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	<title>Teatro Ipanema &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Teatro Ipanema &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Presença Festival 2025 abre programação com espetáculo inclusivo gratuito no Teatro Ipanema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 18:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presença Festival dá início à sua edição de 2025 no dia 29 de maio, no Teatro Ipanema Rubens Corrêa, zona sul do Rio, com o espetáculo gratuito “Movimento de Escuta”. A obra, dirigida por Clara Kutner e protagonizada por cinco bailarinos surdos, inaugura a programação oficial do evento que, em seu quarto ano consecutivo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>O Presença Festival dá início à sua edição de 2025 no dia 29 de maio, no Teatro Ipanema Rubens Corrêa, zona sul do Rio, com o espetáculo gratuito “Movimento de Escuta”. A obra, dirigida por Clara Kutner e protagonizada por cinco bailarinos surdos, inaugura a programação oficial do evento que, em seu quarto ano consecutivo, se consolida como um dos principais projetos de diversidade cultural da cidade.</p>
<figure id="attachment_83693" aria-describedby="caption-attachment-83693" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83693" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/22-Presenca-Festival-2025-abre-programacao-com-espetaculo-inclusivo-gratuito-no-Teatro-Ipanema-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="Presença Festival 2025 Abre Programação Com Espetáculo Inclusivo Gratuito No Teatro Ipanema - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/22-Presenca-Festival-2025-abre-programacao-com-espetaculo-inclusivo-gratuito-no-Teatro-Ipanema-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/22-Presenca-Festival-2025-abre-programacao-com-espetaculo-inclusivo-gratuito-no-Teatro-Ipanema-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/22-Presenca-Festival-2025-abre-programacao-com-espetaculo-inclusivo-gratuito-no-Teatro-Ipanema-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-83693" class="wp-caption-text">Movimento de Escuta &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Com patrocínio master da Shell, o festival reafirma sua missão de celebrar e fortalecer a presença de artistas LGBTQIAPN+, mulheres, pessoas pretas, com deficiência e povos originários nas artes e no empreendedorismo. A Mostra de Teatro inclusiva acontece de 29 de maio a 1º de junho, com oito sessões gratuitas. Os ingressos podem ser retirados uma hora antes de cada apresentação na bilheteria do teatro.</p>
<p>“Movimento de Escuta” reúne os intérpretes Alef Felipe, Lucas Guilherme, Luiz Augusto, Thaís Souza e Thayssa Araújo em uma performance que mescla dança — com destaque para estilos como funk e passinho —, poesia em linguagem de sinais, artes visuais e sonoridades. A proposta é provocar reflexões sobre invisibilidades sociais, destacando formas plurais de comunicação e expressão corporal.</p>
<p><span data-olk-copy-source="MessageBody">“Esta é a segunda vez que trazemos para o Presença Festival uma manifestação teatral inclusiva, com atores que são pessoas com deficiência e ganham protagonismo e visibilidade no palco. A Mostra de Teatro deste ano vem como um movimento de escuta ativa. Mais do que garantir medidas de acessibilidade ao público, o Presença valoriza e evidencia o protagonismo de artistas com deficiência no palco. Não se trata apenas de inclusão: é reconhecimento, é presença real. Nosso compromisso é com uma arte que seja, de fato, para todes — com espaço, visibilidade e respeito&#8221;</span>, destaca José Menna Barreto, fundador, diretor artístico e curador do festival.</p>
<div>
<h4><strong>Sobre o Presença Festival</strong></h4>
<p>O Presença Festival 2025 é apresentado pelo Ministério da Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Shell.</p>
<h4><strong>Sinopse</strong></h4>
<p>“Movimento de Escuta” é um espetáculo de dança sobre arte surda da Cia de Dança SOM, composta por cinco bailarinos surdos: Alef felipe, Lucas Guilherme, Luiz Augusto, Thaís Souza e Thayssa Araújo. O espetáculo tem direção de Clara Kutner, que também é fundadora da Cia Carioca e do Projeto SOM. “Movimento de Escuta” fala sobre comunicação. Hoje, neste país fragmentado pós-pandemia, como afinar nossos sentidos e nossa comunicação? Uma metáfora de um campo de batalha onde os bailarinos “lutam” com seus corpos em um jogo que mescla dança funk e SLAM.</p>
<p><strong>Patrocínio Master:</strong> Shell.<br />
<strong>Patrocínio:</strong> Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.<br />
<strong>Apoio institucional:</strong> Circo Voador e Hand Talk.<br />
<strong>Produção:</strong> Araucária Agência Cultural.<br />
<strong>Realização:</strong> Maria Angélica Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Mostra de Teatro do Presença Festival 2025 &#8211; </strong><br />
<strong>Espetáculo “Movimento de Escuta”</strong></p>
<p><strong>Dias:</strong> 29, 30 e 31 de maio &#8211; 18h e 20h<br />
<strong>Dia:</strong> 01 de junho &#8211; 17h e 19h<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Ipanema Rubens Corrêa<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Prudente de Moraes 824, Ipanema &#8211; RJ</p>
<p><strong>Ingressos gratuitos na bilheteria</strong> &#8211; 1h antes de cada sessão</p>
<p><em>Ambas sessões do sábado (dia 31/05) contarão com o recurso de audiodescrição. Após o espetáculo, haverá um bate-papo com a plateia presente.</em></p>
<p><strong>Classificação:</strong> Livre.</p>
</div>
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		<title>Com Vilma Melo, “Mãe de Santo” ganha nova temporada no Teatro Ipanema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 22:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe De Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Ipanema]]></category>
		<category><![CDATA[Vilma Melo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ressignificar e enaltecer o poder da mulher preta na condução de suas comunidades é o grande mote do monólogo “Mãe de santo”, que fará temporada de 11 a 20 de agosto no Teatro Ipanema, com ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 40) e apresentações de sexta a domingo. A montagem já diz a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ressignificar e enaltecer o poder da mulher preta na condução de suas comunidades é o grande mote do monólogo <strong>“Mãe de santo”</strong>, que fará temporada de 11 a 20 de agosto no Teatro Ipanema, com ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 40) e apresentações de sexta a domingo. A montagem já diz a que veio ao escalar <strong>Vilma Melo</strong>, primeira atriz negra a vencer o Prêmio Shell (2017), para interpretar uma e, ao mesmo tempo, várias mulheres pretas. Em novembro, o espetáculo estará no Festival Mindelact, que acontece há 22 anos, em Cabo Verde. A peça também foi convidada para participar de apresentações em Angola, Portugal e Moçambique.</p>
<p>A peça “Mãe de santo” traz um posicionamento firme e de orgulho das histórias contadas e passadas por gerações e documentando como as mulheres afro-brasileiras são diálogos, corpos sagrados e que utilizam o homem como complemento de suas narrativas e vivências. Com direção geral de <strong>Luiz Antonio Pilar</strong>, o espetáculo foi escrito pela autora teatral <strong>Renata Mizrahi</strong> a partir de textos e relatos da filósofa, escritora e professora <strong>Helena Theodoro</strong>, que celebra seus 80 anos em 2023.</p>
<figure id="attachment_68011" aria-describedby="caption-attachment-68011" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/09-Com-Vilma-Melo-Mae-de-Santo-ganha-nova-temporada-no-Teatro-Ipanema-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-68011" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/09-Com-Vilma-Melo-Mae-de-Santo-ganha-nova-temporada-no-Teatro-Ipanema-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="Com Vilma Melo, Mãe De Santo Ganha Nova Temporada No Teatro Ipanema - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="533" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/09-Com-Vilma-Melo-Mae-de-Santo-ganha-nova-temporada-no-Teatro-Ipanema-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/09-Com-Vilma-Melo-Mae-de-Santo-ganha-nova-temporada-no-Teatro-Ipanema-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/09-Com-Vilma-Melo-Mae-de-Santo-ganha-nova-temporada-no-Teatro-Ipanema-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/09-Com-Vilma-Melo-Mae-de-Santo-ganha-nova-temporada-no-Teatro-Ipanema-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca-1.png?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68011" class="wp-caption-text">Mãe De Santo &#8211; Foto: Guga Melgar</figcaption></figure>
<p><em>“Mãe de santo representa pra mim as mil possibilidades da mulher preta, que dá asas à imaginação, mostrando musicalidade, poesia, espiritualidade, habilidade e maternidade desde muito tempo.  Ser mãe de santo é ser mãe do mundo, cuidando de gente de ontem – seus ancestrais, ou de hoje, sua família, amigos, parceiros –, preservando o mundo para um amanhã mais pleno, transformado pelo elo de afeto entre as pessoas, pela arte e por toda a beleza que um olhar doce e meigo pode oferecer. Mãe de santo é mulher que se orgulha de suas histórias e identidades, entendendo que nada é mais profundo do que a pele preta que traz em seu corpo e ilumina sua alma”</em>, afirma Helena Theodoro.</p>
<p>“Mãe de santo” é para além do arquétipo, das vestimentas e acessórios característicos da religião. O espetáculo mostra que essas mulheres também vivenciam o particular – carregam tristezas, perdas, felicidades, medos, angústias e papéis importantes na sociedade. Apesar de estereotipadas, essas figuras religiosas são plurais e, muitas vezes, não recebem o acolhimento de que necessitam. Mas, mesmo assim, ressignificam suas histórias em prol do viver individual e do coletivo existentes nas comunidades que lideram. Com “Mãe de santo”, a atriz Vilma Melo foi indicada aos prêmios APTR 2022 e Shell 2023 na categoria “Melhor Atriz”.</p>
<p>“Esse espetáculo é a expressão da minha felicidade e do meu compromisso com nossa ancestralidade. Um projeto que nasce em 2018, após a descoberta do Alzheimer da minha avó materna Maria (que é mãe de santo) e da reconexão com a minha fé, que me permitiu vislumbrar esta montagem trazendo à cena histórias de tantas mulheres que admiro, que me inspiram e me orientam”, revela o idealizador e produtor Bruno Mariozz.</p>
<p>No traço da materialidade, as mães podem ser vistas como depósitos para desenvolvimento de outros seres. Elas geram, criam e educam com o intuito de integrar a sociedade. Já na não materialidade, a mulher é cabaça, que contém e é contida por representar a vida. A ancestralidade dessas mulheres pretas empodera o cotidiano, os estudos, a família, a carreira profissional, a posição social, e ainda fortalece o enfrentamento do racismo diário.</p>
<p><strong><u>Sinopse</u></strong><strong>:</strong> “Mãe de Santo” chama a atenção do olhar com os olhos de ver. A peça é baseada nas vivências da filósofa, escritora e professora Helena Theodoro e de outras mulheres, como a própria atriz que a interpreta, Vilma Melo, por meio de uma personagem muito empoderada, que, ao dar uma palestra internacional, entrelaça as histórias, provocando sobre o que realmente interessa contar e mostrar. O que se espera de uma mulher que nunca foi uma coisa só? Mãe, professora, empregada, mãe de santo, estudante. Quantas histórias cabem em uma única vida?</p>
<p><strong><u>Sobre Helena Theodoro</u></strong></p>
<p>Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mestra em Educação pela UFRJ e doutora em Filosofia pela Universidade Gama Filho. Em 2019, terminou o pós-doutorado no IFCS/UFRJ /PPGHC (Programa de Pós Graduação em História Comparada). Foi presidente do Conselho Deliberativo do FUNDO ELAS e coordenadora do Comitê Pró-equidade de Gênero, Raça e Etnia da Casa da Moeda do Brasil até junho de 2016.</p>
<p>Atuou como professora auxiliar da Universidade Estácio de Sá, tendo sido coordenadora da Pós-graduação de Figurino e Carnaval da Universidade Veiga de Almeida (UVA), de 2010 a 2015. Participou da comissão julgadora nas edições de 2011, 2012 e 2013 do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, produzido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro/Cojira-Rio. Foi vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos do Negro – CEDINE. Exerceu a vice-presidência do Fundo ELAS, de 2008 a 2015, tendo sido jurada do Estandarte de Ouro do jornal O Globo durante 27 anos. Coordenou o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB) da FAETEC de 2008 a 2013. Escreveu os livros “Mito e Espiritualidade: Mulheres Negras” (1996), “Os Ibéjis e o Carnaval” (2009), “Caderno de Cultura Afro-brasileira” (2009), “Iansã, rainha dos ventos e tempestades” (2010) e “Martinho da Vila &#8211; Reflexos no Espelho” (2018).</p>
<p><strong><u>Sobre Vilma Melo</u></strong></p>
<p>Professora, atriz com atuações em teatro, cinema e televisão. No teatro, ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por &#8220;Chica da Silva&#8221;, em 2017 – primeira mulher negra a conquistar a categoria de melhor atriz no Prêmio Shell; o Prêmio Cenym de Melhor Atriz Coadjuvante em &#8220;A Vida de Billie Holliday&#8221;; Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Elenco em &#8220;Fulaninha e Dona Coisa&#8221;; e Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante do Festival de Teatro de Campos por &#8220;O Romance do Pavão Misterioso&#8221;. Indicada aos prêmios CBTIJ e Botequim Cultural como Melhor Atriz por &#8220;Marrom, Nem Preto, Nem Branco?&#8221; e ao Prêmio Cesgranrio e Botequim Cultural como Melhor Atriz por &#8220;Chica da Silva&#8221;. No cinema, fez os longas &#8220;Três verões&#8221;, de Sandra Kogut e Regina Casé; &#8220;Campo Grande&#8221;, de Sandra Kogut; &#8220;Selvagem&#8221;, de Diego da Costa (a estrear) e &#8220;Reação em cadeia&#8221;, de Márcio Garcia. Na TV, fez a série &#8220;Segunda chamada&#8221;, da TV Globo; a quarta temporada de &#8220;PSI&#8221;, da HBO; &#8220;Baile de máscaras&#8221;, do Canal Brasil; &#8220;Teatro no ato&#8221;, direção de João Falcão, do Arte 1 (a estrear); e &#8220;Cinema de enredo&#8221;, do Prime in Box. Fez parte do júri do Prêmio CBTIJ de Teatro para Infância e Juventude 2020. Atualmente, Vilma está no ar na série “Encantado’s” no GloboPlay. A série ganhou o Prêmio APCA de 2023 na categoria “Melhor Série de Humor”.</p>
<p><strong><u>Sobre Luiz Antonio Pilar</u></strong></p>
<p>Diretor de teatro, televisão e cinema. Formado bacharel em Artes Cênicas, especialização de direção teatral, pela UniRio, em 1990. Com grande experiência em televisão, dirigindo as novelas &#8220;Desejo proibido&#8221;, &#8220;Sinhá Moça&#8221;, &#8220;A padroeira&#8221; na TV Globo; &#8220;Xica da Silva&#8221;, &#8220;Brida&#8221;, &#8220;Mandacaru&#8221;, e &#8220;Tocaia Grande&#8221; na extinta TV Manchete. No cinema, dirigiu “Lima Barreto, ao terceiro dia”, o documentário “Candeia” e o curta-metragem, &#8220;A mãe e o filho da mãe&#8221;. Venceu o 13º Festival de Curtas do Rio de Janeiro e, como prêmio, representou o Brasil no Festival de Cinema de Angérs, França. Em parceria com a produtora Lapilar, o Canal Futura e a TV Globo, desenvolve o projeto “A cor da cultura” (conjunto de programas voltados para temática negra, em cumprimento a determinação da Lei 10.639). Em 1993, fundou sua produtora, realizando projetos de sucesso de temática afro-brasileira como o espetáculo teatral &#8220;Os negros&#8221;, de Jean Genet.</p>
<p><strong><u>Ficha técnica</u></strong></p>
<p><strong>Argumento: </strong>Helena Theodoro<br />
<strong>Texto: </strong>Renata Mizrahi<br />
<strong>Com: </strong>Vilma Melo<br />
<strong>Direção: </strong>Luiz Antônio Pilar<br />
<strong>Trilha sonora original: </strong>Wladimir Pinheiro<br />
<strong>Direção de produção: </strong>Bruno Mariozz<br />
<strong>Direção de arte: </strong>Clívia Cohen<br />
<strong>Instalação de Turbantes:</strong> Renata Mota<br />
<strong>Iluminação: </strong>Anderson Ratto<br />
<strong>Visagismo: </strong>Késia Lucas<br />
<strong>Programação visual: </strong>Patrícia Clarkson<br />
<strong>Design gráfico: </strong>Rafael Prevot<br />
<strong>Comunicação: </strong>Natasha Arsenio<br />
<strong>Produção executiva:</strong> Angélica Lessa<br />
<strong>Realização:</strong> Palavra Z Produções Culturais<br />
<strong>Idealização:</strong> Bruno Mariozz e Vilma Melo</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>“JORGE pra sempre VERÃO” estreia no Teatro Ipanema</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jorge-pra-sempre-verao-estreia-no-teatro-ipanema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 17:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Jorge Laffond]]></category>
		<category><![CDATA[JORGE pra sempre VERÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[Realizar um teatro de cura. Foi com este intuito que a produtora e autora Aline Mohamad resolveu abrir seus arquivos pessoais mais íntimos para desenvolver o espetáculo inédito “JORGE pra sempre VERÃO”. O primeiro texto teatral da nova autora, desenvolvido em parceria com Diego do Subúrbio e surgido após ela escrever uma carta póstuma para seu primo, Jorge Laffond, chega aos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Realizar um teatro de cura. Foi com este intuito que a produtora e autora <strong>Aline Mohamad</strong> resolveu abrir seus arquivos pessoais mais íntimos para desenvolver o espetáculo inédito “<strong>JORGE pra sempre VERÃO</strong>”. O primeiro texto teatral da nova autora, desenvolvido em parceria com <strong>Diego do Subúrbio</strong> e surgido após ela escrever uma carta póstuma para seu primo, <strong>Jorge Laffond</strong>,<strong> </strong>chega aos palcos do<strong> Teatro Ipanema </strong>no dia<strong> 25 de Junho</strong> às <strong>20h</strong>. Dirigida por <strong>Rodrigo França</strong>, a história encenada por <strong>Alexandre Mitre</strong>, <strong>Aretha Sadick</strong> e <strong>Noemia Oliveira</strong> não fala apenas sobre o artista falecido aos 51 anos (1952-2003), mas apresenta uma ficção desenvolvida sobre uma história verídica: a da relação que, devido ao preconceito, deixou de existir entre ele e uma prima &#8211; a própria Aline.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-50627" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=400%2C400&#038;ssl=1" alt="“JORGE Pra Sempre VERÃO” Estreia No Teatro Ipanema - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="400" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />“Depois dos 30 anos algumas coisas foram mudando em mim. Um dia, ao voltar de uma festa onde me vi atraída por uma travesti, escrevi uma carta que nunca seria entregue ao destinatário. Um pedido de desculpas, uma redenção, uma luz nas diversas encruzilhadas que eu tenho com meu primo Jorge Laffond. Muito emocionada, enviei essa carta para alguns amigos e, ao acordar, li as respostas: você tem uma linda peça nas mãos. E assim percebi que a única forma de eu encontrar com meu primo é através da arte”, relembra Aline, que ao longo de sua infância se esquivou de conhecer o primo pela estranha figura que ele lhe parecia.</p>
<p>“Faremos uma reparação histórica, humanizando um dos maiores artistas deste país. Jorge Laffond passou por um grande dilema na história da televisão brasileira, que retrata o que é o país em relação à população negra e LGBTQIAP+. A violência de ter que sair do estúdio de TV para trocar de roupa, pois um padre entraria, nos mostra o quanto é cruel sermos nós mesmos. Pouco importa a sua titulação acadêmica, conta bancária, o que você é ou fez pela sociedade. Em algum momento tentarão te colocar no lugar que acreditam que você deva estar &#8211; na submissão”, reflete Rodrigo.</p>
<figure id="attachment_50628" aria-describedby="caption-attachment-50628" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-50628" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="“JORGE Pra Sempre VERÃO” Estreia No Teatro Ipanema - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/23-JORGE-pra-sempre-VERAO-estreia-no-Teatro-Ipanema-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-50628" class="wp-caption-text">“JORGE Pra Sempre VERÃO” Estreia No Teatro Ipanema &#8211; Foto: Rodrigo França</figcaption></figure>
<p>Apesar dos apontamentos sobre a realidade nada fácil vivida por Laffond, o texto tem pontos de respiro com base no humor, principal característica dos seus personagens. “O processo da escrita do texto veio muito da pesquisa sobre a vida do Jorge, que se encontra na mesma encruzilhada que a minha e de muitas outras pessoas negras LGBTQIAP+. É lembrar que, apesar de todo o processo de resistência que vivemos perante essa sociedade, não somos regidos somente pela dor. A figura de Jorge Laffond marcou uma geração, nos movendo até aqui. Falar dele é também falar sobre mim”, reconhece Diego.</p>
<p>Nascido em Laranjeiras e criado na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, o furacão Laffond disse certa vez numa entrevista que <strong>tinha consciência de ser gay desde os seis anos de idade</strong>, mas que por ser algo considerado muito feio naquela época, fez de tudo para que seus pais não descobrissem. Formou-se em teatro pela Uni-Rio e ainda em dança afro e balé clássico, tendo dançado com <strong>Mercedes Batista</strong>, a primeira bailarina negra a ser integrante do corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi, por fim, um ícone da representatividade negra e LGBTQIAP+.</p>
<p>“O movimento LGBTQIAP+ sempre foi encabeçado por pessoas pretas, como Marsha P. Johnson, uma mulher trans negra norte-americana que liderou a Rebelião de Stonewall, em 1969. E Jorge Laffond estimulou que muita gente tivesse coragem para externar aquilo que realmente é na vida. Estamos falando de um homem negro retinto, afeminado e com mais de dois metros de altura vestido de mulher na televisão brasileira. Mas óbvio que não foi fácil. Nele havia mais do que talento, havia estratégia inteligente”, observa Rodrigo.</p>
<p>Em cena, as atitudes de Jorge mostram uma potente força interna e autônoma, apesar da sociedade opressora para quem ele foi, ao mesmo tempo, uma pessoa exótica e diversão pra família tradicional brasileira. “Neste ponto, Silvio de Almeida fala sobre Racismo Recreativo. Fazendo uma livre ressignificação deste termo, enxergar Jorge como o gay divertido nos mostra uma Homofobia Recreativa. Sempre foi aceito rir dos gays, tê-los como amigos apenas para os momentos de risada, mas nunca para ouvir suas dores. Jorge já trazia em si muitas dores e estereótipos. Era o negão lindo e hiperssexualizado, e, ao mesmo tempo, chamar alguém de Jorge Laffond ou Vera Verão era ofender a pessoa por ela ser afeminada”, pontua Aline.</p>
<p>Para Rodrigo, num espetáculo de denúncia é importante falar de cura. “A plateia tem que sair com esperança – o que não significa facilitar para o espectador. Jogamos duro, mas optamos por também mostrar o contraponto da violência. Jorge teve amigos e familiares amorosos, e realizou uma contribuição extraordinária à cultura. Ele estava fazendo uma grande revolução. Sou um diretor com compromisso com a sociedade e, para mim, entretenimento é de grande responsabilidade na formação ou deformação de quem faz e assiste. O teatro não dá conta de modificar uma estrutura social, mas pode trazer reflexões. Se quem assistir sair tocado pela narrativa que construímos, já me sentirei realizado”, ressalta Rodrigo, que se reconhece “forjado por esse profissional que pouca gente conhece”.</p>
<p>Aline teve receio com a superexposição, mas entendeu que era exatamente sobre isso: um teatro de cura. “Não me vejo apenas como a Prima, mas como Sociedade. Uma sociedade doente que resolve cortar laços com sua família apenas por vergonha de olhar pras suas feridas. Jorge é uma figura extremamente importante na construção dos nossos corpos. Sua forma livre, verdadeira, mostrou a hipocrisia presente em nossas vidas na forma de alegria divina. Seu jeito sincero, genuíno, real, possibilitou que vários corpos de hoje existissem da maneira que são. A sensação é de cura, de redenção”, finaliza.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>“JORGE pra sempre VERÃO”</strong></p>
<p><strong>Temporada:</strong> 25 de Junho a 24 de Julho<br />
<strong>Dias da semana:</strong> Sexta-feira a Domingo<br />
<strong>Horário:</strong> 20h (sextas e sábados) e 19h (domingos)<br />
<strong>Ingressos</strong>: Contribuição Voluntária (distribuídos 1h antes na bilheteria do teatro)<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Ipanema<br />
<strong>Endereço</strong>: Rua Prudente de Moraes, 824 – Ipanema<br />
<strong>Informações</strong>: (21) 2267-3750<br />
<strong>Classificação Indicativa</strong>: 14 anos<br />
<strong>Duração</strong>: 60 minutos</p>
<hr />
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong>Texto Original:</strong> Aline Mohamad e Diego do Subúrbio<br />
<strong>Direção:</strong> Rodrigo França<br />
<strong>Assistente de Direção:</strong> Kennedy Lima<br />
<strong>Elenco:</strong> Alexandre Mitre, Aretha Sadick e Noemia Oliveira<br />
<strong>Stand in:</strong> Kênia Bárbara<br />
<strong>Direção de Movimento:</strong> Tainara Cerqueira<br />
<strong>Direção Musical:</strong> Dani Nega<br />
<strong>Direção de Imagens:</strong> Carolina Godinho<br />
<strong>Iluminação:</strong> Pedro Carneiro<br />
<strong>Cenário:</strong> Rodrigo França e Wanderley Wagner<br />
<strong>Figurinos:</strong> Marah Silva<br />
<strong>Visagismo:</strong> Diego Nardes<br />
<strong>Programação Visual:</strong> Filipe Celestino<br />
<strong>Assessoria de Imprensa:</strong> Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado e Bruno Morais<br />
<strong>Mídias Sociais:</strong> Júlia Tavares<br />
<strong>Produção Executiva:</strong> Anne Mohamad<br />
<strong>Produção:</strong> Corpo Rastreado<br />
<strong>Idealização:</strong> Aline Mohamad<br />
<strong>Realização:</strong> MS Arte &amp; Cultura</p>
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