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	<title>taxação de bilionários &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula pressiona por tributação de fintechs após derrota no Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 13:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender, nesta quinta-feira (9), a necessidade de que o sistema financeiro, em especial as fintechs, “paguem o imposto devido a esse país”. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Piatã, na Bahia, um dia após a Câmara dos Deputados retirar de pauta a medida provisória [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender, nesta quinta-feira (9), a necessidade de que o sistema financeiro, em especial as fintechs, “paguem o imposto devido a esse país”. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Piatã, na Bahia, um dia após a Câmara dos Deputados retirar de pauta a medida provisória (MP) que previa a taxação de rendimentos de aplicações financeiras e de empresas de apostas eletrônicas.</p>
<p>A proposta tinha como objetivo compensar a revogação de um decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Com a retirada de pauta, o texto perdeu validade nesta quarta-feira (8), gerando frustração na equipe econômica do governo.</p>
<p>Segundo Lula, algumas fintechs já possuem porte superior ao de bancos tradicionais, mas não pagam impostos proporcionais ao tamanho de seus negócios. “Eu volto na quarta-feira [15] para Brasília, aí sim, eu vou reunir o governo para discutir como é que a gente vai propor que o sistema financeiro, sobretudo as fintechs, que tem fintech hoje maior do que banco, que elas paguem o imposto devido a esse país”, disse.</p>
<p>A medida provisória, em sua versão original, previa a tributação de bilionários, bancos e empresas de apostas. A taxação das “bets”, por exemplo, seria de 18% sobre a receita bruta, mas após negociações caiu para 12%. Ainda assim, a proposta enfrentou forte resistência no Congresso. A previsão inicial de arrecadação era de R$ 10,5 bilhões em 2025 e R$ 21 bilhões em 2026. Após concessões, a expectativa caiu para R$ 17 bilhões, além de corte de R$ 4,28 bilhões em despesas obrigatórias.</p>
<p>Lula criticou a rejeição à proposta: “É engraçado que o povo trabalhador paga 27,5% de imposto de renda do seu salário e os ricos não querem pagar 12%, não querem pagar 18%”. Para o presidente, a decisão não representou uma derrota do governo, mas “uma derrota imposta ao povo brasileiro”.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também lamentou a não votação da MP e afirmou que o Executivo fez concessões em busca de um acordo com o Congresso, que não se concretizou diante da pressão de partidos do centrão e de setores do mercado financeiro.</p>
<p>Com o impasse, o governo agora deve buscar novas alternativas para reforçar a arrecadação e cumprir a meta fiscal. Entre as opções estão cortes de gastos e a retomada de propostas de taxação sobre segmentos com alta rentabilidade, como o setor financeiro e as apostas digitais.</p>
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