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	<title>Taxa de Desocupação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Taxa de Desocupação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Desemprego no Brasil cai para 7,1%, menor nível desde 2014</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 14:20:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou um importante marco no mercado de trabalho: a taxa de desocupação caiu para 7,1% no trimestre encerrado em maio, o menor índice para o período desde 2014. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28), representa uma queda em comparação com os 7,8% registrados no trimestre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou um importante marco no mercado de trabalho: a taxa de desocupação caiu para 7,1% no trimestre encerrado em maio, o menor índice para o período desde 2014. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28), representa uma queda em comparação com os 7,8% registrados no trimestre anterior e os 8,3% no mesmo período de 2023. Este é o menor índice registrado desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015, quando a taxa ficou em 6,9%.</p>
<p>A população desocupada no país — pessoas com 14 anos ou mais que procuravam emprego — diminuiu para 7,8 milhões em maio. Este número representa uma queda de 751 mil pessoas em comparação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e 1,2 milhão em relação ao mesmo período de 2023.</p>
<p>A população ocupada alcançou 101,3 milhões de pessoas, um recorde na série histórica do IBGE. Esse número é 1,1 milhão superior ao do trimestre anterior e 2,9 milhões acima do registrado em maio de 2023. A expansão foi impulsionada tanto pelo aumento de empregados formais quanto informais, refletindo a recuperação e o crescimento de diversas atividades econômicas.</p>
<p>O número de empregados com carteira assinada atingiu um recorde de 38,3 milhões, um resultado de crescimentos contínuos a cada trimestre. O número de empregados sem carteira assinada também foi o maior já registrado, totalizando 13,7 milhões. Setores como administração pública, educação, saúde e serviços sociais foram destaque na criação de vagas, enquanto o setor de transporte, armazenagem e correio apresentou uma leve redução.</p>
<p>O rendimento médio dos trabalhadores no trimestre encerrado em maio foi de R$ 3.181, estável em relação ao trimestre anterior e 5,6% maior na comparação anual. Este é o maior valor registrado para um trimestre encerrado em maio desde o início da pandemia, que afetou severamente a economia e o mercado de trabalho. A massa de rendimentos, que soma a renda total recebida pelos trabalhadores, atingiu o recorde de R$ 317,9 bilhões, um valor que contribui significativamente para a economia, seja pelo consumo ou pela poupança.</p>
<p><strong>Informalidade e Contribuição para a Previdência</strong></p>
<p>A taxa de informalidade foi de 38,6% da população ocupada, equivalente a 39,1 milhões de trabalhadores informais. Este grupo inclui principalmente empregados sem carteira assinada, empregadores e trabalhadores por conta própria sem CNPJ. Apesar disso, o país também registrou um recorde no número de trabalhadores contribuindo para a previdência social, com 66,171 milhões no trimestre encerrado em maio, representando 65,3% da população ocupada.</p>
<p>A contínua queda na taxa de desemprego, aliada ao crescimento da ocupação e da massa salarial, indica uma recuperação econômica robusta, com potencial para sustentar o crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.</p>
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		<title>Desemprego recua 8,3% no trimestre encerrado em maio, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-recua-83-no-trimestre-encerrado-em-maio-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 15:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A taxa de desocupação ficou em 8,3% no trimestre encerrado em maio, com recuo de 0,3 ponto percentual (p.p) em relação ao trimestre anterior, de dezembro de 2022 a fevereiro de 2023. É a menor taxa para um trimestre encerrado em maio desde 2015, quando também ficou em 8,3%. Em comparação com o mesmo período de 2022, a taxa de desocupação caiu 1,5 p.p.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>“Esse recuo no trimestre foi mais influenciado pela queda do número de pessoas procurando trabalho do que por aumento expressivo de trabalhadores. Foi a menor pressão no mercado de trabalho que provocou a redução na taxa de desocupação”, disse, em nota, Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílio.</p>
<p>A população desocupada ficou em 8,9 milhões de pessoas, queda de 3% em relação ao trimestre anterior e de -15,9% se comparado ao mesmo período de 2022. O número de pessoas ocupadas, de 98,4 milhões, ficou estável na comparação trimestral e cresceu 0,9% no ano.</p>
<p>O contingente de pessoas ocupadas (98,4 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e cresceu 0,9% (mais 884 mil pessoas) no mesmo trimestre de 2022.</p>
<p>“Embora não tenha havido uma expansão significativa da população ocupada total no trimestre, houve algumas diferenças pontuais em algumas atividades econômicas. A maioria ficou estável, mas foi observada queda do número de trabalhadores na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-1,9%, ou menos 158 mil pessoas) e expansão em administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%, ou mais 429 mil pessoas)”, afirmou Adriana.</p>
<p>“No caso do grupamento de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, o crescimento foi impulsionado pelo segmento de educação e por meio da inserção de empregados sem carteira de trabalho assinada”, acrescentou a coordenadora.</p>
<p>Segundo o IBGE, no panorama anual, houve altas no setor de transporte, armazenagem e correio (4,2%, ou mais 216 mil pessoas), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3,8%, ou mais 440 mil pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,5%, ou mais 764 mil pessoas) e reduções redução nos grupamentos de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-6,2%, ou menos 542 mil pessoas) e Construção (-3,7%, ou menos 274 mil pessoas).</p>
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