocupam ou são levadas a ocupar”, ressalta.</p>
<p>Para Marcio Meirelles, que celebra este ano seus <strong>50 anos de carreira</strong>, a montagem é um marco deste seu momento profissional. “Estou envolvido com a peça desde o começo do ano, quando fizemos a transliteração e a reposição na cena presencial desse espetáculo que foi criado para uma cena virtual. Todo esse encontro com Edu, Andrea e equipe já é uma celebração, e estar no Rio é sempre uma celebração &#8211; principalmente no Poeirinha, esse teatro que tem uma relação de irmandade com o Teatro Vila Velha (BA) e o Teatro Oficina (SP), entre tantos outros. É um lugar onde eu me encontro como artista, como cidadão, como gente, como ser humano”, entusiasma-se.</p>
<p>O diretor considera ainda que montagem tem muitas nuances, camadas, profundidades. “É uma peça sobre a identidade que você tem e a identidade que você é obrigado a ter. As imposições sociais, as estruturas, o sistema que impõe identidades e o que isso provoca em pessoas diferentes. Uma peça que fala daquelas pessoas que estão à margem e daquelas que fazem parte do sistema de alguma forma, mesmo que dentro do sistema estejam em uma posição marginalizada. Esse é o caso de Dorotéia, que é uma pessoa à margem dentro de um sistema. Já o Pescador é um personagem à margem do sistema, à margem de tudo, ele vive do outro lado do mar. E esse mar é uma infinidade de coisas, uma infinidade de conteúdos, é uma imensa profundidade azul, como o mar é”, reflete.</p>
<figure id="attachment_53094" aria-describedby="caption-attachment-53094" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-53094" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=1200%2C800&#038;ssl=1" alt="Texto Inédito E Premiado, “DO OUTRO LADO DO MAR” Estreia No Teatro Poeirinha - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1200" height="800" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=1142%2C761&amp;ssl=1 1142w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/09/29-Texto-inedito-e-premiado-DO-OUTRO-LADO-DO-MAR-estreia-no-Teatro-Poeirinha-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=1140%2C760&amp;ssl=1 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-53094" class="wp-caption-text">Foto: João Milet Meirelles</figcaption></figure>
<p>“Esse é um projeto que nasceu no Teatro Vila Velha, que é uma grande incubadora de jovens atores e atrizes empreendedores. Quem vive da cultura em Salvador e em qualquer lugar, tem que fortalecer a natureza empreendedora. E esse projeto hoje está viajando porque tem o Marcio Meirelles e outras pessoas de referência no cenário teatral baiano que, com a força do empreendedorismo que nasce desde a formação do ator e da atriz, tem viabilizado o deslanchar desse espetáculo”, afirma a atriz Andrea Elia.</p>
<p>Ainda que de El Salvador, de onde é natural, Jorgelina Cerritos também tem sido uma parceira do projeto desde o início. &#8220;É muito significativo que a peça tenha a capacidade de dialogar com criadores, criadoras e espectadores da cena internacional, pois me confirma a universalidade e a força da palavra dramática, essa palavra que nos habita e nos fecunda para além das fronteiras. Nada mais satisfatório para mim que descobrir, a princípio, que meu texto e meus personagens estão sendo recebidos com afeto, com proximidade, com a escolha de se expressar por meio deles. Espero que o espectador faça junto conosco a viagem que o texto propõe até o vital, até o humano, até aquilo que costuma ser tão fugaz e efêmero como o teatro e como a vida&#8221;, encerra a autora.</p>
<p><strong>SOBRE MARCIO MEIRELLES</strong></p>
<p>Fundador do grupo Avelãz e Avestruz (1976-1989), criador e diretor do Espaço Cultural A Fábrica (1982) e diretor de um dos maiores centros culturais do Brasil &#8211; o Teatro Castro Alves (1987-1991). Em 1990 criou juntamente com Chica Carelli o Bando do Teatro Olodum. Revitalizou o Teatro Vila Velha e assumiu a direção artística em 1994. Entre seus trabalhos no teatro, destacam-se: o espetáculo “Ó Pai Ó!”, com o Bando de Teatro Olodum; “Candaces &#8211; A Reconstrução do Fogo” (2003), do grupo carioca Companhia dos Comuns, que virou samba enredo do Salgueiro no carnaval de 2007. Também co-dirigiu, com Werner Herzog, o espetáculo “Sonhos de uma Noite de Verão”, no Rio de Janeiro, para a ECO 92. Dirigiu, para o Bando, nova versão da comédia de Shakespeare premiada como melhor espetáculo pelo Prêmio Braskem, em 2006. Foi Secretário de Cultura do Estado da Bahia (2007-2010) e, em junho de 2011, assumiu novamente a direção do Teatro Vila Velha, onde criou em 2013 a Universidade Livre de Teatro Vila Velha. Em 2019, recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia. Dirigiu mais de 100 espetáculos, entre realizações no Brasil, na Europa e na África. Em 2022, marca os seus 50 anos de teatro com realizações artísticas em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>“DO OUTRO LADO DO MAR”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Temporada</strong>: 06 a 30 de outubro</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Quando</strong>: 5ª a Domingo</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Horários</strong>: Quinta a sábado às <strong>21h</strong>, Domingo às 19h</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Local</strong>: Teatro Poeirinha</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Endereço</strong>: Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio de Janeiro</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Informações</strong>: <a href="https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&amp;q=teatro+poeira">(21) 2537-8053</a></p>
<p><strong>Ingressos</strong>: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Link para compra de ingressos</strong>: <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/77135/d/160982/s/1071265" target="_blank" rel="noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/77135/d/160982/s/1071265</a>  o link que tá errado, mas ele não fica vermelho, rs</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Classificação Indicativa</strong>: 12 anos</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Duração</strong>: 60 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>texto JORGELINA CERRITOS<br />
tradução EDU COUTINHO com a colaboração de MARCIO MEIRELLES<br />
revisão da tradução RITA ROCHA<br />
elenco ANDRÉA ELIA . EDU COUTINHO<br />
cenário . figurino . desenho de luz. encenação MARCIO MEIRELLES<br />
assistência de direção CAIO TERRA . CLARA TROCOLI<br />
colaboração no desenho de luz MARCOS DEDE<br />
música CAIO TERRA . RAMON GONÇALVES<br />
tema da sereia TATO TABORDA<br />
trilha sonora ao vivo RAMON GONÇALVES<br />
produção audiovisual RAFAEL GRILO<br />
operação de vídeo RAFAEL GRILO . PATRÍCIA OLIVEIRA<br />
operação de luz BRUNO ARAGÃO<br />
arte gráfica RAMON GONÇALVES<br />
direção de produção EDU COUTINHO<br />
coordenação de produção PATRÍCIA OLIVEIRA<br />
assistência de produção JORGE ALVES<br />
produção executiva LUCAS NOGUEIRA<br />
assessoria de imprensa MARROM GLACÊ ASSESSORIA<br />
apoio LA BELLE . NOVA DUPLA . VEGAN VEGAN . LA VILLA RESTAURANTE E BAR . LA FIORENTINA . ALFA BAR . BOTECO BELMONTE. FRONTERA . AÇAÍ DA LILI . XIMENINHO . CANTINA DONANNA . CASA DO SARDO . BARTHODOMEU<br />
realização TORÓ TEATRO . COMPANHIA TEATRO DOS NOVOS . TEATRO VILA VELHA</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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