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	<title>Taxa Selic &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Taxa Selic &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Copom decide hoje se mantém Selic em 15% ao ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-se-mantem-selic-em-15-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes sobre alguns preços, como o da energia.</p>
<p>Esta é a penúltima reunião do Copom em 2025, e o anúncio oficial será feito no início da noite. Nas últimas duas decisões, em julho e setembro, o comitê já havia optado por manter a taxa, sinalizando que pretende segurar os juros “por tempo prolongado”.</p>
<p>De acordo com a ata mais recente, o Banco Central avalia que o cenário internacional — especialmente a política monetária dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país — tem exercido forte influência sobre a economia brasileira. Internamente, a inflação recua, mas ainda sofre com custos elevados de energia e serviços.</p>
<p>O boletim Focus indica que a Selic deve continuar em 15% até o fim de 2025 ou início de 2026, com o início do ciclo de queda dos juros previsto apenas no segundo semestre do próximo ano.</p>
<h3>Inflação em queda</h3>
<p>A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, ficou em 0,18% em outubro, acumulando 4,94% em 12 meses. O recuo no preço dos alimentos tem ajudado a conter o índice. A expectativa de inflação para 2025 foi revisada para 4,55%, levemente acima do teto da nova meta contínua, de 4,5%.</p>
<h3>Entenda o impacto da Selic</h3>
<p>A Taxa Selic serve de referência para todas as taxas de juros da economia. Quando sobe, encarece o crédito e desestimula o consumo, ajudando a conter a inflação. Quando cai, barateia os empréstimos e estimula a atividade econômica, mas pode aumentar a pressão sobre os preços.</p>
<p>Com o novo sistema de meta contínua de inflação, em vigor desde janeiro, o Banco Central persegue uma meta de 3% ao ano, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O resultado da reunião do Copom deve indicar se o Banco Central manterá o tom conservador na política monetária ou começará a preparar o terreno para uma futura redução da taxa — movimento aguardado</p>
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		<title>Copom decide hoje se interrompe ciclo de alta na Selic, que está no maior patamar desde 2006</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-se-interrompe-ciclo-de-alta-na-selic-que-esta-no-maior-patamar-desde-2006/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (18) se mantém ou eleva a Taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, maior nível desde 2006. A decisão ocorre em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda acima da meta e com pressões persistentes em setores como energia. Desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (18) se mantém ou eleva a Taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, maior nível desde 2006. A decisão ocorre em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda acima da meta e com pressões persistentes em setores como energia.</p>
<p>Desde setembro do ano passado, o Copom elevou a Selic seis vezes consecutivas para conter a inflação. Parte do mercado espera uma nova alta para 15%, enquanto outra aposta na manutenção da taxa — com o ciclo de aperto se encerrando.</p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu apenas 0,26% em maio, acumulando 5,32% em 12 meses. Apesar da desaceleração, o número ainda está acima do teto da meta contínua, fixada em 3%, com tolerância de até 4,5%.</p>
<p>A decisão do Copom também será influenciada pelo novo sistema de metas contínuas de inflação, que considera os últimos 12 meses mês a mês — não apenas o índice fechado do ano. Isso aumenta a vigilância sobre os efeitos prolongados da política monetária.</p>
<p>Analistas acompanham de perto não só a taxa definida, mas o tom do comunicado que será divulgado ao final da reunião. Sinais sobre os próximos passos do BC podem indicar quando começará um eventual ciclo de redução dos juros, atualmente projetado para 2026, segundo o Boletim Focus.</p>
<p>A decisão será anunciada ao fim do dia e pode impactar diretamente o crédito, o consumo, os investimentos e o ritmo da economia brasileira nos próximos meses.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação pela 19ª semana seguida</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-pela-19a-semana-seguida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 17:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro aumentou pela 19ª semana consecutiva a projeção da inflação para 2025, com a estimativa do IPCA subindo de 5,6% para 5,65%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. A expectativa também subiu para 2026, de 4,35% para 4,4%, enquanto as projeções para 2027 e 2028 foram mantidas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro aumentou pela 19ª semana consecutiva a projeção da inflação para 2025, com a estimativa do IPCA subindo de 5,6% para 5,65%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. A expectativa também subiu para 2026, de 4,35% para 4,4%, enquanto as projeções para 2027 e 2028 foram mantidas em 4% e 3,79%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa de inflação para 2025 já supera o teto da meta do Banco Central, que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<h3><strong>Inflação e Selic</strong></h3>
<p>A inflação oficial em janeiro foi de 0,16%, a menor para o mês desde 1994, segundo o IBGE. A desaceleração foi influenciada pelo Bônus Itaipu, que reduziu a conta de luz para milhões de brasileiros. Mesmo assim, o IPCA acumulado em 12 meses está em 4,56%, demonstrando que os preços continuam subindo, mas em ritmo menor.</p>
<p>Para conter a inflação, o Banco Central aumentou a taxa Selic para 13,25% ao ano e indicou que novos aumentos podem ocorrer nas próximas reuniões do Copom. O mercado prevê que a taxa básica de juros pode chegar a 15% ao ano até o fim de 2025, antes de começar a cair gradualmente nos anos seguintes.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;A elevação dos juros é uma tentativa de conter a inflação, mas também pode impactar negativamente o crescimento econômico, dificultando o acesso ao crédito e reduzindo investimentos.&#8221;</em></p></blockquote>
<h3><strong>Impactos na Economia</strong></h3>
<p>PIB: A projeção de crescimento da economia brasileira para 2025 permaneceu em 2,01%, enquanto a expectativa para 2026 caiu para 1,7%. Em 2023, o PIB cresceu 3,2%, acima das previsões, e o resultado final de 2024 será divulgado em 7 de março pelo IBGE.</p>
<p>Dólar: O mercado prevê que a moeda norte-americana feche 2025 cotada a R$ 5,99, podendo subir para R$ 6 em 2026.</p>
<p>A alta da inflação e dos juros reflete um cenário de incertezas globais e variação do dólar, o que exige atenção do governo e do mercado para evitar impactos negativos no crescimento econômico e no poder de compra da população.</p>
<p>Próximas atualizações: O Banco Central seguirá monitorando os dados econômicos e a inflação antes das próximas decisões sobre a taxa Selic e o controle da economia.</p>
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		<title>Copom decide novo ajuste da Selic em meio a pressões econômicas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-novo-ajuste-da-selic-em-meio-a-pressoes-economicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 13:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciará nesta quarta-feira (6) se eleva a taxa Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Com o dólar em alta e o impacto da seca pressionando o custo de alimentos e energia, o comitê avalia um aumento de 0,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciará nesta quarta-feira (6) se eleva a taxa Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Com o dólar em alta e o impacto da seca pressionando o custo de alimentos e energia, o comitê avalia um aumento de 0,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa para 11,25% ao ano, segundo o último boletim Focus.</p>
<p>As expectativas são de que a Selic encerre 2024 em 11,75%, visando conter a inflação que ultrapassa o teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% com uma margem de tolerância até 4,5%. O Copom justifica o ajuste pelo ritmo de crescimento econômico e pela pressão inflacionária, especialmente em alimentos e serviços, que juntos mantêm o IPCA em 4,42% no acumulado de 12 meses.</p>
<p>O processo de elevação da Selic já dura mais de dois anos e reflete as políticas do BC para controlar a inflação. Após manter a Selic inalterada em junho e julho deste ano, o Copom iniciou um novo ciclo de alta em julho, focado em ajustar a política monetária ao contexto atual. A decisão de hoje será anunciada no final do dia, após análise detalhada da economia nacional e global.</p>
<p>A elevação da taxa básica de juros encarece o crédito, estimulando a poupança e, ao mesmo tempo, desacelerando a economia. Com a inflação pressionada pela seca e pelo câmbio, a taxa mais alta visa compensar os aumentos nos preços de bens essenciais, como energia e alimentos, com objetivo de estabilizar o índice de preços e mantê-lo dentro da meta de 3% para 2024.</p>
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		<item>
		<title>Inflação deve fechar este ano em 3,87%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-deve-fechar-este-ano-em-387/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro reduziu a previsão da inflação para este ano. Segundo projeção do Boletim Focus, divulgada hoje (15) pelo Banco Central (BC), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; deve fechar este ano em 3,87%. Há uma semana, a projeção do mercado era de que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O mercado financeiro reduziu a previsão da inflação para este ano. Segundo projeção do Boletim Focus, divulgada hoje (15) pelo Banco Central (BC), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; deve fechar este ano em 3,87%. Há uma semana, a projeção do mercado era de que a inflação este ano ficasse em 3,90%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Divulgado semanalmente, o Boletim Focus reúne a projeção de mais de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Para 2025, a projeção da inflação deve ficar em 3,50%. Para 2026 e 2027, a previsão é que a inflação se mantenha nos 3,5% nos dois anos.</p>
<p>A estimativa para 2024 está dentro do intervalo de meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para 2024, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p)para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, a taxa básica de juros, definida em 11,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</p>
<p>O comitê informou que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 8,5% ao ano. A mesma previsão para os anos de 2026 e 2027.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p>O boletim divulgado nesta segunda-feira, também, prevê uma diminuição no valor do câmbio em dólar. Segundo o Focus, em 2024, a moeda fecha o ano em R$ 4,95. Há quatro semanas a previsão era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 5,00. Para 2025, a projeção é que o dólar também fique em R$ 5,00. Para 2026, a previsão é que o câmbio feche em R$ 5,06 e para 2027, em R$ 5,10.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), o Focus manteve a previsão da semana passada de crescimento de 1,59% para este ano. Para 2025, o boletim também manteve a previsão de crescimento da semana passada de 2%, que também é a mesma para os anos de 2025 e 2026.</p>
</div>
</div>
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		<title>Campos Neto: alta de juros em ano eleitoral mostra critério técnico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/campos-neto-alta-de-juros-em-ano-eleitoral-mostra-criterio-tecnico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 16:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse que o movimento de alta de juros implementado pela autoridade monetária brasileira foi feito durante o período eleitoral, o que, em sua avaliação, demonstra que critérios técnicos prevalecem em relação a políticos nas decisões do BC. A afirmação foi feita nesta terça-feira (25), em Brasília, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse que o movimento de alta de juros implementado pela autoridade monetária brasileira foi feito durante o período eleitoral, o que, em sua avaliação, demonstra que critérios técnicos prevalecem em relação a políticos nas decisões do BC.</p>
<p>A afirmação foi feita nesta terça-feira (25), em Brasília, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Segundo ele, “nunca na história deste país, nem na história do mundo, foi feito um movimento de alta de juros tão grande no período eleitoral, mostrando que o Banco Central, mesmo no período eleitoral, entendeu que a inflação ia subir”, explicou.</p>
<p>Campos Neto lembrou que essa movimentação foi iniciada, no Brasil, antes de grande parte dos outros países. “O Brasil foi um dos primeiros a subir os juros. Fez uma subida muito grande no ano eleitoral, e a gente pode ver a comparação com outros anos eleitorais. Se o Banco Central não tivesse feito esse movimento, a gente teria tido uma inflação de 10%, em vez de 5,8%”, argumentou.</p>
<p>“Aí, hoje, pra gente controlar a inflação – e a expectativa do ano que vem, que seria muito mais alta do que os 10% – a gente estaria com juros de 18,75% [ao ano]”, acrescentou, ao reiterar a defesa pela autonomia do BC. “É importante entender que o BC atua de forma autônoma e acumulou antes. E quanto mais cedo você atua, menos custo tem para a sociedade”, complementou.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>Campos Neto descreveu o cenário financeiro do Brasil com a média dos núcleos de inflação em 7,8% e a taxa Selic em 13,75% ao ano.</p>
<p>“Olha que curioso: a gente está com o núcleo de inflação [de] 7,8% e com a juros de 13,75%. Na última vez que o juro estava [em] 14,75%, o núcleo de inflação estava mais ou menos o mesmo nível que está hoje. A gente tem uma inflação um pouquinho mais baixa do que quando os juros estavam em 14,25%. O fato de termos atuado antes funcionou”, argumentou.</p>
<p>Na avaliação do presidente do BC, as medidas adotadas pela autoridade monetária têm sido aplicadas de forma suave para evitar grandes choques no prazo imediato.</p>
<p>“Um dos parâmetros que está no mandato [no BC] é a suavização. Sim, o BC suaviza. Se eu quisesse combater o choque no período curto, eu teria que ter juros muito altos [posteriormente]. A gente não vai fazer isso. Suavizar significa alongar o horizonte para ter uma inflação controlada num horizonte que seja relevante, com o mínimo custo social possível”, disse.</p>
<h2>Credibilidade</h2>
<p>O presidente do Banco Central acrescentou que o objetivo é também o de evitar alongar demais esse &#8220;horizonte&#8221;, uma vez que é necessário, ao governo, manter a credibilidade.</p>
<p>“Quando você alonga demais o horizonte, eventualmente você perde credibilidade, e, se perder a credibilidade, a expectativa de inflação lá na frente sobe e contamina os preços presentes. Aí, depois, o custo é muito mais caro”, ponderou.</p>
<p>“O mundo não gira na Selic [taxa básica de juros]. Grande parte dos juros é prefixada. Controlar os juros de um dia não garante [queda para] o resto da curva de juros, que é determinada pelo preço que as pessoas estão dispostas a emprestar para o governo. Portanto, se eu não tiver credibilidade eu posso fazer cair os juros curtos, mas os demais vão subir porque a economia não gira no juro curto”, disse.</p>
<p>Segundo Campos Neto, o que possibilita uma queda de juros sustentável é a capacidade de se fazer os juros a curto prazo caírem, e essa curva se perpetuar e propagar.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Copom mantém juros básicos da economia em 13,75% ao ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-1375-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A queda da inflação fez o Banco Central (BC) interromper o ciclo de alta dos juros após um ano e meio de reajustes seguidos. Por 7 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. O presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A queda da inflação fez o Banco Central (BC) interromper o ciclo de alta dos juros após um ano e meio de reajustes seguidos. Por 7 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e os diretores Bruno Serra Fernandes, Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Maurício Costa de Moura, Otávio Ribeiro Damaso e Paulo Sérgio Neves de Souza votaram pela manutenção da taxa. Os diretores Fernanda Magalhães Rumenos Guardado e Renato Dias de Brito Gomes votaram pela elevação em 0,25 ponto.</p>
<p>Em comunicado, o Copom informou que continuará a monitorar a economia e poderá voltar a subir a taxa Selic caso a inflação não caia como esperado. &#8220;O comitê reforça que irá perseverar até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas. O comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso o processo de desinflação não transcorra como esperado&#8221;, destacou o texto.</p>
<p>A taxa continua no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Essa foi a primeira pausa nas elevações após 12 altas consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis.</p>
<p>De março a junho do ano passado, o Copom tinha elevado a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Com a alta da inflação e o agravamento das tensões no mercado financeiro, a Selic foi elevada em 1,5 ponto de outubro do ano passado até fevereiro deste ano. O Copom promoveu dois aumentos de 1 ponto, em março e maio, e dois aumentos de 0,5 ponto, em junho e agosto.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o indicador fechou em 8,73% no acumulado de 12 meses, após ter se . Esse foi o segundo mês seguido de inflação negativa, por causa da queda do preço da energia e da gasolina.</p>
<p>Apesar da desaceleração recente, o valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2022, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5% neste ano nem ficar abaixo de 2%.</p>
<p>No <em>Relatório de Inflação</em> divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia 2022 em 8,8% no cenário base. A projeção, no entanto, está desatualizada e deverá ser revista para baixo por causa das desonerações sobre a gasolina e o gás de cozinha. A nova versão do relatório será divulgada no fim de setembro.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais otimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 6%. No início de junho, as estimativas do mercado chegavam a 9%.</p>
<h2>Crédito mais caro</h2>
<p>A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central projetava crescimento de 1,7% para a economia em 2022.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco maior. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem expansão de 2,65% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ritmo de ajuste da Selic pode diminuir, diz Copom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 15:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ata do Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O ritmo de ajuste da taxa básica de juros, a Selic, deve diminuir. Essa previsão está na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje (8) pelo Banco Central (BC), mas poderá ser revista para que a inflação convirja em direção à meta. Na semana passada, o comitê aumentou a taxa Selic [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ritmo de ajuste da taxa básica de juros, a Selic, deve diminuir. Essa previsão está na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje (8) pelo Banco Central (BC), mas poderá ser revista para que a inflação convirja em direção à meta.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na semana passada, o comitê aumentou a taxa Selic de 9,25% para 10,75% ao ano, tendo por justificativa o aumento da inflação de alimentos, combustíveis e energia. Foi a primeira vez – desde julho de 2017, quando atingiu 10,25% ao ano – que a Selic chega a uma marca de dois dígitos.</p>
<p>“Em relação aos seus próximos passos, o Comitê antevê como mais adequada, neste momento, a redução do ritmo de ajuste da taxa básica de juros. Essa sinalização reflete o estágio do ciclo de aperto, cujos efeitos cumulativos se manifestarão ao longo do horizonte relevante”, diz a ata publicada hoje pelo BC.</p>
<p>O Copom destaca ainda que os “passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para suas metas, e dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária”.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2021, o indicador fechou em 10,06%, no maior nível desde 2015, pressionado pelo dólar, pelos combustíveis e pela alta da energia elétrica.</p>
<h2>Projeções</h2>
<p>No cenário de referência descrito pelo Copom, com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e dólar cotado a R$ 5,45, as projeções de inflação ficariam em torno de 5,4% para 2022 e 3,2% para 2023. Esse cenário supõe trajetória de juros que se eleva para 12% ao ano, no primeiro semestre de 2022, termina o período em 11,75% ao ano e reduz-se para 8% ao ano em 2023.</p>
<p>De acordo com essas projeções, a inflação terminará 2022 acima da meta que é de 3,5%. O limite de tolerância é de 1,5 ponto percentual. Ou seja, a inflação pode ficar entre 2% e 5%.</p>
<p>Para 2023, o centro da meta é 3,25%, também com tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>As projeções para a inflação de preços administrados são de 6,6% para 2022 e 5,4% para 2023. “Adota-se a hipótese de bandeira tarifária vermelha patamar 1 em dezembro de 2022 e dezembro de 2023”, projeta o comitê.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>De acordo com o cenário de referência do Copom, a inflação envolve fatores de risco em ambas as direções. Por um lado, uma “possível reversão, ainda que parcial”, do aumento nos preços das <em>commodities</em> em moeda local produziria trajetória de inflação abaixo do cenário de referência. Por outro lado, “políticas fiscais que impliquem impulso adicional da demanda agregada ou piorem a trajetória fiscal futura podem impactar negativamente preços de ativos importantes e elevar os prêmios de risco do país”.</p>
<h2>Contas Públicas</h2>
<p>Na avaliação de riscos descrita na ata, o Copom argumenta que, mesmo em uma situação de desempenho mais positivo das contas públicas, a incerteza em relação ao arcabouço fiscal continua mantendo “elevado o risco de desancoragem das expectativas de inflação”, o que acaba por implicar em uma “maior probabilidade” de trajetórias para inflação acima do projetado.</p>
<p>“A incerteza em relação ao futuro do arcabouço fiscal atual resulta em elevação dos prêmios de risco e eleva o risco de desancoragem das expectativas de inflação. Isso implica atribuir maior probabilidade para cenários alternativos que considerem taxas neutras de juros mais elevadas. O Copom reitera que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para o crescimento sustentável da economia”, diz a ata.</p>
<h2>Pleno emprego</h2>
<p>O comitê ressalta que a última decisão relacionada à Selic reflete o “cenário de referência” e um balanço de riscos de “variância maior do que a usual para a inflação prospectiva”, sendo portanto “compatível com a convergência da inflação para as metas ao longo do horizonte relevante, que inclui os anos-calendário de 2022 e, em grau maior, de 2023”. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, complementa a ata.</p>
</div>
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