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	<title>TDAH &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Motoristas com TDAH têm o dobro de risco de acidentes no trânsito</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/motoristas-com-tdah-tem-o-dobro-de-risco-de-acidentes-no-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 15:04:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[motorista]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança no Trânsito]]></category>
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		<category><![CDATA[Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), caracterizado por impulsividade, agitação e desatenção, pode representar riscos adicionais quando o paciente está ao volante. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), pessoas com TDAH têm duas vezes mais chance de se envolver em acidentes de trânsito, segundo estudos internacionais. No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), caracterizado por impulsividade, agitação e desatenção, pode representar riscos adicionais quando o paciente está ao volante. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), pessoas com TDAH têm duas vezes mais chance de se envolver em acidentes de trânsito, segundo estudos internacionais.</p>
<p>No Brasil, a prevalência do transtorno é estimada em 7,6% entre crianças e adolescentes de 6 a 17 anos; 5,2% em jovens de 18 a 44 anos; e 6,1% em pessoas acima dos 44 anos. Os dados reforçam a necessidade de atenção para um público expressivo da população.</p>
<p>Durante o 16º Congresso Brasileiro de Medicina do Tráfego, realizado em Salvador, a médica do tráfego Joan Faber destacou que o TDAH está associado a comportamentos de risco no trânsito, como busca por emoções fortes, falta de julgamento e superestimação da própria competência ao dirigir.</p>
<p>Segundo a especialista, alguns fatores podem reduzir esse risco relativo. Condutores com TDAH apresentam melhor desempenho em percursos urbanos e tráfego intenso, bem como em veículos de câmbio manual, que exigem maior atenção. Já em longas distâncias ou estradas monótonas, principalmente sem o uso de medicação, o desempenho tende a cair.</p>
<p>“A compreensão do quadro e a experiência na direção podem modificar esse risco”, explicou Joan. Ela reforça ainda que atividades paralelas — como comer, beber, trocar a estação do rádio ou usar o celular — afetam de forma significativa a segurança de motoristas com o transtorno.</p>
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		<title>Ministério da Saúde aprova protocolo para diagnóstico de TDAH</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-aprova-protocolo-para-diagnostico-de-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 13:54:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notíocias]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolo]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro aprovou um documento com critérios de diagnóstico, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). O protocolo do Ministério da Saúde foi publicado na edição dessa quarta-feira (3) do Diário Oficial da União. Segundo o ministério, o transtorno é considerado uma condição do neurodesenvolvimento, caracterizada por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O governo brasileiro aprovou um documento com critérios de diagnóstico, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O protocolo do Ministério da Saúde <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-conjunta-n-14-de-29-de-julho-de-2022-419678091" target="_blank" rel="noopener">foi publicado na edição</a> dessa quarta-feira (3) do <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p>Segundo o ministério, o transtorno é considerado uma condição do neurodesenvolvimento, caracterizada por uma tríade de sintomas envolvendo desatenção, hiperatividade e impulsividade em um nível exacerbado e disfuncional para a idade. Os sintomas começam na infância, podendo persistir ao longo de toda a vida.</p>
<p>“As dificuldades, muitas vezes, só se tornam evidentes a partir do momento em que as responsabilidades e a independência se tornam maiores, como quando a criança começa a ser avaliada no contexto escolar ou quando precisa se organizar para alguma atividade ou tarefa sem a supervisão dos pais”, ressaltou a pasta.</p>
<h2>Diagnóstico tardio</h2>
<p>Embora o TDAH seja frequentemente diagnosticado durante a infância, o Ministério da Saúde alertou ainda que não é raro o diagnóstico ser feito posteriormente. Ele deve ser realizado por um médico psiquiatra, pediatra ou outro profissional de saúde como neurologista ou neuropediatra.</p>
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