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	<title>Teatro Dulcina &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>O humor da ATLÂNTIDA CINEMATOGRÁFICA está de volta em musical divertido no Teatro Dulcina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 00:57:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escrita e encenada pela primeira vez há mais de 20 anos, Atlântida – O Reino da Chanchada, de Ana Velloso e Vera Novello ganha montagem inédita e um novo título. As autoras fizeram ajustes no texto que fez sucesso em 2000 e acreditam que Atlântida – Uma Comédia Musical está mais condizente com a proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrita e encenada pela primeira vez há mais de 20 anos, <em>Atlântida – O Reino da Chanchada</em>, de Ana Velloso e Vera Novello ganha montagem inédita e um novo título. As autoras fizeram ajustes no texto que fez sucesso em 2000 e acreditam que <em>Atlântida –</em> <em>Uma Comédia Musical</em> está mais condizente com a proposta da nova montagem, que tem direção de Ana Velloso e Édio Nunes (que também assina a Coreografia). “A paixão pelo gênero musical, a essência do texto que criamos a partir de uma pesquisa cuidadosa e o desejo de homenagear os artistas da Atlântida continuam os mesmos”, afirmam as autoras.</p>
<p>A Atlântida Cinematográfica tem importância enorme para o cinema e a cultura brasileira. As chanchadas – apelido dado ao gênero &#8211; atraíam multidões às salas de cinema de todo o país que iam prestigiar produções nacionais num momento em que a indústria cinematográfica brasileira apenas engatinhava disputando o seu incipiente mercado com filmes norte-americanos e europeus que conquistavam o mundo. A Atlântida realizou a façanha de produzir 62 filmes entre os anos 40 e 60 – chanchadas, em maior número, mas também dramas e documentários.</p>
<figure id="attachment_70775" aria-describedby="caption-attachment-70775" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-O-humor-da-Atlantida-cinematografica-esta-de-volta-Expresso-Carioca-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-70775" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-O-humor-da-Atlantida-cinematografica-esta-de-volta-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=800%2C563&#038;ssl=1" alt="O Humor Da Atlantida Cinematografica Está De Volta - Expresso Carioca" width="800" height="563" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-O-humor-da-Atlantida-cinematografica-esta-de-volta-Expresso-Carioca-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-O-humor-da-Atlantida-cinematografica-esta-de-volta-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-O-humor-da-Atlantida-cinematografica-esta-de-volta-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=768%2C540&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/09-O-humor-da-Atlantida-cinematografica-esta-de-volta-Expresso-Carioca-1.jpg?resize=750%2C528&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70775" class="wp-caption-text">Atlântida – Uma Comédia Musical &#8211; Foto: Claudia Ribeiro</figcaption></figure>
<p>“Nunca quisemos falar didaticamente sobre a Atlântida. Queremos que o público vá ao teatro e capte o espírito das chanchadas, entenda o ambiente em que os filmes eram produzidos, as pessoas que estavam por trás delas.  Eram artistas e técnicos de grande valor, que faziam filmes em que o povo se reconhecia.”</p>
<p>A peça segue a estrutura dos filmes da Atlântida, com seus personagens-tipo que se envolviam em histórias românticas cheias de quiproquós e reviravoltas, antes de chegarem ao “final feliz”. A trama tem como cenário o próprio estúdio da Atlântida e seus personagens são atores, produtores, roteiristas, diretores, coristas, técnicos, assistentes, numa alusão a todos os que fizeram da Atlântida um verdadeiro polo da sétima arte no Brasil, num esforço pioneiro. “O roteiro nos leva a imaginar que a Atlântida ainda não acabou e que está produzindo mais um filme de ficção – uma chanchada com todos os seus ingredientes fundamentais, numa espécie de grande <em>remake </em>de sua ficção ingênua, com traços de época, que fala de um Brasil mais bem-humorado e inocente”, afirma Ana.</p>
<p><strong>“Atlântida – Uma comédia musical”</strong> traz momento antológicos dos filmes da Atlântida Cinematográfica, ao revisitar seus mais icônicos números musicais. Abrangendo amplo universo musical, o roteiro mostra a grandeza e variedade das trilhas dos filmes da Atlântida. O samba e a marcha – que, ao contrário do que se pensa, não predominavam nos filmes da Atlântida – brilham ao lado de sambas-canções, xotes, boleros, rumbas, serestas&#8230; um caldeirão musical da melhor qualidade. E além de relembrar as inesquecíveis canções que foram sucessos na época como “Marcha do Gago” (Clécios Caldas e Armando Cavalcanti), “No Tabuleiro da Baiana” (Ari Barroso), “Alguém Como Tu” (José Maria de Abreu e Jair Amorim), “Beijinho Doce” (Nhô Pai) e “Vai com Jeito” (João de Barro), o público poderá rever trechos de filmes e ver imagens inéditas dos artistas e bastidores desta importante fase do cinema nacional.</p>
<p>Fundada em 1941, a Atlântida formava com a Rádio Nacional e os Teatros de Revista da Praça Tiradentes, um tripé cultural sem paralelos. O teatro, e depois os filmes, lançavam sucessos que tocavam na rádio e atravessavam o país de norte a sul. Uma imensa lista de grandes compositores – como Ary Barroso, Ataulfo Alves, Lamartine Babo, Dorival Caymmi, Custódio Mesquita, Antônio Maria) e intérpretes – como  Oscarito, Grande Otelo, Emilinha, Linda e Dircinha Batista, Ivon Curi, Eliana, Adelaide Chiozzo, Cyll Farney, Norma Benguel, Dóris Monteiro – eternizaram  uma época, partindo de uma linguagem ingênua, mas também libertária na sua explosão de alegria e na genialidade de seus artistas.</p>
<p>“Visitamos o passado, com muita admiração e orgulho destes artistas brasileiros. A Atlântida Cinematográfica é uma referência muito forte para o cinema nacional. E precisa continuar viva na memória do público. Eles faziam filmes com poucos recursos, se comparados às produções hollywoodianas da época, mas não faltava talento e criatividade àqueles artistas que continuam inspirando quem faz humor, hoje, no teatro, no cinema, na tv e até na internet. Oscarito e Grande Otelo – e tantos artistas da Atlântida – merecem um lugar especial na história do musical brasileiro, seja no palco ou na tela”, afirma Vera Novello.</p>
<p>O espetáculo estreia no dia 19 de novembro (domingo) no Teatro Dulcina (FUNARTE), e a temporada vai até 17 de dezembro. “Serão 16 apresentações, então o melhor é não deixar para a última hora”, advertem Ana e Vera.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Atlântida – Uma Comédia Musical </strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Teatro Dulcina<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro (próximo à Estação do Metrô Cinelândia)<br />
<strong>Período:</strong> de 19 de novembro a 17 de dezembro de 2023<br />
<strong>Dias:</strong> de sexta a domingo (com 02 sessões aos sábados, 02 e 09 de dezembro às 16h30 e 19h.<br />
<strong>Horário:</strong> 19h<br />
<strong>Preço:</strong> R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-estudantes e idosos)<br />
<strong>Capacidade:</strong> 429 lugares<br />
<strong>Classificação:</strong> Livre<br />
<strong>Duração:</strong> 90 min</p>
<p><strong><u>OBS:<br />
</u></strong><strong>*</strong>Não haverá espetáculo no dia 15/11/2023 (sexta-feira)<br />
*O Espetáculo terá 02 sessões gratuitas para público social: Sendo 01 ensaio aberto no dia 18 de novembro, às 19hs e 01 espetáculo para Escolas Públicas no dia 24 de novembro às 14hs<br />
*Sessões com tradução em Libras e Audiodescrição nos dias 15, 16 e 17 de dezembro.</p>
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		<title>A comédia “Pai Ilegal”, estreia dia 5 de maio no Teatro Dulcina, no Centro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 17:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Comedia]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Pai Ilegal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com texto inédito de Ulisses Mattos e direção de Henrique Tavares, o espetáculo foi idealizado pelo protagonista Pedro Monteiro, que apresenta a segunda parte de uma trilogia teatral sobre a paternidade. Na peça, todo homem precisa passar por um difícil processo até obter seu certificado de pai. Em um futuro próximo, todo homem precisa fazer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com texto inédito de Ulisses Mattos e direção de Henrique Tavares, o espetáculo foi idealizado pelo protagonista Pedro Monteiro, que apresenta a segunda parte de uma trilogia teatral sobre a paternidade. Na peça, todo homem precisa passar por um difícil processo até obter seu certificado de pai.</em></p>
<p>Em um futuro próximo, todo homem precisa fazer uma série de provas para se tornar pai. O processo não é simples. A vontade de ter um filho vai esbarrar na falta de preparo, na insegurança e até no machismo estrutural ainda presente na sociedade, que insiste em delegar para a mãe a maioria dos cuidados com o bebê. Quem insistir em ser pai sem cumprir todas as tarefas e ganhar seu certificado poderá ser detido e até preso. Este é o ponto de partida de “Pai Ilegal”, comédia inédita escrita por Ulisses Mattos, com direção de Henrique Tavares, que estreia, dia 5 de maio, no Teatro Dulcina, no Centro. O espetáculo é a segunda parte de uma trilogia teatral sobre paternidade, idealizada pelo ator Pedro Monteiro, que começou com o drama “Pão e Circo” (2021) e vai se encerrar com o musical infantil “Meus dois pais” em 2023. “Pai Ilegal” é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Controllab por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura &#8211; Lei do ISS.</p>
<figure id="attachment_48830" aria-describedby="caption-attachment-48830" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48830" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/05/04-A-comedia-Pai-Ilegal-estreia-dia-5-de-maio-no-Teatro-Dulcina-no-Centro-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C478&#038;ssl=1" alt="A Comédia “Pai Ilegal”, Estreia Dia 5 De Maio No Teatro Dulcina, No Centro - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="300" height="478" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/05/04-A-comedia-Pai-Ilegal-estreia-dia-5-de-maio-no-Teatro-Dulcina-no-Centro-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/05/04-A-comedia-Pai-Ilegal-estreia-dia-5-de-maio-no-Teatro-Dulcina-no-Centro-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=188%2C300&amp;ssl=1 188w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-48830" class="wp-caption-text">A Comédia “Pai Ilegal” &#8211; Foto: Beto Roma</figcaption></figure>
<p>“Eu queria continuar a tratar de questões da paternidade, mas por uma estrada diferente. Com “Pai Ilegal”, a vontade era de fazer uma comédia, e voltar ao gênero do meu primeiro projeto teatral, Os Ruivos (2008)”, conta Pedro Monteiro que, além de idealizar o projeto, vive o protagonista do espetáculo. “A ideia é usar o humor para discutir temas pertinentes à sociedade atual, como o lugar de fala, a importância do pai na criação de um filho e a necessidade de aprovação que todos nós temos”, acrescenta.</p>
<p>A peça acompanha a história de Gabriel, que vê sua vida mudar ao ser parado numa blitz policial. A documentação do carro está em dia, não houve consumo de álcool pelo motorista, mas há um grande problema: ele é um pai ilegal. O policial desconfia de uma fralda encontrada no carro, faz um teste do bafômetro e, logo, detecta a presença de talquinho, colônia de bebê, pomada pra assadura e tudo mais. Sim, no futuro a tecnologia já consegue detectar quem é pai e deter aqueles que não possuem certificado. No elenco, estão Pedro Monteiro (Gabriel), Gabriela Estevão (agente) e Juliana Guimarães (Ísis). “Sabe quando as pessoas falam que ser pai é uma coisa tão importante que deveria existir um certificado de permissão? Pois no futuro existe!”, comenta Pedro.</p>
<p>Este é a segunda parceria entre Pedro Monteiro e o autor Ulisses Mattos, roteirista de programas de humor como Zorra, Escolinha do Professor Raimundo e Fora de Hora. Os dois trabalharam juntos no elogiado longa-metragem “Sonho de Rui – Um Braddock Possível” (disponível no catálogo da Amazon Prime). Ulisses assinou o roteiro e a codireção do filme com Cavi Borges. Agora, estreia seu segundo texto teatral – o primeiro foi a comédia ‘Mentira tem perna curta’ em parceria com Gigante Léo.</p>
<p>“Eu e Pedro gostamos daquele tipo de humor que diverte e emociona, e não recorre aos clichês apelativos da comédia”, observa Ulisses. “Além disso, discutir a presença e ausência do pai na criação de um filho é um assunto que nos interessa. Por mais presente que a gente seja, a verdade é que a mãe é sempre mais. Além do tema da paternidade, vamos discutir a nossa necessidade de aprovação. Durante toda a peça, o Gabriel fala desse nosso desejo de ser aprovado pelos pais, pelos filhos, pela sociedade, na escola, nas redes sociais&#8230;”, explica.</p>
<p>O diretor Henrique Tavares acredita que o espetáculo faz o homem reavaliar sua função na sociedade e na família. “Neste momento de tantas mudanças comportamentais, a peça fala também de como o pai pode se desconstruir e ficar mais atento às relações com a mulher e os filhos, combatendo o machismo e o patriarcado. Mas tudo com muito humor, estamos precisando de alívio cômico na vida!”, frisa o diretor, que fez parte do núcleo de humor da TV Globo e tem uma longa carreira no teatro. “A peça é bastante leve, divertida e ágil. Vamos contar essa história de uma maneira bem teatral, com elementos realistas, mas com alguns exageros para potencializar a situação cômica. O pai vai passar por várias provas para conseguir sua liberdade”, adianta Henrique.</p>
<p>Na equipe criativa do espetáculo, também estão Marcelo Alonso Neves (direção musical e trilha original), Alfredo Boneff (assistência de direção e preparação corporal), Marieta Spada (cenário e figurino) e João Gioia (Iluminação).</p>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>Sabe quando as pessoas falavam que ser pai é tão importante e desafiador que deveria existir um certificado de permissão? Pois agora existe! Sem sua licença de pai, Gabriel acaba preso e vai ter que passar por provas nada fáceis. Afinal, Gabriel será aprovado ou não?</p>
<p><strong>Sobre Pedro Monteiro</strong></p>
<p>Dramaturgo, ator e diretor, Pedro Monteiro apresenta “Pai Ilegal”, o sexto espetáculo idealizado por ele. Em 2021, estreou “Pão e Circo”, sobre paternidade, peça encenada virtualmente devido à pandemia. Em 2019, produziu e protagonizou o filme “Sonho de Rui – Um Braddock Possível”, com roteiro de Ulisses Mattos e codireção de Ulisses e Cavi Borges. Em 2016, estreou o espetáculo “Entregue seu Coração no Recuo da Bateria”, com sucesso de público e crítica. Produziu e atuou no espetáculo “Um de Nós”, em 2015. Em 2012, realizou o musical “Funk Brasil – 40 anos de Baile”, no Teatro Miguel Falabella, levando pela primeira vez uma obra sobre o movimento funk para o teatro. Este projeto foi vencedor do edital de montagem cênica do governo do Estado do RJ 2011; do Prêmio Myriam Muniz da Funarte 2012; do edital do SESI 2014; do edital do Governo do Estado do Rio de Janeiro para iniciativas artísticas ligadas ao funk; e do pitching Favela Criativa em 2015. Em 2008, estreou a peça “Os Ruivos”, no Espaço Cultural Sérgio Porto, que depois fez turnê nacional. Em parceria com a produtora Cavídeo, lançou, em 2009, “Vida de Balconista”, primeiro longa-metragem em celular. Com direção de Pedro Monteiro e Cavi Borges e protagonizado por Mateus Solano, a obra participou do Festival do Rio em exibição especial no cinema Odeon pelo segmento “Novos Rumos”.</p>
<p><strong>Sobre Henrique Tavares</strong></p>
<p>Autor roteirista da Rede Globo por 10 anos, diretor de teatro, professor de dramaturgia e interpretação. Na TV, trabalhou nos programas “Amor e Sexo”, “Estrelas”, “Domingão do Faustão” (Rede Globo), “A Grande Farsa” (Multishow), “Vampiro Carioca” (Canal Brasil) e “ZORRA” (Rede Globo), indicado ao Prêmio EMMY Internacional 2016 na categoria Melhor Série de Comédia e APCA 2019 na categoria Melhor Programa de TV.  No teatro, dirigiu espetáculos como &#8220;Ideia Fixa&#8221; de Adriana Falcão (2015), “Obsessão” de Carla Faour (2012), quando foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor e “A Força do Destino” de Nélida Piñon (2006), eleito pelo jornal O Globo “Um dos Dez Melhores Espetáculos do Ano”. Também escreveu e dirigiu: “Cidade Vampira” em parceria com o escritor Fausto Fawcett (2005); “Telecatch” indicado ao Prêmio Shell – Categoria Especial (2002), e a comédia “Barbara Não Lhe Adora” (2000). Escreveu o espetáculo “Neurótica”, com Flávia Reis, vencedora do reality show de humor LOL Brasil da Amazon Prime. Formado em Artes Cênicas pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras), Henrique participou como autor convidado do curso de dramaturgia ministrada pela Royal Court Theatre no Brasil. Também foi aluno dos autores Bosco Brasil, João Bethencourt, Lauro César Muniz, Miguel Falabella, de Judith Malina (The Living Theatre), do dramaturgo chileno Marco Antonio de La Parra e do espanhol José Sanches Sinisterra. Foi professor de dramaturgia e Interpretação no Nós do Morro, UniverCidade, CAL, SESC, SBAT, Espaço Telezoom, SESI e Casa Aguinaldo Silva de Artes.</p>
<p><strong>Sobre Ulisses Mattos</strong></p>
<p>Ulisses Mattos é roteirista e humorista. Na TV, escreveu humorísticos na Globo (“Zorra”, “Escolinha do Professor Raimundo” e “Fora de Hora”) e no Multishow (“Vai que Cola”, “A Vila”, “Xilindró” e Prêmio Multishow de Humor, entre outros), além de inserir humor em programas do GNT e Canal Brasil. No cinema, escreveu e codirigiu “Sonho de Rui – Um Braddock Possível” e colaborou no roteiro de “Altas Expectativas”. Foi colaborador no livro “Minha Mãe É Uma Peça”, fez textos de humor para a Playboy, escreveu quadrinhos na revista MAD e foi colunista do Cocadaboa. Na internet, foi um dos fundadores do canal Alta Cúpula e do perfil @Na_Kombi, além de ser cocriador da websérie “Épica das Galáxias”. Foi integrante dos grupos de stand-up comedy Ponto Cômicos, Estação Stand-Up e AC Comedy Extravaganza. Faz parte do grupo de humor Três Elementos, com Fernando Caruso e Rafael Studart, que se apresenta em eventos de cultura pop em todo o Brasil e faz um programa semanal no canal Caverna do Caruso. Quando jornalista, foi editor do Caderno B e da revista Programa no Jornal do Brasil, onde também foi colunista e crítico de TV e cinema. Escreveu em diversas revistas de cultura e variedades e foi resenhista de cinema no site da Veja.</p>
<p><strong>Sobre Gabriela Estevão</strong></p>
<p>Gabriela Estevão é atriz, dubladora e dramaturga formada pela UNIRIO. Escreveu e dirigiu o espetáculo “Corpo Caloso”, que estreou virtualmente em 2021 devido à pandemia. Atuou nas séries &#8220;HOMENS?&#8221; de Fábio Porchat (Comedy Central) e &#8220;Me Chama de Bruna&#8221; (FOX PRIME-3ª temporada), no longa-metragem “Sonho de Rui”, de Cavi Borges e Ulisses Mattos. Alguns trabalhos recentes no teatro incluem os espetáculos “Entregue Seu Coração no Recuo da Bateria&#8221; (2016-2017) e Um de Nós” (2015-2016), ambos dirigidos por Joana Lebreiro, “O Santo e a Porca”, dirigido por João Fonseca (2016), e “Silêncio” de Renata Mizrahi (2014-2018).</p>
<p><strong>Sobre Juliana Guimarães</strong></p>
<p>Juliana Guimarães é atriz formada pela UNI-Rio e psicóloga graduada pela Universidade IBMR – Laureate International Universities. Fez escola de improvisação no Teatro Tablado. No teatro, a maioria de seus personagens é de comédia. Venceu o prêmio APTR (2017) de melhor atriz coadjuvante pela peça “Sucesso”, com texto e direção de Leandro Muniz. No canal Multishow, integrou o elenco de diversas séries de humor (“Adorável Psicose”, “Xilindró”, “Dra. Darci”). É criadora, atriz e roteirista, junto com a atriz Adriana Nunes, do canal de humor feminino Cutículas, no Youtube.</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Idealização:</strong> Pedro Monteiro<br />
<strong>Dramaturgia: </strong>Ulisses Mattos<br />
<strong>Direção artística:</strong> Henrique Tavares<br />
<strong>Direção Musical e trilha original:</strong> Marcelo Alonso Neves<br />
<strong>Elenco:</strong> Pedro Monteiro (Gabriel), Juliana Guimarães (Ísis) e Gabriela Estevão (agente T).<br />
<strong>Assistência de direção:</strong> Alfredo Boneff<br />
<strong>Coreografia:</strong> Hanna Fasca<br />
<strong>Cenário e Figurino:</strong> Marieta Spada<br />
<strong>Iluminação: </strong>João Gioia<br />
<strong>Assessoria de Imprensa:</strong> Lyvia Rodrigues e Rachel Almeida<br />
<strong>Gestão de redes sociais:</strong> Lyvia Rodrigues e Rachel Almeida<br />
<strong>Programação Visual:</strong> A4_ &#8211; Davi Palmeira<br />
<strong>Direção de produção e produção executiva:</strong> Tem Dendê! Produções &#8211; Tamires Nascimento<br />
<strong>Assistência de produção:</strong> Jacyara de Carvalho e PV Israel<br />
<strong>Assessoria Jurídica:</strong> Bruno Assis<br />
<strong>Contabilidade:</strong> VOX Contábil<br />
<strong>Prestação de contas:</strong> Alan Isídio<br />
<strong>Marketing Cultural:</strong> Marcela Bronstein<br />
<strong>Fotos:</strong> Beto Roma</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Pai Ilegal</strong></p>
<p><strong>Temporada</strong>: de 5 a 29 de maio<br />
<strong>Teatro Dulcina</strong>: Rua Alcindo Guanabara, 17 &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
<strong>Telefone:</strong> (21) 2240-4879<br />
<strong>Dias e horários:</strong> 5ª e 6, às 19h, sáb. e dom., às 18h.<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)<br />
<strong>Compra online</strong> <strong>Sympla</strong>: <a href="https://bit.ly/3MAHbze" target="_blank" rel="noopener">https://bit.ly/3MAHbze</a><br />
<strong>Capacidade:</strong> 300 pessoas<br />
<strong>Classificação etária: </strong>10 anos</p>
<p><strong>Instagram do espetáculo:</strong> <a href="https://www.instagram.com/paiilegalteatro/" target="_blank" rel="noopener">@paiilegalteatro</a></p>
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