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	<title>Taxação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Taxação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Haddad: Brasil seguirá negociando com EUA e terá o melhor resultado fiscal em 12 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:54:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (21) que o Brasil não deixará a mesa de negociação com os Estados Unidos, apesar do risco de que, a partir de 1º de agosto, entre em vigor a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente americano Donald Trump. Em entrevista à Rádio CBN, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (21) que o Brasil não deixará a mesa de negociação com os Estados Unidos, apesar do risco de que, a partir de 1º de agosto, entre em vigor a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente americano Donald Trump.</p>
<p>Em entrevista à Rádio CBN, Haddad disse que o governo Lula já enviou duas cartas à Casa Branca, sem resposta até agora, e segue buscando um “caminho de aproximação” entre os países. Segundo ele, um grupo de trabalho estuda planos de contingência para mitigar os impactos nos setores mais afetados, mas descartou por ora qualquer retaliação automática aos EUA.</p>
<blockquote><p><em>“A determinação do presidente Lula é de que não demos nenhuma razão para sofrer sanções e continuemos a insistir na negociação comercial. Não vamos pagar na mesma moeda, mas podemos aplicar a lei da reciprocidade”</em>, explicou o ministro.</p></blockquote>
<h3>Relação Trump-Bolsonaro</h3>
<p>Para Haddad, a relação pessoal entre Trump e o ex-presidente Jair Bolsonaro tem peso na decisão americana. Ele classificou como grave o fato de interesses individuais da extrema direita brasileira estarem influenciando um tema de interesse nacional.</p>
<blockquote><p><em>“O Brasil está longe de ser o problema dos EUA e sempre foi deficitário nessa relação. O que justifica um aumento de tarifa de 10% para 50%, de uma hora para outra? É preciso separar os interesses pessoais dos interesses dos países”</em>, criticou.</p></blockquote>
<p>Ele também ironizou a investigação americana sobre o Pix, dizendo que o sistema de pagamentos brasileiro é um sucesso e deveria ser copiado, não questionado.</p>
<h3>Fiscal e emprego</h3>
<p>Haddad também reiterou que o governo não revisará a meta fiscal e garantiu que, ao final do mandato de Lula, o Brasil entregará “o melhor resultado fiscal dos últimos 12 anos”, além de avanços em emprego, crescimento econômico e distribuição de renda.</p>
<blockquote><p><em>“A obsessão da área econômica é entregar o melhor resultado desde 2015, e isso será cumprido”, afirmou.</em></p></blockquote>
<p>O grupo de trabalho que estuda os planos para o impacto do tarifaço deve apresentar alternativas ainda esta semana ao presidente Lula.</p>
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		<title>G20 Inicia semana de encontroseconômicos e sociais no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/g20-inicia-semana-de-encontroseconomicos-e-sociais-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 23:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combate À Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio de Janeiro inicia nesta segunda-feira (22) uma intensa semana de encontros de alto nível do G20, com autoridades econômicas e sociais dos países membros. Até sexta-feira (26), a cidade será palco de discussões cruciais sobre temas como a taxação dos super-ricos e o combate à fome. Um dos momentos mais aguardados será o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro inicia nesta segunda-feira (22) uma intensa semana de encontros de alto nível do G20, com autoridades econômicas e sociais dos países membros. Até sexta-feira (26), a cidade será palco de discussões cruciais sobre temas como a taxação dos super-ricos e o combate à fome. Um dos momentos mais aguardados será o pré-lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.</p>
<p><strong>Encontros Econômicos</strong></p>
<p>Nos dias 22 e 23, representantes de ministros das Finanças e presidentes dos bancos centrais dos países do G20 se reunirão no hotel Windsor Barra, na Barra da Tijuca, como parte da Trilha de Finanças. Esta etapa aborda temas econômicos fundamentais, incluindo a tributação internacional, a taxação de grandes fortunas, a inclusão financeira e a reforma dos bancos multilaterais de desenvolvimento. A embaixadora Tatiana Rosito, coordenadora da Trilha de Finanças do G20 e secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, representa a delegação brasileira.</p>
<p>As discussões visam elaborar um documento conjunto para os ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais, que se reunirão na quinta-feira (25) e sexta-feira (26). Este documento será crucial para a reunião de cúpula do G20 em novembro, também no Rio de Janeiro, que reunirá chefes de Estado e de governo dos países membros.</p>
<p><strong>Enfoque Social e Aliança contra a Fome</strong></p>
<p>Paralelamente, a sociedade civil terá uma participação inédita nas discussões econômicas. Representantes de 13 grupos de engajamento do G20, do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e lideranças de favelas brasileiras do F20 (Favelas 20) falarão durante o encontro desta segunda-feira.</p>
<p>No Galpão da Ação da Cidadania, outro local emblemático, ocorre a reunião ministerial de Desenvolvimento, parte da Trilha de Sherpas, que lida com questões políticas do G20. O evento contará com a presença de ministros brasileiros como Mauro Vieira (Relações Exteriores), Simone Tebet (Planejamento), Jader Barbalho Filho (Cidades) e Anielle Franco (Igualdade Racial).</p>
<p>Na quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará do pré-lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, uma das prioridades da presidência brasileira do G20. A cerimônia marcará a divulgação da mais recente edição do relatório &#8220;O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo&#8221;, da FAO.</p>
<p><strong>Encontros Bilaterais e Seminários</strong></p>
<p>Ao longo da semana, ocorrerão diversos encontros bilaterais. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reunirá com autoridades dos Estados Unidos, Reino Unido e OCDE. Simultaneamente, a sede do BNDES receberá um evento internacional do Grupo de Trabalho de Desenvolvimento do G20, com seminários que incluirão representantes de governos, acadêmicos e organismos internacionais. Entre os presentes estarão o presidente eleito do Conselho Europeu, António Costa, e a ex-presidente do Chile, Michelle Bachellet.</p>
<p><strong>Contexto do G20</strong></p>
<p>A presidência do G20 em 2024 é exercida pelo Brasil pela primeira vez. O G20, composto por 19 países e dois órgãos regionais, representa cerca de 85% da economia mundial, mais de 75% do comércio global e dois terços da população do planeta. A presidência do grupo em 2025 será da África do Sul.</p>
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		<title>Lula: BC deveria ser autônomo, mas sofre interferências políticas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-bc-deveria-ser-autonomo-mas-sofre-interferencias-politicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 22:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (18) a forma como o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, tem conduzido as políticas da instituição. Em entrevista à Rádio CBN, Lula afirmou que a aproximação do presidente do BC com a oposição levanta suspeitas, sugerindo que o governador de São Paulo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (18) a forma como o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, tem conduzido as políticas da instituição. Em entrevista à Rádio CBN, Lula afirmou que a aproximação do presidente do BC com a oposição levanta suspeitas, sugerindo que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, exerça mais influência no BC do que o próprio governo federal.</p>
<p>“Temos um presidente do BC que não demonstra nenhuma capacidade de autonomia e que tem um claro lado político. Na minha opinião, ele trabalha muito mais para prejudicar do que para ajudar o país”, afirmou Lula. Ele ressaltou sua experiência como chefe de Estado, mencionando sua escolha por Henrique Meirelles para a presidência do BC em seu primeiro mandato, e comparando a autonomia de Meirelles à de Campos Neto.</p>
<p>Lula mencionou um evento em que Roberto Campos foi homenageado pelo governador de São Paulo, interpretando isso como um sinal de alinhamento político. “Certamente porque o governador está achando maravilhosa a taxa de juro em 10,5%”, ironizou.</p>
<h4><strong>Juros Altos e Economia</strong></h4>
<p>Lula argumentou que a taxa de juros atual não tem justificativa, especialmente considerando o contexto de baixa inflação. Ele mencionou que a inflação está sob controle e criticou o discurso de uma possível inflação futura como base para manter os juros elevados. &#8220;O Brasil não pode continuar com essa taxa proibitiva de investimento no setor produtivo&#8221;, disse Lula.</p>
<p>O presidente afirmou que diversos líderes financeiros globais, como do FMI e bancos internacionais, veem o Brasil com otimismo, o que, segundo ele, é incompatível com os altos juros praticados no país.</p>
<p>### Taxações e Desonerações<br />
Lula também criticou a postura de legisladores que defendem desonerações para setores lucrativos enquanto taxam importações de baixo valor feitas por pessoas de menor renda. Ele apontou a incoerência entre a crítica aos gastos do governo e o apoio a isenções fiscais para os ricos, citando R$ 546 bilhões em isenções fiscais.</p>
<h4><strong>Orçamento e Desonerações</strong></h4>
<p>Lula se disse disposto a discutir o orçamento nacional com diversos setores da sociedade, mas garantiu que a solução não será &#8220;em cima das pessoas mais humildes deste país&#8221;. Ele mencionou as desonerações recentes para 17 setores da indústria brasileira e questionou a falta de contrapartidas em termos de estabilidade no emprego ou aumentos salariais para os trabalhadores.</p>
<p>Ele alertou que a desoneração da folha de pagamento pode acabar se não houver um acordo entre empresários beneficiados e o Senado, uma vez que há uma decisão da suprema corte sobre o assunto.</p>
<h4><strong>Reeleição</strong></h4>
<p>Sobre uma possível candidatura à reeleição, Lula afirmou que, por enquanto, não quer discutir o assunto, destacando que ainda tem muito a cumprir em seu atual mandato. No entanto, ele não descartou a possibilidade de se candidatar novamente se isso for necessário &#8220;para evitar que os trogloditas que governaram esse país voltem a governar&#8221;. Lula enfatizou que sua prioridade é evitar o retorno de um governo que ele considera fascista e negacionista.</p>
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		<title>Projeto aprovado de offshores pode elevar arrecadação, diz Haddad</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-aprovado-de-offshores-pode-elevar-arrecadacao-diz-haddad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 09:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A versão final do projeto sobre os fundos exclusivos e as offshores, aprovada na noite de quarta-feira (25) pela Câmara dos Deputados, poderá elevar a arrecadação do governo em relação ao inicialmente planejado, disse nesta quinta-feira (26) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a adesão poderá ser maior após mudanças feitas pelos deputados. “Tem gente esperando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A versão final do projeto sobre os fundos exclusivos e as <em>offshores</em>, aprovada na noite de quarta-feira (25) pela Câmara dos Deputados, poderá elevar a arrecadação do governo em relação ao inicialmente planejado, disse nesta quinta-feira (26) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a adesão poderá ser maior após mudanças feitas pelos deputados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Tem gente esperando que possa haver aumento na arrecadação, já que [os deputados] introduziram mecanismos que estimulam a adesão”, disse o ministro. “Como a alíquota ficou abaixo da prevista originalmente, a adesão deve ser maior.” O Ministério da Fazenda ainda não forneceu uma estimativa de alta da arrecadação após as alterações no projeto.</p>
<p>O ministro referiu-se à alíquota de 8% para quem antecipar, até o fim do ano, o pagamento do Imposto de Renda em quatro parcelas sobre os rendimentos acumulados nos fundos exclusivos e nas <em>offshores</em> (empresas que aplicam recursos no exterior). Originalmente, o governo tinha proposto 10%. O relator do projeto na Câmara, Pedro Paulo (PSD-RJ), tinha reduzido a alíquota para 6%, mas elevou para 8% pouco antes da votação.</p>
<p>Quem não quiser antecipar o pagamento de Imposto de Renda pagará, a partir de maio de 2024, 15% sobre os rendimentos acumulados. Nesse caso, o número de parcelas sobe para 24 (dois anos).</p>
<p>Na avaliação do ministro, o texto final ficou bom, com altas chances de aprovação no Senado. “Ficou bom. A Câmara fez um bom trabalho. Vamos para a segunda etapa”, afirmou Haddad.</p>
<h2>Desoneração</h2>
<p>Apesar da vitória em relação aos fundos exclusivos e às <em>offshores</em>, a equipe econômica sofreu uma derrota no Congresso. Também na noite desta quarta, o Senado aprovou o projeto de lei que prorroga, até 2027, a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. Sobre um possível veto ao projeto, Haddad disse que conversará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é o responsável pela decisão.</p>
<p>Por diversas vezes, Haddad defendeu que o tema fosse discutido apenas na segunda fase da reforma tributária, que prevê a reformulação do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Em junho, o ministro chegou a dizer que o projeto é inconstitucional, sem entrar em detalhes.</p>
<h2>Déficit zero</h2>
<p>O governo precisa de pelo menos R$ 168 bilhões no próximo ano para cumprir a promessa de zerar o déficit primário em 2024. Dentre as medidas já tomadas este ano, a taxação de super-ricos, tanto por meio dos fundos exclusivos como das <em>offshores</em>, é um dos principais projetos para diminuir o déficit nas contas públicas.</p>
<p>Haddad reiterou que o governo precisa aumentar as receitas em um momento em que gasta mais para recompor programas sociais e restabelecer os pisos de gastos para a educação e a saúde. De acordo com o ministro, todas as medidas que contribuam para reequilibrar as contas públicas são bem-vindas.</p>
<p>“Estamos há dez anos perdendo receitas, abrindo mão de receita. Nós estamos criando despesas de um lado, algumas das quais muito meritórias, mas a gente tem de cuidar da receita para equilibrar as contas e ter a sustentabilidade fiscal maior”, declarou.</p>
<h2>Reforma tributária</h2>
<p>O ministro também comentou a proposta do relator da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), de elevar de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões o Fundo de Desenvolvimento Regional, que vai compensar o fim de incentivos fiscais em estados de menor renda. Ele disse que o impacto fiscal da mudança ficou diluído e que a mudança ajudará a aprovar a reforma no Senado.</p>
<p>“Ficou muito para frente [o impacto fiscal]. É um valor pequeno por ano. Com um orçamento de R$ 2 trilhões você ter R$ 2 bilhões de incremento anual me pareceu um pleito justo dos governadores. Ficaram os R$ 40 bilhões. Depois da transição feita, a cada ano um aporte adicional”, afirmou o ministro. “Depois de 40 anos, viabilizar um texto merece ser celebrado.”</p>
<h2>Caixa Econômica</h2>
<p>Sobre a troca na presidência da Caixa Econômica Federal, Haddad disse ter conversado “lateralmente” sobre o tema com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). “É da alçada do presidente da República. Eu participei das conversas, mas é uma decisão que é tomada pelo presidente”, declarou.</p>
<p>Nesta quarta-feira (25), a presidente da Caixa, Rita Serrano, foi demitida. O novo presidente será Carlos Antônio Vieira Fernandes &lt;, indicado por Lira. Economista e servidor de carreira do banco público, Fernandes presidiu o Funcef, o fundo de pensão dos funcionários da Caixa.</p>
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